segunda-feira, 6 de abril de 2026

Dunlop lança garantia vitalícia para pneus produzidos no Brasil

Marca é a primeira no país a oferecer cobertura vitalícia contra defeitos de fabricação em pneus produzidos no Brasil

A Dunlop passa a oferecer garantia vitalícia para pneus fabricados no Brasil, tornando-se a primeira marca no país a adotar esse tipo de cobertura. A nova garantia complementa os prazos já previstos de 90 dias legais e até cinco anos de garantia contratual. Após esse período, os pneus continuam cobertos contra defeitos de fabricação, desde que respeitadas as condições adequadas de uso e manutenção. Na prática, a proteção acompanha o produto enquanto ele estiver em condições seguras de rodagem.

A cobertura é válida para pneus produzidos no Brasil, identificados pela marcação “Made in Brazil”, destinados a automóveis, SUVs e picapes com aro de até 18 polegadas. Para ter direito, é necessário apresentar a nota fiscal, e a garantia é exclusiva ao comprador original, sem possibilidade de transferência.

Estão incluídos apenas defeitos de fabricação, ficam de fora desgaste natural da banda de rodagem, limitado a 1,6 mm, fim da vida útil, uso inadequado, falta de manutenção ou danos causados por fatores externos.

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domingo, 5 de abril de 2026

Gestão de oficinas: Confira 13 práticas para aumentar produtividade e lucro

Veja como melhorar a gestão de equipe, organizar a operação e controlar estoque para fidelizar clientes e fazer sua oficina crescer de forma sustentável

 

Gerenciar uma oficina vai muito além do conhecimento técnico. Para crescer de forma consistente, o dono precisa cuidar da equipe, da operação e do relacionamento com o cliente. O resultado vem quando há organização, planejamento e um time engajado. Pensando nisso, veja práticas diretas para melhorar a gestão da sua oficina e aumentar os resultados:

Gestão de pessoas

Invista em capacitação
O setor automotivo evolui rápido, com destaque para veículos híbridos e elétricos. Mantenha sua equipe atualizada com treinamentos focados nos serviços mais comuns da sua oficina e nos modelos mais atendidos na sua região.

Valorize quem entrega resultado
Profissionais motivados produzem mais e atendem melhor. Sempre que possível, ofereça benefícios, bônus ou oportunidades de crescimento para reter bons colaboradores.

Fortaleça o trabalho em equipe
Um ambiente de respeito e colaboração melhora o desempenho geral. Incentive a integração entre os funcionários e crie um clima onde todos se sintam parte do negócio.

Defina metas claras
Estabeleça objetivos para a oficina e envolva a equipe nesses resultados. Programas de incentivo, como bonificação por metas, ajudam a aumentar o comprometimento.

Conheça o perfil da sua equipe
Aproveite melhor o potencial de cada colaborador. Nem todo bom mecânico tem perfil para atendimento ao cliente, distribua as funções de forma estratégica.

Esteja aberto a sugestões
Ouvir a equipe pode trazer melhorias nos processos. Avalie ideias com atenção e explique quando não forem aplicadas.

Gestão operacional

Acompanhe a rotina diária
Controle os serviços do dia: o que entrou, o que foi finalizado e o que ficou pendente. Isso ajuda a identificar gargalos e melhorar a produtividade.

Mantenha a oficina organizada
Ferramentas no lugar certo e espaços bem definidos evitam perda de tempo e aumentam a eficiência da equipe.

Gerencie corretamente os resíduos
Separe peças e materiais usados por tipo. Além de manter a organização, isso pode gerar receita com empresas de reciclagem.

Reduza desperdícios
Controle o uso de água, energia e materiais. Pequenas ações no dia a dia ajudam a diminuir custos fixos.

Cuide da área administrativa
Evite gastos desnecessários com impressões e materiais. A organização também impacta o financeiro.

Controle o estoque
Evite capital parado com peças sem giro. Trabalhe com fornecedores confiáveis para reposições rápidas e mantenha apenas o necessário.

Planeje o crescimento
Defina metas de curto, médio e longo prazo. Avalie resultados com frequência e invista tanto em equipamentos quanto na qualificação da equipe.

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Óleo de motor: como escolher o lubrificante correto e evitar danos ao veículo

Entenda as diferenças entre viscosidade SAE, classificações API, ACEA e ILSAC e saiba por que usar o óleo recomendado pela montadora é essencial para a vida útil do motor

artigo óleos automotivos

Escolher o óleo lubrificante correto nem sempre é simples, devido à grande variedade disponível. Por isso, o mecânico deve sempre consultar o manual do veículo ou de manutenção. Se não tiver acesso, a orientação é buscar a informação em uma concessionária. Usar óleo incorreto pode causar desgaste e danos ao motor.

Os lubrificantes são formados pela mistura de bases (mineral, sintética ou semissintética) com aditivos químicos, dos quais melhoram características como proteção, limpeza e desempenho, além de reduzir propriedades indesejadas.

No motor, existem folgas entre peças metálicas que geram atrito e calor. O óleo atua reduzindo esse atrito, ajudando na refrigeração, vedação, controle da corrosão e limpeza do sistema.

Entre as classificações, a SAE define a viscosidade do óleo em diferentes temperaturas. Por exemplo, no 5W-30, o “5W” indica o comportamento a frio e o “30”, a viscosidade em altas temperaturas.

Uso de óleo incorreto

Utilizar um óleo fora da especificação pode comprometer a lubrificação e causar problemas, mesmo após uso prolongado do produto errado, é possível voltar ao óleo indicado pela montadora, conforme o manual.

O uso de óleo mais viscoso em motores desgastados é comum, mas não resolve o problema, essa pratica trata-se apenas de uma solução temporária que mascara falhas. Em casos de consumo excessivo de óleo, o correto é avaliar a necessidade de reparo do motor.

Classificações de desempenho

Além da SAE, o lubrificante deve atender às classificações de serviço, como:

API (American Petroleum Institute): define padrões de desempenho para as Américas
ACEA (Associação de Construtores Europeus): mais comum na Europa, com foco também em motores a diesel
ILSAC (Comitê Internacional): voltado a eficiência e controle de emissões

Cada norma estabelece requisitos específicos, e alguns veículos exigem que o óleo atenda a mais de um padrão.

Importância de seguir a recomendação

Usar um óleo fora das especificações da montadora afeta a durabilidade, o desempenho e até o funcionamento do motor, como o tempo para atingir a temperatura ideal. Mesmo que a viscosidade esteja correta, o óleo deve cumprir também as normas exigidas.

Por fim, é essencial orientar o cliente a realizar a troca de óleo no prazo correto e sempre com o produto adequado. Com o tempo, o lubrificante perde eficiência devido à contaminação e degradação, o que pode comprometer todo o sistema do motor.

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sábado, 4 de abril de 2026

Mitsubishi ASX 2.0 4B11: confira os torques do sistema de freios

SUV equipado com motor 2.0 flex exige atenção aos valores de aperto nas intervenções em freio e suspensão

O Mitsubishi ASX 2.0 com motor 4B11 requer atenção aos procedimentos de manutenção no sistema de freios. A aplicação correta dos torques e a substituição de parafusos e porcas a cada intervenção são medidas recomendadas para garantir fixação adequada dos componentes.

O modelo utiliza motor 2.0 4B11, que entrega 160 cv com gasolina e 170 cv com etanol a 6.000 rpm. O torque máximo é de 20,1 kgfm com gasolina a 4.200 rpm e varia entre 22 kgfm e 23 kgfm com etanol na mesma rotação. O conjunto pode estar associado ao câmbio manual de cinco marchas ou à transmissão automática do tipo CVT com simulação de seis marchas.

Nas intervenções envolvendo freio e suspensão, é fundamental seguir os valores de torque especificados para cada ponto de fixação, evitando aperto excessivo ou insuficiente. A recomendação técnica inclui a substituição de parafusos e porcas sempre que houver desmontagem, prática que contribui para manter a integridade do conjunto e a segurança do sistema. A conferência dos torques conforme especificação do fabricante deve fazer parte do procedimento padrão de manutenção, especialmente em componentes estruturais e de frenagem, onde a correta aplicação da força de aperto impacta diretamente no desempenho e na durabilidade do sistema.

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sexta-feira, 3 de abril de 2026

Curiosidades sobre óleos básicos: o que realmente vem do rerrefino do lubrificante usado

O rerrefino de óleo lubrificante usado ou contaminado (OLUC) é um processo cada vez mais estratégico para a indústria, especialmente diante das metas de descarbonização e da busca por soluções sustentáveis. Ainda assim, o tema segue cercado de dúvidas no setor automotivo e industrial.

De acordo com a Lwart Soluções Ambientais é fundamental separar mitos e verdades sobre o assunto.

Qualidade do óleo rerrefinado

Mito: o óleo básico de rerrefino tem qualidade inferior.
Verdade: tecnologias como o hidrotratamento permitem obter óleos básicos Grupo II com desempenho igual ou superior aos de primeiro refino, com certificações e aprovação de montadoras e formuladores.

Sustentabilidade no processo

Mito: sustentabilidade é apenas um diferencial.
Verdade: o rerrefino é, por natureza, um processo sustentável. Estudos de Avaliação do Ciclo de Vida (ACV) apontam redução significativa da pegada de carbono em comparação ao refino convencional, contribuindo diretamente para metas ambientais.

Tipos de óleos básicos

Mito: todo óleo básico é igual.
Verdade: existem diferentes grupos (I, II e III), definidos pelo nível de pureza e processo produtivo. Com a evolução dos motores e equipamentos, os grupos II e III ganham maior relevância.

Aplicações além dos motores

Mito: o óleo básico é utilizado apenas em motores.
Verdade: além dos lubrificantes automotivos, o insumo é aplicado em máquinas industriais, equipamentos elétricos, disjuntores e até no agronegócio.

Impacto ambiental do descarte

Mito: o destino do óleo usado não interfere no meio ambiente.
Verdade: o descarte incorreto causa impactos ambientais relevantes. No Brasil, a destinação adequada do OLUC é obrigatória e regulamentada pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis, envolvendo toda a cadeia.

Além de reduzir impactos ambientais, o rerrefino também traz benefícios econômicos ao país, ao diminuir a dependência da importação de óleo básico.

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Chevrolet Cobalt 1.4 2014 apresenta falhas após partidas auxiliares incorretas; veja solução

Procedimento inadequado na ligação da chupeta pode danificar o sensor de bateria e comprometer o sistema de carga

Um Chevrolet Cobalt 2014 Flex, equipado com motor 1.4 Econo.Flex, apresentou falhas recorrentes no sistema elétrico mesmo após a substituição do sensor de bateria em diversas ocasiões. A análise apontou erro no procedimento de partida auxiliar como causa do problema.

O modelo vem equipado com motor 1.4L Econo.Flex, que entrega 102 cv com etanol e 97 cv com gasolina a 6.200 rpm, além de torque máximo de 13 kgfm (etanol) e 12,8 kgfm (gasolina) a 3.200 rpm. O veículo deu entrada com histórico de trocas repetidas do sensor de bateria, sem solução definitiva da falha. Durante a verificação, foi constatado que a bateria apresentava qualidade de carga comprometida. Antes da substituição do componente, o proprietário realizou diversas partidas auxiliares com cabos, prática que contribuiu para a reincidência do defeito.

Em veículos equipados com sensor de bateria, o procedimento correto de partida auxiliar exige atenção. A ligação deve ser feita conectando apenas os terminais positivos entre as baterias, enquanto o terminal negativo da bateria descarregada precisa ser conectado à massa do motor. A ligação direta no polo negativo pode provocar sobrecarga no sensor e levar à queima do componente

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quinta-feira, 2 de abril de 2026

Wega Motors lança 244 produtos no segmento de filtros

A Wega Motors incorpora 244 novos produtos ao seu catálogo. No site da empresa, há novidades para as linhas BMW M2, M3 e M4, Chevrolet Silverado, BYD Shark, linha de filtros para máquinas agrícolas e várias aplicações.

Segundo o comunicado da Wega “cada novo item foi desenvolvido com base na evolução da frota circulante, garantindo maior cobertura para veículos nacionais e importados, além de atender às demandas de distribuidores, varejistas e oficinas que precisam de disponibilidade imediata e aplicação precisa”.

A marca irá mostrar seus novos produtos em eventos como Autopar e Automechanika de Buenos Aires que acontece nos próximos dias na capital argentina.

“Alcançar 244 lançamentos em um ano e liderar o volume de novidades no segmento de filtros demonstra nossa capacidade produtiva, nosso planejamento estratégico e, principalmente, nosso compromisso com o mercado. Trabalhamos para que o distribuidor tenha giro, o varejo tenha cobertura e a oficina encontre aplicação com confiança”, afirma Cesar Vieira, Diretor de Vendas da Wega Motors.

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