segunda-feira, 10 de agosto de 2026

Revista O Mecânico – Edição Agosto/2026

Com muitas novidades para o profissional da manutenção automotiva, a nova edição da Revista O Mecânico traz uma reportagem com a troca dos amortecedores do Fiat Mobi, como identificar catalisadores clandestinos, uma artigo técnico que fala sobre a necessidade da limpeza de bicos injetores; e na seção Mecânico Pro, o tema é gestão: como transformar visitantes em clientes fiéis e melhorar os resultados da oficina.

Leia a nova edição da Revista O Mecânico e confira as matérias completas.

👈Faça o download gratuito aqui 

😁 Leia a edição da Revista O Mecânico completa

👉Acesse vídeos de procedimentos no nosso YouTube

📱Para quem vive de mecânica, siga no Insta: @revistaomecanico

Pelo QR Code das matérias você tem acesso aos vídeos dos procedimentos publicados no canal do YouTube. Não se esqueça de se inscrever no canal e ativar as notificações. Ah! para receber atualizações, bastidores e os principais destaques do setor, siga também o perfil da revista no Instagram e acompanhe as novidades em nossas redes sociais.

 

The post Revista O Mecânico – Edição Agosto/2026 appeared first on Revista O Mecânico.


Revista O Mecânico – Edição Agosto/2026 Publicado primeiro em http://omecanico.com.br/feed/

Barulhos diferentes podem ajudar e alertar os motoristas

Mecânico e motorista checando componente do carro

Nakata explica quais ruídos merecem atenção e como eles podem indicar problemas em componentes antes de falhas graves

Barulhos incomuns durante a condução do veículo podem ser mais do que um simples incômodo. Estalos, chiados, roncos e vibrações costumam ser os primeiros sinais de desgaste em componentes mecânicos. Quando ignorados, podem evoluir para falhas graves, aumentam os custos de manutenção e colocam a segurança dos ocupantes em risco.

Segundo a Nakata, identificar esses sinais logo no início é uma forma de evitar o chamado efeito dominó, quando um componente danificado compromete o funcionamento de outras peças do veículo. Por isso, qualquer alteração sonora fora do padrão merece atenção e deve ser investigada por um profissional especializado.

😁 Leia a edição da Revista O Mecânico completa

👉🏼 Acesse vídeos de procedimentos no nosso YouTube

📱Para quem vive de mecânica, siga no Insta: @revistaomecanico

Atenção especial em suspensão e freios

De acordo com Leandro Leite, coordenador de assistência técnica da Nakata, um mesmo barulho pode ter diferentes origens, o que torna o diagnóstico correto essencial para evitar problemas maiores.

Entre os sistemas que mais costumam apresentar ruídos está a suspensão. Sons metálicos vindos da parte inferior do veículo podem indicar desgaste em amortecedores, bieletas, buchas ou coxins. Buracos e pisos irregulares aceleram o desgaste desses componentes, favorecendo o aparecimento de batidas secas, folgas e até vazamentos.

Além do desconforto ao dirigir, essas falhas podem comprometer a estabilidade em curvas e reduzir a aderência dos pneus ao solo, prejudicando a dirigibilidade.

O sistema de freios também exige atenção. Pastilhas excessivamente desgastadas costumam produzir um chiado agudo e, se a substituição não for feita no momento correto, podem acelerar o desgaste dos discos de freio. Já discos empenados podem provocar vibrações no pedal durante a frenagem. Dessa forma, a eficiência do sistema é reduzida.

Rolamentos, motor e transmissão também exigem diagnóstico rápido

Outro componente que pode emitir sinais claros de desgaste é o rolamento de roda. Um barulho contínuo que aumenta conforme a velocidade do veículo pode indicar falha na peça. Em situações mais críticas, o travamento do rolamento durante a condução pode comprometer o controle da direção.

A Nakata também alerta para outros sintomas importantes. Pneus com desgaste irregular podem provocar vibrações constantes, enquanto juntas homocinéticas desgastadas costumam produzir estalos ao esterçar o volante durante manobras. Caso a falha evolua, o veículo pode perder a tração ou até ter uma das rodas travada.

No compartimento do motor, ruídos agudos frequentemente estão relacionados às correias, seja por ressecamento, tensão inadequada ou desgaste dos rolamentos tensores. O rompimento da correia dentada pode causar danos internos de grande proporção, atingindo válvulas e pistões. Sons metálicos, principalmente quando o motor ainda está frio, também podem indicar deficiência na lubrificação ou desgaste de componentes internos.

Diante de qualquer ruído incomum, a orientação da fabricante é não adiar a inspeção. Um diagnóstico realizado logo nos primeiros sintomas ajuda a evitar panes inesperadas, reduz os custos de reparo e contribui para manter a segurança e o bom funcionamento do veículo.

The post Barulhos diferentes podem ajudar e alertar os motoristas appeared first on Revista O Mecânico.


Barulhos diferentes podem ajudar e alertar os motoristas Publicado primeiro em http://omecanico.com.br/feed/

sexta-feira, 7 de agosto de 2026

Olimpic celebra 70 anos de atuação no mercado

Clientes da Olimpic celebrando os 70 anos da marca

Fabricante inicia nova fase com renovação da marca, atualização das embalagens e outros destaques para seguir em alta no mercado

A Olimpic celebra 70 anos de atuação no mercado em 2026. Já que se trata de uma data bem especial, a fabricante anunciou uma atualização da identidade visual e das embalagens de seus produtos. Segundo a empresa, essas alterações acompanham a estratégia de evolução da marca e reforça seu posicionamento no mercado.

Mais do que celebrar a data, a empresa aproveita o marco histórico para destacar os investimentos realizados ao longo de sua trajetória e os planos para continuar acompanhando as transformações da frota brasileira e das oficinas. Aliás, a iniciativa também busca facilitar a identificação dos produtos no ponto de venda e fortalecer o reconhecimento da marca entre mecânicos e distribuidores.

😁 Leia a edição da Revista O Mecânico completa

👉🏼 Acesse vídeos de procedimentos no nosso YouTube

📱Para quem vive de mecânica, siga no Insta: @revistaomecanico

Marca aposta em modernização sem perder a identidade

Como parte das comemorações, a Olimpic apresenta uma nova identidade visual. A novidade foi desenvolvida a fim de transmitir uma imagem mais contemporânea, preservando os elementos que fazem parte da história da empresa.

Outra novidade é a renovação das embalagens da linha de produtos. Segundo a fabricante, o objetivo é proporcionar melhor organização, identificação e valorização dos itens nos pontos de venda, facilitando tanto o trabalho dos distribuidores quanto a escolha por parte dos profissionais da reparação automotiva.

Clientes da Olimpic celebrando os 70 anos da marca

As mudanças acompanham um processo de modernização da empresa, que afirma ter ampliado seu portfólio ao longo dos anos e investido continuamente em tecnologia para atender às novas exigências do setor automotivo.

Empresa projeta novos investimentos para acompanhar a frota

Além das novidades apresentadas durante as comemorações dos 70 anos, a fabricante informa que pretende manter o ritmo de investimentos em tecnologia, inovação e desenvolvimento de produtos.

A estratégia é ampliar ainda mais o portfólio para acompanhar a evolução da frota circulante brasileira, que passa por constantes transformações em função da chegada de novas tecnologias e diferentes configurações mecânicas.

Clientes da Olimpic celebrando os 70 anos da marca

Para o mercado de reposição, esse movimento representa a necessidade de atualização permanente dos fabricantes, que precisam oferecer componentes compatíveis com veículos cada vez mais modernos e atender às demandas das oficinas independentes.

The post Olimpic celebra 70 anos de atuação no mercado appeared first on Revista O Mecânico.


Olimpic celebra 70 anos de atuação no mercado Publicado primeiro em http://omecanico.com.br/feed/

quinta-feira, 6 de agosto de 2026

Loja do Mecânico leva experiência de oficina a Interlagos

Estande da Loja do Mecânico e do Mercado Livre durante o Suhai Auto Festival Interlagos 2026

Parceria com o Mercado Livre no Suhai Festival Interlagos 2026 terá desafios práticos e simuladores voltados ao público 

A Loja do Mecânico marcará presença na edição Auto do Suhai Festival Interlagos 2026 em uma ação realizada em parceria com o Mercado Livre. As empresas vão apostar em um espaço interativo para aproximar o público da rotina da oficina, levando atividades que simulam situações do dia a dia de quem vive o universo da manutenção automotiva.

A iniciativa acontece entre os dias 27 e 30 de agosto, no Autódromo José Carlos Pace, em São Paulo. O intuito é reforçar uma tendência cada vez mais presente em grandes eventos do setor: transformar a visita aos estandes em uma experiência prática. Para mecânicos, estudantes e entusiastas, a proposta é oferecer um contato mais próximo com ferramentas, equipamentos e desafios inspirados no ambiente profissional.

😁 Leia a edição da Revista O Mecânico completa

👉🏼 Acesse vídeos de procedimentos no nosso YouTube

📱Para quem vive de mecânica, siga no Insta: @revistaomecanico

Experiência aproxima visitantes da rotina da oficina

No espaço compartilhado entre Loja do Mecânico e Mercado Livre, os visitantes poderão participar de desafios de pit stop, testar simuladores de cockpit e concorrer a brindes e prêmios oferecidos por fabricantes reconhecidos no mercado de ferramentas e equipamentos, como DeWalt, Sigma Tools e Schulz.

Segundo a empresa, o objetivo é criar uma experiência que supere a demonstração de produtos, incentivando a participação do público e destacando a importância da oficina dentro da cultura automotiva.

Para a diretora de marketing da Loja do Mecânico, Lívia Fukuda, a participação no festival representa um momento importante para fortalecer a identidade da empresa junto aos consumidores. A executiva comentou que a participação no evento representa um marco estratégico para a empresa. Lívia falou também que essa paixão pelas pistas está diretamente conectada com a essência da oficina e que a Loja do Mecânico é o ‘lugar de quem faz’.

A iniciativa também reforça a aproximação entre o ambiente das competições e o cotidiano da reparação automotiva, mostrando que conhecimento técnico, precisão e agilidade são características presentes nas pistas e nas oficinas.

Festival reúne atrações automotivas e programação musical

Reconhecido como um dos maiores eventos dedicados ao universo motor no Brasil, o Suhai Festival Interlagos reúne fabricantes, empresas do setor, experiências na pista e atrações voltadas aos fãs de carros e motocicletas.

Além das ativações nos estandes, a programação inclui test drives, apresentações de drift e outras experiências automotivas realizadas no circuito de Interlagos.

A edição Auto de 2026 também contará com shows na Live Arena. Na sexta-feira, o público poderá assistir às apresentações de Matuê, Dennis e Dubdogz. No sábado, sobem ao palco Hungria, L7nnon e o rapper norte-americano Ja Rule. Já o encerramento, no domingo, terá Felth, Péricles e Belo.

The post Loja do Mecânico leva experiência de oficina a Interlagos appeared first on Revista O Mecânico.


Loja do Mecânico leva experiência de oficina a Interlagos Publicado primeiro em http://omecanico.com.br/feed/

Excesso de confiança nos recursos de segurança pode aumentar acidentes

Protótipo do VW Nivus passando por teste de segurança

Coluna Fernando Calmon nº 1.412: Excesso de confiança nos recursos de segurança pode aumentar acidentes 

Estudo global da Economist Enterprise, que faz parte da prestigiada revista e site ingleses The Economist, expõe um descompasso preocupante entre a percepção do motorista em relação a acidentes e a avaliação técnica de especialistas em segurança viária. Enquanto 90% dos motoristas em 10 dos principais mercados automobilísticos declaram sentir-se seguros, apenas 45% dos profissionais do setor compartilham desse otimismo. A discrepância ameaça desacelerar ao estimado a 1,2 milhão de mortes em acidentes a cada ano, no mundo.

O assunto foi destaque em publicação recente do site Automotive News Europe, em artigo do jornalista italiano Luca Ciferri. O alerta partiu do francês Jean Todt, que já comandou equipes Ferrari, de F-1 e Peugeot, no Mundial de Resistência, presidiu a FIA (Federação Internacional do Automóvel e inclui Automobilismo) e hoje é enviado especial do secretário-geral das Nações Unidas para segurança viária.

Mais de 6.100 pessoas na Alemanha, Brasil, China, Coreia do Sul, EUA, França, Índia, Itália, Japão e Reino Unido foram entrevistadas. A lacuna de confiança atinge o ápice no Brasil, China e Índia. Nestes países, 94% dos usuários afirmam sentir-se seguros, embora a taxa média de mortalidade viária alcance 16,2 óbitos por 100 mil habitantes (o dobro da média mundial, de 8,1 óbitos por 100.000).

Defeitos mecânicos perderam relevância no mapa de acidentes. Apenas 3% dos especialistas os apontam como causa principal. Foco deslocou-se para a eletrônica de bordo. Para 30% dos profissionais, o risco crítico reside no uso incorreto ou desconhecimento acerca dos sistemas avançados de assistência ao motorista (Adas). Outros 24% dos especialistas citam distração por recursos de infotenimento: GPS, áudio com qualidade cada vez maior e conexão com o celular ao responder ou fazer chamadas. Representam grande potencial de acidentes por excesso de confiança e desatenção.

Consultor prevê mais crescimento de chineses no mercado

Murilo Briganti, (Executivo-Chefe de Operações) da Bright Consult, publicou artigo em que afirmava: “E se eu dissesse que, até 2030, o mercado automotivo brasileiro deve crescer cerca de 500 mil veículos, enquanto as marcas chinesas podem adicionar mais de 700 mil unidades no mesmo período? À primeira vista, a conta parece não fechar. Mas ela revela justamente uma das principais transformações em curso no setor: o crescimento do mercado já não será suficiente para acomodar todos os competidores.”

Ele escreveu hipoteticamente, mas há potencial de realmente acontecer. Marcas chinesas podem decidir construir unidades produtivas a partir do zero (comprar terrenos, erguer fábricas, contratar equipamentos para as linhas de montagem e desenvolver fornecedores locais) ou acertar com fabricantes aqui instalados e assim preencher capacidade ociosa destes. Além disso, ainda há duas fábricas fechadas: uma agora em julho, da Toyota, em Indaiatuba (SP) e outra da Caoa Chery, em Jacareí (SP), paralisada desde 2022. Esta segunda sujeita a desapropriação pela prefeitura.

Pelo menos 11 já anunciaram planos: Geely, GWM (segunda fábrica), Wuling, MG, Jetour, Leapmotor, Dongfeng, Chery, GAC, Changan e BYD. Com imposto de importação de 35% para veículos completos (já em vigor) e desmontados, agora em janeiro de 2027, devem obrigar a produção local

Também há informações de que a Kia assumirá as importações e também produzir no Brasil, sem participação do Grupo Gandini (a ser indenizado) com especulações sobre o local da fábrica. Toda a negociação vem sendo conduzida pela Kia, não pela Hyundai. O grupo sul-coreano só tem uma fábrica no mundo, a Metaplan America, na Georgia, onde os modelos das duas marcas são fabricados desde que elétricos ou híbridos. Operações comerciais seguem sempre separadas e competidoras uma com a outra.

Teste Boreal Techno: bom desempenho e equipamentos

Apesar de se tratar de uma versão intermediária, o SUV médio da Renault vem bem equipado. Claro que teto solar elétrico (opcional na Techno), câmera 360º, rodas de 19 pol. (18, nesta versão), bancos com memória e massagem, sistema de som Harman Kardon e tampa elétrica do porta-malas estão reservados para o topo de linha Iconic.

No entanto, a cabine apresenta materiais de acabamento muito bons, duas telas de 10 pol. com reprodução do mapa de navegação no centro do quadro de instrumentos (Waze e Google Maps), carregador de celular por indução, console refrigerado e sensores de estacionamento bastante úteis. O pacote de assistência Adas inclui ainda frenagem autônoma de emergência, alerta de tráfego traseiro transversal, aviso de saída dos ocupantes e monitor de ponto cego entre outros.

Dimensões (mm): comprimento, 4.556; entre-eixos, 2.702; largura, 1.841 (2.082 com espelhos); altura, 1.646. Volumes (L): porta-malas, 522; tanque, 50. Massa: 1.438 kg. Motor 4-cilindros turbo 1,3 L flex: potência 163/156 cv (E)/(G); torque 27,5 kgf·m (E)/(G). Consumo (Inmetro km/L, cidade/estrada): 7,8/9,4 (E); 11,2/13,6 (G). Alcance (Inmetro km, cidade/estrada): 390/470 (E); 560/680 (G). Tração dianteira. Câmbio automatizado, seis marchas. Aceleração 0 a 100 km/h (s): 10 (E)/10,5 (G).

Ao volante do Boreal, duas características destacam-se: suspensões muito bem calibradas e respostas imediatas do acelerador em todas as situações do dia a dia, tanto em trânsito urbano quanto rodoviário, além de trocas de marchas rápidas. Os três passageiros do banco traseiro têm bom espaço para pernas e ombros. Chama atenção por porte e estilo, além do porta-malas que supera 500 litros. Também conta com freio eletromecânico de imobilização e liberação automáticas nas paradas (auto hold), indispensável nos congestionamentos que hoje alcançam até estradas.

Itens interessantes são os clipes opcionais atrás do encosto de cabeça do banco dianteiro com suportes para celular, tablet, copos, cabide, quepe e até lanterna.

Preço: 199.990.

Impressões: Jetour T2 4×4 foca no fora-de-estrada severo

Versão XWD 4×4 da Jetour amplia a gama T2 com a topo de linha do SUV híbrido plugável chinês. Atende a uma fatia de mercado bem definida. Embora 90% das vendas de SUVs de aspeto aventureiro se concentrem em configurações 4×2 para uso urbano e rodoviário, cerca de 10% dos compradores exigem capacidade real para superar terrenos difíceis.

Maior evolução está no conjunto mecânico. Ao motor 1,5 L turbo a gasolina e dois motores elétricos dianteiros, o XWD adiciona um terceiro motor elétrico no eixo traseiro. O sistema integrado desenvolve 597 cv e nada menos que 91,7 kgf·m de torque. Aceleração de 0 a 100 km/h em 5,5 s, apesar de sua impressionante massa de 2.362 kg. A bateria de 43,24 kW⋅h garante até 106 km de alcance no modo 100% elétrico e alcance combinado de até 1.300 km. Suporta carregamento rápido em corrente contínua (DC).

Para o fora de estrada, o SUV adota tração integral inteligente, bloqueio eletrônico do diferencial traseiro e oito modos de condução. Destacam-se o Tank Turn (redução do diâmetro de giro em manobras por frenagem automática da roda traseira interna à curva) e o Crawl Mode (gestão automática de aceleração e frenagem em baixa velocidade). O chassi recebeu proteções reforçadas para a bateria e órgãos mecânicos, além de maiores vão livre ao solo e capacidade de vau.

No percurso rodoviário de São Paulo a Bragança Paulista, destacou-se pela transição imperceptível entre motores e pelo refinamento de rodagem. Retomadas são vigorosas e estabilidade irrepreensível para o seu porte. No circuito fora de estrada — sob lama, erosões e inclinações laterais — a distribuição eletrônica de torque atuou de forma rápida, quando duas rodas diagonalmente opostas perdem o contato com o chão.

Fernando Calmon é jornalista especializado e colunista do Portal da Revista O Mecânico. Acesse: https://ift.tt/TCyKpJ6

The post Excesso de confiança nos recursos de segurança pode aumentar acidentes appeared first on Revista O Mecânico.


Excesso de confiança nos recursos de segurança pode aumentar acidentes Publicado primeiro em http://omecanico.com.br/feed/

quarta-feira, 5 de agosto de 2026

Tubo interno da suspensão requer atenção dos motociclistas

Tubo interno da suspensão para Motos da Nakata

Nakata alerta que desgaste no componente pode comprometer a estabilidade, a frenagem e a precisão da direção da motocicleta

O tubo interno da suspensão dianteira é um dos componentes mais importantes para a segurança das motocicletas, mas nem sempre recebe a atenção devida. Responsável por manter o contato do pneu com o solo e garantir o funcionamento correto da suspensão, a peça pode comprometer a estabilidade, a dirigibilidade e até a eficiência da frenagem quando apresenta desgaste ou avarias.

Segundo a Nakata, identificar os primeiros sinais de problemas e realizar a manutenção preventiva são medidas que ajudam a evitar falhas mecânicas mais graves e reduz o risco de acidentes. Vazamentos de óleo, riscos, empenamentos e pontos de oxidação estão entre os indícios que exigem avaliação imediata do sistema.

😁 Leia a edição da Revista O Mecânico completa

👉🏼 Acesse vídeos de procedimentos no nosso YouTube

📱Para quem vive de mecânica, siga no Insta: @revistaomecanico

Fundamental para estabilidade e dirigibilidade

De acordo com Leandro Leite, coordenador de assistência técnica da Nakata, o tubo interno atua como a estrutura principal da suspensão dianteira. Sua função é absorver as irregularidades do piso. Dessa forma, permite que o pneu permaneça em contato constante com o asfalto, fator essencial para preservar a aderência e o controle da motocicleta.

O especialista explica que qualquer alteração na integridade da peça pode comprometer diretamente a condução. Folgas, desgastes ou empenamentos interferem no movimento da suspensão e podem fazer a motocicleta perder estabilidade, principalmente durante curvas ou mudanças rápidas de direção.

Outro ponto de atenção está na resposta do guidão. Já que o tubo interno faz a ligação entre a mesa de direção e a roda dianteira, deformações no componente reduzem a precisão da direção e aumentam os riscos durante a pilotagem.

A frenagem também depende do bom estado da peça. Quando o freio dianteiro é acionado, parte da transferência de peso do veículo é absorvida pelo tubo interno, que trabalha em conjunto com as molas e o fluido hidráulico da suspensão. Se houver qualquer comprometimento nesse sistema, o desempenho do conjunto pode ser prejudicado.

Inspeção deve incluir fluido e retentores

A Nakata ressalta que o tubo interno não trabalha de forma isolada. Durante a manutenção da suspensão dianteira, também é importante verificar o estado do fluido hidráulico e dos retentores, componentes responsáveis pelo funcionamento adequado e pela vedação do sistema.

A troca periódica do óleo da suspensão contribui para manter o desempenho do conjunto, enquanto os retentores evitam vazamentos que podem comprometer tanto o amortecimento quanto a segurança da motocicleta.

Entre os sinais que indicam necessidade de inspeção estão vazamento de óleo, riscos na superfície do tubo, oxidação e empenamento. Além de reduzir a eficiência da suspensão, o vazamento representa um risco adicional: o óleo pode atingir o disco de freio, as pastilhas ou o pneu dianteiro, diminuindo significativamente a capacidade de frenagem.

Por isso, a fabricante recomenda que qualquer indício de desgaste seja avaliado por um mecânico de confiança. Caso seja constatado comprometimento da peça, a substituição do tubo interno deve ser realizada para preservar o funcionamento da suspensão e manter a segurança durante a pilotagem.

The post Tubo interno da suspensão requer atenção dos motociclistas appeared first on Revista O Mecânico.


Tubo interno da suspensão requer atenção dos motociclistas Publicado primeiro em http://omecanico.com.br/feed/

Riffel amplia portfólio com nova linha de pastilhas e patins de freio

Riffel amplia portfólio com nova linha de pastilhas e patins de freio

Componentes para motocicletas chegam ao mercado de reposição com composto orgânico, classificação FF e foco em estabilidade de frenagem

A Riffel anunciou a entrada no segmento de freios para motocicletas com o lançamento de uma nova linha de pastilhas e patins de freio destinados ao mercado de reposição. A novidade amplia o portfólio da fabricante, conhecida pelos kits de transmissão, e passa a atender um dos sistemas mais importantes para a segurança do motociclista.

Desenvolvidos para uso urbano e rodoviário, os novos componentes foram projetados para oferecer estabilidade de frenagem em diferentes condições de temperatura, além de priorizar durabilidade, conforto durante a pilotagem e facilidade de instalação. Segundo a empresa, a linha passou por testes laboratoriais e validações em campo antes de chegar ao mercado.

Engenharia aplicada para aumentar a segurança

As novas pastilhas e patins utilizam um composto orgânico formado por uma combinação de 17 componentes técnicos. De acordo com a fabricante, essa composição proporciona frenagem progressiva, redução de ruídos e menor desgaste dos demais itens do sistema, como discos e tambores de freio.

Outro destaque é o controle do coeficiente de atrito dentro da classificação FF, característica que busca manter o desempenho da frenagem tanto em baixas quanto em altas temperaturas. Esse comportamento é importante para motocicletas utilizadas em trajetos urbanos, com paradas frequentes, e também em deslocamentos rodoviários.

A linha reúne ainda características voltadas à durabilidade e ao processo de instalação. Nas pastilhas, a base em aço carbono recebe pintura eletrostática para aumentar a resistência à corrosão. Além disso, frisos e chanfros contribuem para a dissipação do calor e ajudam no controle acústico durante o funcionamento.

Já os patins de freio contam com corpo em alumínio fundido, material que favorece a dissipação térmica e reduz o peso do conjunto. Os componentes são fornecidos com molas temperadas, o que simplifica a instalação nas oficinas.

O que muda para o mercado de reposição?

Além das características técnicas, a nova linha aposta em itens voltados à padronização e rastreabilidade dos componentes. Entre os diferenciais informados pela fabricante estão alta precisão dimensional para facilitar o encaixe, fabricação seguindo padrões utilizados em linhas de montagem, produtos isentos de amianto e marcação a laser para identificação das peças.

Segundo a empresa, as embalagens individuais também foram desenvolvidas para preservar o material de atrito até o momento da instalação, reduzindo o risco de danos durante o armazenamento e transporte.

Para atender oficinas e distribuidores, a Riffel informa que disponibilizará suporte técnico, incluindo manual de instalação e uma seção de perguntas frequentes (FAQ). A cobertura da linha contempla modelos de motocicletas de alto giro no mercado brasileiro.

Com a chegada das novas pastilhas e patins de freio, a fabricante amplia sua atuação no mercado de reposição, levando a experiência adquirida em sistemas de transmissão para outro componente diretamente relacionado à segurança da motocicleta.

 

 

The post Riffel amplia portfólio com nova linha de pastilhas e patins de freio appeared first on Revista O Mecânico.


Riffel amplia portfólio com nova linha de pastilhas e patins de freio Publicado primeiro em http://omecanico.com.br/feed/