terça-feira, 31 de março de 2026

Fremax completa 40 anos

A Fremax completa 40 anos com foco em expansão global, tecnologia e sustentabilidade. Marca da Frasle Mobility, a empresa atua em mais de 65 países e cobre 99% da frota circulante no Brasil, reforçando seu posicionamento premium no mercado de reposição.

Com sede em Joinville, a Fremax acelerou o crescimento após integrar a Frasle Mobility: ampliou o quadro de colaboradores de 400 para 830 pessoas e triplicou o faturamento. A estrutura industrial de 30 mil m² e a tecnologia própria no desenvolvimento de ferramentais garantem agilidade na expansão do portfólio e cobertura de frota nos mercados atendidos.

A marca mantém uma forte vocação exportadora desde o início e já produziu cerca de 100 milhões de discos de freio ao longo de sua trajetória, consolidando escala e confiabilidade. Um dos destaques recentes é a linha Maxcoating, com mais de 1.000 horas de proteção anticorrosiva em testes de salt spray e processo produtivo com menor impacto ambiental.

De olho nas transformações do setor, a Fremax investe em inovação, engenharia e melhoria contínua, acompanhando tendências como eletrificação, digitalização e aumento das exigências ambientais. A estratégia está alinhada à visão da Frasle Mobility de desenvolver soluções de alto valor agregado com foco no futuro da mobilidade.

A agenda ESG também ganha protagonismo. Programas como o RECYCLE MAX, de logística reversa, já representam 14% da matéria-prima utilizada, reforçando o compromisso com redução de impactos ambientais.

Fundada em 1986 como Jofund, a empresa lançou a marca Fremax em 1990 e iniciou a expansão internacional nos anos seguintes, com presença na Argentina, Europa e Estados Unidos. Desde então, construiu uma trajetória baseada em crescimento consistente, inovação e fortalecimento global.

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Nível de óleo subindo em motores diesel: regeneração do DPF pode ser a causa

Processo de regeneração do filtro de partículas pode contaminar o óleo com diesel e comprometer a lubrificação

Proprietários de veículos diesel modernos podem notar o aumento do nível de óleo na vareta, situação que pode estar diretamente ligada ao funcionamento do sistema de emissões. Em motores diesel equipados com filtro de partículas (DPF), o aumento do nível de óleo pode ser consequência direta do processo de regeneração do sistema.

Segundo Cleyton André, consultor técnico da Revista O Mecânico, durante essa fase, a central eletrônica altera a estratégia de injeção. “Durante o processo de regeneração do filtro, a central injeta combustível extra para elevar a temperatura dos gases de escape e queimar a fuligem acumulada”, explica.

O problema ocorre quando parte desse combustível não é completamente queimada. “Em algumas situações, parte desse combustível pode escorrer pelas paredes do cilindro e contaminar o óleo do motor, fazendo o nível subir na vareta”, afirma. A longo prazo, essa condição pode comprometer o funcionamento do motor. “O diesel misturado ao óleo reduz a capacidade de lubrificação”, alerta o especialista, indicando risco de desgaste prematuro dos componentes internos.

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Mistura pobre em motores turbo: diagnóstico exige atenção além dos sensores; Mecânico Responde

Falha comum pode ter múltiplas causas, desde entrada de ar falso até problemas no sistema de combustível

A presença de mistura pobre em motores turbo, como no Chevrolet Tracker, pode gerar diagnósticos equivocados quando baseada apenas em códigos de falha. O problema exige análise completa do sistema. Além disso, a mistura pobre ocorre quando há excesso de ar em relação ao combustível na combustão, condição que pode ser causada por diferentes fatores e exige atenção no diagnóstico.

De acordo com Cleyton André, consultor técnico da Revista O Mecânico, o problema pode ter origem tanto na admissão quanto na alimentação. “Ela pode ser causada por uma entrada falsa de ar ou por uma quantidade menor de combustível sendo dosada na câmara de combustão”, explica.

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Entre as possíveis causas estão falhas na bomba de combustível, com vazão insuficiente, ou entradas de ar indevidas após o sistema de admissão, especialmente em motores sobrealimentados. Um ponto crítico destacado pelo especialista é o erro comum de substituir componentes sem diagnóstico aprofundado. “Nem sempre quando o scanner gera um código relacionado a sensores, ele é o causador daquela falha”, afirma.
Por isso, a recomendação é clara: evitar a chamada “troca de peças por tentativa”. “É importante procurar uma oficina de confiança que faça um diagnóstico preciso, sem trocação de peça à toa”, orienta.

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Menzoil atualiza linha premium e adota tecnologia API SQ para motores modernos

Reposicionamento inclui nova formulação, padronização de portfólio e foco em eficiência energética e veículos híbridos

A Menzoil anunciou a atualização de sua linha premium para 2026, com incorporação da tecnologia API SQ e revisão completa do portfólio. A estratégia acompanha a evolução dos motores modernos, incluindo aplicações híbridas, e amplia o foco em eficiência energética, proteção e durabilidade.

A Menzoil promoveu um reposicionamento estratégico de sua linha premium, alinhado às novas demandas da indústria automotiva. A atualização inclui revisão de catálogo, novos rótulos e adoção da especificação API SQ, voltada a motores de alta eficiência. Com cerca de duas décadas de atuação no mercado brasileiro de lubrificantes, a empresa amplia investimentos em inovação de portfólio, governança técnica e comunicação de produto, acompanhando a evolução dos sistemas de propulsão.

O movimento ocorre em um cenário de transformação do setor automotivo, marcado por motores mais eficientes, redução de emissões e aumento da durabilidade dos componentes. Nesse contexto, a empresa também acompanha a tendência de downsizing, com motores menores, turbinados e submetidos a maiores cargas térmicas.

Atualização do produto líder

O Menzoil 5W30, principal produto da marca, recebeu nova formulação. O lubrificante passa a atender às especificações Dexos1 Gen3 e ILSAC GF-7, com foco em controle de depósitos, proteção contra pré-ignição em baixa rotação (LSPI) e eficiência energética. Segundo a empresa, a atualização contribui para redução de consumo de combustível, menor desgaste de componentes e maior proteção contra oxidação e corrosão em uso urbano severo. “O mercado evoluiu e as exigências técnicas aumentaram significativamente. Nosso objetivo para 2026 é garantir ao consumidor um lubrificante que vá além da proteção do motor, contribuindo também para a redução do custo operacional por meio da eficiência energética”, afirma Adilson Capanema, Diretor Executivo de Vendas da Menzoil.

Foco em novas tecnologias de motorização

A nova linha também passa a indicar compatibilidade com veículos híbridos e motores que utilizam correia dentada banhada a óleo. Esse tipo de aplicação exige lubrificantes com formulação específica para evitar desgaste prematuro e garantir a durabilidade do sistema. A linha Race One Gold foi ampliada com novas viscosidades, como 0W16 e 0W20. Os produtos são 100% sintéticos e utilizam tecnologia THP (Top High Performance), com foco em proteção desde a partida a frio, momento de maior desgaste interno.

Padronização no aftermarket

A atualização inclui ainda reorganização do portfólio de graxas, com destaque para as linhas “Mengrax NLGI2 Power Grease E2”, “Mengrax NLGI2 Ultra Complex CL2” e “Mengrax NLGI2 All Pro MP2”.
A empresa também adotou padronização visual por cores nas embalagens — verde, vermelho e azul — com o objetivo de facilitar a identificação técnica no ponto de venda e agilizar a aplicação por oficinas e frotas.
De acordo com a Menzoil, a iniciativa busca melhorar a eficiência na escolha dos produtos e reforçar a presença da marca no aftermarket. “Nosso objetivo é consolidar a Menzoil como uma referência de confiança para aplicadores, distribuidores e proprietários de veículos. Ao integrar tecnologia de última geração, como a especificação API SQ, com uma comunicação clara e moderna no ponto de venda, entregamos ao mercado mais do que um lubrificante: oferecemos uma solução alinhada à evolução da mobilidade e às exigências dos motores da nova geração”, conclui Adilson Capanema.

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segunda-feira, 30 de março de 2026

Biometano ganha força como alternativa viável na descarbonização do transporte coletivo?

A transição energética no transporte coletivo brasileiro avança com foco em soluções tecnicamente aplicáveis e financeiramente sustentáveis. Em debate promovido pelo Instituto Brasileiro de Estudos Técnicos Avançados, especialistas e operadores avaliaram o papel do biometano como combustível viável para reduzir emissões sem comprometer a operação dos sistemas urbanos.

O encontro, realizado no Habitat Mobilidade da FIEP, reuniu representantes da indústria, gestores públicos e operadores para discutir rotas energéticas alinhadas à realidade das cidades brasileiras — onde custo, infraestrutura e escala ainda são fatores determinantes.

Viabilidade depende de custo, infraestrutura e escala

Na prática, o biometano se posiciona como uma alternativa intermediária entre o diesel e a eletrificação total. Produzido a partir de resíduos orgânicos, o combustível permite reduzir emissões de CO₂ e poluentes locais, além de apresentar potencial de menor custo operacional em comparação ao diesel, dependendo da cadeia de produção e distribuição.

Segundo Fábio Alexandre Siebert, a adoção do biometano exige integração entre mobilidade, saneamento e gestão de resíduos. Já Marcello Lauer destaca que a viabilidade está diretamente ligada a decisões baseadas em dados — fator crítico para evitar investimentos de alto custo com baixo retorno operacional.

Aplicação prática: ônibus a biometano

Durante o evento, a Agrale apresentou um ônibus movido a biometano, tecnologia já em uso experimental no país. Modelos como o MA 11.0 operam com menor nível de ruído e podem reduzir significativamente as emissões quando comparados ao diesel.

Para Edson Ares Sixto Martins, o biometano não deve ser visto como solução única, mas como parte de um mix energético. A vantagem estratégica está na possibilidade de aproveitar resíduos urbanos para geração de combustível, criando um ciclo mais eficiente e sustentável.

Desafios operacionais ainda limitam expansão

Do lado dos operadores, a viabilidade depende de fatores práticos. Sueli Gulin Calabrese ressalta que a transição energética vai além da troca de veículos: exige adaptação de garagens, logística de abastecimento e treinamento técnico.

A experiência recente com ônibus elétricos em Curitiba reforça esse ponto — novas tecnologias demandam investimentos relevantes em infraestrutura e ajustes operacionais, o que tende a tornar o processo gradual.

Onde o biometano se encaixa

No cenário atual, o biometano surge como uma solução viável especialmente para cidades que:

  • já possuem ou podem desenvolver cadeia de produção de resíduos
  • buscam redução de emissões com menor investimento inicial que a eletrificação
  • precisam manter autonomia operacional semelhante ao diesel
  • enfrentam limitações na infraestrutura elétrica

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Cofap amplia linha Safegate com nova aplicação para Nissan Frontier

A Cofap expande seu portfólio de amortecedores Safegate com uma nova aplicação para a tampa de caçamba da Nissan Frontier. Com o lançamento, a linha passa a cobrir praticamente todas as picapes vendidas no Brasil.

Os amortecedores Safegate são instalados entre a caçamba e a tampa e têm a função de controlar a abertura, evitando quedas bruscas. O sistema reduz impactos, melhora a segurança no uso e ajuda a prevenir danos à estrutura.

O componente também contribui para maior durabilidade do conjunto, minimizando o desgaste de dobradiças e outros pontos de fixação.

Os kits são fornecidos com itens de montagem, como parafusos, arruelas, cabos de aço, chave Torx ou Allen e trava química. A composição varia de acordo com a aplicação.

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domingo, 29 de março de 2026

Injeção direta e carbonização: gasolina aditivada não resolve o problema

Característica do sistema favorece acúmulo de resíduos nas válvulas de admissão

Injeção Direta VW up

Motores com injeção direta apresentam vantagens em desempenho, mas também trazem desafios como a carbonização nas válvulas de admissão, problema que não é resolvido com combustível aditivado. A carbonização em motores com injeção direta é uma característica conhecida e está diretamente ligada ao funcionamento do sistema.

Segundo Cleyton André, consultor técnico da Revista O Mecânico, a própria arquitetura do motor explica o fenômeno. “O combustível é injetado diretamente na câmara de combustão, ou seja, não passa pelas válvulas de admissão”, afirma.

Com isso, não há efeito de limpeza nessas válvulas, favorecendo o acúmulo de resíduos ao longo do tempo. No entanto, o nível de carbonização pode variar. “Tem motores que carbonizam mais e outros menos. A linha EA888, da Volkswagen, apresenta esse problema de forma mais acentuada”, destaca.
A recomendação é evitar intervenções desnecessárias e priorizar o diagnóstico. “É possível analisar através do orifício da vela com câmera boroscópica se há necessidade de descarbonização”, orienta. Dessa forma, o mecânico consegue determinar o momento correto de intervenção, evitando custos desnecessários e garantindo a eficiência do serviço.

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sábado, 28 de março de 2026

Luz do airbag acesa: cinta do volante é problema comum mas exige diagnóstico; Mecânico Responde

Resistência alta no sistema pode estar ligada à cinta do airbag, mas análise completa é indispensável

A luz do airbag acesa no painel, acompanhada de falhas de resistência, é uma ocorrência frequente na oficina. Em muitos casos, o problema pode estar na cinta do volante. Falhas no sistema de airbag exigem atenção imediata, tanto pela segurança quanto pela complexidade do diagnóstico. Um dos problemas mais recorrentes está relacionado à cinta do volante.

De acordo com Cleyton André, consultor técnico da Revista O Mecânico, essa é uma causa comum nas oficinas. “Na maioria das vezes que a gente pega falhas no sistema do airbag, está relacionada à resistência muito alta da cinta do airbag”, explica.

O componente pode sofrer desgaste ou ruptura com o tempo. “Basicamente ela rompe, gerando essa falha”, completa. Apesar disso, o diagnóstico não deve ser simplificado. “É importante que seja feito um diagnóstico com todas as medições necessárias para que não seja trocada uma peça indevida”, orienta.

Outro ponto importante é o funcionamento do sistema como um todo. “Quando há uma falha no airbag, o sistema fica comprometido e inapto”, alerta, reforçando a necessidade de reparo imediato para garantir a segurança do veículo.

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Caoa amplia planta de Anápolis para 208 mil m² e prepara linha dedicada à Changan

Texto: Marcos Camargo Jr.

A Caoa avançou na reconfiguração industrial da unidade de Anápolis (GO) com a ampliação da área produtiva para 208,4 mil m² e a implantação de uma nova linha dedicada à marca Changan. O investimento total no complexo chega a R$ 8 bilhões, considerando aportes iniciados em 2023 e a expansão recente.

A operação passa a funcionar em regime multimarca, com linhas independentes para Caoa Chery e Caoa Changan, compartilhando infraestrutura industrial e logística.

Ricardo Stuckert/PR

Ampliação física e capacidade produtiva

A área produtiva da planta evoluiu de 117,2 mil m² em 2023 para 208,4 mil m², acompanhando a expansão da capacidade instalada, que passou de 80 mil para 160 mil veículos/ano, com operação prevista em três turnos.

O aumento de escala exigiu reforço na estrutura fabril e no quadro de pessoal. Nos colaboradores a indústria passou de 2.040 para 7.612 (+273%), robôs industriais agora são 209 (+497%) que fazem 355 tarefas automatizadas.

O nível de automação foi ampliado principalmente nas áreas de carroceria e montagem, com foco em padronização de processo e ganho de produtividade.

Processos industriais e soldagem

Entre os destaques técnicos da expansão está a adoção de solda a laser na linha de carroceria, tecnologia ainda pouco difundida no parque automotivo nacional.

O processo permite maior precisão dimensional, redução de deformações térmicas, melhor acabamento estrutural e aumento da rigidez do conjunto.

A planta também passou por atualização das células robotizadas, integração de novos sistemas de controle de qualidade e adequação para diferentes arquiteturas veiculares.

Plataforma multimarca e eletrificação

Com a entrada da Changan, a unidade foi adaptada para operar com diferentes plataformas, incluindo preparação para veículos eletrificados (HEV e PHEV).

A nova fase industrial foi viabilizada após o anúncio da parceria com a Changan, formalizado no Salão do Automóvel de 2025. A partir disso, a marca passou a adotar produção local em substituição ao modelo anterior baseado em importações.

O primeiro produto da nova linha é o Uni-T, SUV médio equipado com motor 1.5 turbo flex, utilizado como base inicial de volume e adaptação ao mercado brasileiro.

Ricardo Stuckert/PR

A segunda fase da operação prevê a introdução de versões híbridas (HEV) e híbridas plug-in (PHEV)

Esses modelos exigem ajustes adicionais na linha produtiva, especialmente em integração de sistemas elétricos e gerenciamento térmico.

A reestruturação da planta foi viabilizada após o encerramento da produção de modelos Hyundai em 2025, liberando capacidade e permitindo a reorganização do layout fabril para a nova estratégia multimarca.

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sexta-feira, 27 de março de 2026

Ferramentas Profissionais: O Top 5 de Produtividade para Oficinas em 2026

Como a escolha técnica de máquinas elétricas reduz o tempo de pátio e eleva o faturamento mensal do seu negócio

No cenário automotivo de 2026, a produtividade deixou de ser um conceito abstrato para se tornar o principal KPI (indicador de desempenho) de sustentabilidade financeira de um centro automotivo. Com a frota brasileira exigindo diagnósticos mais complexos e reparos em sistemas de alta tecnologia — como os veículos híbridos e elétricos — o tempo de permanência do veículo no elevador tornou-se o recurso mais escasso da oficina.

Nesse contexto, a escolha assertiva de ferramentas profissionais e máquinas elétricas não é apenas uma atualização de inventário, mas uma decisão estratégica para eliminar gargalos operacionais e maximizar o faturamento por hora técnica. Hoje, a integração entre o hardware robusto e a inteligência de dados permite que o mecânico antecipe falhas e execute montagens com precisão cirúrgica. De acordo com os especialistas da Loja do Mecânico, investir em equipamentos que reduzem o esforço físico e aumentam a velocidade de execução é o caminho mais curto para elevar a autoridade da sua oficina e garantir a fidelização de um cliente cada vez mais exigente.

Confira a seguir quais são os equipamentos que estão definindo o novo padrão de eficiência no setor.

1. Chaves de Impacto de Alto Torque (High-Torque)

A remoção de rodas e componentes de suspensão é uma das tarefas mais repetitivas. De acordo com os especialistas da Loja do Mecânico, a transição para chaves de impacto a bateria com tecnologia Brushless (sem escovas) é o principal salto de produtividade da década.

O Ganho: Ao eliminar a dependência de mangueiras de ar comprimido, o mecânico ganha mobilidade total ao redor do veículo, reduzindo em até 30% o tempo de desmontagem de sistemas pesados.

A Dica: Procure modelos com controle de modo de seleção, que evitam o excesso de torque na hora do aperto, prevenindo o retrabalho de parafusos espanados.

2. Esmerilhadeiras e Lixadeiras com Controle de Rotação

Para serviços de funilaria, preparação de superfícies ou corte de escapamentos, as máquinas elétricas com velocidade constante sob carga são essenciais.

O Ganho: Equipamentos que mantêm o giro mesmo sob pressão garantem um acabamento uniforme em menos passadas.

A Dica: Priorize modelos com sistemas de frenagem eletrônica. Além da segurança, eles permitem que o mecânico pouse a ferramenta imediatamente após o uso, sem esperar o disco parar de girar, economizando segundos preciosos em cada ciclo.

3. Politrizes de Alta Performance para Detalhamento

Com o crescimento do setor de estética automotiva dentro das oficinas, a politriz deixou de ser um item secundário.

O Ganho: De acordo com os especialistas da Loja do Mecânico, politrizes orbitais reduzem o risco de hologramas na pintura, o que elimina a necessidade de etapas extras de correção. Menos etapas significam mais carros entregues no mesmo período.

4. Parafusadeiras Articuladas e Subcompactas

O cofre do motor dos veículos modernos é extremamente denso. Ferramentas grandes simplesmente não alcançam os pontos críticos.

O Ganho: O uso de catracas elétricas e parafusadeiras subcompactas substitui o movimento manual exaustivo em locais apertados. O que levaria minutos com uma chave manual, é resolvido em segundos, preservando a energia do mecânico para diagnósticos mais complexos.

5. Aspiradores e Lavadoras de Alta Pressão Industriais

A produtividade também está ligada à organização e limpeza do ambiente de trabalho. Uma oficina limpa evita acidentes e agiliza a movimentação de peças.

O Ganho: Máquinas elétricas de limpeza com alto poder de sucção e pressão reduzem o tempo de entrega do veículo ao cliente, garantindo que o carro saia da oficina impecável, o que eleva a percepção de valor do serviço.

Em 2026, a integração de baterias intercambiáveis entre diferentes ferramentas é a norma. Ter uma única plataforma de bateria para sua chave de impacto, esmerilhadeira e lanterna de inspeção reduz drasticamente o investimento em acessórios e simplifica a gestão do pátio.

Quer conferir as máquinas que estão aumentando a produtividade nas melhores oficinas do Brasil? Acesse a seleção de máquinas da Loja do Mecânico clicando aqui.

Escolher as ferramentas certas é o caminho mais curto para transformar sua oficina em um centro de alta performance. Quando a tecnologia trabalha a favor do mecânico, o lucro é uma consequência natural da eficiência.

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quinta-feira, 26 de março de 2026

Controil lança 14 componentes para o mercado de reposição

A Controil amplia seu portfólio no aftermarket com 14 novos itens para sistemas de freios hidráulicos, atendendo veículos de dez montadoras: Hyundai, Kia, Mitsubishi Motors, Nissan, Toyota, Volkswagen, Chevrolet, Citroën, Honda e Renault.

Os lançamentos contemplam cilindros de roda, cilindros mestre de freio e de embreagem, servo freio, atuador concêntrico de embreagem e kits de reparo de pinos guia da pinça, ampliando a cobertura de aplicações para veículos leves e comerciais.

Entre os destaques estão:

Cilindro de roda C-3585: Mitsubishi L200 (2008 a 2020)
Cilindro de roda C-3589: Citroën C4 Cactus (a partir de 2018)
Cilindro mestre de embreagem C-2736: Toyota Etios (2011 a 2020)

Cilindros mestre de freio:
C-2281: Volkswagen Jetta 2.0 TSI (2013 a 2017)
C-2279: Jetta 1.4 TSI (2018 a 2021)
C-2280: Nissan March / Nissan Versa (2011 a 2020)
C-2278: Kia Sportage / Hyundai ix35 (2010 a 2021 / 2010 a 2020)
C-2275: Chevrolet Tracker (a partir de 2021)
C-2276: Volkswagen Tiguan 1.4 TSI (2017 a 2021)

Na linha de reparo de pinças, os kits incluem:

C-1715: Hyundai ix35 (2013 a 2020)
C-1716: Hyundai Creta (a partir de 2022)
C-1717: Renault Duster (2010 a 2016)

Completam o pacote:

Servo freio C-5689: Honda Civic (2012 a 2016)
Atuador concêntrico de embreagem C-2710: Renault Master (2002 a 2020)

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Caoa e Changan anunciam investimento de R$ 8 bilhões em Anápolis

A Caoa e a Changan anunciaram nesta manhã, em Anápolis (GO), um investimento de R$ 8 bilhões para a produção de veículos no Brasil. A nova linha já iniciou a montagem das primeiras unidades de um SUV equipado com motor 1.5 turbo flex. A cerimônia de inauguração contou com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do vice-presidente Geraldo Alckmin, do presidente da Caoa, Carlos Alberto de Oliveira Andrade Filho, e do chairman da Changan, Zhu Huarong.

A Revista Carro acompanha a inauguração da fábrica goiana, instalada no complexo da Caoa ao lado da unidade onde são produzidos modelos da Chery.

“Temos 164 anos de uma longa história e produzimos carros há 45 anos. Temos 76 fábricas e presença em mais de 118 países com 1,1 milhão de veículos produzidos em 2025 e no Brasil temos um plano de longo prazo. Estamos comprometidos com investimentos no Brasil e com o mercado regional em parceria com a Caoa e altos padrões de qualidade”, disse Huarong.

A operação da Caoa em Anápolis conta com cerca de 7.000 colaboradores diretos e gera aproximadamente 10.000 empregos indiretos.

O Changan Uni-T é o primeiro modelo dessa nova fase da parceria. “O nosso primeiro veículo inaugura a primeira linha de solda a laser no país e já nasce flex”, disse Carlos Alberto de Oliveira Filho, presidente da Caoa.

Durante a inauguração da nova linha, o presidente Lula também comentou o cenário da indústria automotiva nacional e criticou a queda na produção nos últimos anos. “Quando os chineses vieram as indústrias do Brasil acordaram. Os chineses procuraram o Alckmin e anunciaram aqui investimentos de R$ 190 bilhões aqui no Brasil. Eu fico feliz que os nossos amigos chineses estejam acreditando no Brasil”, disse Lula.

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Valvoline lança lubrificante Premium Protection C2 0W-20

A Valvoline amplia seu portfólio no Brasil com o lançamento do Premium Protection C2 0W-30, lubrificante 100% sintético desenvolvido para atender os novos motores e as novas demandas de eficiência e emissões.

O produto chega em um cenário de renovação da frota, marcado por motores menores, mais eficientes e equipados com tecnologias como injeção direta, turbo e start-stop. Para esse contexto, o novo 0W-30 atende às especificações API SP e ACEA C2.

De acordo com a fabricante, classificação API SP contempla requisitos mais rigorosos contra oxidação, desgaste e LSPI (pré-ignição em baixa rotação), fenômeno comum em motores modernos turbo com injeção direta. Já a ACEA C2 é voltada a motores com sistemas de pós-tratamento, como catalisadores e filtros de partículas, priorizando baixa emissão e economia de combustível.

Segundo a Fenabrave, cerca de 27,5 milhões de veículos leves no Brasil (33,5% da frota) já demandam lubrificantes com essas especificações.

Indicado para motores a gasolina, flex e diesel leve, aspirados ou turbo, com injeção direta (GDI), start-stop e sistemas como DPF, o lançamento também atende uma demanda operacional do aftermarket.

O novo lubrificante passa a integrar a linha Premium Protection, que já conta com viscosidades 0W-20, 5W-30 e 5W-40, e já está disponível no mercado brasileiro em embalagens de 946 ml e tambores de 200 litros.

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Frasle Mobility automatiza logística e eleva padrão no aftermarket

Estrutura em Extrema (MG) integra robótica, dados e automação em larga escala para ampliar eficiência, reduzir erros e acelerar entregas no mercado de reposição

A Frasle Mobility iniciou a operação do sistema 4Mobility em seu Centro de Distribuição em Extrema (MG), introduzindo um modelo de automação logística em larga escala no aftermarket automotivo. A solução integra robótica, inteligência de dados e processos conectados para aumentar a produtividade, reduzir falhas operacionais e elevar o nível de serviço ao cliente.

O projeto marca a transição da companhia para um modelo operacional baseado na integração entre sistemas, processos e pessoas, com foco em previsibilidade e eficiência. A estrutura foi desenhada para absorver o crescimento do portfólio e o aumento do fracionamento de pedidos, além de sustentar a expansão da rede de distribuição das marcas Fras-le, Fremax, Controil e Nakata.

“Nosso objetivo é simples: garantir a peça certa, no lugar certo e no tempo certo. Isso exige sair das soluções logísticas convencionais e investir em tecnologia. O mercado caminha para aumento do número de itens, maior fracionamento de pedidos, operações mais eficientes e alinhadas às práticas ESG. Fomos buscar no mundo a melhor solução para responder a essa demanda. Em um cenário em que o mecânico tem vários fornecedores prontos para atendê-lo, quem entrega com mais agilidade é quem conquista e gera experiência para este cliente”, afirma Marcelo Tonon, diretor-executivo Ride & Comfort, Supply Chain e América Latina da companhia.

 

A tecnologia adotada utiliza uma plataforma global já aplicada em operações de e-commerce e centros de distribuição de alta performance. Na unidade mineira, o sistema foi customizado a partir de um mapeamento interno das necessidades operacionais, com participação das áreas de engenharia, logística e tecnologia da informação, além de integradores especializados.

 

Com o 4Mobility, a empresa passa a operar com maior velocidade e precisão na separação de pedidos. “Em um modelo manual, um operador separa cerca de 200 linhas por dia em um prédio de 24 mil metros quadrados. Com o sistema automatizado, cada estação pode alcançar aproximadamente 200 linhas por hora, o equivalente a mais de 1.500 linhas por operador em um turno”, afirma Tonon.

O modelo também amplia a capacidade de atendimento, permitindo maior agilidade em pedidos fracionados, redução de erros e aumento da disponibilidade de estoque. A operação passa a atender mais de mil pontos de entrega com consistência, além de absorver novas filiais e responder a picos de demanda, inclusive em pedidos unitários.

A estrutura opera de forma híbrida, com cerca de 70% da volumetria processada pela automação e 30% mantida no modelo convencional, garantindo flexibilidade operacional.

 

A implementação também impacta a rotina dos colaboradores. O deslocamento interno foi reduzido de 1.560 quilômetros para 374 quilômetros por dia, queda de 76%. As atividades passam a ser realizadas em estações, com menor esforço físico e maior suporte tecnológico. Os operadores recebem capacitação específica para atuação no novo sistema, incluindo monitoramento de robôs, uso de WMS e protocolos de segurança.

Com arquitetura modular e escalável, o 4Mobility foi desenvolvido para ser replicado em outras unidades da companhia no Brasil e no exterior. A iniciativa consolida o Centro de Distribuição de Extrema como uma operação orientada por dados, preparada para acompanhar a evolução do mercado de reposição automotiva.

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quarta-feira, 25 de março de 2026

Flush de motor: quais são os riscos do procedimento? Mecânico Responde

Prática comum em oficinas, esse procedimento não é recomendado por fabricantes e pode trazer riscos se mal executado

O uso do flush de motor ainda gera dúvidas no dia a dia da oficina, especialmente em veículos com alta quilometragem. Embora seja visto como solução para remover borras, o procedimento exige cautela e não é um procedimento recomendado pelos fabricantes.

O flush de motor é um procedimento que consiste na aplicação de um produto químico no sistema de lubrificação com o objetivo de remover depósitos de borra formados, geralmente, pela negligência na troca de óleo ou uso de lubrificante inadequado. Segundo Cleyton André, consultor técnico da Revista O Mecânico, trata-se de uma prática que não é recomendada pelos fabricantes. “Como o flush do motor não é um procedimento preconizado pelo fabricante, embora seja algo popularizado em oficinas, não existe um prazo ideal para realizar esse procedimento”, explica.

O principal risco está justamente na remoção dessas impurezas. “Ao fazer o procedimento, pode se desprender algumas dessas borras e essa sujeira acabar indo para a galeria de óleo, entupindo essa galeria”, alerta o especialista. Esse cenário pode causar danos ainda mais graves ao motor.
Diante disso, a melhor prática continua sendo a manutenção preventiva correta. “O que é recomendado é fazer a troca de óleo nos momentos certos, de acordo com a recomendação do fabricante, e utilizar o lubrificante específico”, orienta.

Caso o flush seja considerado necessário, a execução deve ser criteriosa. “Se for executar esse procedimento, que seja por um profissional que tenha bastante critério e com muito cuidado”, conclui.

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Máquinas Profissionais e Industriais: Como Reduzir o Custo Operacional da sua Oficina em 2026

Descubra como a escolha estratégica de máquinas elétricas impacta diretamente na lucratividade e na eficiência do seu pátio

No competitivo mercado automotivo de 2026, a eficiência não é mais um diferencial, mas uma condição de sobrevivência. Gerir uma oficina ou um centro automotivo moderno exige um olhar cirúrgico sobre os “custos invisíveis” — aqueles que não aparecem na nota fiscal de compra, mas corroem o lucro mês após mês em forma de contas de luz elevadas, manutenções corretivas constantes e tempo de pátio ocioso.

Investir em máquinas profissionais e máquinas industriais de última geração vai muito além de renovar o inventário; trata-se de uma decisão financeira estratégica. Quando o equipamento certo encontra a operação correta, o resultado é uma drástica redução no custo por serviço e um aumento real na margem líquida do negócio.

Confira a seguir como transformar sua escolha de equipamentos em uma ferramenta de economia operacional, com as diretrizes de quem entende do dia a dia do setor.

1. Eficiência Energética: A Economia na Conta de Luz

Um dos maiores ralos de dinheiro em uma oficina é o consumo excessivo de eletricidade por equipamentos defasados. De acordo com os especialistas da Loja do Mecânico, a transição para máquinas com tecnologias de motores inteligentes é fundamental para reduzir o custo operacional.

A Dica: Priorize máquinas que ofereçam maior entrega de torque ou rotação com menor consumo de watts. Equipamentos modernos possuem sistemas de gestão de energia que evitam picos de consumo durante o acionamento, o que impacta diretamente na fatura mensal da empresa.

2. Durabilidade e o Fim do “Barato que Sai Caro”

No ambiente severo de um centro automotivo, o uso de ferramentas subdimensionadas leva ao superaquecimento e à queima frequente de componentes. Escolher máquinas profissionais robustas reduz drasticamente o gasto com reposição e manutenção corretiva.

A Dica: Máquinas projetadas para regime de trabalho contínuo (heavy duty) possuem carcaças com melhor dissipação de calor e engrenagens reforçadas. “O tempo que uma máquina passa no conserto é tempo que o carro fica parado no elevador sem gerar receita”, alertam os técnicos da Loja do Mecânico.

3. Versatilidade e Produtividade por Hora

A escolha correta de máquinas industriais — como esmerilhadeiras de alta performance, politrizes e furadeiras de bancada — deve considerar a ergonomia e a velocidade de execução do serviço.

O Impacto: Se uma máquina elétrica moderna permite que o mecânico realize uma tarefa 15% mais rápido e com menos fadiga, a oficina ganha capacidade para atender mais veículos por dia sem aumentar a equipe. A produtividade é a forma mais direta de diluir os custos fixos da operação.

4. Manutenção Preventiva Facilitada

Equipamentos de marcas consolidadas no mercado B2B facilitam a logística de manutenção. Máquinas que permitem a troca rápida de escovas (quando aplicável) ou que possuem indicadores de desgaste ajudam o gestor a se antecipar aos problemas.

A Dica: Escolha fornecedores que garantam o suporte pós-venda. Ter uma rede de assistência técnica disponível é um seguro contra a ociosidade da oficina.

Visão Estratégica: Em 2026, a oficina inteligente é aquela que trata suas máquinas elétricas como ativos de produção. Cada minuto de eficiência ganho na bancada é um centavo a mais na margem de lucro.

Quer conferir o catálogo completo e atualizar seu pátio? Clique e confira as máquinas elétricas no site da Loja do Mecânico.

Investir na máquina correta é a decisão mais inteligente para reduzir o custo operacional e elevar a autoridade técnica da sua empresa perante o cliente.

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terça-feira, 24 de março de 2026

GWM alcança 98% de disponibilidade de peças e expande logística no Brasil

A GWM reforça sua operação no Brasil com alta eficiência no pós-venda. O Centro de Distribuição de Cajamar (SP), em funcionamento desde abril de 2023, atinge 98% de disponibilidade de peças — acima da média nacional de 93%.

Instalado a cerca de 40 km da capital paulista, o CD completa três anos com mais de 800 mil itens em estoque, avaliados em R$ 85 milhões. No período, a área operacional cresceu de menos de 1.000 m² para mais de 8.000 m².

A estrutura atende os modelos Haval H6, Haval H9, ORA 03, Tank 300, Poer P30 e Wey 07.

A operação logística inclui envios diários para a rede de 131 concessionárias no país. Em casos prioritários, o transporte pode ser aéreo, com entregas em até 48 horas para qualquer região.

Outro destaque é a disponibilidade de 100% das baterias de alta voltagem para veículos híbridos e elétricos da marca, garantindo suporte completo à frota eletrificada.

Localizado em um dos principais polos logísticos do país, o centro em Cajamar tem acesso facilitado a rodovias, aeroportos como Guarulhos e Viracopos, além do Porto de Santos, otimizando a cadeia de suprimentos.

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Marelli Cofap amplia linha de semieixos e juntas homocinéticas para o mercado de reposição

A Marelli Cofap Aftermarket anunciou a ampliação de seu portfólio de componentes de transmissão com o lançamento de novos códigos de semieixos e juntas homocinéticas destinados ao mercado de reposição. A atualização contempla aplicações de marcas como Chevrolet, Fiat, Ford, Jeep, Renault e Volkswagen.
De acordo com a empresa, a linha de juntas homocinéticas Cofap é atualmente a segunda mais relevante em faturamento dentro da divisão aftermarket, ficando atrás apenas dos amortecedores. O portfólio soma mais de 500 códigos ativos e cobre mais de 90% da frota circulante no Brasil.
Além das juntas homocinéticas, a linha inclui semieixos completos, trizetas e tulipas, componentes responsáveis pela transmissão do torque do motor às rodas em veículos com tração dianteira. Esses itens integram o sistema de transmissão e operam sob condições de carga e variação angular constantes.
Entre os novos códigos de semieixos estão:
•SEC18441A (Renault Zoe)
•SEC52008A (Jeep Renegade e Compass)
•SEC01429A (Volkswagen T-Cross)
•SEC03021A e SEC03048A (Fiat Argo e Cronos)
•SEC18434A (Renault Master)
•SEC08422A (Ford EcoSport)
Já as novas juntas homocinéticas lançadas são:
•JHC08126A (Ford Fusion)
•JDC04321A (Chevrolet Tracker)
Segundo a fabricante, os novos componentes seguem padrões de desempenho e durabilidade compatíveis com as exigências do mercado de reposição, ampliando a disponibilidade de peças para aplicações recentes.

Diagnóstico e durabilidade

As juntas homocinéticas e os semieixos são projetados para longa vida útil, mas sua durabilidade pode ser comprometida por condições de uso severas, como excesso de carga, desalinhamento e impactos frequentes em irregularidades do solo.
Um dos principais fatores de desgaste está relacionado à contaminação da graxa interna, geralmente causada por danos nas coifas de proteção. A entrada de água, poeira ou partículas abrasivas provoca aumento de atrito entre os componentes internos — como esferas e gaiola — acelerando o desgaste.
O principal sintoma de falha é a presença de ruídos durante o funcionamento, especialmente em curvas fechadas ou manobras com esterçamento total das rodas. Nesses casos, a recomendação é a inspeção imediata do conjunto, incluindo a verificação das coifas quanto a fissuras ou vazamentos de graxa.
A avaliação preventiva desses componentes é considerada essencial para evitar danos mais severos ao sistema de transmissão e garantir a dirigibilidade do veículo.

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