domingo, 15 de fevereiro de 2026

BorgWarner firma acordo e entra no mercado de energia para data centers

Contrato com a TurboCell prevê fornecimento de sistema de turbogerador modular para atender demanda impulsionada por IA

A BorgWarner anunciou a assinatura de um Contrato de Fornecimento Master com a TurboCell, subsidiária da Endeavour, para fornecer um sistema de turbogerador modular voltado à geração de energia para data centers. A iniciativa marca a entrada estratégica da companhia em um segmento impulsionado pela expansão da inteligência artificial e de aplicações de microrredes.

Desenvolvido ao longo de três anos em parceria com a TurboCell, o sistema foi projetado para operar como fonte principal ou de reserva, com controles avançados e resposta dinâmica para gerenciar picos e transientes de energia. A solução poderá utilizar diferentes combustíveis, como gás natural, propano, diesel e hidrogênio, e foi concebida para atender a padrões ambientais mais rigorosos, incluindo os da CARB. A BorgWarner estima controlar cerca de 65% do conteúdo do sistema, apoiada em sua base industrial e cadeia global de suprimentos.

“Acreditamos que essa inovação de produto representa de forma poderosa a proatividade da equipe da BorgWarner em identificar e aproveitar oportunidades de crescimento”, afirma Joseph Fadool, presidente e CEO da companhia. “Prevemos que o sistema de turbogerador abrirá caminhos para um crescimento ainda mais lucrativo. Acreditamos que essa solução oferece muitas vantagens em relação às soluções de energia convencionais, incluindo resposta transiente superior e flexibilidade de combustível, além de uma menor pegada de carbono”.

Para Jakob Carnemark, fundador e CEO da Endeavour, a parceria amplia a capacidade de atendimento ao setor de tecnologia. “Nossa parceria com a BorgWarner tem sido incrivelmente gratificante. Desenvolvemos o sistema TurboCell para fornecer a energia dinâmica e sob demanda necessária para acelerar o desenvolvimento da infraestrutura de IA. Com a cadeia de suprimentos global e as comprovadas capacidades técnicas da BorgWarner, esperamos fornecer a próxima geração de energia local necessária para liberar todo o potencial da computação de IA”.

A produção está prevista para começar em 2027, na unidade de Hendersonville, Carolina do Norte, com capacidade inicial instalada de 2 GW. O sistema TurboCell será comercializado exclusivamente pela divisão Edged Infrastructure, da Endeavour.

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Tramontina orienta sobre instalação segura de carregadores para veículos elétricos

Com o avanço da frota de veículos elétricos no Brasil, cresce também a procura por estações de recarga em residências, condomínios e estabelecimentos comerciais. A Tramontina reforça que a instalação deve ser precedida por avaliação técnica realizada por eletricista ou profissional habilitado.

Avaliação técnica é etapa obrigatória

Segundo a empresa, a estação de recarga não pode ser tratada como um ponto elétrico convencional. O profissional responsável deve analisar:

  • Capacidade da rede elétrica
  • Dimensionamento de cabos e disjuntores
  • Dispositivos de proteção
  • Sistema de aterramento
  • Condições do quadro elétrico

As estações podem operar entre 7,4 kW e 22 kW, com correntes de até 32 A, exigindo verificação prévia da infraestrutura para evitar sobrecargas e riscos.

Em redes trifásicas 220 V, por exemplo, pode ser necessário o uso de transformador elevador para 380 V caso o objetivo seja atingir a potência máxima de carregamento.

Planejamento em condomínios e comércios

Em ambientes compartilhados, a Tramontina recomenda planejamento da distribuição de carga entre múltiplos pontos de recarga, além da previsão de expansão futura da infraestrutura elétrica.

Normas técnicas e dispositivos de proteção

A instalação deve seguir a ABNT NBR 17019, que estabelece requisitos para projeto, execução e comissionamento de estações de recarga, em complemento à NBR 5410, voltada às instalações elétricas de baixa tensão.

Entre os itens de segurança, destaca-se o uso de DR Tipo B, capaz de identificar correntes residuais alternadas (AC) e contínuas (DC), prevenindo choques elétricos e falhas por fuga de corrente. Nos modelos da marca, o dispositivo pode vir integrado ao equipamento.

O sistema de proteção também inclui:

  • Monitoramento de aterramento
    Proteção contra sobrecorrente
    Sobretensão e subtensão
    Sobretemperatura

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Fiat Argo 1.3 Firefly: veja sequência de torque do motor

Guia técnico reúne valores de aperto do cabeçote, sub-bloco, distribuição e periféricos do Firefly 1.3

O Fiat Argo 1.3 Firefly, produzido a partir de 2017, utiliza sequência de torque definida pelo fabricante para montagem do cabeçote, bloco, conjunto de distribuição e componentes periféricos.

No procedimento de manutenção, os parafusos do cabeçote seguem quatro etapas de aperto: 15 Nm, 30 Nm, 90° e 90°. Os parafusos do sub-bloco possuem sequência dividida por grupos, com etapas de 12 Nm, 25 Nm, 30 Nm + 40° e 25 Nm, conforme posição dos parafusos.

No sistema de ignição, a bobina utiliza torque de 9 Nm e as velas de ignição 12 Nm. O sistema de escapamento inclui prisioneiros do catalisador ao cabeçote e porcas da abraçadeira da tubulação com 25 Nm, além do coletor de escapamento com 34 Nm. Sensores de rotação, detonação e fase do eixo-comando utilizam torques de 9 Nm, 25 Nm e 8 Nm, respectivamente. O interruptor de pressão do óleo deve ser apertado a 32 Nm e o filtro de óleo a 15 Nm.

No conjunto inferior, a polia da árvore de manivelas utiliza 20 Nm + 150°, as capas de bielas 20 Nm + 40° e o bujão de drenagem do cárter 27 Nm. O sistema de distribuição por corrente inclui guia fixa, tensor e guia móvel com torques entre 9 Nm e 20 Nm. A polia do comando variável VVT utiliza 25 Nm + 40°, e a válvula do comando variável 9 Nm.

O sistema de arrefecimento inclui entrada da bomba d’água com 9 Nm, caixa de saída com 10 Nm e válvula termostática com 9 Nm. No sistema de admissão, o corpo de borboleta utiliza 15 Nm e o jet-cooler 12 Nm.
Entre os periféricos, o tensionador da correia dos acessórios e o compressor do ar-condicionado utilizam 25 Nm, o alternador 50 Nm, a linha de alimentação do alternador 9 Nm, o motor de partida 25 Nm e sua linha de alimentação 10 Nm. A fixação da transmissão ao motor utiliza 80 Nm, com cabo de aterramento da caixa a 15 Nm. O pescador de óleo utiliza 9 Nm e a embreagem 14 Nm.

Os suportes do conjunto motriz incluem coxim do motor do lado da distribuição com 60 Nm + 45° e porcas do suporte rígido com 55 Nm. A sonda lambda utiliza 45 Nm e a tampa de válvulas com separador de óleo integrado 16 Nm.

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sábado, 14 de fevereiro de 2026

Yaris Cross tem no híbrido flex boa vantagem competitiva

POR FERNANDO CALMON

O SUV compacto da Toyota completa a gama de produtos da marca no Brasil e preenche o vácuo deixado pelos hatch e sedã Yaris que saíram de linha sem obter muito sucesso (continua sendo exportado para América do Sul). Yaris Cross sofreu atraso de cerca de quatro meses em razão do quase furacão que praticamente destruiu a fábrica de motores em Porto Feliz (SP). Este desastre natural chegou a afetar a posição de mercado da marca.

Contudo, o novo SUV chega com credenciais para impulsionar a Toyota no segmento de preço mais baixo em que não participava. Um dos seus trunfos são as dimensões (mm), bem próximas ao modelo maior Corolla Cross: comprimento, 4.310; entre-eixos, 2.620; largura, 1.770; altura, 1.665; porta-malas, 400 L (391 L, no híbrido). Apenas 20 mm a menos de entre-eixos sobre o SUV maior. Diferença na largura um pouco maior (55 mm) é sentida apenas com três passageiros no banco traseiro.

Motor flex de aspiração natural tem 110 cv/14,3 kgf·m (G); 122 cv/15,3 (E). No caso do híbrido pleno flex (primeiro SUV compacto no mercado com esta motorização): 91 cv/12,3 kgf·m (G/E); motor elétrico, 80 cv/14,4 kgf·m; potência combinada, 111 cv (torque combinado não pode ser medido). Por estes parâmetros, o híbrido flex deverá apresentar desempenho um pouco menor do que o flex convencional (11 cv a mais). Todavia, a diferença de apenas 1 s de 0 a 100 km/h (na ficha técnica oficial) quase não será sentida.

A maior vantagem surge na economia de combustível declarada (padrão Inmetro), em especial no ciclo urbano: híbrido flex, 30% (G); em estrada, 6,5% (G). Se utilizar etanol, ganho de 33% (urbano) e 4,7% (estrada).

Yaris Cross tem escala de preços mantida, apesar do atraso: R$ 149.990 (táxi e PCD) a R$ 189.990.

Janeiro começou morno em vendas no mercado interno

Segundo balanço da Anfavea, foram comercializados 170,5 mil veículos leves e pesados no primeiro mês do ano ou 0,4% a menos que janeiro de 2025. Resultado representou uma queda pequena, embora janeiro de 2026 tivesse um dia útil a menos sobre o mesmo mês do ano passado. Automóveis cresceram 1,4% e comerciais leves (basicamente picapes) avançaram um pouco mais, 3%. Em um ano de eleições nacionais a comercialização desses dois segmentos (95% do total) é mais difícil de prever, embora a entidade que representa a indústria automobilística pretenda fazer revisões trimestrais.

Média diária de vendas, 8.100 unidades, subiu quase 4% em relação a janeiro de 2025, resultado um pouco acima do que tanto Anfavea (mais 2,6%) quanto Fenabrave (mais 3%) preveem para 2026. Assim, ao longo dos próximos meses deverá haver uma acomodação. Os níveis de estoques subiram de 37 dias em dezembro para 57 dias em janeiro. No entanto, os veículos de fabricação nacional têm apenas 29 dias de estoque, enquanto os importados nada menos que 172 dias.

É fácil explicar esta enorme diferença. Ao cruzar os registros de importações com os emplacamentos a distorção aparece em razão de uma única empresa, a BYD. No ano passado importou milhares de carros elétricos em navios ro-ro de última geração para aproveitar o imposto de importação mais baixo que os 35% em vigor desde janeiro de 1995. Tardiamente o Governo Federal deu-se conta da manobra e ficou por isso mesmo. A benesse, entretanto, já acabou. Todavia seus feitos vão se estender ainda ao longo de 2026.

Apesar dos acordos do Mercosul, a Argentina (13.400 veículos) perdeu pela primeira vez para a China (16.400 unidades) como principal fornecedor externo para o mercado brasileiro, em janeiro último. O vizinho do Sul recebe muito mais carros do Brasil do que envia para cá. No caso da China nenhum carro brasileiro segue para lá, obviamente, mas portas continuam abertas aqui para 14 marcas chinesas. Essa situação de desequilíbrio começa a melhorar este ano, porém com índice de conteúdo local extremamente baixo. GWM saiu na frente, mas a BYD vai mudar o cenário em 2026 (no início com unidades importadas semidesmontadas).

Em janeiro, esta foi a repartição das vendas: gasolina, 3,8%; elétrico, 5,1%; híbrido, 6,7%; híbrido plugável, 5,1%; diesel, 11,7%; flex, 67,7%.

IPVA atrasado soma R$ 36 bilhões, só em São Paulo

Pode parecer estranho, porém apenas no ano passado 664,4 mil motoristas tiveram o IPVA protestado em cartório, após não pagarem no prazo, o que resultou na negativação do CPF. Informação é do IEPTB – Instituto de Estudos de Protesto de Títulos do Brasil. Desde 2012, mais de 4,6 milhões de dívidas deste imposto acabaram protestados apenas em cartórios da cidade de São Paulo.

Além do valor exorbitante, parte dessas pendências já poderia estar solucionada. Cerca de 350.000 dívidas (mais de R$ 1 bilhão) foram quitadas, contudo permanecem registradas nos cartórios da cidade. A explicação vai desde o esquecimento até evitar pagar novas taxas de regularização nada módicas, além da demora de cinco dias úteis.

Outra ameaça envolve a Carteira Nacional de Habilitação (CNH). Três anos atrás o Superior Tribunal de Justiça (STJ) entendeu que a suspensão ou apreensão da CNH pode se adotar como medida coercitiva excepcional a fim de estimular a quitação de dívidas de qualquer natureza, desde que observados critérios rigorosos de proporcionalidade e razoabilidade.

Entretanto, o juiz deve respeitar direitos fundamentais como saúde e segurança financeira. Se o motorista comprovar que a CNH o ajuda no seu sustento, por exemplo, será poupado. Segundo resposta de I.A., a decisão do STJ aplica-se a dívidas cíveis e, com maior frequência, em casos de alto valor em que o devedor esconde patrimônio.

Curiosidades: Contran liberou, uma quinzena atrás, exame prático com carros de câmbio automático (veículos elétricos nem câmbio têm, por exemplo). Prova de baliza também foi dispensada. Automóveis modernos possuem câmeras que facilitam bastante manobras de estacionamento e a tendência é sua adoção aumentar ao caírem de preço. Enquanto isso não acontecer, prepare-se para ver muitos novatos ao volante penarem para estacionar e até ouvir buzinadas nervosas…

Equinox RS: desempenho poderia ser melhor

SUV médio-grande da Chevrolet continua vindo do México e por isenção de imposto de importação oferece preço competitivo para seu porte. Entre os destaques estão a lista de equipamentos de série como teto solar panorâmico, chave presencial, abertura elétrica da tampa do porta-malas, bancos dianteiros com aquecimento e ventilação, sensor de chuva e até banco traseiro aquecido (menos para o ocupante da posição central).

Seu estilo é marcante pela grade do radiador pintada de preto e personalidade própria. Já as lanternas traseiras não são interligadas, como está na moda. O conjunto, entretanto, agrada. Dimensões (mm): comprimento, 4.657; entre-eixos, 2.730 (coincidentemente idêntico ao sedã Omega, de 1992); largura, 1.902 e altura, 1.713. Massa em ordem de marcha: 1.678 kg. Porta-malas, 469 L, perde para alguns concorrentes, mas o assoalho está alinhado ao batente da tampa, o que facilita manuseio da bagagem. Espaço bom para ombros dos três passageiros no banco traseiro, além do assoalho plano.

Quadro de instrumentos tem 11 pol. mas a tela multimídia 11,3 pol. o deixa em desvantagem frente aos concorrentes chineses. Há espelhamento do celular sem fio para Android Auto e Apple CarPlay, em todos os modelos com motor a combustão, mas a GM decidiu utilizar um sistema próprio que vai onerar futuros clientes (de imediato, os elétricos).

Motor 1,5 L turbo, gasolina, entrega 177 cv/28 kgf·m. Consumo padrão Inmetro de 9 e 10,7 km/l, cidade e estrada, está dentro da média dos SUVs deste porte. Tanque de 59 L permite alcance de 531 km (cidade) a 631 km (estrada). Câmbio automático convencional epicíclico de 8 marchas (antes eram seis) e tração 4×4 sob demanda.

Durante a avaliação, chamou atenção o silêncio a bordo. Suspensões (traseira do tipo multibraço) atuam muito bem até em uso leve fora de estrada. Sistema de frenagem autônoma de emergência é algo brusco para as condições comuns aqui nas cidades. Configuração do quadro de instrumentos pouco intuitiva. Motor apresenta boas respostas, todavia não empolga, pois a massa de quase 1.700 kg limita a aceleração: 0 a 100 km, 9,4 s (declarada).

Preço: R$ 291.190.

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Subaru Ascent 2.4: saiba como verificar do nível do fluido da transmissão CVT TR690

Procedimento define temperatura, sequência de operação da alavanca e ponto de nível do fluido CVTF

O Subaru Ascent 2.4, fabricado a partir de 2018, utiliza transmissão CVT TR690 com controle de nível do fluido dependente da temperatura. A verificação deve seguir procedimento específico com monitoramento por scanner e aplicação do fluido homologado pelo fabricante.

No procedimento de manutenção, o nível do fluido da transmissão CVT (CVTF) deve ser verificado com o motor em marcha lenta e temperatura do fluido entre 35 °C e 45 °C. O monitoramento da temperatura deve ser realizado por meio de scanner de diagnóstico. O uso de fluido fora da especificação pode causar falhas no funcionamento da transmissão.

Com o motor em marcha lenta, a alavanca seletora deve ser operada na sequência P > R > N > D e D > N > R > P para circulação do fluido no sistema. Em seguida, com o veículo suspenso e o motor em funcionamento, o bujão de abastecimento deve ser removido. O nível está correto quando o fluido atinge a seção inferior do orifício do bujão.

Caso não haja vazamento de fluido no ponto de verificação, o fluido especificado deve ser adicionado até atingir a seção inferior do orifício do bujão de abastecimento. Após o ajuste, o bujão deve ser reinstalado com junta nova, aplicando torque de 50 Nm.

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sexta-feira, 13 de fevereiro de 2026

Programa da Abrafiltros recicla mais de 30 milhões de filtros de óleo usados em SP

O programa Descarte Consciente Abrafiltros ultrapassou a marca de 32,4 milhões de filtros de óleo lubrificante automotivo reciclados no estado de São Paulo entre 2012 e dezembro de 2025. O volume é mais que o dobro da frota circulante paulista, estimada em 13,6 milhões de veículos, segundo o Sindipeças.

Criado pela Abrafiltros após a publicação da Resolução SMA 024/2010, que incluiu filtros de óleo na lista de produtos obrigatórios para reciclagem no estado, o programa atende à legislação ambiental e reforça a Política Nacional de Resíduos Sólidos (Lei 12.305/2010).

Resultados de 2025

Somente entre janeiro e dezembro de 2025, foram coletados e reciclados 4.172.137 filtros, em 3.379 pontos de coleta, distribuídos por 246 municípios paulistas.

Os filtros usados contêm OLUC (Óleo Lubrificante Usado Contaminado), classificado como resíduo Classe I pela ABNT NBR 10.004. Segundo a AMBIOLUC, a queima irregular do OLUC libera metais pesados; dados da CETESB indicam que a queima de 10 litros pode gerar 20 gramas de metais.

Logística reversa estruturada

A coleta e destinação são realizadas pelo Grupo Supply Service, especializado no tratamento de resíduos oleosos. O recolhimento ocorre diretamente nos geradores (oficinas, postos, concessionárias e centros automotivos) que armazenam os filtros em tambores, big bags ou containers identificados com o selo do programa.

Nenhum resíduo é destinado a aterros:

  • O metal segue para reprocessamento em siderúrgicas
  • O óleo contaminado é encaminhado para rerrefino
  • Demais materiais são destinados ao coprocessamento em cimenteiras

O programa é financiado por 39 empresas associadas, de forma proporcional ao volume comercializado e conforme metas firmadas com órgãos ambientais estaduais.

Expansão para outros estados

Além de São Paulo, o Descarte Consciente Abrafiltros opera no Paraná, Espírito Santo e Mato Grosso do Sul. O Amazonas deve ser o próximo estado a exigir a reciclagem de filtros usados.

De 2012 a dezembro de 2025, o programa já reciclou 53,2 milhões de filtros nos estados onde está implantado, com perspectiva de expansão à medida que novas legislações estaduais forem implementadas.

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Librelato inaugura Box Libreparts em Rio Grande (RS)

A Librelato ampliou sua rede de pós-venda com a inauguração de um Box Libreparts em Rio Grande (RS), no dia 30 de janeiro. A unidade, operada pela Rodokurtz, está localizada na BR-392, próxima ao Porto do Rio Grande e a importantes corredores logísticos do Estado.

O modelo Box tem formato compacto, foco em peças de alta rotatividade e pronta entrega, garantindo agilidade no atendimento a transportadores e frotistas em regiões de grande fluxo de caminhões.

Instalada ao lado de um posto com intenso movimento de veículos pesados e próxima a transportadoras, a unidade inicia as atividades com equipe dedicada e atuação integrada à concessionária Librelato de Pelotas.

Com a nova operação, a empresa chega ao 10º Box Libreparts no país e reforça a estratégia de ampliar a capilaridade e a eficiência no fornecimento de peças originais.

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quinta-feira, 12 de fevereiro de 2026

Hyundai i30 2.0: procedimento correto para verificação do nível da transmissão A6MF1

Câmbio automático de seis marchas exige controle de temperatura, sequência de engates e aplicação correta do fluido SP-IV ATF para garantir medição precisa do nível

O Hyundai i30 equipado com motor 2.0 de até 145 cv, produzido entre 2011 e 2016, utiliza a transmissão automática A6MF1, que tem o procedimento de verificação de nível de fluido diferente dos sistemas convencionais com vareta. Dessa forma, a conferência correta depende do controle da temperatura do fluido, da sequência de engates e do tipo de tampa do corpo de válvulas instalada no conjunto.

O procedimento tem início com a remoção do parafuso de enchimento do ATF localizado na parte superior da tampa do corpo de válvulas. Pelo bujão de abastecimento devem ser adicionados pelo menos cinco litros do fluido especificado SP-IV ATF. A capacidade total da transmissão é de aproximadamente sete litros, considerando o conjunto completo.

Após o abastecimento inicial, é necessário aquecer a transmissão até que o fluido atinja temperatura entre 50 °C e 60 °C. Essa verificação deve ser feita com o auxílio de scanner automotivo, monitorando o parâmetro de temperatura do fluido da transmissão. O controle térmico é fundamental, pois o volume do ATF varia conforme a dilatação, influenciando diretamente na aferição do nível.

Com a temperatura estabilizada, deve-se realizar a sequência de engates P-R-N-D-N-R-P, mantendo cada posição por pelo menos dez segundos. Esse procedimento garante o preenchimento completo dos circuitos hidráulicos e dos corpos internos da transmissão.

Na etapa seguinte, remove-se o bujão de verificação de nível localizado na tampa do corpo de válvulas. A condição considerada normal é quando uma pequena quantidade de fluido escorre pelo orifício, indicando que o nível está correto. Ausência de escoamento indica nível baixo, enquanto fluxo excessivo pode apontar sobreenchimento.

O torque de aperto do bujão varia conforme o tipo de tampa do conjunto de válvulas. Nas transmissões com tampa metálica, o aperto deve ficar entre 3,5 e 7,7 kgf. Já nas versões com tampa fabricada em material plástico, o aperto é realizado até o travamento do bujão, o que corresponde aproximadamente a meia volta após o encosto.

O respeito ao fluido especificado e ao procedimento completo evita falhas de lubrificação, patinação, superaquecimento e desgaste prematuro dos componentes internos. Em transmissões automáticas modernas como a A6MF1, a verificação incorreta do nível pode comprometer o funcionamento do sistema hidráulico e gerar custos elevados de reparo.

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Citroën C3 1.2 PureTech: veja tabela de torques de aperto do motor

Motor 1.2 PureTech, aplicado no C3 a partir de 2016, utiliza amplamente o método torque mais ângulo e requer atenção redobrada nos procedimentos de montagem

O motor 1.2 PureTech, que equipa o Citroën C3 modelo 2016, exige precisão na aplicação dos torques de aperto durante intervenções como retífica, substituição de junta de cabeçote ou reparos na parte inferior. O uso correto de torquímetro calibrado e medidor angular é indispensável para garantir vedação adequada, alinhamento estrutural e durabilidade do conjunto. Portanto, a Revista O Mecânico traz o guia completo para esse conjunto mecânico.

Tabela de torque

No cabeçote, o aperto deve seguir a sequência recomendada pelo fabricante, respeitando os estágios progressivos. Os parafusos numerados de 1 a 8 devem receber 10 Nm, depois 30 Nm e, por fim, um aperto angular de 230 graus. Já os parafusos 9 e 10 seguem o mesmo início, com 10 Nm mais 30 Nm, finalizando com 180 graus. O parafuso 11 recebe 10 Nm e, na sequência, 20 Nm. Como se trata de aperto com grande aplicação angular, é fundamental verificar a especificação quanto à reutilização dos parafusos, pois muitos trabalham com regime de alongamento controlado.

Na parte inferior do motor, as capas de biela exigem 5 Nm, mais 15 Nm e posteriormente 115 graus. Os mancais do virabrequim recebem 20 Nm acrescidos de 140 graus. Qualquer variação nesses valores pode comprometer as folgas de trabalho, afetar a lubrificação e reduzir a vida útil do conjunto móvel.

No comando de válvulas, os mancais trabalham com torque inicial de 5 Nm seguido de 10 Nm. As polias dos comandos recebem 20 Nm mais 120 graus. O parafuso da engrenagem do virabrequim exige 50 Nm mais 180 graus, enquanto os parafusos da polia do virabrequim recebem 30 Nm. A tampa da distribuição trabalha com 8 Nm. Nessa região, a precisão é essencial para evitar desalinhamento do sincronismo e possíveis falhas de funcionamento.
Em relação às tampas e elementos de vedação, a tampa de válvulas recebe 8 Nm, assim como o cárter de óleo superior e o cárter de óleo inferior. O bujão do cárter exige 42 Nm. A flange do retentor traseiro e a tampa do eixo de balanceamento também trabalham com 8 Nm. O controle adequado evita empenamentos em superfícies de alumínio e vazamentos recorrentes.

Nos componentes auxiliares, os parafusos de fixação da bomba de óleo e da bomba d’água recebem 8 Nm. O sensor de detonação deve ser apertado com 20 Nm, valor fundamental para garantir a leitura correta das vibrações do bloco. Já o volante do motor segue sequência de 8 Nm, depois 30 Nm e finalização com 90 graus.

Lembrando, trabalhar fora das especificações pode resultar em falhas de vedação, ruídos, perda de desempenho e até danos estruturais. O respeito aos valores determinados pelo fabricante é parte essencial da qualidade e da confiabilidade do serviço prestado na oficina.

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Tramontina PRO supera 4 mil itens, cresce 120% desde 2019 e estreia nova identidade visual

A Tramontina PRO chega a 2026 com mais de 4 mil itens no portfólio e uma nova identidade visual. Criada em 2000 para atender o mercado profissional, a submarca atua nos setores industrial, automotivo, elétrico, agrícola, offshore e aeronáutico, com presença no Brasil e em mais de 60 países.

A linha é organizada em 15 famílias de produtos. Cinco categorias concentram cerca de 80% do faturamento e o maior volume de vendas: chaves de aperto, alicates (ferramentas articuladas), martelos e marretas, chaves de fenda e organizadores metálicos. No mercado externo, a Bolívia lidera como principal destino das exportações, especialmente nessas categorias.

Entre 2019 e 2025, a Tramontina PRO ampliou seu portfólio em mais de 120%, impulsionada por investimentos estratégicos e pelo lançamento de organizadores. Desde a criação da linha, o faturamento acumulou alta de 3.500%, representando atualmente 66% da produção da unidade fabril responsável.

Segundo Felisberto F. Moraes, diretor comercial da Tramontina, o crescimento reflete a estratégia de inovação contínua e o foco no atendimento técnico especializado aos diferentes segmentos profissionais.

Nova identidade visual reforça foco em performance

A nova identidade visual apresentada em 2026 tem como proposta valorizar atributos como segurança certificada, precisão e confiabilidade, alinhando a comunicação da linha às demais submarcas do grupo.

No setor automotivo, a Tramontina PRO mantém parcerias com o piloto Ulysses Bertholdo e com Anderson Dick, fundador e CEO da FuelTech. A nova identidade foi apresentada oficialmente durante a inauguração do Autódromo FuelTech Velopark, em Nova Santa Rita (RS).

O portfólio automotivo inclui ferramentas manuais e sistemas de organização voltados a oficinas, concessionárias e centros de manutenção, incluindo aplicações em veículos híbridos e elétricos.

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Koube cresce 40% em um ano e anuncia lançamentos de aditivos para veículos híbridos e elétricos

A Koube Química do Brasil registrou crescimento de 40% no faturamento e anuncia novidades para a linha 2026. A empresa atua no segmento de soluções químicas para o setor automotivo e mantém um portfólio com mais de 150 produtos, distribuídos em oito famílias: Admissão/Combustão, Lubrificação, Limpeza, Sistema de Arrefecimento, Manutenção de Veículos, Condicionador de Metais, Freios e Linha Moto.

Para 2026, a Koube anunciou dois lançamentos voltados ao sistema de arrefecimento: o Aditivo Pronto Uso Híbridos e Elétricos Koube e o Aditivo Concentrado Orgânico Plus Koube. Segundo a empresa, os novos produtos ampliam a atuação em veículos eletrificados e motores de combustão.

O Aditivo Pronto Uso Híbridos e Elétricos foi desenvolvido para aplicações em veículos híbridos e elétricos. A formulação prioriza baixa condutividade elétrica, requisito para sistemas que envolvem baterias, inversores e motores elétricos. O produto é comercializado pronto para uso e direcionado ao controle térmico e à proteção de componentes metálicos do sistema de arrefecimento.

Já o Aditivo Concentrado Orgânico Plus utiliza tecnologia híbrida à base de glicol. De acordo com a fabricante, o composto atua na redução do ponto de congelamento, elevação do ponto de ebulição e proteção contra corrosão, cavitação e oxidação. O produto é indicado para motores a gasolina, etanol, flex, GNV e utilitários leves a diesel.

Fundada há 23 anos por Raimundo Queiroz, mecânico de formação, a Koube mantém distribuição em todos os estados brasileiros. A empresa informa que desenvolve os produtos em laboratórios próprios e submete os lançamentos a testes práticos com mecânicos antes da liberação para produção.

Além do segmento de veículos leves, a companhia afirma ampliar a atuação para motos, veículos eletrificados, pesados e aplicações no setor agro. A estratégia para 2026 envolve expansão de portfólio e consolidação da rede de distribuição.

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quarta-feira, 11 de fevereiro de 2026

Usiquímica cresce 85% em 2025 e projeta alta de 20% para 2026

Grupo amplia participação em lubrificantes, avança em Arla e expande atuação no segmento químico

A Usiquímica encerrou 2025 com crescimento de 85% no faturamento em relação a 2024 e projeta avanço de 20% em 2026. O resultado foi impulsionado pela expansão no segmento de lubrificantes, pelo aumento das vendas de Arla 32 e pela ampliação das operações na área química, com diversificação de portfólio e ganho de escala.

No segmento de lubrificantes, o desempenho foi influenciado pela aquisição das operações da YPF Lubrificantes no Brasil, incluindo a planta de Diadema, na Grande São Paulo, que passou por reestruturação industrial. A unidade opera como plataforma multimarcas sob a marca Usiblend e absorveu 100% da produção nacional da Valvoline, da qual a empresa é representante desde 2018.

Segundo Osvane Lazarone, diretor comercial da Usiquímica, “o processo de modernização industrial, reorganização de layout, automação e investimentos anunciados de R$ 120 milhões no início de 2025, prevê triplicar a capacidade produtiva da planta ainda em 2026, elevando o volume em até 6 milhões de litros mensais”. De acordo com o executivo, “a aquisição das operações da YPF Lubrificantes no Brasil teve papel relevante, ao elevar nossa participação no mercado de 1% para 3% do market share nacional e consolidar nossa companhia entre as seis maiores do setor de lubrificantes no país”. O segmento registrou crescimento de 17% no ano.

No pilar Arla, a empresa reportou alta de 18% nas vendas do Arla 32 Ecotec, utilizado em sistemas de Redução Catalítica Seletiva (SCR) para controle de emissões de óxidos de nitrogênio (NOx). “Ao longo de 2025, os investimentos estiveram concentrados principalmente na ampliação da capacidade de armazenagem, com foco no aumento dos estoques e na maior eficiência logística”, afirma Lazarone. A companhia também iniciou a produção do AUS 40, solução com maior concentração de ureia voltada a aplicações industriais e marítimas. A projeção de crescimento do segmento para 2026 é de 15%.

A área química avançou 20% em 2025, com destaque para a ampliação da atuação em amônia para controle de emissões industriais. “Ao ampliarmos nossa atuação em amônia, assumimos um papel ativo na redução de emissões industriais. Trata-se de um agente que atua diretamente na origem dos poluentes e gera benefícios ambientais concretos, com impacto direto na qualidade do ar e na sociedade”, diz Lazarone. “Esse mercado passou a ganhar tração no fim de 2025, com projetos que começaram a demandar volumes relevantes. Para 2026, o potencial é de multiplicação em novos clientes”.

O grupo também lançou os adjuvantes da linha FortFix, voltados ao agronegócio, e estruturou uma operação dedicada ao fornecimento de matérias-primas para lubrificantes, incluindo óleos básicos, aditivos, componentes para formulação e polímeros. A companhia estima crescimento de 17% no segmento químico em 2026, apoiado na diversificação de portfólio e na integração entre as áreas de atuação.

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Cummins nacionaliza o diferencial MD-160 no Brasil

Iniciativa reforça autonomia e avanço industrial da planta de Osasco (SP)

A Cummins Brasil anunciou a nacionalização do diferencial MD-160, aplicado em eixos estradeiros para caminhões pesados on-highway com até 80 toneladas de Capacidade Máxima de Tração (CMT). A iniciativa amplia o conteúdo local do produto e fortalece a base industrial da empresa na planta de Osasco (SP).

Com o processo industrial estruturado e a linha em fase final de preparação, o MD-160 passa a ser fabricado localmente, reduzindo a dependência de importações e ampliando a participação da engenharia brasileira no desenvolvimento e validação do componente para o mercado nacional.

Para viabilizar o projeto, a unidade de Osasco recebeu uma nova linha de produção com padrão tecnológico alinhado às plantas globais da Cummins. A linha conta com automação inédita na fábrica, incluindo o primeiro robô dedicado à montagem de diferenciais, além de integração total ao sistema digital de rastreabilidade, que monitora todas as etapas do processo produtivo.

A nova arquitetura industrial também foi projetada para permitir futuras expansões do portfólio de eixos, aumentando a flexibilidade produtiva da planta.

A nacionalização envolve os principais conjuntos do diferencial. Atualmente, a carcaça já é totalmente usinada no Brasil, enquanto o conjunto coroa e pinhão está em fase de nacionalização, com ajustes de engenharia, materiais e tratamento térmico para futura produção local.

A produção seriada do diferencial MD-160 está prevista para o primeiro semestre de 2026, com fornecimento às montadoras conforme o cronograma de industrialização. A capacidade produtiva estimada é de até 9.500 diferenciais por ano.

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terça-feira, 10 de fevereiro de 2026

Iveco Daily 35S14: identificação técnica e condições prévias para diagnóstico do sistema de injeção

Modelo utiliza sistema EDC 17CP52 no motor 3.0 16V diesel, com recomendações específicas para medições e segurança em veículos Euro 5

O Iveco Daily 35S14, fabricada entre 2012 e 2018, utiliza motor 3.0 16V diesel com sistema de injeção EDC 17CP52, padrão Euro 5, com protocolos FTP e FIC. Para procedimentos de diagnóstico e medições, é necessário respeitar a tensão nominal do veículo e confirmar que o sistema esteja em temperatura normal de funcionamento. Em veículos equipados com airbag ou sistemas de alta tensão, os procedimentos de segurança devem ser seguidos antes de qualquer intervenção técnica. Veja análise completa do sistema.

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NTN-SNR amplia portfólio de rolamentos de roda com aplicação para Honda HR-V e CR-V

Novo componente segue as especificações técnicas dos produtos fornecidos pela marca às montadoras

A NTN-SNR anunciou a ampliação de seu portfólio no Brasil com o lançamento de um rolamento de roda dianteira para os modelos Honda HR-V e CR-V. A iniciativa acompanha o crescimento do segmento de SUVs, que respondeu por cerca de 54,5% das vendas de veículos novos no país em 2025, segundo dados da Fenabrave.

O componente chega ao mercado com o código XGB42562T01 e segue as especificações técnicas dos produtos fornecidos pela marca às montadoras. A expansão do portfólio acompanha a demanda da frota em circulação e a participação crescente do segmento de SUVs.

Além do novo rolamento, a NTN-SNR oferece sensores de ABS, kits de rolamentos de roda, rolamentos de cubo, rolamentos da linha 6000 e componentes para transmissão e suspensão, com aplicações para diferentes montadoras.

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segunda-feira, 9 de fevereiro de 2026

Randon reúne rede de distribuidores para alinhamento estratégico

A Randon realizou, no dia 4 de fevereiro, um encontro com proprietários da sua rede de distribuidores. O evento ocorreu em Araraquara (SP) e teve como foco o alinhamento estratégico e a definição de direcionadores de negócios e vendas para o ano.

Participaram do encontro representantes das concessionárias de todo o Brasil, além de gestores e executivos da Randon e da Randoncorp. A programação incluiu uma visão geral do cenário de negócios, apresentação do planejamento estratégico e alinhamento das ações comerciais relacionadas ao portfólio de produtos e serviços da marca.

Atualmente, a Rede de Distribuidores Randon conta com 90 pontos de atendimento no Brasil e 191 unidades no exterior, voltadas à comercialização, serviços e pós-vendas.

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Fiat Cronos alcança 500 mil unidades produzidas na América do Sul

O Fiat Cronos atingiu a marca de 500 mil unidades produzidas na América do Sul. O modelo é fabricado no Polo Automotivo Stellantis de Ferreyra, em Córdoba, na Argentina, e inicia a linha 2026 com esse marco histórico.

Entre os destaques do sedã estão o design atualizado, o interior espaçoso e o maior porta-malas do segmento, com 525 litros.

Todas as versões receberam novas rodas, incluindo o novo conjunto de 16 polegadas da versão Precision 1.3 AT, rodas de aço atualizadas nas versões Drive e retrovisores externos em preto brilhante em toda a gama.

Segundo Frederico Battaglia, Head das marcas Fiat e Abarth para a América do Sul, o volume produzido reforça a relevância do Cronos no mercado regional e a confiança dos consumidores no modelo.

Em termos de mercado, o Fiat Cronos segue como um dos principais sedãs da região. Em 2025, foi o segundo sedã mais vendido da América do Sul e liderou as vendas entre os carros de passeio na Argentina.

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Regulagem de válvulas do Peugeot 206 Flex 1.4 TU3: valores e sequência de ajuste

Procedimento técnico para ajuste da folga das válvulas em motores TU3 entre 2006 e 2009

A Revista O Mecânico, com o Mecânico Pro, apresenta o procedimento de verificação da folga de válvulas do motor 1.4 TU3 do Peugeot 206 Flex (2006 a 2009). O serviço deve ser realizado com o motor frio, seguindo os valores e a sequência definidos pela Citroën/Peugeot, para manter o funcionamento dentro das especificações do fabricante.

Procedimento de regulagem da folga das válvulas

Admissão: 0,20 mm ± 0,05 mm
Escape: 0,40 mm ± 0,05 mm

Observação: a regulagem deve ser realizada com o motor frio.

Sequência de regulagem das válvulas

Com a válvula de escape totalmente aberta, ajustar as seguintes válvulas:

1º cilindro: ajustar admissão do 3º cilindro e escape do 4º cilindro
3º cilindro: ajustar admissão do 4º cilindro e escape do 2º cilindro
4º cilindro: ajustar admissão do 2º cilindro e escape do 1º cilindro
2º cilindro: ajustar admissão do 1º cilindro e escape do 3º cilindro

Referência de contagem dos cilindros

Na Citroën/Peugeot, a contagem dos cilindros inicia no volante do motor em direção ao sistema de distribuição.

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