domingo, 8 de fevereiro de 2026

Veja como substituir pastilhas de freio traseiras com EPB

Freio de estacionamento eletrônico torna-se cada vez mais popular entre a frota de veículos no Brasil

A substituição das pastilhas de freio traseiras em veículos equipados com EPB (Electronic Parking Brake) exige o uso de scanner e o cumprimento de etapas específicas para evitar danos ao sistema. Com o veículo ligado, o primeiro passo é liberar o freio de estacionamento eletrônico por meio do botão no painel. Em seguida, removem-se as rodas traseiras e conecta-se o scanner automotivo ao veículo, acessando o módulo do freio de estacionamento eletrônico para leitura da memória de falhas antes do início do serviço.

Na sequência, deve-se acessar no scanner a função de troca de pastilhas ou liberação do freio traseiro, cuja nomenclatura pode variar conforme o equipamento utilizado. Ao selecionar a função de troca de pastilha – etapa 1, os motores elétricos do EPB são acionados, recuando o mecanismo e liberando as pastilhas. Com o sistema em posição de serviço, o conjunto da pinça de freio com o motor elétrico pode ser solto do cavalete. Para evitar danos ao flexível de freio e ao chicote elétrico, recomenda-se sustentar a pinça com uma cinta ou suporte adequado.

Com a pinça removida, observa-se que o êmbolo permanece avançado devido à atuação hidráulica do sistema de freio. Utilizando a ferramenta correta, o êmbolo deve ser totalmente recuado. Esse processo garante o recuo completo do conjunto, tanto pelo acionamento elétrico via scanner quanto pelo recuo hidráulico manual. Na sequência, o cavalete é desmontado do suporte, o disco de freio é removido e toda a superfície do cubo deve ser cuidadosamente limpa.

Com os componentes limpos, inicia-se a montagem. Os clips das pastilhas no cavalete devem ser substituídos, enquanto os pinos deslizantes e os guarda-pós precisam ser inspecionados quanto ao estado, vedação e livre movimentação. Após a montagem do cavalete, devem ser lubrificados os pontos de apoio das pastilhas, e o conjunto deve ser fixado ao suporte conforme o torque especificado pelo fabricante. Em seguida, instalam-se as pastilhas novas e a pinça de freio.

Com a parte mecânica concluída, é necessário retornar ao scanner para a adaptação do sistema EPB. Acessa-se a função de troca de pastilha – etapa 2, permitindo que o sistema acione os motores elétricos e posicione as pastilhas em direção ao disco. Para finalizar, deve ser executada a função de ajuste básico, na qual o sistema realiza o assentamento das pastilhas e estabelece a folga correta entre disco e pastilha.

Após o término do procedimento, a ignição deve ser ligada e o freio de estacionamento eletrônico acionado pelo botão no painel, confirmando o funcionamento correto do sistema.

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Como diagnosticar fuga de corrente na bateria do carro: Mecânico Responde

Especialista explica método com multímetro e limites de consumo em miliamperes

No quadro Mecânico Responde no YouTube, Ulisses Miguel detalha como identificar fuga de corrente que descarrega a bateria. O consultor técnico da Revista O Mecânico orienta conectar o multímetro em série com o cabo negativo da bateria após o veículo permanecer desligado por cerca de 30 minutos. “Você mede o consumo em amperes e compara com o limite permitido”, disse Miguel.

Ele também explica um cálculo prático baseado na capacidade da bateria para definir o consumo aceitável, como 30 miliamperes para baterias de 60 Ah. “Acima disso, há fuga de corrente”, afirmou.

O método permite identificar módulos ou circuitos que permanecem ativos e causam descarga da bateria.

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sábado, 7 de fevereiro de 2026

Verificação do nível do fluido da transmissão automática Dodge Dakota 2001/2004

Modelo pode utilizar motores 3.9 ou 4.7 aliados a transmissão 42RLE/545RFE

A verificação correta do nível do fluido da transmissão automática deve ser realizada com o sistema em temperatura normal de operação, aproximadamente 82 °C (180 °F), para garantir uma leitura precisa. Nos veículos equipados com vareta, o procedimento é direto. Já nos modelos que possuem apenas o tubo da vareta tampado, é necessário utilizar a ferramenta específica nº 9336A para assegurar que o nível do fluido seja conferido corretamente.

Com o motor em marcha lenta e já em temperatura normal de funcionamento, o veículo deve estar posicionado em terreno plano. Aplique totalmente o freio de estacionamento e mantenha o pedal de freio pressionado. Em seguida, movimente a alavanca de câmbio por todas as posições de marcha, permanecendo alguns segundos em cada uma, e finalize com a alavanca na posição PARK.

Após esse procedimento, remova a vareta da transmissão, limpe-a completamente e reinsira-a até o final. Retire a vareta novamente e observe o nível do fluido em ambos os lados. O nível correto, com a transmissão em temperatura normal de operação, deve estar entre os furos de referência superiores indicados como “HOT”. É importante verificar se há uma camada contínua de óleo visível dos dois lados da vareta. Caso o nível esteja baixo, adicione fluido pelo tubo da vareta, sempre com cuidado para não transbordar.

Sempre que for adicionada qualquer quantidade de fluido, aguarde pelo menos dois minutos antes de realizar uma nova medição, permitindo que o óleo drene completamente para o interior da transmissão. Caso seja necessário verificar o nível com a transmissão abaixo da temperatura de operação, a leitura deve ser feita com o fluido a aproximadamente 21 °C (70 °F), temperatura ambiente, observando se o nível se encontra entre os dois furos inferiores marcados como “COLD”. Se o nível estiver correto nessa condição, ele deverá alcançar a faixa “HOT” quando a transmissão atingir 82 °C.

A recomendação, no entanto, é sempre realizar a verificação com a transmissão em temperatura normal de operação. Deve-se ter atenção especial à temperatura do fluido: abaixo de 10 °C (50 °F), o nível pode não aparecer corretamente na vareta. Nessa condição, não se deve adicionar fluido até que a temperatura seja elevada o suficiente para garantir uma leitura confiável.

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SUV cupê off road sul-coreano é cogitado com motor V-8 de 1.100 cv

POR FERNANDO CALMON

Genesis, fundada em 2015, é a marca de luxo do Grupo Hyundai, que inclui a Kia. Apesar do contínuo interesse por veículos elétricos e híbridos, concentrado em países de maior poder aquisitivo, ainda existe espaço para potência e torque alucinantes em motores de combustão interna. Proposta está apenas em nível de intenção e foi descoberta pela revista inglesa Autocar, no final de janeiro último.

Antes, as revelações em sequência da perua G90 Wingback e do SUV de luxo X Gran Equator deram as pistas. Agora o X Skorpio (em inglês remete à palavra scorpio, escorpião, símbolo da Abarth, da Stellantis) apresenta a visão da marca sul-coreana de um supercarro “construído para conquistar terrenos difíceis”. Trata-se de um SUV cupê para uso radical e motor V-8 com nada menos de 1.100 cv! Potência maior que um Ferrari 849 Testarossa.

Torque impressionante: 117 kgf·m. Seria capaz de rivalizar em desempenho com carros do Rally Dakar. Há padrões típicos off-road a exemplo de rodas com travas de talão dos pneus de 40 polegadas de diâmetro, freios Brembo e um conjunto de suspensões com extrema distância ao solo, além de ângulos de entrada, saída e transposição de rampa bastante generosos. Destaque para assinatura luminosa formada por uma faixa dupla de LED em torno do carro.

O diretor de criação da Genesis, Luc Donckerwolke, posicionou o X Skorpio como o mais recente de uma série de carros-conceito projetados para reforçar o apelo premium voltado para entusiastas da marca. Ele afirma estar prestes a lançar no próximo ano o esportivo GV60, primeiro automóvel de sua nova submarca dedicada a alto desempenho, a Magma. Essa linha destina-se, já no próximo ano, a desafiar grifes do leque de BMW M e Mercedes-AMG.

Veículos usados desvalorizaram menos em 2025

Crescimento tímido nas vendas de automóveis e comerciais leves novos (2,5% e 3%, respectivamente), em 2025 comparado a 2024, mostrou contraste em relação aos percentuais robustos do mercado de usados. Desvalorização foi reduzida e indicou um ano de demanda aquecida. Números levantados pelo Índice Webmotors com base em anúncios de venda e compra. De todos os segmentos acompanhados pelo site especializado em 2025, o de elétricos usados foi o que representou maior variação negativa, encerrando com desvalorização de 11,95% frente ao ano anterior.

Já os híbridos usados de todos os três tipos registraram -9,02%, redução de 0,77 ponto percentual em relação aos -9,79% de 2024. Os modelos com motor a combustão representaram o melhor resultado: desvalorizaram 3,94% contra 4,11%, no mesmo intervalo de comparação.

Segundo Eduardo Jurcevic, CEO do Webmotors, “o comportamento registrado pelo mercado automobilístico em 2025 indica uma maior confiança do consumidor e um cenário econômico mais favorável com relação ao ano de 2024. Houve melhora consistente nos índices. Destacaram-se os híbridos, que apresentaram patamar menor de desvalorização. Isso indica um interesse crescente dos consumidores e seu potencial de crescimento no País. Outras alternativas oferecem desafios de infraestrutura”.

O executivo foi discreto, contudo os empecilhos citados referem-se às dificuldades de montar uma rede de postos de recarga em um país de dimensões continentais, a exemplo do Brasil. Sem essa infraestrutura nas estradas que depende não apenas de viabilidade técnica, mas também econômica, fica difícil viajar despreocupado e sem surpresas desagradáveis como filas ou carregadores com falhas de manutenção. Esta é a explicação para desvalorização tão alta.

Dakota aumenta opções entre picapes médias

Produzida em Córdoba, Argentina e situada entre Rampage e Ram 1500, a nova Ram Dakota tem chassi de longarinas e arquitetura compartilhada com a Fiat Titano, o que indica resistência estrutural e capacidade para uso severo. Além de sua identidade visual, acabamento é refinado e recebe pacote tecnológico alinhado ao padrão da marca. Nome Dakota já foi utilizado pela Chrysler, com a marca Dodge, entre 1998 e 2001, na fábrica de Campo Largo, região metropolitana de Curitiba.

Dimensões chamam atenção pelos 5.537 mm de comprimento e 3.180 mm de distância entre eixos. Motor Diesel de 2,2 L, 200 cv e 45,9 kgf·m lida com uma massa em ordem de marcha de 2.150 kg. Câmbio automático epicíclico, oito marchas. Tanque de 80 L e consumo (Inmetro) de 9,7 km/l, urbano e 10,8, rodoviário. Duas versões, Warlock e Laramie.

Durante quatro dias de avaliação, foram percorridos cerca de 1.100 quilômetros pelo Pantanal (MT e MS). Warlock é voltada ao fora de estrada. Perfil mais alto dos pneus contribui para absorção de irregularidades em vias sem pavimentação. Suspensões filtram bem pequenas imperfeições. Já no asfalto, comportamento esperado em razão de pneus de perfil alto. Motor entrega bom nível de potência já a partir de 1.500 rpm, o que favorece transposição de obstáculos e retomadas em terrenos escorregadios.

Tração 4×4 com reduzida, acionada por comando eletrônico, responde de forma rápida. Há bloqueio mecânico do diferencial traseiro e quatro modos de condução: Normal, Esporte, Neve e Areia/Lama.

Versão Laramie prioriza rodovias e deslocamentos urbanos. Pneus de perfil baixo permitem comportamento mais preciso. Direção eletroassistida mostra-se mais rápida e a carroceria inclina menos em curvas, transmitindo maior sensação de estabilidade. Isolamento acústico, um dos pontos altos. Redução do ruído de rodagem torna o ambiente interno mais silencioso: som do motor perceptível apenas em acelerações mais exigentes.

Preços de pré-venda: R$ 289.990 a R$ 309.990.

Desempenho: ponto forte do Volvo EX30 Ultra Twin Motor

Essa versão tem visual mais simples que a já conhecida Cross Country, para quem não precisa indicar preferência por aparências. Mas a marca sueca teve o cuidado de manter teto pintado de preto e rodas de 20 pol. igualmente com apliques em preto. O que não falta é potência e torque com um motor elétrico em cada eixo: 428 cv e 55,3 kgf·m. Um dos destaques é a bateria de 69 kWh que permite alcance médio (Inmetro) de 316 km ou 7% abaixo do EX30 com apenas um motor.

Dimensões principais (mm): comprimento, 4.233 e entre-eixos, 2.650. Assim o interior é um pouco apertado especialmente para pernas no banco traseiro. O acabamento é muito bom e revestimentos recicláveis nos bancos têm boa aparência, porém longe do couro legítimo. Também há um potente sistema de som Harman Kardon (nove alto-falantes). Por outro lado, surgem limitações no volume do porta-malas de 318 L e pouco ajuda um compartimento dianteiro de simbólicos 7 L. Um contrassenso: apesar do grande teto solar panorâmico, não há saídas de ar-condicionado para o banco traseiro.

O que realmente pouco agrada é a tela multimídia vertical, apesar de razoáveis 12,3 pol. Inspiradas nas soluções da Tesla, desde a abertura do porta-luvas até a regulagem dos espelhos dependem de comandos sem botões. Há conexão para Apple CarPlay, contudo sem previsão para Android Auto, embora os tradicionais Waze e Google Maps estejam disponíveis pelo Google Built-in (pago). Até para checar a velocidade é preciso desviar o olhar para a tela (retirado o quadro de instrumentos).

Pontos positivos, sem discussão: aceleração forte de 0 a 100 km/h em 3,6 s, suspensões firmes e carga regulável no volante. Tração 4×4 inclui vetorização de torque que traz mais confiança em curvas, além de desempenho seguro em superfícies escorregadias.

Preço: R$ 309.950.

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Como usar o scanner OBD2 além da leitura de falhas: Mecânico Responde

Consultor orienta mecânicos iniciantes sobre diagnóstico em tempo real e análise de parâmetros

Ulisses Miguel, que é Consultor Técnico da Revista O Mecânico, no quadro Mecânico Responde, disponível no YouTube, explica que o scanner OBD2 vai além da leitura de códigos e pode apoiar o diagnóstico em diferentes sistemas.

Além disso, Miguiel orienta salvar relatórios antes de apagar falhas, pois os dados ajudam na análise futura. “Nunca apague o código sem investigar a causa”, afirmou. Ulisses também recomenda usar os registros para estudo técnico e comparação de falhas recorrentes no veículo.

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sexta-feira, 6 de fevereiro de 2026

Passo a Passo: procedimento de medição de compressão do motor BYD King 2024

Teste de compressão é aplicado para diagnóstico da vedação dos cilindros e condição interna do motor

A medição de compressão do motor do BYD King 2024 é um procedimento de diagnóstico voltado à verificação da vedação dos cilindros. O teste permite identificar falhas em anéis de pistão, válvulas e junta de cabeçote, além de comparar o desempenho entre cilindros.

Lembrando, mesmo sendo um veículo híbrido, o BYD King utiliza um motor a combustão aspirado de 1.5 litro com arquitetura e componentes mecânicos, como pistões, anéis, válvulas, velas, bobinas e sistema de injeção seguem princípios aplicados em motores convencionais, o que permite ao mecânico aplicar procedimentos de diagnóstico tradicionais, como o teste de compressão, para avaliar desgaste e falhas internas.

Procedimento de medição de compressão

  1. Ligar o motor e aquecê-lo até a temperatura normal de trabalho, com valor mínimo de 80 °C. Em seguida, desligar o motor. Para aquecimento, selecionar o modo de condução “Sport”, posicionar a alavanca de marchas em “N” e acionar totalmente o pedal do acelerador.
  2. Desconectar os quatro conectores dos injetores de combustível.
  3. Desconectar o conector da bobina de ignição do cilindro 1.
  4. Remover a bobina de ignição e a vela do cilindro 1.
  5. Conectar o manômetro de compressão ao cilindro 1.
  6. Selecionar o modo de condução “Sport”, posicionar a alavanca em “N” e acionar totalmente o pedal do acelerador. Ler no manômetro o valor máximo de compressão atingido.
  7. Repetir o procedimento nos cilindros 2, 3 e 4.

Parâmetros de diagnóstico

A compressão especificada deve estar entre 13 e 18 bar. A diferença máxima entre cilindros não deve ultrapassar 3 bar. Valores fora da faixa indicam necessidade de diagnóstico do conjunto pistão, anéis, válvulas e junta de cabeçote.

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Wega Motors realiza Convenção de Vendas 2026

Entre os dias 29 e 31 de janeiro de 2026, a Wega Motors promoveu sua Convenção de Vendas 2026, reunindo cerca de 70 profissionais das áreas de vendas, marketing, promoção de vendas e representantes comerciais de todo o Brasil. O evento reforçou a escala operacional da empresa e marcou um momento estratégico de alinhamento entre resultados, metas e cultura organizacional.

A programação teve início com a apresentação dos resultados de 2025, ano que consolidou o desempenho comercial da companhia. A partir desse cenário, a liderança compartilhou as diretrizes e estratégias para 2026, destacando o papel da força de vendas como pilar do crescimento sustentável e da integração entre áreas.

Durante os três dias de convenção, os participantes passaram por treinamentos conduzidos por diferentes áreas da empresa, com foco em processos comerciais, visão estratégica e preparação para um mercado cada vez mais competitivo.

Um dos destaques foi a palestra de Rodrigo Noll, especialista em Marketing de Indicação e criador do Método Vendas por Indicação, que abordou temas como geração de valor, confiança, recomendação e crescimento comercial estruturado.

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