quarta-feira, 1 de abril de 2026

Automechanika Buenos Aires 2026 terá 40 atividades

A Automechanika Buenos Aires 2026 será realizada de 8 a 11 de abril, no La Rural, em Buenos Aires. O evento reúne fabricantes, distribuidores, oficinas e profissionais do setor automotivo e de autopeças, com mais de 700 marcas confirmadas.

A feira terá mais de 33 mil m² de área expositiva, distribuídos em quatro pavilhões, e a expectativa é receber cerca de 27 mil visitantes. A programação inclui mais de 40 atividades paralelas, entre conferências, rodadas de negócios e apresentações técnicas.

Um dos destaques é o Encontro da Indústria Automotiva, organizado pela AFAC, que vai discutir temas como transformação tecnológica e cenário de mercado. Entidades como CCRA, FAATRA e Grupo PROA também promovem palestras e debates voltados ao aftermarket.

As Conferências dos Expositores trarão lançamentos de produtos e demonstrações ao vivo. A programação completa está disponível no site do evento.

Na área de negócios, haverá a Rodada Internacional organizada pela PromArgentina e Messe Frankfurt Argentina, além das rodadas entre montadoras e fornecedores, conduzidas por AFAC e ADEFA.

O Projeto EQ realiza, durante o evento, a montagem ao vivo de um Ford Mustang Hardtop V8 1968, com foco em processos de restauração. Também estará em exposição o Hot Rod Ford 1929 V8 350, montado na edição de 2024.

A feira também recebe o Congresso Latam One to One do Groupauto, que reúne distribuidores, fornecedores e oficinas da América Latina para discutir temas como digitalização, acesso à informação e redes de oficinas.

A Automechanika Buenos Aires integra a rede internacional de feiras B2B do setor automotivo.

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BYD Dolphin Mini vs Renault Kwid E-Tech: comparativo técnico mostra diferenças em plataforma, bateria e manutenção

Vídeo da Revista O Mecânico analisa autonomia, arquitetura elétrica, sistemas de freio e pontos de atenção dos dois elétricos mais acessíveis do mercado

A Revista O Mecânico publicou no YouTube um Raio X comparativo técnico entre o BYD Dolphin Mini e o Renault Kwid E-Tech, destacando diferenças de plataforma, bateria, autonomia e sistemas mecânicos. No vídeo, Mauricio Marcelino, consultor técnico da Revista O Mecânico, detalha os principais pontos que impactam o dia a dia na oficina e orienta sobre cuidados em veículos eletrificados.

O Kwid E-Tech utiliza a plataforma CMF-A, derivada do modelo a combustão, e conta com bateria de 26,8 kWh, 65 cv e 11,5 kgfm de torque, além de autonomia declarada de 180 km pelo Inmetro. Já o Dolphin Mini adota arquitetura dedicada 100% elétrica, bateria Blade de 38 kWh, 75 cv e 13,7 kgfm de torque, com autonomia de 280 km. “Um veículo desenvolvido desde o início como elétrico já nasce estruturado para isso, com foco em peso, eficiência e autonomia”, explica Mauricio Marcelino.

No comparativo, Marcelino também destaca diferenças nos sistemas de freio e na bateria auxiliar. O Kwid E-Tech mantém servo-freio com bomba de vácuo e bateria 12V de chumbo-ácido. O Dolphin Mini adota sistema eletro-hidráulico de freio e bateria 12V de lítio. “Quando eu tenho um sistema eletro-hidráulico, a manutenção tende a ser mais cara do que no servo-freio convencional”, afirma o consultor.

Outro ponto abordado é a manutenção do motor elétrico. Segundo Marcelino, apesar da percepção de que motores elétricos não apresentam desgaste, há componentes que exigem atenção. “O que mais sofre no motor elétrico é o rolamento. Se houver ruído e não for feita a intervenção, pode haver contato entre rotor e estator, elevando o custo do serviço”, alerta. Para conferir a análise completa no elevador e os detalhes técnicos de cada modelo, os mecânicos podem assistir ao vídeo no canal da Revista O Mecânico no YouTube.

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Manutenção preventiva: como atuar na oficina para reduzir consumo e evitar falhas

Com o aumento do custo dos combustíveis, a oficina tem papel estratégico na orientação do cliente e na execução da manutenção preventiva. Mais do que corrigir falhas, o mecânico deve atuar de forma proativa para otimizar o consumo, preservar componentes e garantir segurança.

1. Adote uma inspeção técnica padronizada

Implemente um checklist completo em todas as entradas na oficina, mesmo em serviços simples. Avalie:

  • Suspensão e direção
  • Sistema de freios
  • Pneus e geometria
  • Motor e ignição
  • Filtros e lubrificação
  • Sistema de arrefecimento
  • Parte elétrica e iluminação

Registrar o estado dos componentes facilita a recomendação técnica e aumenta a confiança do cliente.

2. Priorize itens que impactam o consumo

Oriente e atue diretamente nos principais pontos que elevam o gasto de combustível:

Calibragem e desgaste dos pneus: ajuste conforme especificação e verifique irregularidades
Alinhamento e balanceamento: corrija sempre que houver sinais de desalinhamento
Filtro de ar: substitua se houver saturação
Velas de ignição: verifique folga, desgaste e eficiência da centelha
Suspensão: avalie amortecedores, buchas e pivôs que afetam o contato com o solo

3. Identifique sinais precoces de falha

Durante a inspeção, fique atento a:

  • Ruídos e folgas na suspensão
  • Vazamentos em amortecedores
  • Desgaste irregular dos pneus
  • Vibrações ou puxadas na direção

Antecipar o problema reduz custos e evita retrabalho.

4. Oriente o cliente com clareza técnica

Explique de forma objetiva:

  • O impacto da falha no consumo e na segurança
  • O risco de não realizar o reparo
  • A diferença entre manutenção preventiva e corretiva

Sempre que possível, mostre fisicamente o desgaste da peça. Isso aumenta a taxa de aprovação do serviço.

5. Trabalhe com substituição preventiva, não apenas corretiva

Evite esperar a falha completa. Componentes com desgaste avançado devem ser substituídos antes de comprometer outros sistemas, reduzindo o custo total para o cliente.

6. Estruture um plano de manutenção

Sugira um cronograma baseado em uso e quilometragem, incluindo:

  • Revisões periódicas
  • Troca de filtros e óleo
  • Verificação de freios e suspensão
  • Checagem de pneus e alinhamento

Isso gera recorrência para a oficina e fideliza o cliente.

7. Considere condições de uso severo

Veículos que rodam em vias esburacadas ou uso intenso exigem inspeções mais frequentes. Redobre a atenção em:

  • Amortecedores e buchas
  • Componentes de direção
  • Estrutura da suspensão

8. Documente e agregue valor ao serviço

Registre diagnósticos, serviços realizados e recomendações futuras. Isso profissionaliza o atendimento e fortalece a relação com o cliente.

Na prática, o mecânico que atua de forma preventiva reduz falhas, melhora o desempenho do veículo e ajuda o cliente a economizar combustível. Além de aumentar a credibilidade e a rentabilidade da oficina.

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SEG Automotive lança motor de partida para Honda Fit; veja código

Com 12V e 0,7 kW de potência, componente amplia portfólio da marca no segmento de reposição para linha leve

A SEG Automotive anunciou o lançamento do motor de partida T001.003.054, aplicado ao Honda Fit 1.4 ano 2008. O novo item passa a integrar o catálogo da empresa voltado ao mercado de reposição automotiva.
O motor de partida T001.003.054 é destinado ao modelo Honda Fit 1.4 2008 e possui especificações compatíveis com o sistema original do veículo. O componente opera com tensão de 12V e potência de 0,7 kW.

Entre as características técnicas estão rotação no sentido horário (CW) e pinhão com 9 dentes (9D), configuração que atende ao padrão de aplicação do modelo. Segundo a fabricante, o produto foi desenvolvido para garantir acionamento adequado do motor, com instalação compatível com o conjunto original.

Lembrando, os motores de partida são responsáveis por converter energia elétrica da bateria em energia mecânica para dar início ao funcionamento do motor a combustão. A escolha do código correto e a verificação das especificações técnicas são etapas fundamentais para evitar falhas no acionamento e retrabalhos na oficina.

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terça-feira, 31 de março de 2026

Fremax completa 40 anos

A Fremax completa 40 anos com foco em expansão global, tecnologia e sustentabilidade. Marca da Frasle Mobility, a empresa atua em mais de 65 países e cobre 99% da frota circulante no Brasil, reforçando seu posicionamento premium no mercado de reposição.

Com sede em Joinville, a Fremax acelerou o crescimento após integrar a Frasle Mobility: ampliou o quadro de colaboradores de 400 para 830 pessoas e triplicou o faturamento. A estrutura industrial de 30 mil m² e a tecnologia própria no desenvolvimento de ferramentais garantem agilidade na expansão do portfólio e cobertura de frota nos mercados atendidos.

A marca mantém uma forte vocação exportadora desde o início e já produziu cerca de 100 milhões de discos de freio ao longo de sua trajetória, consolidando escala e confiabilidade. Um dos destaques recentes é a linha Maxcoating, com mais de 1.000 horas de proteção anticorrosiva em testes de salt spray e processo produtivo com menor impacto ambiental.

De olho nas transformações do setor, a Fremax investe em inovação, engenharia e melhoria contínua, acompanhando tendências como eletrificação, digitalização e aumento das exigências ambientais. A estratégia está alinhada à visão da Frasle Mobility de desenvolver soluções de alto valor agregado com foco no futuro da mobilidade.

A agenda ESG também ganha protagonismo. Programas como o RECYCLE MAX, de logística reversa, já representam 14% da matéria-prima utilizada, reforçando o compromisso com redução de impactos ambientais.

Fundada em 1986 como Jofund, a empresa lançou a marca Fremax em 1990 e iniciou a expansão internacional nos anos seguintes, com presença na Argentina, Europa e Estados Unidos. Desde então, construiu uma trajetória baseada em crescimento consistente, inovação e fortalecimento global.

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Nível de óleo subindo em motores diesel: regeneração do DPF pode ser a causa

Processo de regeneração do filtro de partículas pode contaminar o óleo com diesel e comprometer a lubrificação

Proprietários de veículos diesel modernos podem notar o aumento do nível de óleo na vareta, situação que pode estar diretamente ligada ao funcionamento do sistema de emissões. Em motores diesel equipados com filtro de partículas (DPF), o aumento do nível de óleo pode ser consequência direta do processo de regeneração do sistema.

Segundo Cleyton André, consultor técnico da Revista O Mecânico, durante essa fase, a central eletrônica altera a estratégia de injeção. “Durante o processo de regeneração do filtro, a central injeta combustível extra para elevar a temperatura dos gases de escape e queimar a fuligem acumulada”, explica.

O problema ocorre quando parte desse combustível não é completamente queimada. “Em algumas situações, parte desse combustível pode escorrer pelas paredes do cilindro e contaminar o óleo do motor, fazendo o nível subir na vareta”, afirma. A longo prazo, essa condição pode comprometer o funcionamento do motor. “O diesel misturado ao óleo reduz a capacidade de lubrificação”, alerta o especialista, indicando risco de desgaste prematuro dos componentes internos.

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Mistura pobre em motores turbo: diagnóstico exige atenção além dos sensores; Mecânico Responde

Falha comum pode ter múltiplas causas, desde entrada de ar falso até problemas no sistema de combustível

A presença de mistura pobre em motores turbo, como no Chevrolet Tracker, pode gerar diagnósticos equivocados quando baseada apenas em códigos de falha. O problema exige análise completa do sistema. Além disso, a mistura pobre ocorre quando há excesso de ar em relação ao combustível na combustão, condição que pode ser causada por diferentes fatores e exige atenção no diagnóstico.

De acordo com Cleyton André, consultor técnico da Revista O Mecânico, o problema pode ter origem tanto na admissão quanto na alimentação. “Ela pode ser causada por uma entrada falsa de ar ou por uma quantidade menor de combustível sendo dosada na câmara de combustão”, explica.

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Entre as possíveis causas estão falhas na bomba de combustível, com vazão insuficiente, ou entradas de ar indevidas após o sistema de admissão, especialmente em motores sobrealimentados. Um ponto crítico destacado pelo especialista é o erro comum de substituir componentes sem diagnóstico aprofundado. “Nem sempre quando o scanner gera um código relacionado a sensores, ele é o causador daquela falha”, afirma.
Por isso, a recomendação é clara: evitar a chamada “troca de peças por tentativa”. “É importante procurar uma oficina de confiança que faça um diagnóstico preciso, sem trocação de peça à toa”, orienta.

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