quarta-feira, 21 de outubro de 2026

Delphi lança peças de direção e suspensão para carros premium

componentes de suspensão e direção da Delphi

195 novos códigos atendem modelos da Porsche, Audi, BMW, Mercedes-Benz, Land Rover, Jaguar e Volvo; peças já estão disponíveis no mercado

A Delphi ampliou seu catálogo de peças de reposição no Brasil com o lançamento de 195 novos códigos de componentes de direção e suspensão voltados a veículos premium. A novidade contempla modelos de marcas como Porsche, Audi, BMW, Mercedes-Benz, Land Rover, Jaguar e Volvo, e os produtos já estão disponíveis por meio de distribuidores autorizados. A expansão atende a diferentes necessidades de manutenção dos veículos, incluindo componentes que sofrem desgaste ao longo do uso.

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Novos códigos atendem diferentes sistemas de direção e suspensão

O lançamento reúne braços de controle, bieletas, braços de suspensão, buchas, pivôs e barras de direção. Entre as aplicações citadas pela empresa estão Porsche Cayenne e Macan, Audi Q5 e Q7, BMW Série 1 e Série 3, Mercedes-Benz Classe C e Classe E. Além disso, atendem também Land Rover Discovery e Range Rover Sport, Jaguar XF e Volvo S60, entre outros modelos.

A ampliação do catálogo acompanha a demanda por peças de reposição para uma frota diversificada, que inclui veículos de diferentes marcas, gerações e faixas de idade. Segundo levantamento do Sindipeças, o Brasil encerrou 2025 com cerca de 46,1 milhões de automóveis e comerciais leves em circulação. Desse total, 39,5 milhões eram automóveis, com idade média de 11 anos e cinco meses.

De acordo com David Angelo, gerente de marketing para aftermarket da PHINIA América do Sul, a ampliação busca aumentar a cobertura da marca no mercado brasileiro e faz parte da estratégia de diversificação do portfólio da Delphi na região.

Componentes passam por testes de resistência e durabilidade

Além da ampliação das aplicações, a Delphi destaca a experiência da marca no desenvolvimento de componentes com especificações de equipamento original (OEM). Segundo a empresa, os produtos de direção e suspensão passam por processos de validação voltados à avaliação de resistência, durabilidade e desempenho em diferentes condições de operação.

Entre os procedimentos informados estão testes em temperaturas de -40°C a 60°C, exposição à névoa salina por até 720 horas para verificar a resistência à corrosão e ensaios de durabilidade mecânica que chegam a 250 mil ciclos em três eixos. Por fim, a fabricante também informa que os itens são desenvolvidos e produzidos em países como Inglaterra, Polônia e Turquia.

 

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Enfrentar alagamentos pode trazer danos silenciosos aos carros

carros parados em avenida durante temporal

Água pode comprometer o óleo do motor, contaminar fluidos e provocar falhas mecânicas que só aparecem depois

Enfrentar uma rua alagada pode trazer consequências para o veículo que vão além de problemas elétricos. Mesmo quando o motor continua funcionando após a travessia, a entrada de água pode comprometer a lubrificação, afetar a injeção eletrônica e provocar danos internos que nem sempre são percebidos imediatamente.

Segundo Arley Silva, gerente de engenharia e sucesso do cliente da Promax Bardahl, a contaminação de diferentes sistemas pode evoluir de forma silenciosa. Por isso, a avaliação mecânica após um alagamento é importante para identificar possíveis falhas antes que elas provoquem prejuízos maiores.

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Água no óleo pode comprometer a lubrificação do motor

Um dos principais riscos está no sistema de lubrificação. Quando a água entra no motor e se mistura ao óleo, mesmo em pequenas quantidades, pode comprometer o filme lubrificante que por reduz o atrito entre as peças metálicas. Com a perda dessa proteção, aumenta-se o risco de desgaste prematuro dos componentes internos. Em situações mais graves, o problema pode evoluir para o travamento do motor.

Além disso, a entrada de água na câmara de combustão pode provocar o calço hidráulico. Como o líquido não é compressível como a mistura de ar e combustível, sua presença dentro do cilindro causa danos severos durante o funcionamento do motor. Entre as consequências estão o empenamento de bielas e a quebra de componentes internos. Ou seja, a ausência de falhas aparentes logo após a travessia não garante que o conjunto mecânico esteja preservado.

Inclusive, os sistemas de admissão de ar e a injeção eletrônica também merecem atenção. Caso a água seja aspirada pelo motor, sensores e atuadores podem apresentar falhas, prejudicando o funcionamento e o desempenho do veículo.

Melhor ter cuidado

Os efeitos de um alagamento não se restringem ao motor. Dependendo da altura atingida pela água, o câmbio e os rolamentos também podem ser afetados, principalmente quando há contaminação dos fluidos utilizados nesses sistemas.

Nessas condições, os lubrificantes perdem eficiência, reduzindo a proteção das engrenagens e de outros componentes internos. Ao mesmo tempo, a presença de água favorece processos de corrosão e isso resulta em ruídos e falhas mecânicas ao longo do tempo.

Diante desses riscos, a recomendação é procurar uma oficina de confiança após enfrentar uma área inundada. A avaliação deve incluir a possível contaminação do óleo do motor, as condições dos fluidos da transmissão e do sistema de freios, a integridade da admissão de ar e o funcionamento de sensores e módulos eletrônicos.

A orientação também vale quando o veículo aparentemente não apresenta alterações. Afinal, alguns danos podem se manifestar somente dias ou semanas depois da exposição à água. Em períodos de chuvas intensas, a medida mais segura é evitar vias alagadas sempre que possível. Por fim, caso o carro já tenha enfrentado uma área inundada, uma inspeção preventiva ajuda a identificar problemas e a reduzir o risco de danos progressivos.

 

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terça-feira, 20 de outubro de 2026

Abílio Responde: Motor novo consumindo óleo

Motor novo consumindo óleo

Por que esse motor Fiat 1.3 GSE turbo da Toro (T270) consome óleo demais??

CARLOS ALBERTO FANINI
Via YouTube

 

Excesso é relativo … O consumo está acima do previsto no manual do proprietário? Se não estiver, é característica do projeto do motor. A Fiat determina que este motor 1.3 Turbo pode consumir até 400 gramas (379 ml) de óleo a cada 1.000 km. Isso é considerado normal, e esse consumo existe e está previsto no projeto de qualquer motor moderno. Especificamente na Toro, a Fiat também comenta em manual que o consumo de óleo do motor só pode se considerar estabilizado depois dos 5 mil km. Ou seja, pode haver um consumo até maior no período de amaciamento do motor. Também no manual está a recomendação para a cada 3 mil km verificar e, se necessário, restabelecer o nível de óleo do motor

 


A cada edição da Revista O Mecânico, respondemos dúvidas dos leitores sobre manutenção automotiva e cuidados com o veículo na seção Abílio Responde. Mande sua mensagem para: redacao@omecanico.com.br

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Jurid revela E-book que capacita mecânicos sobre o mercado

E-book da Jurid sobre soluções inteligentes para o setor

Material gratuito reúne orientações comerciais e informações técnicas sobre mercado de reposição e novas tecnologias do setor

De olho na transformação do mercado automotivo, a Jurid passou a disponibilizar gratuitamente o E-book “Soluções Inteligentes”. O projeto reúne informações técnicas e comerciais voltadas à capacitação de profissionais de vendas e mecânicos. Inclusive, o conteúdo aborda as novas demandas dos consumidores e oficinas.

Outros tópicos levantados são práticas para melhorar a gestão de estoques, qualificar o atendimento aos mecânicos e aprimoramento das estratégias comerciais. O conteúdo também considera o avanço da eletromobilidade, da digitalização e do comércio eletrônico, fatores que influenciam a maneira como as empresas do setor se relacionam com clientes e parceiros.

Segundo Ana Paola Sartori, gerente de operações da Jurid, a qualidade dos produtos e a variedade de itens continuam sendo importantes para as vendas, mas outros aspectos também interferem na decisão de compra.

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E-book aborda novas demandas do mercado de reposição

O guia apresenta mudanças no comportamento do consumidor e novas exigências ambientais, além de discutir como os profissionais podem se preparar para as transformações do setor automotivo.

Entre os temas abordados estão a gestão inteligente de estoques, as técnicas de vendas, o marketing técnico, a atualização tecnológica e as ações de pós-venda. A proposta é oferecer ferramentas para que distribuidores e profissionais comerciais aprimorem o relacionamento com as oficinas e encontrem maneiras de agregar valor ao atendimento.

De acordo com Ana Paola Sartori, vender vai além da diversificação de itens e da qualidade dos produtos. O e-book apresenta um panorama dos fatores que influenciam as vendas e ajuda os profissionais a compreender as mudanças que afetam o mercado. Nesse contexto, o conhecimento técnico ganha importância para esclarecer dúvidas, orientar a escolha de componentes e fortalecer a relação entre distribuidores, vendedores e mecânicos.

Conteúdo inclui tecnologias de frenagem e eletromobilidade

Além das orientações comerciais, o e-book reúne informações sobre inovações nos sistemas de freio relacionadas aos produtos da Jurid. O conteúdo considera tecnologias aplicadas a veículos elétricos e híbridos, incluindo os sistemas de frenagem regenerativa.

O material também aborda materiais de alta performance, como carbono e cerâmica, sensores inteligentes e a integração dos freios aos sistemas avançados de assistência ao condutor, os itens ADAS. Entre os exemplos apresentados estão a frenagem automática e o piloto automático adaptativo. Essas tecnologias ampliam a complexidade dos sistemas automotivos e reforçam a importância da atualização técnica dos profissionais que atuam na cadeia de reposição. Por fim, o e-book pode ser baixado mediante o preenchimento de um formulário.

 

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segunda-feira, 19 de outubro de 2026

Grupo NTN revela projeto de expansão para o Brasil

Representantes do Grupo NTN durante a Automechanika 2026

Marca lançará novos produtos em breve, ampliando cobertura da frota nacional. Empresa revela investimento em treinamento e suporte técnico

O Grupo NTN anunciou uma estratégia de expansão para o mercado brasileiro de manutenção automotiva, com foco na ampliação do portfólio de produtos, no suporte técnico e na proximidade com distribuidores e oficinas. Entre as principais iniciativas está o lançamento de 27 novas referências de rolamentos de roda em outubro de 2026, com aplicações para veículos de diferentes segmentos da frota nacional.

A novidade faz parte do plano da NTN Rolamentos do Brasil para aumentar a cobertura de modelos atendidos no aftermarket. A gama inclui veículos como Toyota Corolla, Corolla Cross e Hilux; Volkswagen Gol e Polo; Fiat Argo, Cronos, Palio e Uno; Ford Ka e Ranger; além do Hyundai Creta. Também estão previstas aplicações para utilitários leves, como Fiat Ducato, Peugeot Boxer, Citroën Jumper e Renault Master.

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Novas aplicações e padrões de qualidade OE

Segundo a empresa, os novos rolamentos seguem padrões de qualidade de equipamento original (OE) e utilizam a experiência de engenharia do grupo japonês. O portfólio contempla componentes de primeira, segunda e terceira geração, categorias que correspondem a diferentes configurações construtivas e níveis de integração dos conjuntos de rolamentos.

Essa ampliação busca atender às necessidades de distribuidores, revendedores e mecânicos. Além disso, a NTN planeja introduzir outras linhas de produtos no Brasil nos próximos anos, aproveitando a experiência da divisão Automotive Aftermarket na Europa.

Representantes do Grupo NTN durante a Automechanika 2026

A estratégia global também envolve as marcas NTN, SNR e BOWER, que atendem a diferentes demandas do mercado de reposição. Entre as áreas de interesse do grupo estão os rolamentos de roda, componentes de suspensão e desenvolvimento de novas categorias, como amortecedores. Dessa forma, a empresa pretende ampliar sua atuação na América do Sul.

Treinamento técnico e suporte às oficinas

Além dos lançamentos, a NTN destaca o investimento na capacitação dos profissionais da manutenção veicular. Em 2025, a empresa treinou mais de 3 mil profissionais no Brasil, com o apoio da van Bebbox e da participação em eventos do setor.

A iniciativa visa aproximar a fabricante dos mecânicos e contribuir para a atualização técnica das oficinas. O grupo pretende fortalecer programas de formação e serviços de suporte, mantendo os distribuidores como parte importante da cadeia de atendimento ao mercado. De acordo com Leonardo Araujo, presidente da NTN Rolamentos do Brasil, a preferência pela marca está relacionada tanto à qualidade dos produtos quanto ao acompanhamento técnico oferecido aos clientes.

Por fim, o plano brasileiro acompanha a expansão global da divisão Automotive Aftermarket, visa adaptar seu portfólio às características de cada região e ampliar o relacionamento com os profissionais da área.

 

 

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sexta-feira, 16 de outubro de 2026

Loja do Mecânico amplia entrega de máquinas em até 24 horas

Fachada de uma das Loja do Mecânico

Serviço passa a incluir equipamentos de médio e grande porte, como compressores, elevadores e betoneiras, conforme o estoque e a região

A Loja do Mecânico ampliou a modalidade de entrega no dia seguinte para incluir produtos de médio e grande porte. Com a mudança, equipamentos como compressores, elevadores, geradores e betoneiras passam a fazer parte do serviço, que antes atendia itens leves. A disponibilidade depende do estoque e da cobertura do endereço informado pelo cliente.

A novidade pode beneficiar mecânicos, empresas e consumidores que precisam de máquinas e ferramentas com rapidez. Além de facilitar o acesso aos equipamentos, a modalidade permite receber produtos volumosos sem precisar organizar o transporte por conta própria, desde que as condições de atendimento sejam cumpridas.

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Entrega expressa depende do estoque e da região

Na capital paulista e na Grande São Paulo, a entrega no dia seguinte contempla os produtos disponíveis no estoque do centro de distribuição (CD), nas áreas atendidas pela operação. Nesse caso, há cobrança de uma taxa de urgência para os pedidos enviados pelo CD.

Além disso, a Loja do Mecânico passou a realizar entregas a partir das unidades de Barueri, Guarulhos e Campinas. Nesse modelo, podem ser enviados todos os produtos disponíveis no estoque da loja responsável pelo atendimento, desde que o endereço de destino esteja localizado em um raio de até 30 quilômetros da unidade.

caminhão de entregas da Loja do Mecânico

Uma diferença importante está no custo do serviço. Enquanto os pedidos enviados pelo centro de distribuição estão sujeitos à taxa de urgência, as entregas realizadas a partir das lojas participantes não têm custo adicional. Dessa forma, a origem do pedido influencia tanto as condições de cobrança quanto a disponibilidade dos produtos.

Compra pode ser feita na loja física ou pela internet

Inclusive, a modalidade também está disponível para compras realizadas diretamente nas unidades participantes. Nesse caso, o cliente pode adquirir o equipamento e receber o produto em até 24 horas, desde que haja disponibilidade no estoque e o endereço esteja dentro do limite de atendimento.

Já nas compras feitas pelo site, a elegibilidade para a entrega no dia seguinte depende do CEP informado e do estoque responsável pelo envio. Portanto, o prazo não se aplica automaticamente a todos os produtos ou endereços.

A ampliação integra a estratégia da Loja do Mecânico de utilizar sua rede de lojas como parte da estrutura logística, conectando os canais físicos e digitais. Com isso, a empresa amplia as opções de entrega para diferentes categorias de produtos, incluindo equipamentos que exigem maior atenção ao transporte.

 

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quinta-feira, 15 de outubro de 2026

Nakata revela cuidados com o amortecedor de cabine

amortecedor de cabine da Nakata

Item reduz as vibrações transmitidas à cabine, contribui para o conforto do motorista e ajuda a preservar peças estruturais e eletrônicas 

Além de auxiliar no conforto em caminhões e ônibus, o amortecedor de cabine controla as oscilações da estrutura durante o deslocamento e ajuda a reduzir a transmissão de vibrações ao motorista. Quando apresenta desgaste, pode comprometer a estabilidade da cabine e acelerar a deterioração de outros componentes do veículo.

De acordo com Eduardo Guimarães, consultor de assistência técnica da Nakata, o amortecedor dissipa a energia cinética gerada pelos movimentos do veículo e é instalado entre o chassi e a cabine. Dessa forma, contribui para a segurança operacional, a saúde ocupacional do motorista e a proteção de itens estruturais e eletrônicos.

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Quais são os sinais de desgaste do amortecedor de cabine?

O desgaste do componente ocorre de maneira gradual. Por isso, mudanças no comportamento do caminhão ou do ônibus podem passar despercebidas, principalmente quando o motorista se acostuma com as alterações ao longo do tempo. Entre os principais sinais que indicam a necessidade de avaliação estão:

  • Balanço excessivo da cabine: oscilações acentuadas durante frenagens, acelerações ou curvas indicam perda de eficiência do amortecedor.
  • Impactos secos e ruídos: barulhos na região de fixação ao passar por buracos e lombadas merecem atenção.
  • Vazamento de fluido: a presença de líquido no corpo do amortecedor indica comprometimento da vedação.
  • Desgaste irregular dos coxins: alterações nas peças de borracha que conectam o componente à cabine devem ser verificadas.

Além disso, o funcionamento inadequado aumenta a exposição do motorista às vibrações. A longo prazo, esse quadro contribui para a fadiga e pode favorecer dores lombares e estresse físico, especialmente em atividades que envolvem longos períodos ao volante. A estabilidade da cabine também influencia a posição de condução e o controle do veículo, fatores importantes para a precisão das manobras.

Como fazer a inspeção e evitar danos a outros componentes?

Para identificar problemas antes que se agravem, a recomendação é realizar inspeções periódicas conforme as especificações do fabricante do veículo. Durante a avaliação, é necessário verificar a vedação do amortecedor, vazamentos, a fixação dos parafusos e as condições dos coxins de borracha.

Além de controlar as oscilações, o amortecedor ajuda a limitar os impactos transmitidos à cabine. Com isso, contribui para reduzir o desgaste prematuro de componentes como painel, conectores elétricos, travas da cabine e suportes estruturais. O componente pode trabalhar em conjunto com molas helicoidais ou bolsas de ar, dependendo da configuração do sistema de suspensão utilizado no automóvel.

Por fim, quando a substituição for necessária, a orientação da Nakata é trocar os amortecedores aos pares. O procedimento ajuda a preservar o equilíbrio dinâmico e o desempenho adequado do sistema, evitando diferenças de funcionamento entre os lados.

 

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