sexta-feira, 21 de agosto de 2026

Magneti Marelli revela cuidados contra a pirataria no mercado

embalagem da Magneti Marelli

Raspadinha de autenticação e caixas com abertura serrilhada ajudam reparadores e consumidores a identificar peças originais da marca

Na hora de comprar uma peça para o veículo, a embalagem pode revelar mais do que apenas a identificação do fabricante. A Magneti Marelli utiliza recursos de segurança para facilitar a identificação de componentes originais e dificultar a circulação de peças falsificadas no mercado de reposição automotiva.

Entre os elementos que merecem atenção está uma raspadinha de autenticação, que permite verificar a procedência do componente. Além disso, as caixas originais apresentam características físicas específicas que ajudam a identificar possíveis irregularidades antes mesmo da instalação da peça.

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Como identificar a embalagem original?

Um dos diferenciais está nas extremidades das caixas. Elas são coladas de maneira que a abertura seja realizada pela área serrilhada. Assim, depois de aberta, a embalagem fica inutilizada, o que dificulta sua reutilização para comercializar peças falsificadas.

Outro recurso é a raspadinha de autenticação. A conferência desse elemento é uma das etapas recomendadas pela fabricante para verificar a procedência do produto antes da compra ou utilização.

Essas características de proteção estão presentes nas embalagens da marca desde 2016. A aplicação ocorre principalmente em componentes relacionados ao sistema de injeção eletrônica, como bicos injetores, motores de passo, sensores de posição, sensores de temperatura e pressão e reguladores de pressão.

A proteção também está presente em componentes destinados a câmbios automatizados, ampliando a quantidade de peças que contam com os recursos de identificação.

Cuidados ajudam a evitar peças falsificadas

A Magneti Marelli destaca que a atenção aos detalhes da embalagem é uma ferramenta importante para reparadores e consumidores diante do crescimento dos casos de pirataria no mercado automotivo.

Além de verificar a raspadinha, observar as características físicas da caixa pode ajudar a evitar a aquisição de componentes de procedência ou qualidade inferiores aos produtos originais da marca.

Para o profissional da reparação, essa conferência representa uma etapa adicional antes da instalação da peça. Afinal, a utilização de um componente falsificado pode comprometer a confiabilidade do serviço realizado e dificultar a identificação da origem do produto. A Marelli Cofap Aftermarket reforça que a iniciativa faz parte das ações de combate à pirataria de peças no mercado de reposição.

 

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Limpeza de Bicos Injetores: Fazer ou Não Fazer?

Limpeza de Bicos Injetores: Fazer ou Não Fazer?

Por Maurício Marcelino

Poucos serviços geram tanta discussão dentro das oficinas quanto a limpeza dos bicos injetores. Enquanto alguns profissionais a recomendam como parte da manutenção preventiva, outros defendem que ela deve ser realizada apenas após um diagnóstico criterioso. Afinal, quem está certo?

Para responder a essa pergunta, é importante entender como surgiu a injeção eletrônica no Brasil e como essa tecnologia transformou o mercado da reparação automotiva.

O início da injeção eletrônica no Brasil

A injeção eletrônica começou a equipar os veículos nacionais no final da década de 1980, trazendo uma nova forma de controlar a mistura ar-combustível enviada aos cilindros do motor.

Até então, essa função era desempenhada pelo carburador, um componente mecânico que realizava a dosagem do combustível por meio de giclês (orifícios calibrados) e diversos ajustes mecânicos.

Naquela época, as exigências do PROCONVE (Programa de Controle da Poluição do Ar por Veículos Automotores) tornavam-se cada vez mais rigorosas. O carburador já não conseguia atender aos limites de emissões de poluentes nem oferecer a precisão necessária para melhorar o consumo de combustível e o desempenho do motor.

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Diante desse cenário, as montadoras iniciaram a substituição gradual dos carburadores pelos sistemas de injeção eletrônica. Entre os últimos veículos produzidos no Brasil equipados com carburador destacam-se o Ford Escort, o Fiat Uno Mille e a Volkswagen Kombi.

A mudança na rotina das oficinas

A chegada da injeção eletrônica representou uma verdadeira revolução para as oficinas independentes. Naquele período, era comum ouvir a seguinte situação: “Isso é parte elétrica. Leve ao eletricista”.

Mas ao chegar ao eletricista, a resposta muitas vezes era: “Isso é mecânica. Volte ao mecânico”. Esse cenário mostrava que a injeção eletrônica havia criado uma nova especialidade: o diagnóstico automotivo.

Os profissionais que desejavam permanecer competitivos precisaram investir em conhecimento, participar de cursos especializados e adquirir equipamentos até então pouco comuns nas oficinas, como multímetros, scanners automotivos e máquinas de limpeza e teste de bicos injetores.

Na década de 1990, esses equipamentos possuíam custo elevado e poucas oficinas tinham condições de adquiri-los. Consequentemente, muitos reparadores dependiam de empresas terceirizadas para realizar o serviço de limpeza dos bicos.

A experiência da oficina

Na Auto Mecânica Louricar vivemos exatamente essa realidade. Sempre que havia necessidade de limpeza dos bicos injetores, encaminhávamos o conjunto para uma empresa especializada.

Na maioria das vezes, quando os bicos estavam em boas condições, eram substituídos apenas os anéis de vedação, microfiltros e demais componentes de reparo preventivo.

Entretanto, quando o problema estava realmente no bico injetor, nem sempre o diagnóstico era preciso. Em algumas situações, os componentes de vedação eram substituídos e o conjunto era devolvido como “aprovado”, mesmo apresentando defeitos de vazão, estanqueidade ou pulverização. Isso criava uma situação extremamente complicada para o reparador.

Como os bicos já haviam sido “limpos”, eles deixavam de ser considerados suspeitos durante o diagnóstico. No entanto, em diversas ocasiões, justamente eles continuavam sendo a causa da falha do veículo.

Vivemos casos em que o veículo retornava diversas vezes à oficina até que fosse constatado que o problema realmente estava nos bicos injetores.

Essas experiências reforçaram uma importante lição: a limpeza, por si só, não garante que o componente esteja em perfeitas condições de funcionamento. É indispensável realizar testes de vazão, equalização, estanqueidade e qualidade da pulverização.

Com a evolução do mercado, o acesso a equipamentos mais modernos, a maior oferta de empresas especializadas e a disponibilidade de peças de reposição contribuíram significativamente para melhorar a qualidade dos diagnósticos realizados nas oficinas.

Limpeza de Bicos Injetores: Fazer ou Não Fazer?

A chegada do etanol e dos veículos flex

Outro marco importante ocorreu por volta de 2003, com a popularização dos veículos bicombustíveis (Flex Fuel). Os primeiros bicos injetores utilizados nos veículos originalmente desenvolvidos para gasolina não possuíam materiais totalmente resistentes às características químicas do etanol, combustível que apresenta maior capacidade de absorção de água e comportamento químico diferente da gasolina.

Como consequência, diversos fabricantes precisaram desenvolver novos materiais para componentes internos, vedações e tratamentos superficiais capazes de suportar o novo ambiente de trabalho, aumentando a durabilidade e a confiabilidade do sistema de injeção.

Para solucionar os problemas observados nos primeiros sistemas Flex, a indústria automotiva investiu fortemente no desenvolvimento de novos materiais e tecnologias para os bicos injetores.

Componentes internos, como agulha, sede, vedações e demais partes em contato direto com o combustível, passaram a receber tratamentos superficiais e revestimentos especiais, capazes de resistir à ação do etanol e da gasolina com elevado percentual de álcool anidro, que atualmente pode chegar a 32% em sua composição.

Além da evolução dos materiais, as estratégias de gerenciamento da unidade de comando eletrônico (ECU) tornaram-se muito mais sofisticadas. Atualmente, a central eletrônica calcula, em tempo real, o tempo de abertura dos bicos injetores com base nas informações fornecidas por diversos sensores, especialmente a sonda lambda (sensor de oxigênio), responsável por monitorar a eficiência da combustão e permitir o ajuste contínuo da relação ar-combustível. Esse controle garante melhor desempenho, menor consumo de combustível e redução das emissões de poluentes.

Embora os sistemas Flex com injeção indireta, nos quais o combustível é pulverizado no coletor de admissão, tenham alcançado elevado nível de confiabilidade, a evolução tecnológica trouxe novos desafios para a reparação automotiva.

Aí veio a era dos motores turbo com injeção direta

Os motores modernos equipados com turbocompressor e injeção direta de combustível trabalham em condições muito mais severas. Nesse sistema, o bico injetor é instalado diretamente na câmara de combustão, ficando exposto a altas temperaturas e pressões, além de operar com pressões de injeção que podem ultrapassar 350 bar, dependendo do projeto do fabricante.

Nessas condições, a qualidade do combustível torna-se ainda mais importante. Combustíveis contaminados ou fora das especificações, especialmente o etanol com impurezas ou excesso de água, podem favorecer a formação de depósitos carbonizados na ponta do injetor, alterando o padrão de pulverização, comprometendo a vedação da válvula interna e provocando falhas de funcionamento.

Na prática da oficina, já observamos casos extremos decorrentes desse tipo de falha. Recentemente recebemos um veículo equipado com motor de injeção direta cujo bico injetor travou mecanicamente na posição aberta.

Como consequência, houve injeção contínua de combustível em um dos cilindros, comprometendo a combustão e provocando superaquecimento localizado, o que resultou na fusão do pistão e exigiu a retífica completa do motor.

Esse caso demonstra que, nos sistemas modernos de injeção direta, um diagnóstico preciso é indispensável. Mais do que simplesmente realizar a limpeza dos bicos injetores, é fundamental avaliar sua estanqueidade, padrão de pulverização, vazão, resposta dinâmica e funcionamento em diferentes condições de carga.

Em muitos casos, a limpeza pode restaurar o desempenho do componente; em outros, a substituição é a única solução tecnicamente recomendada.

A limpeza de bicos injetores continua sendo uma ferramenta importante dentro da manutenção automotiva. Entretanto, sua aplicação deve ser baseada em critérios técnicos e em um diagnóstico preciso. Limpar um componente sem antes confirmar que ele é a causa da falha pode gerar custos desnecessários ao cliente e mascarar o verdadeiro defeito do veículo.

 

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quinta-feira, 20 de agosto de 2026

Nakata faz alerta sobre desgaste de suspensão dos veículos

Mecânico e motorista checando componente do carro

Falhas em amortecedores, buchas, pivôs e outros componentes podem provocar efeito cascata e comprometer a estabilidade do automóvel

Problemas na suspensão do carro nem sempre começam com um defeito que chama a atenção imediatamente. Um ruído ao passar por uma lombada ou um desgaste diferente nos pneus, por exemplo, pode indicar que algum componente já perdeu eficiência. Porém, adiar a verificação pode transformar uma falha simples em um reparo mais caro.

Além do conforto, a suspensão está diretamente relacionada à estabilidade e à segurança do veículo. Segundo Leandro Leite, coordenador de assistência técnica da Nakata, o sistema controla a inclinação do carro em curvas, frenagens e acelerações, além de absorver as irregularidades do piso e manter os pneus em contato com o solo.

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Desgaste pode provocar efeito cascata

A suspensão é formada por diversos componentes que trabalham em conjunto, como amortecedores, molas, bandejas, pivôs, barras estabilizadoras, buchas e coxins. Por isso, quando uma dessas peças apresenta desgaste, as demais podem ser sobrecarregadas.

Um amortecedor desgastado, por exemplo, pode acelerar a deterioração de buchas, pivôs, coxins e molas. Dessa forma, o problema que inicialmente poderia envolver apenas um componente pode exigir a substituição de várias peças.

Inclusive, os pneus também podem ser afetados. Como a suspensão tem a função de manter o contato adequado das rodas com o solo, falhas no sistema podem contribuir para o desgaste irregular e precoce dos pneus, aumentando os custos de manutenção.

Por outro lado, o impacto não fica restrito ao bolso. Amortecedores desgastados reduzem a aderência dos pneus ao asfalto e podem prejudicar a eficiência do sistema de freios, aumentando a distância necessária para parar o veículo.

Em situações de chuva, a condição também merece atenção. Com menor contato adequado entre pneu e pavimento, aumenta a possibilidade de aquaplanagem, quando o veículo perde aderência ao passar sobre uma lâmina de água.

Atenção aos sinais

Para evitar que o desgaste avance, o motorista deve observar mudanças no comportamento do veículo. Batidas secas, ruídos metálicos ou estalos aos passar por buracos e lombadas são fatores que demandam bastante atenção dos condutores. Instabilidade durante as curvas, desgaste irregular dos pneus, perda de altura do automóvel também devem acender um alerta entre os motoristas. Além disso, eles devem ficar preocupados com mergulho excessivo da dianteira do modelo durante as frenagens e possíveis vazamentos de óleo nos amortecedores.

Ao identificar qualquer uma dessas situações, a recomendação é procurar uma oficina mecânica para avaliar o conjunto da suspensão. A manutenção preventiva, portanto, ajuda a identificar componentes desgastados antes que eles comprometam outras peças.

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Autop 2026 mostra destaques das principais marcas de autopeças

Entrada de uma das edições da Autop

Evento focado no aftermarket já conta com 19 edições em sua trajetória e promete agitar ainda mais o nordeste brasileiro

A AUTOP 2026 será realizada de 19 a 22 de agosto, no Centro de Eventos do Ceará, em Fortaleza (CE). Em sua 19ª edição, a Feira Nacional de Autopeças, Motopeças, Acessórios, Equipamentos e Serviços reunirá empresas e profissionais do aftermarket automotivo brasileiro.

Promovida pelo Sistema Sincopeças Assopeças Assomotos do Estado do Ceará (SSA), a feira tem como proposta aproximar fabricantes, distribuidores, varejistas, reparadores e demais profissionais da cadeia, com foco em inovação, conhecimento, relacionamento e geração de negócios.

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Na edição de 2024, a AUTOP contou com mais de 300 marcas expositoras, 40 mil visitantes qualificados e movimentou cerca de R$ 200 milhões em negócios. Para 2026, o evento mantém a proposta de apresentar novidades e tendências do mercado, além de promover oportunidades de capacitação e networking entre os participantes.

Área de recepção da Autop

Segundo a organização, a AUTOP busca contribuir para o desenvolvimento do aftermarket automotivo ao criar um ambiente voltado à troca de conhecimento, fortalecimento de relacionamentos e geração de novas oportunidades para o setor.

NTN e SNR

componente que a NTN e SNR apresentam na Autop 2026

As marcas NTN e SNR, do Grupo NTN, apresentam na AUTOP 2026 uma nova linha de rolamentos de suspensão, com aplicações para modelos de Nissan, Renault, Jeep, Fiat, Peugeot, Citroën, Honda, Toyota, Volkswagen, GM, Hyundai e Kia. O portfólio também ganha novos cubos de roda para veículos leves, como Corolla Cross, Corolla Hybrid, RAV4, Vectra, Astra e Golf. Além disso, tem aplicações para veículos comerciais de marcas como Mercedes-Benz Sprinter e Iveco Daily.

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quarta-feira, 19 de agosto de 2026

AMMA terá lounge no Autop 2026

Propaganda que anuncia participação da AMMA na Autop 2026

Espaço reunirá palestras, networking e discussões sobre gestão, liderança e participação feminina no mercado automotivo

A Associação de Mulheres do Mercado Automotivo (AMMA) confirmou que vai participar da AUTOP 2026 com uma estrutura voltada à troca de experiências e ao desenvolvimento de profissionais do setor. O Lounge AMMA será um ponto de encontro durante a feira, reunindo especialistas e lideranças para discutir temas relacionados à gestão, posicionamento profissional e protagonismo feminino.

Além do networking, a programação chama atenção pela variedade de assuntos que impactam diretamente a rotina de profissionais e empresas do ecossistema automotivo. Entre os temas previstos estão saúde emocional, sucessão familiar, longevidade empresarial e estratégias para fortalecer a presença digital.

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Gestão, liderança e posicionamento em debate

Durante a AUTOP, o espaço receberá uma série de talks e palestras com diferentes abordagens sobre os desafios e oportunidades do mercado. Um dos destaques será a discussão sobre o equilíbrio emocional e os desafios enfrentados pela mulher contemporânea.

Na sequência, a programação também tratará das oportunidades para o público feminino e da visão da indústria sobre esse mercado. A sucessão familiar, o legado e a continuidade das empresas estarão entre os assuntos debatidos, trazendo uma perspectiva voltada à gestão e à construção de negócios duradouros.

Inclusive, outro tema a ser abordado será o posicionamento digital. A proposta é discutir estratégias para a construção de autoridade e o fortalecimento da presença profissional no ambiente online, aspecto cada vez mais relevante para empresas e profissionais do setor automotivo.

Projetos sociais e homenagem durante a feira

O Lounge AMMA também será palco para a apresentação de iniciativas socioeducativas. Entre elas estão o projeto Oficina Amiga da Mulher e as ações desenvolvidas pela Escola do Mecânico e pela Escola do Funileiro.

Além disso, a programação terá um momento dedicado à trajetória de Maria Eneida de Sá. A homenagem reconhecerá sua contribuição para o setor e contará com a participação de lideranças regionais e integrantes do grupo Amadas do Ceará.

Com o intuito de ampliar as discussões e compartilhar experiências de liderança e superação, o Lounge AMMA contará ainda com a presença de Carla Norcia, Talita Peres, Vanessa Martins e Simone de Azevedo. Karine Santos, Barbara Brier, Sandra Nalli e Ritieli Pereira também se destacam. Por fim, Monique Chaves, Elisamar, Deize Vieira, Merille Batista, Erica Rocha, Niela Marques, Thuanney Castro, Ranieri Leitão e Silvia Cavalcante estarão presentes no estande ao longo dos dias. Vale lembrar que a Autop 2026 ocorre entre os dias 19 e 22 de agosto, das 15h até 21h. O evento está localizado no Centro de Eventos do Ceará.

 

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terça-feira, 18 de agosto de 2026

Stellantis revela novidades durante ReciclaAuto 2026

Símbolo da Circular Autopeças, empresa da Stellantis

Circular Autopeças apresentou peças reutilizadas e novas soluções comerciais durante evento de desmontagem veicular

A Stellantis participou da 5ª edição do ReciclaAuto, evento dedicado à desmontagem veicular, reciclagem automotiva e sustentabilidade. Realizado nos dias 14 e 15 de agosto, em São Paulo (SP), o encontro reuniu representantes do setor, órgãos públicos e empresas ligadas às políticas de mobilidade e economia circular.

Pelo segundo ano consecutivo, a Circular Autopeças, marca da Stellantis voltada às soluções de economia circular na América do Sul, esteve presente no evento. A participação também marcou a apresentação de novos canais de venda e estratégias para ampliar a comercialização de peças reutilizadas no mercado brasileiro.

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Circular Autopeças apresentou peças reutilizadas

Circular teve um estande dedicado à demonstração e comercialização de componentes provenientes do Centro de Desmontagem Veicular (CDV) da marca, localizado em Osasco (SP), durante o evento.

O espaço permitiu apresentar ao público peças recuperadas de veículos em fim de vida útil, dentro da proposta de reaproveitamento de componentes e recursos. De acordo com a Stellantis, o CDV de Osasco é pioneiro no país e realiza a recuperação e comercialização de peças de maneira legal, segura e rastreável.

Aliás, a marca aproveitou o evento para apresentar seu novo e-commerce próprio. A plataforma passou a complementar os canais digitais já utilizados pela Circular Autopeças, que incluem sua loja oficial no Mercado Livre, Peça Direta e Shopee, além do portal Peça Direta.

Inclusive, a empresa também apresentou uma nova plataforma de negócios voltada a representantes comerciais do setor. A iniciativa permitirá que esses profissionais atuem também como distribuidores da Circular Autopeças, com o objetivo de ampliar a rede de atendimento em diferentes regiões do país.

Estratégia de economia circular foi tema de palestra

A programação técnica do ReciclaAuto 2026 também contou com a participação da Circular Autopeças. No dia 15 de agosto, Martin Siroit, gerente de manufatura de economia circular da Stellantis, e Robson Chaves, gerente de novos negócios de economia circular da Stellantis, apresentaram a palestra “Do fim ao recomeço: o novo ciclo da mobilidade”.

A apresentação abordou o funcionamento do CDV de Osasco e a estratégia de economia circular do conglomerado na América do Sul. O tema esteve relacionado aos desafios e oportunidades da circularidade na transformação da mobilidade brasileira.

Por fim, a estratégia da empresa é baseada nos chamados 4Rs: Remanufaturar (Reman), Reparar (Repair), Reutilizar (Reuse) e Reciclar (Recycle). Ainda nesse sentido, a Circular Autopeças atua na recuperação e comercialização de peças de veículos em fim de vida útil, buscando prolongar o ciclo de utilização dos componentes e reduzir o desperdício de recursos.

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segunda-feira, 17 de agosto de 2026

WCV Tools revela site com e-commerce para oficinas

Novo site da WCV Tools

Nova plataforma reúne equipamentos de diagnóstico, conteúdo técnico e suporte especializado para mecânicos de todo o Brasil

A compra de equipamentos para diagnóstico automotivo ganha um novo canal digital a partir de 18 de agosto. A WCV Tools lança seu novo site com e-commerce integrado, permitindo que mecânicos e oficinas pesquisem e adquiram equipamentos diretamente pela internet.

Contudo, a proposta não é apenas disponibilizar produtos online. A empresa desenvolveu a plataforma para concentrar equipamentos, informações técnicas e atendimento especializado em um único ambiente.

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Soluções para diferentes necessidades da oficina

No novo e-commerce, os produtos são organizados de acordo com as principais demandas da reparação automotiva. Entre as categorias estão equipamentos de diagnóstico e scanners, calibração ADAS, ferramentas para baterias, programação de chaves e serviços TPMS.

Além disso, a plataforma comercializa equipamentos das marcas Autel e Topdon, incluindo lançamentos e produtos procurados pelos profissionais do setor.

Assim, o mecânico que já sabe qual solução precisa poderá realizar a compra diretamente pelo site. Por outro lado, quem ainda tiver dúvidas sobre qual equipamento escolher poderá contar com a equipe da WCV Tools para possível orientação e dessa forma identificar a alternativa mais adequada ao perfil e aos serviços realizados na oficina.

Esse atendimento também continua após a compra. A empresa mantém suporte especializado e oferece entrega técnica online, com orientações para que o profissional conheça melhor os recursos do equipamento adquirido.

Plataforma também terá conteúdo técnico

Além do comércio eletrônico, o novo site pretende funcionar como um guia online voltado ao setor automotivo. A plataforma reunirá conteúdos sobre diagnóstico, tecnologia, gestão, benefícios para oficinas, palestras, eventos e novidades do mercado.

Dessa maneira, o profissional poderá utilizar o canal não apenas para adquirir um equipamento, mas também para acompanhar informações relacionadas às novas tecnologias e aos serviços que chegam ao cotidiano das oficinas.

A WCV Tools acumula mais de 20 mil scanners comercializados e mantém uma parceria de mais de 10 anos com a Autel. Segundo a empresa, essa experiência acompanha a evolução dos sistemas de diagnóstico automotivo e o desenvolvimento de soluções para oficinas de diferentes portes e especialidades.

 

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