sexta-feira, 4 de setembro de 2026

Revista O Mecânico: Função e diagnóstico dos sensores MAP e MAF

A edição de setembro da Revista O Mecânico traz conteúdos técnicos importantes sobre injeção eletrônica e outros sistemas. Uma matéria especial fala sobre a função dos sensores MAP e MAF, e fizemos inda a instalação da correia de acessórios do Ford Fiesta 1.6.

O artigo fala sobre Lean, 5S e Kanban, enquanto nosso especialista automotivo aborda a evolução dos turbocompressores nos motores a combustão. A nova edição da Revista O Mecânico já está disponível para leitura com essas e outras novidades.

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Abrafiltros recicla mais de 1 milhão de filtros de óleo em SP

Filtros usados no processo de Descarte Consciente Abrafiltros

Programa de logística reversa recolheu quase 10 mil filtros por dia no estado durante o primeiro semestre de 2026

O descarte correto de filtros de óleo lubrificante automotivo ganhou escala no estado de São Paulo. No primeiro semestre de 2026, o programa Descarte Consciente Abrafiltros reciclou 1.740.269 filtros usados, quantidade equivalente a uma média de 9.668 unidades por dia.

O volume foi recolhido por meio de 3.245 pontos de coleta distribuídos em 272 municípios paulistas. Inclusive, a iniciativa ultrapassou a marca de 34 milhões de filtros reciclados em São Paulo desde o início das atividades.

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Como funciona a reciclagem dos filtros de óleo?

Criado pela Abrafiltros em 2012 para atender às legislações ambientais estaduais, o programa realiza a logística reversa dos filtros utilizados após a troca do óleo de veículos. O processo envolve oficinas mecânicas, postos de combustível, concessionárias e centros automotivos, que encaminham os componentes usados para coletores específicos.

Logo após a coleta, a empresa responsável pela logística reversa, a Supply Service, realiza o transporte dos resíduos em caminhões preparados para evitar vazamentos e possíveis contaminações. Na sequência, os filtros são encaminhados para usinas de triagem e reciclagem.

Nessas unidades, os componentes passam por processos mecânicos de trituração, prensagem e centrifugação. O objetivo é separar os diferentes materiais presentes no filtro e dar uma destinação adequada a cada um deles.

O óleo lubrificante residual é extraído e enviado para rerrefino. Já a parte metálica passa por limpeza e prensagem antes de ser encaminhada para siderúrgicas, onde pode ser utilizada na fabricação de novas peças. Além disso, materiais como papelão e borracha são destinados ao coprocessamento ou ao aproveitamento energético.

De acordo com a Abrafiltros, nenhum resíduo resultante desse processo é enviado para aterros sanitários. A entidade afirma que a operação busca evitar a contaminação do solo e dos lençóis freáticos.

Programa já reciclou mais de 56 milhões de filtros

Aliás, o Descarte Consciente Abrafiltros está presente no Paraná, Espírito Santo e Mato Grosso do Sul. Somados, os quatro estados já contabilizam 56.329.469 filtros usados de óleo lubrificante automotivo reciclados.

Ainda nesse sentido, a associação revelou que outros estados podem estabelecer novas legislações ambientais. Dessa forma, ampliam a atuação do programa de logística reversa.

Para a entidade, os números demonstram que a logística reversa pode ir além do cumprimento de exigências ambientais e integrar diferentes etapas da cadeia automotiva.

O presidente da Abrafiltros, João Moura, destaca que o resultado obtido em São Paulo envolve tanto a rede de coleta quanto a atuação da empresa responsável pelo tratamento dos resíduos.

 

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quinta-feira, 3 de setembro de 2026

Itens discretos podem alertar sinais de desgaste no motor

Retentores, juntas e selos de haste da válvula podem provocar vazamentos e perda de desempenho quando apresentam falhas

Nem todo problema no motor começa com um sintoma evidente. Alguns componentes trabalham longe dos olhos do motorista, mas têm funções importantes para manter a vedação, a lubrificação e o funcionamento adequado do conjunto. É o caso dos retentores, juntas do motor e selos de haste da válvula.

Embora sejam peças pouco lembradas na manutenção do automóvel, o desgaste desses componentes pode provocar vazamentos, aumento do consumo de óleo, perda de desempenho e até a paralisação do veículo. Por isso, reconhecer os sinais de falha ajuda a evitar que um problema localizado evolua para danos mais graves.

A Corteco destaca que esses itens atuam diretamente na proteção e no funcionamento do motor e do sistema de transmissão. Assim, a manutenção preventiva deve considerar não apenas componentes mais conhecidos, mas também todo o sistema de vedação.

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Retentores e juntas ajudam a preservar o motor

Os retentores têm a função de impedir o vazamento de fluidos em pontos estratégicos do motor e da transmissão. Dessa forma, contribuem para manter a lubrificação adequada e evitar contaminações. Quando apresentam desgaste, podem causar perda de lubrificação, elevar o atrito e acelerar o desgaste interno dos componentes.

Já as juntas do motor são responsáveis por manter os sistemas devidamente selados. Quando ocorre um rompimento, podem surgir vazamentos de óleo ou água, além de perda de compressão. Como consequência, o funcionamento e a durabilidade do motor podem ser comprometidos.

Outro componente citado pela Corteco é o selo de haste da válvula. Quando desgastado, permite a passagem excessiva de óleo para a câmara de combustão. Nesse caso, os principais efeitos são o aumento do consumo de óleo e a presença de fumaça no escapamento.

Fumaça e vazamentos estão entre os sinais

Alguns sintomas podem indicar que há problemas nesses componentes. Entre os principais estão vazamento de óleo embaixo do veículo ou na região do motor, perda de desempenho durante acelerações, fumaça no escapamento e consumo excessivo de óleo.

Além disso, ruídos anormais vindos do motor também merecem atenção. O superaquecimento é outro sinal possível, especialmente quando existe perda de vedação ou circulação inadequada de fluidos.

Segundo José Neto, gerente de produtos da Corteco, os sintomas variam de acordo com o componente afetado, mas devem ser investigados rapidamente.

Por isso, a recomendação é realizar revisões preventivas periódicas e acompanhar o nível e a qualidade dos fluidos. Durante a manutenção, também é importante verificar componentes relacionados, como correias, mangueiras, juntas, retentores e o sistema de vedação.

Caso algum desses componentes apresente danos, a orientação é realizar a substituição. Desse modo, a identificação antecipada do desgaste pode ajudar a evitar problemas maiores no motor e no sistema de transmissão.

 

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quarta-feira, 2 de setembro de 2026

Cummins desenvolve novos eixos para veículos elétricos

Eixos MC-17X e MS-14X da Cummins

Novos projetos desenvolvidos no Brasil atendem caminhões e ônibus elétricos e prometem reduzir perdas no trem de força

A Cummins inicia uma nova fase no desenvolvimento de eixos com projetos voltados à eletrificação e à eficiência energética. Desenvolvidas pela engenharia brasileira, as novas plataformas foram apresentadas durante as comemorações dos 70 anos da operação da empresa em Osasco (SP) e devem atender diferentes aplicações no transporte comercial.

Entre as novidades estão dois eixos específicos para veículos eletrificados, além de uma nova plataforma destinada a reduzir perdas mecânicas nos sistemas convencionais. Na prática, as soluções buscam responder a mudanças importantes no funcionamento dos veículos, principalmente devido ao peso das baterias e à atuação da frenagem regenerativa.

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Novos eixos preparados para veículos elétricos

Nos veículos elétricos, a transmissão de torque passa por condições diferentes das encontradas em modelos convencionais. Durante a desaceleração e a frenagem regenerativa, por exemplo, o diferencial pode trabalhar em sentido contrário, submetendo componentes como coroa, pinhão e rolamentos a esforços mais elevados.

Além disso, o peso das baterias aumenta as cargas aplicadas aos eixos, especialmente em operações urbanas. Por isso, a Cummins desenvolveu o MS-14X, destinado a caminhões elétricos urbanos de configuração 6×2 e até 17 toneladas.

Eixo MS-14X da Cummins

Embora mantenha a arquitetura externa do eixo MS-120, o novo componente teve praticamente todo o conjunto interno replanejado. O projeto recebeu rolamentos de maior capacidade, conjuntos de coroa e pinhão redimensionados e componentes reforçados.

Outro destaque é o tratamento Shot Pinning, que utiliza microesferas de aço para aumentar a resistência à fadiga e aos carregamentos cíclicos. O modelo, que será produzido a partir de janeiro de 2027, terá o diferencial montado na fábrica de Osasco.

Já o MC-17X foi desenvolvido para ônibus elétricos urbanos de até 22 toneladas de PBT. O eixo traseiro 4×2 precisa combinar capacidade de tração com resistência à concentração de massa provocada pelas baterias.

Para isso, o projeto conta com diferencial reforçado, solda a laser, rolamentos de maior capacidade, coroa e pinhão reforçados e uma nova carcaça fundida. Assim como o eixo MS-14X, a novidade tem sua produção prevista para ser iniciada em meados de 2027.

Eixo MC-17X da Cummins

Nova plataforma busca reduzir perdas de energia

A eletrificação não é a única frente de desenvolvimento. A Cummins também passou a direcionar sua engenharia para aumentar a eficiência dos eixos convencionais. Desse modo, consegue reduzir as perdas mecânicas durante a transmissão da potência do motor até as rodas.

A nova arquitetura trabalha com três pilares. O primeiro é um sistema interno de lubrificação redesenhado, que reduz fluxos desnecessário e a resistência hidráulica do óleo.

O segundo envolve novos rolamentos, com geometrias, acabamentos e dimensões desenvolvidos para diminuir o atrito. Por fim, o terceiro pilar é um novo conceito para o conjunto de coroa e pinhão, que otimiza o alinhamento entre o cardã e a entrada do diferencial.

Os testes realizados em uma bancada dedicada na Europa indicaram ganho próximo de 2% na eficiência em comparação com a geração anterior. Segundo a Cummins, em um caminhão que percorre 100 mil km por ano e apresenta consumo médio de 1,8 km/l, esse avanço poderia representar economia de aproximadamente 1.090 litros de diesel por veículo ao ano.

eixo MT-17XHE da Cummins

O MT-17XHE será o primeiro eixo dessa plataforma de alta eficiência desenvolvido para aplicações brasileiras. Destinado a veículos 6×4, o modelo está em fase final de homologação e tem produção prevista para julho de 2027.

A carcaça foi desenvolvida pela engenharia de Osasco considerando condições específicas do transporte no Brasil, como maiores PBTCs, longas distâncias, topografia, pavimentação e diferentes condições de operação. Inclusive, a Cummins prevê ampliar a arquitetura para novas aplicações, incluindo o futuro 18XHE. Este último será destinado aos modelos 6×2 e deve ser lançado entre 2028 e 2030.

 

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Jeep anuncia linha diversificada de acessórios para Avenger

Jeep Avenger prata visto de frente

Linha Mopar reúne 15 acessórios para ampliar a proteção, a praticidade e a personalização do SUV subcompacto

O novo Jeep Avenger passa a contar com uma nova linha de acessórios originais Mopar, desenvolvida em conjunto com a Jeep. São 15 itens principais, além de componentes complementares, divididos em três grupos: “Outdoor”, “Segurança” e “Smart”.

A proposta é atender diferentes necessidades de uso do SUV, desde a proteção de áreas sujeitas ao desgaste até o transporte de bicicletas e bagagens. Aliás, existem soluções voltadas à tecnologia e à rotina familiar. Entre os acessórios estão tapetes de bordas elevadas, protetor de cárter, suportes para bicicletas, bagageiro de teto, carregador por indução e projetor de logo Jeep.

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Acessórios protegem o veículo e ampliam a capacidade de carga

No grupo “Outdoor”, a Mopar concentra equipamentos destinados a quem utiliza o Avenger em atividades de lazer. As barras transversais de teto permitem ampliar as possibilidades de transporte, enquanto o bagageiro de teto aumenta o espaço disponível para cargas e objetos.

Para bicicletas, existem duas opções. O suporte instalado no teto permite transportar a bike nessa região, enquanto o modelo para engate tem capacidade para levar duas bicicletas.

Jeep Avenger verde visto de trás e com bicicleta no teto

A proteção do veículo também recebeu atenção. Os tapetes de bordas elevadas ajudam a reter sujeira e líquidos, reduzindo o contato desses elementos com o revestimento interno. Já o tapete de porta-malas protege o compartimento de carga e facilita a limpeza.

Outro item é o protetor de cárter, desenvolvido a fim de oferecer proteção adicional contra pedras, objetos e impactos causados por irregularidades do piso. O protetor de soleira metálico, por sua vez, ajuda a reduzir arranhões nas áreas de entrada das portas. Inclusive, a linha ainda inclui frisos laterais pintados, disponíveis nas cores preto Carbon, branco Snow, cinza Concrete, cinza Granite, vermelho Sunset e verde Boreal.

Segurança e tecnologia também fazem parte da linha

Na categoria “Segurança”, além dos protetores, estão os parafusos antifurto para as rodas e o dispositivo antifurto para o estepe. Produzidos em aço de alta resistência e acompanhados de chave codificada, os parafusos buscam dificultar a remoção das rodas sem modificar as características originais do veículo.

Para o uso familiar, a Mopar oferece uma cadeirinha infantil com sistema de fixação ISOFIX e rotação de 360 graus. O produto é indicado para crianças de até 4 anos e até 1,05 metro, respeitando os limites de peso estabelecidos para o equipamento.

friso lateral do Jeep Avenger

Já o território “Smart” reúne soluções voltadas à praticidade e tecnologia. Entre elas estão o carregador por indução e o projetor de logo Jeep, que exibe a identidade da marca quando as portas são abertas.

Na compra do Jeep Avenger, acessórios e contratos de serviços de até 10% do valor do veículo podem ser incluídos no mesmo financiamento, com a mesma taxa aplicada à aquisição do automóvel. Além disso, a linha Mopar conta com cupom de R$ 200 de desconto nas lojas oficiais da Jeep no Mercado Livre e na Shopee, conforme as condições da campanha. Os acessórios também podem ser adquiridos nas concessionárias Jeep de todo o Brasil.

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terça-feira, 1 de setembro de 2026

Cofap revela novo amortecedor para modelos da Fiat

novo amortecedor SPA projetado para modelos da Fiat

Novo código da linha SPA atende versões de Palio, Palio Weekend e Siena fabricadas a partir de 2001. Marca também revela alguns cuidados

A fim de atender a demanda do mercado de reposição, a Cofap ampliou sua linha de amortecedores SPA com o lançamento do código SGP30126. A novidade pode ser aplicada em diferentes versões dos modelos Fiat Palio, Palio Weekend e Siena.

O novo componente chega em um cenário de envelhecimento da frota brasileira. Segundo dados do Sindicato Nacional da Indústria de Componentes para Veículos Automotores (Sindipeças), a idade média dos veículos em circulação no País é de 11 anos e 2 meses. Dessa forma, a manutenção e a disponibilidade de componentes de reposição ganham importância para preservar a segurança e o funcionamento dos automóveis.

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Serve para diversos modelos

O amortecedor SGP30126 atende diferentes configurações do Fiat Palio e Siena. Entre as aplicações estão o Palio 1.8, fabricado de 2005 a 2010. Além disso, serve também em versões 1.0, 1.3, 1.4, 1.5, 1.6 e 1.8 produzidas entre 2001 e 2006.

O código também contempla o Palio Weekend 1.0, fabricado entre 2001 a 2010. Para a linha Siena, o novo amortecedor pode equipar qualquer unidade equipada com o motor 1.0 e fabricada a partir de 2001.

Com a ampliação, a Cofap informa contar com mais de dois mil códigos de amortecedores, cobrindo 98,6% da frota circulante brasileira. O portfólio inclui aplicações para veículos de passeio, comerciais leves, caminhões, ônibus, máquinas agrícolas e motocicletas.

A disponibilidade de componentes para veículos com maior tempo de uso é especialmente relevante diante do perfil atual da frota. Entretanto, além da escolha correta da peça, a manutenção adequada da suspensão é fundamental para manter o comportamento do veículo.

Desgaste do amortecedor exige atenção

Principal componente do sistema de suspensão, o amortecedor tem a função de manter os pneus em contato com o solo. Desse modo, contribui para a estabilidade, a dirigibilidade e a segurança durante a condução.

Porém, a durabilidade varia conforme as condições de utilização do veículo e o estilo de condução. Impactos frequentes e a circulação por pisos irregulares, por exemplo, podem acelerar o desgaste dos componentes internos.

Por esse motivo, inspeções periódicas são recomendadas para identificar possíveis alterações no funcionamento da suspensão. Quando a substituição for necessária, a orientação é utilizar amortecedores de qualidade reconhecida e evitar componentes recondicionados.

Ainda nesse sentido, a troca deve ser feita aos pares e sempre no mesmo eixo. O procedimento ajuda a preservar o equilíbrio do sistema de suspensão e, consequentemente, a segurança do veículo. A Cofap disponibiliza mais informações sobre aplicações em seu catálogo eletrônico, disponível para celulares iOS, Android e em seu site.

 

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Litens revela que polia errada pode prejudicar motores 3 cilindros

Polia OAD da Litens instalado em motor

Litens explica como a escolha da polia do alternador influencia as vibrações e a durabilidade do sistema de acessórios

Os motores de três cilindros ganharam espaço nos veículos e, com eles, aumentou a importância do controle das vibrações torsionais no sistema de acessórios. Nesse conjunto, a escolha correta da polia do alternador pode fazer diferença no funcionamento e na durabilidade de componentes como correia, tensionador e alternador.

Com o intuito de ajudar mecânicos e donos de carros com motor tricilíndrico, a Litens revela como uma escolha correta de polia do alternador pode ajudar no funcionamento correto do propulsor.

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Como a OAD™ atua no sistema

De acordo com Bruno Palumbo, gerente de engenharia da Litens, os motores de três cilindros demandam atenção especial para o gerenciamento das vibrações torsionais. A tecnologia OAD, projeto da empresa, foi desenvolvida a fim de controlar essas oscilações e diminuir as cargas aplicadas aos componentes do sistema de acessórios.

A principal característica da polia é a presença de um sistema de amortecimento interno. O mecanismo ajuda a controlar as vibrações produzidas pelo funcionamento do motor, favorecendo uma operação mais suave do conjunto.

Polia OAD da Litens

Como consequência, componentes ligados ao acionamento por correia ficam sujeitos a menores esforços dinâmicos. Isso inclui a própria correia, o tensionador e o alternador, elementos que trabalham em conjunto e podem sofrer com as oscilações geradas pelo motor.

Por isso, a aplicação de uma polia inadequada pode comprometer o gerenciamento dessas vibrações. Além de afetar o funcionamento do sistema, o uso do componente incorreto pode contribuir para reduzir a vida útil dos demais itens envolvidos.

Aplicação em modelo popular

A tecnologia, que esteve presente originalmente em programas globais de fabricantes de veículos, também está disponível no mercado de reposição brasileiro por meio do catálogo da Litens.

Para o Ford Ka 1.0 de três cilindros, a empresa disponibiliza a polia OAD de código 920143. A aplicação permite que distribuidores, varejistas e mecânicos tenham acesso a uma solução desenvolvida para o gerenciamento das vibrações no sistema de acessórios.

Nesse contexto, a manutenção exige mais do que simplesmente substituir uma peça. Assim, durante o reparo, a identificação adequada da polia e a utilização do componente especificado para o veículo são etapas importantes para preservar o funcionamento do sistema de acessórios e aumentar a confiabilidade do serviço realizado.

 

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