quarta-feira, 11 de março de 2026

BMW Motorrad atinge marca de 4 milhões de motocicletas produzidas na fábrica de Berlim

Unidade alemã produziu a moto histórica BMW R 1300 GS Adventure e reforça papel central na rede global da BMW Motorrad

 

A BMW Motorrad alcançou um marco histórico em sua produção global de motocicletas. A unidade da marca em Berlim produziu a motocicleta número quatro milhões, uma BMW R 1300 GS Adventure.

A fábrica localizada no distrito de Spandau é considerada o coração da produção mundial de motocicletas da marca alemã. Desde 1969, a planta concentra a fabricação dos modelos da BMW Motorrad e se consolidou como referência em qualidade, inovação e tecnologia de produção.

Atualmente, a unidade conta com mais de 2.600 colaboradores e tem recebido investimentos contínuos em digitalização e processos produtivos avançados.

Segundo Helmut Schramm, diretor de produção da BMW Motorrad, o marco reforça o papel da equipe da fábrica no sucesso global da marca.

“O compromisso, a experiência e a capacidade de inovação da nossa equipe fazem desta planta uma referência na indústria”, afirma o executivo.

Produção começou com apenas 30 motos por dia

A história da unidade começou em 1939, quando a BMW assumiu o controle do local em Berlim para fabricar componentes de motocicletas.

A transferência completa da produção de motos da cidade de Munique para Berlim ocorreu em 1969, transformando a unidade na única fábrica de motocicletas da BMW naquele período.

Na época, cerca de 400 funcionários produziam aproximadamente 30 motocicletas por dia, números que serviram de base para o crescimento da marca no mercado global.

Marcos históricos da produção de motos BMW

A produção da BMW Motorrad cresceu de forma consistente ao longo das décadas. Alguns dos principais marcos da fábrica incluem:

  • 1975: 100 mil motocicletas produzidas
  • 1980: 250 mil unidades
  • 2001: 1 milhão de motos
  • 2011: 2 milhões de unidades
  • 2019: 3 milhões de motocicletas
  • 2026: marca de 4 milhões de motos produzidas

Fábrica produz até 900 motocicletas por dia

Nos momentos de maior ritmo de produção, a planta de Berlim consegue fabricar uma motocicleta a cada 60 segundos, alcançando um volume de até 900 unidades por dia.

Além de abastecer o mercado europeu, a unidade atua como planta líder da rede global da BMW Motorrad, que inclui fábricas próprias em países como:

  • Brasil
  • Tailândia

A marca também mantém produção por contrato em mercados como:

  • China
  • Índia

Berlim segue como centro global da BMW Motorrad

Com investimentos constantes em tecnologia, digitalização e modernização da produção, a fábrica de Berlim continua sendo a espinha dorsal da produção global da BMW Motorrad.

Para a empresa, o marco das 4 milhões de motocicletas produzidas reforça o papel da planta como símbolo de inovação, qualidade e evolução da mobilidade sobre duas rodas.

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GWM neutraliza 100% das emissões no transporte de veículos no Brasil

Parceria transportadora permitiu compensar mais de 7,8 mil toneladas de CO₂ geradas na logística da GWM no país

A GWM anunciou a neutralização de 100% das emissões de gases de efeito estufa (GEE) relacionadas ao transporte de seus veículos no Brasil. A iniciativa faz parte da estratégia de sustentabilidade da montadora e envolve sua operação logística realizada em parceria com a Transportes Gabardo.

A certificação foi emitida pela Global Certification System (GCS) e reconhece que todas as emissões geradas durante a etapa logística foram compensadas por meio de projetos ambientais estruturados.

De acordo com o levantamento técnico, foram estimadas 7.817,446 toneladas de CO₂ equivalente (tCO₂e) associadas ao transporte dos veículos da marca no país. Todo esse volume foi compensado por meio de créditos ambientais vinculados a projetos certificados de captura e manutenção de carbono.

Transporte conecta fábrica, porto e concessionárias

Segundo Thiago Potenza, diretor de Planejamento de Vendas, Importação e Logística da GWM Brasil, a iniciativa amplia a estratégia de mobilidade sustentável da empresa.

“Essa certificação evidencia que a preocupação da GWM com a mobilidade sustentável não está apenas na venda de modelos eletrificados, mas também no transporte desses veículos da fábrica de Iracemápolis ou do porto de Vitória até as 130 concessionárias da marca espalhadas pelo Brasil”, afirma o executivo.

A operação logística envolve o deslocamento dos veículos produzidos ou importados pela marca até a rede nacional de concessionárias.

Inventário de carbono e compensação ambiental

O processo de neutralização começa com a elaboração de um inventário técnico de emissões, que considera fatores como:

  • combustão da frota utilizada no transporte
  • consumo energético das operações logísticas
  • emissões indiretas associadas às atividades

Após essa etapa de mensuração, a compensação é realizada por meio da aquisição de créditos de carbono provenientes de projetos ambientais certificados, responsáveis por capturar ou preservar estoques naturais de carbono.

Transportadora brasileira possui certificação carbono negativo

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A compensação foi viabilizada por iniciativas ambientais da Transportes Gabardo, grupo logístico com atuação no transporte de veículos leves, pesados e máquinas agrícolas no Brasil e no Mercosul.

Sediada em Porto Alegre, a empresa se tornou a primeira transportadora do mundo a receber certificação Carbono Negativo, concedida pela Global Certification System.

Na prática, isso significa que a companhia remove da atmosfera mais gases de efeito estufa do que emite. Atualmente, a empresa compensa cerca de 81 mil toneladas de CO₂ por ano, frente a uma emissão aproximada de 57 mil toneladas.

Projetos ambientais sustentam compensação de carbono

Os créditos utilizados na compensação são baseados em três frentes ambientais principais:

  • carbono florestal, com preservação de áreas naturais
  • carbono do solo, ligado à regeneração de ecossistemas
  • manejo agrícola sustentável

Essas iniciativas ajudam a preservar estoques naturais de carbono, ampliar a captura de CO₂ e promover regeneração ambiental, seguindo metodologias auditadas e protocolos internacionais.

Estratégia de descarbonização vai além dos veículos eletrificados

Com a neutralização das emissões logísticas, a GWM reforça sua estratégia de descarbonização da cadeia automotiva, integrando inventário de emissões, mensuração técnica e compensação ambiental.

A certificação divulgada em 2026 refere-se às operações de transporte realizadas no Brasil durante o ano de 2024, evidenciando que a estratégia da marca para mobilidade de baixo carbono envolve não apenas o desenvolvimento de veículos eletrificados, mas também os processos operacionais que sustentam sua atuação no país.

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Cofap amplia aplicação de amortecedor para motos

Peça CR22530M da Cofap agora também atende a TVS Sport 110i, modelo utilizado em serviços de entrega e locação no Brasil

O crescimento acelerado dos serviços de entrega no Brasil tem aumentado a demanda por motocicletas, principalmente nos grandes centros urbanos. O avanço de aplicativos de transporte e delivery ampliou o uso diário desses veículos, que passaram a percorrer longas distâncias e enfrentar diferentes condições de tráfego e pavimentação.

Esse cenário intensifica o desgaste de componentes importantes da motocicleta, como os sistemas de suspensão, e aumenta a necessidade de peças de reposição com maior durabilidade e desempenho.

Cofap amplia aplicação de amortecedor para motos populares

De olho nesse mercado, a Cofap ampliou a aplicação do amortecedor CR22530M. O componente já era utilizado na tradicional Honda CG 125, nas versões Cargo, ES, KS, Titan e Today fabricadas entre 1983 e 1999, e agora passa a atender também a TVS Sport 110i.

O modelo da fabricante indiana é amplamente utilizado em serviços de entrega no país e também integra a frota de locação da Mottu, empresa especializada em aluguel de motocicletas para profissionais de delivery.

O amortecedor possui construção bitubular pressurizada, composta por tubo de pressão interno e reservatório externo, solução que contribui para maior estabilidade, controle e resistência em diferentes condições de uso.

Suspensão é essencial para segurança e desempenho da moto

O amortecedor é um dos componentes mais importantes para a segurança do motociclista. A peça atua diretamente na estabilidade, no controle e no conforto durante a condução.

Entre suas principais funções estão:

  • manter os pneus em contato constante com o solo
  • absorver impactos de irregularidades da via
  • melhorar o desempenho em curvas e frenagens
  • reduzir vibrações transmitidas ao piloto

Manutenção preventiva evita perda de estabilidade

Para garantir o funcionamento adequado da suspensão, é fundamental realizar manutenção preventiva e ficar atento a sinais de desgaste do componente.

Entre os indícios mais comuns de problemas estão:

  • vazamentos de óleo no amortecedor
  • perda de estabilidade da motocicleta
  • excesso de vibração durante a pilotagem

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terça-feira, 10 de março de 2026

Litens amplia programa de capacitação com treinamentos no Brasil

A Litens intensifica sua atuação no mercado de reposição com a ampliação do programa de treinamentos técnicos voltado a mecânicos automotivos. A iniciativa inclui uma nova agenda de capacitações em diferentes regiões do país, com foco em tecnologias de transmissão de potência e sistemas de powertrain.

Os treinamentos abordam conteúdos atualizados sobre sistemas de sincronismo e acionamento de acessórios, além de tecnologias aplicadas a veículos híbridos, combinando apresentações técnicas com demonstrações práticas voltadas às rotinas de manutenção no aftermarket.

Outro destaque do programa são os workshops e visitas técnicas à unidade da empresa em Atibaia. Durante a visita à fábrica, os participantes têm contato direto com os processos produtivos, padrões de qualidade e soluções desenvolvidas pela companhia para o fornecimento OEM e para o mercado de reposição.

Segundo a empresa, o objetivo é ampliar o acesso dos profissionais às informações técnicas mais recentes, contribuindo para a melhoria da eficiência, desempenho e controle de emissões nos sistemas automotivos modernos.

Diante da crescente demanda por capacitação especializada, a Litens já prevê expandir o calendário de treinamentos em 2026, ampliando a presença da marca junto a reparadores em diferentes regiões do Brasil.

Paralelamente, a companhia também avança em sua estratégia de expansão no mercado nacional, fortalecendo parcerias com distribuidores e ampliando o portfólio de polias e tensionadores voltados ao aftermarket.

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Fremax amplia portfólio com novos discos de freio para veículos premium, comerciais leves e elétricos

Os lançamentos atendem à veículos das marcas BYD, Ford, Mercedes‑Benz e Toyota

A Fremax amplia seu portfólio de discos de freio no mercado de reposição com novas aplicações voltadas a veículos premium, comerciais leves e elétricos. Os lançamentos atendem modelos das marcas Mercedes‑Benz, Toyota, BYD e Ford, reforçando a estratégia da empresa de ampliar rapidamente a cobertura da frota circulante.

Para a linha de alta performance da Mercedes-Benz, a marca lança os discos de freio BD0508 (dianteiro direito) e BD0509 (dianteiro esquerdo), aplicados nos modelos Mercedes‑AMG SL43, Mercedes‑AMG SL55, Mercedes‑AMG SL63, Mercedes‑AMG GT 55 e Mercedes‑AMG GLC63 S E Performance. Complementando a linha para a marca, o disco BD0510 (traseiro) atende os modelos Mercedes‑AMG C63 S E Performance e Mercedes‑AMG GLC63 S E Performance.

No segmento de comerciais leves, a Fremax amplia a cobertura para a Toyota com os discos BD4148 (dianteiro) e BD4146 (traseiro) destinados ao Toyota Hiace. Já para a linha Ford Transit, nas versões Chassi, Minibus e Furgão, a empresa disponibiliza os discos BD5658 (traseiro) e BD5831 (dianteiro).

De olho no crescimento da eletrificação da frota, a Fremax também inclui em seu catálogo o disco BD5832 (traseiro) para o BYD Dolphin Mini.

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Moto ficou muito tempo parada? Veja o checklist para voltar a rodar

Freepik

Deixar a motocicleta parada por longos períodos pode gerar diversos problemas mecânicos se o retorno ao uso for feito sem uma verificação prévia. Bateria descarregada, combustível degradado, corrente ressecada, pneus deformados e ruídos nos freios são algumas das falhas mais comuns em motos que ficaram “hibernando”.

Para evitar danos e garantir segurança na retomada do uso, a Motul preparou um checklist com oito etapas básicas de verificação antes de voltar às ruas.

1. Faça uma inspeção visual

Antes de ligar a moto, verifique possíveis vazamentos de óleo, combustível ou fluido de freio no chão ou no motor. Analise também o estado de mangueiras, abraçadeiras, cabos de embreagem e acelerador, além de parafusos, carenagens e suportes. Caso encontre qualquer irregularidade, o ideal é corrigir o problema antes da partida.

2. Avalie o combustível

Combustível que permanece meses no tanque pode perder propriedades e causar dificuldade de partida ou falhas no funcionamento. Em alguns casos, é recomendada a renovação do combustível conforme orientação do manual ou de um mecânico.

3. Verifique o óleo do motor

Após muito tempo parada, parte do óleo retorna ao cárter, o que torna a primeira partida mais crítica. Cheque o nível e o aspecto do lubrificante no visor ou na vareta. Se a troca estiver próxima do prazo por tempo, pode ser recomendável substituir o óleo antes de voltar a utilizar a moto.

4. Atenção à bateria

Baterias tendem a se degradar quando ficam muito tempo descarregadas. Durante o armazenamento, o ideal é utilizar um carregador inteligente para manter a carga. Se a moto ficou parada por meses, observe se há dificuldade na partida ou queda de energia no painel ao dar o start, sinais comuns de bateria fraca.

5. Confira os pneus

Pneus que permanecem muito tempo apoiados no mesmo ponto podem perder pressão e desenvolver deformações, conhecidas como flat spot. Antes de rodar, calibre os pneus conforme a especificação do fabricante e verifique sinais de ressecamento, rachaduras ou bolhas.

6. Verifique o sistema de freios

É comum aparecer uma leve oxidação nos discos após longos períodos de inatividade, além de ruídos ou sensação de manete e pedal “borrachudos”. Produtos específicos podem ajudar na limpeza do sistema.

7. Limpe e lubrifique a corrente

Correntes podem acumular sujeira e perder lubrificação quando a moto fica parada. Antes de rodar, faça a limpeza adequada e aplique lubrificante específico, além de verificar a folga correta do conjunto.

8. Faça uma limpeza geral

A sujeira acumulada durante o período parado pode acelerar o desgaste e esconder possíveis falhas. A limpeza externa também ajuda a preservar o acabamento da motocicleta.

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segunda-feira, 9 de março de 2026

Mecânico: veja como a parceria entre PHINIA e Alpine pode influenciar a tecnologia dos motores

Colaboração entre as empresas envolve desenvolvimento de sistemas de combustível e testes com motores a hidrogênio que podem impactar tecnologias presentes nos veículos de rua

O trabalho conjunto entre a PHINIA e a equipe BWT Alpine Formula One Team vai além das pistas. A cooperação utiliza o automobilismo como plataforma de desenvolvimento de sistemas de combustível, eletrônica embarcada e novas soluções de propulsão que, no futuro, podem influenciar componentes e tecnologias presentes na mecânica automotiva.

O projeto

Projetos ligados ao esporte a motor continuam sendo utilizados pela indústria automotiva como campo de testes para novas soluções de engenharia. Na parceria com a Alpine, a PHINIA participa do desenvolvimento e da validação de tecnologias aplicadas a sistemas de combustível e gerenciamento de energia.

Esse tipo de trabalho tem reflexo direto na evolução dos veículos de produção. Tecnologias desenvolvidas em ambientes de competição frequentemente servem de base para novos componentes e sistemas utilizados posteriormente em carros comercializados no mercado.

Segundo Todd Anderson, diretor de tecnologia da PHINIA, o ambiente das pistas permite acelerar o desenvolvimento de novas soluções. “O automobilismo sempre foi um ambiente fundamental para acelerar a inovação, e nossa parceria com a Alpine reflete uma crença compartilhada no valor do progresso impulsionado pela engenharia”, afirma Todd Anderson, CTO da PHINIA. “Esses programas nos permitem desenvolver e validar tecnologias avançadas de sistemas de combustível sob as condições mais exigentes, dando suporte tanto às aplicações de alta performance atuais quanto à evolução das tecnologias de propulsão do futuro”.

Testes com motores a hidrogênio

Outro ponto da cooperação envolve o programa Alpenglow, da Alpine, voltado ao desenvolvimento de motores de combustão interna movidos a hidrogênio. O projeto utiliza um sistema de injeção direta desenvolvido pela PHINIA para aplicações experimentais de alto desempenho.

A tecnologia foi aplicada no conceito Alpenglow Hy6, equipado com motor de seis cilindros alimentado por hidrogênio. O protótipo participou de demonstrações durante etapas do FIA World Endurance Championship e no evento 24 Horas de Le Mans de 2025, onde registrou velocidade superior a 300 km/h.

A equipe francesa destaca que a colaboração com a PHINIA contribui para o avanço de soluções ligadas aos sistemas de combustível utilizados nesses projetos. “O automobilismo está evoluindo rapidamente e nossa busca contínua por inovação exige parceiros capazes de acompanhar esse ritmo, combinando visão de longo prazo com sólida experiência em engenharia. A PHINIA é uma parceira técnica de confiança para a Alpine, e essa colaboração reflete nossa confiança em sua capacidade de fornecer soluções avançadas em sistemas de combustível, pioneiras no desenvolvimento de motores de combustão interna a hidrogênio.”

De acordo com Anderson, os testes realizados nas pistas ajudam a ampliar o conhecimento sobre novas tecnologias de propulsão. “Esta parceria destaca o potencial da tecnologia de motores a combustão interna a hidrogênio (H2ICE) para suprir as demandas do esporte a motor de alto nível e as metas futuras de descarbonização. Ao testar nosso domínio em injeção direta de hidrogênio nas pistas, demonstramos que o H2ICE oferece performance, eficiência e controle em larga escala. Esses aprendizados são cruciais em um momento em que o setor automotivo avalia diversas rotas para a propulsão com baixa emissão de carbono.”

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