quarta-feira, 25 de março de 2026

Flush de motor: quais são os riscos do procedimento? Mecânico Responde

Prática comum em oficinas, esse procedimento não é recomendado por fabricantes e pode trazer riscos se mal executado

O uso do flush de motor ainda gera dúvidas no dia a dia da oficina, especialmente em veículos com alta quilometragem. Embora seja visto como solução para remover borras, o procedimento exige cautela e não é um procedimento recomendado pelos fabricantes.

O flush de motor é um procedimento que consiste na aplicação de um produto químico no sistema de lubrificação com o objetivo de remover depósitos de borra formados, geralmente, pela negligência na troca de óleo ou uso de lubrificante inadequado. Segundo Cleyton André, consultor técnico da Revista O Mecânico, trata-se de uma prática que não é recomendada pelos fabricantes. “Como o flush do motor não é um procedimento preconizado pelo fabricante, embora seja algo popularizado em oficinas, não existe um prazo ideal para realizar esse procedimento”, explica.

O principal risco está justamente na remoção dessas impurezas. “Ao fazer o procedimento, pode se desprender algumas dessas borras e essa sujeira acabar indo para a galeria de óleo, entupindo essa galeria”, alerta o especialista. Esse cenário pode causar danos ainda mais graves ao motor.
Diante disso, a melhor prática continua sendo a manutenção preventiva correta. “O que é recomendado é fazer a troca de óleo nos momentos certos, de acordo com a recomendação do fabricante, e utilizar o lubrificante específico”, orienta.

Caso o flush seja considerado necessário, a execução deve ser criteriosa. “Se for executar esse procedimento, que seja por um profissional que tenha bastante critério e com muito cuidado”, conclui.

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Máquinas Profissionais e Industriais: Como Reduzir o Custo Operacional da sua Oficina em 2026

Descubra como a escolha estratégica de máquinas elétricas impacta diretamente na lucratividade e na eficiência do seu pátio

No competitivo mercado automotivo de 2026, a eficiência não é mais um diferencial, mas uma condição de sobrevivência. Gerir uma oficina ou um centro automotivo moderno exige um olhar cirúrgico sobre os “custos invisíveis” — aqueles que não aparecem na nota fiscal de compra, mas corroem o lucro mês após mês em forma de contas de luz elevadas, manutenções corretivas constantes e tempo de pátio ocioso.

Investir em máquinas profissionais e máquinas industriais de última geração vai muito além de renovar o inventário; trata-se de uma decisão financeira estratégica. Quando o equipamento certo encontra a operação correta, o resultado é uma drástica redução no custo por serviço e um aumento real na margem líquida do negócio.

Confira a seguir como transformar sua escolha de equipamentos em uma ferramenta de economia operacional, com as diretrizes de quem entende do dia a dia do setor.

1. Eficiência Energética: A Economia na Conta de Luz

Um dos maiores ralos de dinheiro em uma oficina é o consumo excessivo de eletricidade por equipamentos defasados. De acordo com os especialistas da Loja do Mecânico, a transição para máquinas com tecnologias de motores inteligentes é fundamental para reduzir o custo operacional.

A Dica: Priorize máquinas que ofereçam maior entrega de torque ou rotação com menor consumo de watts. Equipamentos modernos possuem sistemas de gestão de energia que evitam picos de consumo durante o acionamento, o que impacta diretamente na fatura mensal da empresa.

2. Durabilidade e o Fim do “Barato que Sai Caro”

No ambiente severo de um centro automotivo, o uso de ferramentas subdimensionadas leva ao superaquecimento e à queima frequente de componentes. Escolher máquinas profissionais robustas reduz drasticamente o gasto com reposição e manutenção corretiva.

A Dica: Máquinas projetadas para regime de trabalho contínuo (heavy duty) possuem carcaças com melhor dissipação de calor e engrenagens reforçadas. “O tempo que uma máquina passa no conserto é tempo que o carro fica parado no elevador sem gerar receita”, alertam os técnicos da Loja do Mecânico.

3. Versatilidade e Produtividade por Hora

A escolha correta de máquinas industriais — como esmerilhadeiras de alta performance, politrizes e furadeiras de bancada — deve considerar a ergonomia e a velocidade de execução do serviço.

O Impacto: Se uma máquina elétrica moderna permite que o mecânico realize uma tarefa 15% mais rápido e com menos fadiga, a oficina ganha capacidade para atender mais veículos por dia sem aumentar a equipe. A produtividade é a forma mais direta de diluir os custos fixos da operação.

4. Manutenção Preventiva Facilitada

Equipamentos de marcas consolidadas no mercado B2B facilitam a logística de manutenção. Máquinas que permitem a troca rápida de escovas (quando aplicável) ou que possuem indicadores de desgaste ajudam o gestor a se antecipar aos problemas.

A Dica: Escolha fornecedores que garantam o suporte pós-venda. Ter uma rede de assistência técnica disponível é um seguro contra a ociosidade da oficina.

Visão Estratégica: Em 2026, a oficina inteligente é aquela que trata suas máquinas elétricas como ativos de produção. Cada minuto de eficiência ganho na bancada é um centavo a mais na margem de lucro.

Quer conferir o catálogo completo e atualizar seu pátio? Clique e confira as máquinas elétricas no site da Loja do Mecânico.

Investir na máquina correta é a decisão mais inteligente para reduzir o custo operacional e elevar a autoridade técnica da sua empresa perante o cliente.

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terça-feira, 24 de março de 2026

GWM alcança 98% de disponibilidade de peças e expande logística no Brasil

A GWM reforça sua operação no Brasil com alta eficiência no pós-venda. O Centro de Distribuição de Cajamar (SP), em funcionamento desde abril de 2023, atinge 98% de disponibilidade de peças — acima da média nacional de 93%.

Instalado a cerca de 40 km da capital paulista, o CD completa três anos com mais de 800 mil itens em estoque, avaliados em R$ 85 milhões. No período, a área operacional cresceu de menos de 1.000 m² para mais de 8.000 m².

A estrutura atende os modelos Haval H6, Haval H9, ORA 03, Tank 300, Poer P30 e Wey 07.

A operação logística inclui envios diários para a rede de 131 concessionárias no país. Em casos prioritários, o transporte pode ser aéreo, com entregas em até 48 horas para qualquer região.

Outro destaque é a disponibilidade de 100% das baterias de alta voltagem para veículos híbridos e elétricos da marca, garantindo suporte completo à frota eletrificada.

Localizado em um dos principais polos logísticos do país, o centro em Cajamar tem acesso facilitado a rodovias, aeroportos como Guarulhos e Viracopos, além do Porto de Santos, otimizando a cadeia de suprimentos.

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Marelli Cofap amplia linha de semieixos e juntas homocinéticas para o mercado de reposição

A Marelli Cofap Aftermarket anunciou a ampliação de seu portfólio de componentes de transmissão com o lançamento de novos códigos de semieixos e juntas homocinéticas destinados ao mercado de reposição. A atualização contempla aplicações de marcas como Chevrolet, Fiat, Ford, Jeep, Renault e Volkswagen.
De acordo com a empresa, a linha de juntas homocinéticas Cofap é atualmente a segunda mais relevante em faturamento dentro da divisão aftermarket, ficando atrás apenas dos amortecedores. O portfólio soma mais de 500 códigos ativos e cobre mais de 90% da frota circulante no Brasil.
Além das juntas homocinéticas, a linha inclui semieixos completos, trizetas e tulipas, componentes responsáveis pela transmissão do torque do motor às rodas em veículos com tração dianteira. Esses itens integram o sistema de transmissão e operam sob condições de carga e variação angular constantes.
Entre os novos códigos de semieixos estão:
•SEC18441A (Renault Zoe)
•SEC52008A (Jeep Renegade e Compass)
•SEC01429A (Volkswagen T-Cross)
•SEC03021A e SEC03048A (Fiat Argo e Cronos)
•SEC18434A (Renault Master)
•SEC08422A (Ford EcoSport)
Já as novas juntas homocinéticas lançadas são:
•JHC08126A (Ford Fusion)
•JDC04321A (Chevrolet Tracker)
Segundo a fabricante, os novos componentes seguem padrões de desempenho e durabilidade compatíveis com as exigências do mercado de reposição, ampliando a disponibilidade de peças para aplicações recentes.

Diagnóstico e durabilidade

As juntas homocinéticas e os semieixos são projetados para longa vida útil, mas sua durabilidade pode ser comprometida por condições de uso severas, como excesso de carga, desalinhamento e impactos frequentes em irregularidades do solo.
Um dos principais fatores de desgaste está relacionado à contaminação da graxa interna, geralmente causada por danos nas coifas de proteção. A entrada de água, poeira ou partículas abrasivas provoca aumento de atrito entre os componentes internos — como esferas e gaiola — acelerando o desgaste.
O principal sintoma de falha é a presença de ruídos durante o funcionamento, especialmente em curvas fechadas ou manobras com esterçamento total das rodas. Nesses casos, a recomendação é a inspeção imediata do conjunto, incluindo a verificação das coifas quanto a fissuras ou vazamentos de graxa.
A avaliação preventiva desses componentes é considerada essencial para evitar danos mais severos ao sistema de transmissão e garantir a dirigibilidade do veículo.

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segunda-feira, 23 de março de 2026

Manutenção caseira de velas pode aumentar consumo e comprometer a segurança da moto

 

freepik.com

A tentativa de economizar com manutenção leva muitos motociclistas a recorrer a tutoriais online para resolver falhas de ignição e dificuldades na partida. No entanto, sem conhecimento técnico e ferramentas adequadas, intervenções simples podem causar danos ao motor, elevar o consumo de combustível e comprometer a segurança, alerta a Niterra, detentora das marcas NGK e NTK.

A análise da vela de ignição também é um indicativo importante da mistura ar-combustível e da qualidade do abastecimento, funcionando como um verdadeiro “termômetro” do motor.

Erros comuns que podem gerar prejuízo

1. Testar a centelha fora do motor

Retirar a vela, encostá-la no cabeçote e dar partida para observar a faísca é uma prática arriscada. Sem o aterramento correto, há risco de danos ao CDI e à bobina de ignição. Além disso, combustível não queimado pode contaminar o óleo do motor e afetar o catalisador.

2. Limpar com escova de aço

A limpeza abrasiva não prolonga a vida útil da vela. Pelo contrário: pode deixar resíduos no isolador cerâmico, reduzir a isolação elétrica, desgastar eletrodos e remover a proteção metálica da rosca, favorecendo oxidação e danos ao cabeçote. A recomendação é a substituição preventiva, que tem baixo custo na maioria das motos.

3. Uso incorreto de ferramentas de medição

Ferramentas como multímetro e calibrador são importantes, mas exigem conhecimento técnico. Avaliações incorretas podem mascarar desgaste da vela, falhas de ignição e problemas na mistura. Velas desgastadas dificultam a partida, aumentam o consumo e reduzem a vida útil da bobina.

Vela indica a saúde do motor

A vela de ignição revela condições de funcionamento do motor. Dificuldade na partida a frio, marcha lenta irregular e falhas na aceleração são sinais de alerta.

A inspeção visual pode indicar mistura inadequada, combustível de baixa qualidade ou contaminação por óleo. Já a medição da resistência elétrica e a verificação dos terminais ajudam a evitar falhas, principalmente em dias chuvosos.

Manutenção preventiva é essencial

A recomendação é realizar revisões com um profissional qualificado. A manutenção correta evita falhas inesperadas, melhora o desempenho e contribui para reduzir o consumo de combustível — fator especialmente relevante para quem utiliza a motocicleta no dia a dia ou para trabalho.

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Bateria de sal pode ser carregada em apenas 11 minutos na China: entenda

Sistema ainda está em desenvolvimento pela empresa estatal Beijing Automotive Industry Corporation – BAIC em parceria com a Mercedes-Benz

BAIC/Reprodução

Uma nova bateria de sódio em desenvolvimento na China promete reduzir o tempo de recarga de veículos elétricos para cerca de 11 minutos. Todavia, o sistema está sendo desenvolvido pela estatal Beijing Automotive Industry Corporation (BAIC), em parceria com a Mercedes-Benz, e ainda se encontra em fase de testes.

O projeto utiliza células prismáticas e opera com taxa de carregamento 4C, recebendo uma potência até quatro vezes superior à sua capacidade nominal. Na prática, isso viabiliza uma recarga completa em até 15 minutos, dependendo das condições do sistema de abastecimento.

Além disso, a bateria apresenta densidade energética em torno de 170 Wh/kg, que é um valor inferior ao das baterias de íons de lítio mais avançadas disponíveis no mercado. Por outro lado, o uso do sódio como base traz vantagens relacionadas à disponibilidade de matéria-prima, já que o elemento é abundante e menos dependente de recursos críticos.

Outro ponto destacado é o desempenho em temperaturas extremas. Segundo a fabricante estatal, a bateria conta com mais de 90% da capacidade a -20°C e opera em uma faixa que vai de -40°C a 60°C, gerando mais estabilidade em comparação às tecnologias baseadas em lítio.

A BAIC ainda informa que o sistema foi projetado para suportar condições severas de uso, incluindo sobrecarga e testes térmicos, sem risco de combustão. Ademais, essa característica pode simplificar o gerenciamento do conjunto e contribuir para a redução de custos no desenvolvimento e aplicação da tecnologia.

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Magneti Marelli amplia linha de válvulas termostáticas no aftermarket

A Marelli Cofap Aftermarket anuncia a expansão do seu portfólio com três novos códigos de válvulas termostáticas, reforçando cobertura da frota e atendimento às demandas do mercado de reposição.

Novas aplicações:

MMVT479.82C: Fiat Ducato 2.3 16V (2009–2016)
MMVT549.87C: Mercedes-Benz A160 1.6 8V (1999–2005) e A190 1.9 8V (2000–2005)
MMVT632.103C: Citroën C3 1.4 8V (2006–2013) e 1.5 8V (2012–2016); Peugeot 207 1.4 8V (2008–2015) e 208 1.5 8V (2013–2016)

Função e manutenção

A válvula termostática controla a temperatura do motor, evitando superaquecimento e contribuindo para melhor desempenho, menor consumo e maior durabilidade.

A manutenção preventiva é essencial: utilize o fluido de arrefecimento correto e fique atento ao marcador de temperatura.

Motor não aquece: possível válvula travada aberta.

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