sexta-feira, 7 de agosto de 2026

Olimpic celebra 70 anos de atuação no mercado

Clientes da Olimpic celebrando os 70 anos da marca

Fabricante inicia nova fase com renovação da marca, atualização das embalagens e outros destaques para seguir em alta no mercado

A Olimpic celebra 70 anos de atuação no mercado em 2026. Já que se trata de uma data bem especial, a fabricante anunciou uma atualização da identidade visual e das embalagens de seus produtos. Segundo a empresa, essas alterações acompanham a estratégia de evolução da marca e reforça seu posicionamento no mercado.

Mais do que celebrar a data, a empresa aproveita o marco histórico para destacar os investimentos realizados ao longo de sua trajetória e os planos para continuar acompanhando as transformações da frota brasileira e das oficinas. Aliás, a iniciativa também busca facilitar a identificação dos produtos no ponto de venda e fortalecer o reconhecimento da marca entre mecânicos e distribuidores.

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Marca aposta em modernização sem perder a identidade

Como parte das comemorações, a Olimpic apresenta uma nova identidade visual. A novidade foi desenvolvida a fim de transmitir uma imagem mais contemporânea, preservando os elementos que fazem parte da história da empresa.

Outra novidade é a renovação das embalagens da linha de produtos. Segundo a fabricante, o objetivo é proporcionar melhor organização, identificação e valorização dos itens nos pontos de venda, facilitando tanto o trabalho dos distribuidores quanto a escolha por parte dos profissionais da reparação automotiva.

Clientes da Olimpic celebrando os 70 anos da marca

As mudanças acompanham um processo de modernização da empresa, que afirma ter ampliado seu portfólio ao longo dos anos e investido continuamente em tecnologia para atender às novas exigências do setor automotivo.

Empresa projeta novos investimentos para acompanhar a frota

Além das novidades apresentadas durante as comemorações dos 70 anos, a fabricante informa que pretende manter o ritmo de investimentos em tecnologia, inovação e desenvolvimento de produtos.

A estratégia é ampliar ainda mais o portfólio para acompanhar a evolução da frota circulante brasileira, que passa por constantes transformações em função da chegada de novas tecnologias e diferentes configurações mecânicas.

Clientes da Olimpic celebrando os 70 anos da marca

Para o mercado de reposição, esse movimento representa a necessidade de atualização permanente dos fabricantes, que precisam oferecer componentes compatíveis com veículos cada vez mais modernos e atender às demandas das oficinas independentes.

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quinta-feira, 6 de agosto de 2026

Loja do Mecânico leva experiência de oficina a Interlagos

Estande da Loja do Mecânico e do Mercado Livre durante o Suhai Auto Festival Interlagos 2026

Parceria com o Mercado Livre no Suhai Festival Interlagos 2026 terá desafios práticos e simuladores voltados ao público 

A Loja do Mecânico marcará presença na edição Auto do Suhai Festival Interlagos 2026 em uma ação realizada em parceria com o Mercado Livre. As empresas vão apostar em um espaço interativo para aproximar o público da rotina da oficina, levando atividades que simulam situações do dia a dia de quem vive o universo da manutenção automotiva.

A iniciativa acontece entre os dias 27 e 30 de agosto, no Autódromo José Carlos Pace, em São Paulo. O intuito é reforçar uma tendência cada vez mais presente em grandes eventos do setor: transformar a visita aos estandes em uma experiência prática. Para mecânicos, estudantes e entusiastas, a proposta é oferecer um contato mais próximo com ferramentas, equipamentos e desafios inspirados no ambiente profissional.

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Experiência aproxima visitantes da rotina da oficina

No espaço compartilhado entre Loja do Mecânico e Mercado Livre, os visitantes poderão participar de desafios de pit stop, testar simuladores de cockpit e concorrer a brindes e prêmios oferecidos por fabricantes reconhecidos no mercado de ferramentas e equipamentos, como DeWalt, Sigma Tools e Schulz.

Segundo a empresa, o objetivo é criar uma experiência que supere a demonstração de produtos, incentivando a participação do público e destacando a importância da oficina dentro da cultura automotiva.

Para a diretora de marketing da Loja do Mecânico, Lívia Fukuda, a participação no festival representa um momento importante para fortalecer a identidade da empresa junto aos consumidores. A executiva comentou que a participação no evento representa um marco estratégico para a empresa. Lívia falou também que essa paixão pelas pistas está diretamente conectada com a essência da oficina e que a Loja do Mecânico é o ‘lugar de quem faz’.

A iniciativa também reforça a aproximação entre o ambiente das competições e o cotidiano da reparação automotiva, mostrando que conhecimento técnico, precisão e agilidade são características presentes nas pistas e nas oficinas.

Festival reúne atrações automotivas e programação musical

Reconhecido como um dos maiores eventos dedicados ao universo motor no Brasil, o Suhai Festival Interlagos reúne fabricantes, empresas do setor, experiências na pista e atrações voltadas aos fãs de carros e motocicletas.

Além das ativações nos estandes, a programação inclui test drives, apresentações de drift e outras experiências automotivas realizadas no circuito de Interlagos.

A edição Auto de 2026 também contará com shows na Live Arena. Na sexta-feira, o público poderá assistir às apresentações de Matuê, Dennis e Dubdogz. No sábado, sobem ao palco Hungria, L7nnon e o rapper norte-americano Ja Rule. Já o encerramento, no domingo, terá Felth, Péricles e Belo.

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Excesso de confiança nos recursos de segurança pode aumentar acidentes

Protótipo do VW Nivus passando por teste de segurança

Coluna Fernando Calmon nº 1.412: Excesso de confiança nos recursos de segurança pode aumentar acidentes 

Estudo global da Economist Enterprise, que faz parte da prestigiada revista e site ingleses The Economist, expõe um descompasso preocupante entre a percepção do motorista em relação a acidentes e a avaliação técnica de especialistas em segurança viária. Enquanto 90% dos motoristas em 10 dos principais mercados automobilísticos declaram sentir-se seguros, apenas 45% dos profissionais do setor compartilham desse otimismo. A discrepância ameaça desacelerar ao estimado a 1,2 milhão de mortes em acidentes a cada ano, no mundo.

O assunto foi destaque em publicação recente do site Automotive News Europe, em artigo do jornalista italiano Luca Ciferri. O alerta partiu do francês Jean Todt, que já comandou equipes Ferrari, de F-1 e Peugeot, no Mundial de Resistência, presidiu a FIA (Federação Internacional do Automóvel e inclui Automobilismo) e hoje é enviado especial do secretário-geral das Nações Unidas para segurança viária.

Mais de 6.100 pessoas na Alemanha, Brasil, China, Coreia do Sul, EUA, França, Índia, Itália, Japão e Reino Unido foram entrevistadas. A lacuna de confiança atinge o ápice no Brasil, China e Índia. Nestes países, 94% dos usuários afirmam sentir-se seguros, embora a taxa média de mortalidade viária alcance 16,2 óbitos por 100 mil habitantes (o dobro da média mundial, de 8,1 óbitos por 100.000).

Defeitos mecânicos perderam relevância no mapa de acidentes. Apenas 3% dos especialistas os apontam como causa principal. Foco deslocou-se para a eletrônica de bordo. Para 30% dos profissionais, o risco crítico reside no uso incorreto ou desconhecimento acerca dos sistemas avançados de assistência ao motorista (Adas). Outros 24% dos especialistas citam distração por recursos de infotenimento: GPS, áudio com qualidade cada vez maior e conexão com o celular ao responder ou fazer chamadas. Representam grande potencial de acidentes por excesso de confiança e desatenção.

Consultor prevê mais crescimento de chineses no mercado

Murilo Briganti, (Executivo-Chefe de Operações) da Bright Consult, publicou artigo em que afirmava: “E se eu dissesse que, até 2030, o mercado automotivo brasileiro deve crescer cerca de 500 mil veículos, enquanto as marcas chinesas podem adicionar mais de 700 mil unidades no mesmo período? À primeira vista, a conta parece não fechar. Mas ela revela justamente uma das principais transformações em curso no setor: o crescimento do mercado já não será suficiente para acomodar todos os competidores.”

Ele escreveu hipoteticamente, mas há potencial de realmente acontecer. Marcas chinesas podem decidir construir unidades produtivas a partir do zero (comprar terrenos, erguer fábricas, contratar equipamentos para as linhas de montagem e desenvolver fornecedores locais) ou acertar com fabricantes aqui instalados e assim preencher capacidade ociosa destes. Além disso, ainda há duas fábricas fechadas: uma agora em julho, da Toyota, em Indaiatuba (SP) e outra da Caoa Chery, em Jacareí (SP), paralisada desde 2022. Esta segunda sujeita a desapropriação pela prefeitura.

Pelo menos 11 já anunciaram planos: Geely, GWM (segunda fábrica), Wuling, MG, Jetour, Leapmotor, Dongfeng, Chery, GAC, Changan e BYD. Com imposto de importação de 35% para veículos completos (já em vigor) e desmontados, agora em janeiro de 2027, devem obrigar a produção local

Também há informações de que a Kia assumirá as importações e também produzir no Brasil, sem participação do Grupo Gandini (a ser indenizado) com especulações sobre o local da fábrica. Toda a negociação vem sendo conduzida pela Kia, não pela Hyundai. O grupo sul-coreano só tem uma fábrica no mundo, a Metaplan America, na Georgia, onde os modelos das duas marcas são fabricados desde que elétricos ou híbridos. Operações comerciais seguem sempre separadas e competidoras uma com a outra.

Teste Boreal Techno: bom desempenho e equipamentos

Apesar de se tratar de uma versão intermediária, o SUV médio da Renault vem bem equipado. Claro que teto solar elétrico (opcional na Techno), câmera 360º, rodas de 19 pol. (18, nesta versão), bancos com memória e massagem, sistema de som Harman Kardon e tampa elétrica do porta-malas estão reservados para o topo de linha Iconic.

No entanto, a cabine apresenta materiais de acabamento muito bons, duas telas de 10 pol. com reprodução do mapa de navegação no centro do quadro de instrumentos (Waze e Google Maps), carregador de celular por indução, console refrigerado e sensores de estacionamento bastante úteis. O pacote de assistência Adas inclui ainda frenagem autônoma de emergência, alerta de tráfego traseiro transversal, aviso de saída dos ocupantes e monitor de ponto cego entre outros.

Dimensões (mm): comprimento, 4.556; entre-eixos, 2.702; largura, 1.841 (2.082 com espelhos); altura, 1.646. Volumes (L): porta-malas, 522; tanque, 50. Massa: 1.438 kg. Motor 4-cilindros turbo 1,3 L flex: potência 163/156 cv (E)/(G); torque 27,5 kgf·m (E)/(G). Consumo (Inmetro km/L, cidade/estrada): 7,8/9,4 (E); 11,2/13,6 (G). Alcance (Inmetro km, cidade/estrada): 390/470 (E); 560/680 (G). Tração dianteira. Câmbio automatizado, seis marchas. Aceleração 0 a 100 km/h (s): 10 (E)/10,5 (G).

Ao volante do Boreal, duas características destacam-se: suspensões muito bem calibradas e respostas imediatas do acelerador em todas as situações do dia a dia, tanto em trânsito urbano quanto rodoviário, além de trocas de marchas rápidas. Os três passageiros do banco traseiro têm bom espaço para pernas e ombros. Chama atenção por porte e estilo, além do porta-malas que supera 500 litros. Também conta com freio eletromecânico de imobilização e liberação automáticas nas paradas (auto hold), indispensável nos congestionamentos que hoje alcançam até estradas.

Itens interessantes são os clipes opcionais atrás do encosto de cabeça do banco dianteiro com suportes para celular, tablet, copos, cabide, quepe e até lanterna.

Preço: 199.990.

Impressões: Jetour T2 4×4 foca no fora-de-estrada severo

Versão XWD 4×4 da Jetour amplia a gama T2 com a topo de linha do SUV híbrido plugável chinês. Atende a uma fatia de mercado bem definida. Embora 90% das vendas de SUVs de aspeto aventureiro se concentrem em configurações 4×2 para uso urbano e rodoviário, cerca de 10% dos compradores exigem capacidade real para superar terrenos difíceis.

Maior evolução está no conjunto mecânico. Ao motor 1,5 L turbo a gasolina e dois motores elétricos dianteiros, o XWD adiciona um terceiro motor elétrico no eixo traseiro. O sistema integrado desenvolve 597 cv e nada menos que 91,7 kgf·m de torque. Aceleração de 0 a 100 km/h em 5,5 s, apesar de sua impressionante massa de 2.362 kg. A bateria de 43,24 kW⋅h garante até 106 km de alcance no modo 100% elétrico e alcance combinado de até 1.300 km. Suporta carregamento rápido em corrente contínua (DC).

Para o fora de estrada, o SUV adota tração integral inteligente, bloqueio eletrônico do diferencial traseiro e oito modos de condução. Destacam-se o Tank Turn (redução do diâmetro de giro em manobras por frenagem automática da roda traseira interna à curva) e o Crawl Mode (gestão automática de aceleração e frenagem em baixa velocidade). O chassi recebeu proteções reforçadas para a bateria e órgãos mecânicos, além de maiores vão livre ao solo e capacidade de vau.

No percurso rodoviário de São Paulo a Bragança Paulista, destacou-se pela transição imperceptível entre motores e pelo refinamento de rodagem. Retomadas são vigorosas e estabilidade irrepreensível para o seu porte. No circuito fora de estrada — sob lama, erosões e inclinações laterais — a distribuição eletrônica de torque atuou de forma rápida, quando duas rodas diagonalmente opostas perdem o contato com o chão.

Fernando Calmon é jornalista especializado e colunista do Portal da Revista O Mecânico. Acesse: https://ift.tt/TCyKpJ6

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quarta-feira, 5 de agosto de 2026

Tubo interno da suspensão requer atenção dos motociclistas

Tubo interno da suspensão para Motos da Nakata

Nakata alerta que desgaste no componente pode comprometer a estabilidade, a frenagem e a precisão da direção da motocicleta

O tubo interno da suspensão dianteira é um dos componentes mais importantes para a segurança das motocicletas, mas nem sempre recebe a atenção devida. Responsável por manter o contato do pneu com o solo e garantir o funcionamento correto da suspensão, a peça pode comprometer a estabilidade, a dirigibilidade e até a eficiência da frenagem quando apresenta desgaste ou avarias.

Segundo a Nakata, identificar os primeiros sinais de problemas e realizar a manutenção preventiva são medidas que ajudam a evitar falhas mecânicas mais graves e reduz o risco de acidentes. Vazamentos de óleo, riscos, empenamentos e pontos de oxidação estão entre os indícios que exigem avaliação imediata do sistema.

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Fundamental para estabilidade e dirigibilidade

De acordo com Leandro Leite, coordenador de assistência técnica da Nakata, o tubo interno atua como a estrutura principal da suspensão dianteira. Sua função é absorver as irregularidades do piso. Dessa forma, permite que o pneu permaneça em contato constante com o asfalto, fator essencial para preservar a aderência e o controle da motocicleta.

O especialista explica que qualquer alteração na integridade da peça pode comprometer diretamente a condução. Folgas, desgastes ou empenamentos interferem no movimento da suspensão e podem fazer a motocicleta perder estabilidade, principalmente durante curvas ou mudanças rápidas de direção.

Outro ponto de atenção está na resposta do guidão. Já que o tubo interno faz a ligação entre a mesa de direção e a roda dianteira, deformações no componente reduzem a precisão da direção e aumentam os riscos durante a pilotagem.

A frenagem também depende do bom estado da peça. Quando o freio dianteiro é acionado, parte da transferência de peso do veículo é absorvida pelo tubo interno, que trabalha em conjunto com as molas e o fluido hidráulico da suspensão. Se houver qualquer comprometimento nesse sistema, o desempenho do conjunto pode ser prejudicado.

Inspeção deve incluir fluido e retentores

A Nakata ressalta que o tubo interno não trabalha de forma isolada. Durante a manutenção da suspensão dianteira, também é importante verificar o estado do fluido hidráulico e dos retentores, componentes responsáveis pelo funcionamento adequado e pela vedação do sistema.

A troca periódica do óleo da suspensão contribui para manter o desempenho do conjunto, enquanto os retentores evitam vazamentos que podem comprometer tanto o amortecimento quanto a segurança da motocicleta.

Entre os sinais que indicam necessidade de inspeção estão vazamento de óleo, riscos na superfície do tubo, oxidação e empenamento. Além de reduzir a eficiência da suspensão, o vazamento representa um risco adicional: o óleo pode atingir o disco de freio, as pastilhas ou o pneu dianteiro, diminuindo significativamente a capacidade de frenagem.

Por isso, a fabricante recomenda que qualquer indício de desgaste seja avaliado por um mecânico de confiança. Caso seja constatado comprometimento da peça, a substituição do tubo interno deve ser realizada para preservar o funcionamento da suspensão e manter a segurança durante a pilotagem.

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Riffel amplia portfólio com nova linha de pastilhas e patins de freio

Riffel amplia portfólio com nova linha de pastilhas e patins de freio

Componentes para motocicletas chegam ao mercado de reposição com composto orgânico, classificação FF e foco em estabilidade de frenagem

A Riffel anunciou a entrada no segmento de freios para motocicletas com o lançamento de uma nova linha de pastilhas e patins de freio destinados ao mercado de reposição. A novidade amplia o portfólio da fabricante, conhecida pelos kits de transmissão, e passa a atender um dos sistemas mais importantes para a segurança do motociclista.

Desenvolvidos para uso urbano e rodoviário, os novos componentes foram projetados para oferecer estabilidade de frenagem em diferentes condições de temperatura, além de priorizar durabilidade, conforto durante a pilotagem e facilidade de instalação. Segundo a empresa, a linha passou por testes laboratoriais e validações em campo antes de chegar ao mercado.

Engenharia aplicada para aumentar a segurança

As novas pastilhas e patins utilizam um composto orgânico formado por uma combinação de 17 componentes técnicos. De acordo com a fabricante, essa composição proporciona frenagem progressiva, redução de ruídos e menor desgaste dos demais itens do sistema, como discos e tambores de freio.

Outro destaque é o controle do coeficiente de atrito dentro da classificação FF, característica que busca manter o desempenho da frenagem tanto em baixas quanto em altas temperaturas. Esse comportamento é importante para motocicletas utilizadas em trajetos urbanos, com paradas frequentes, e também em deslocamentos rodoviários.

A linha reúne ainda características voltadas à durabilidade e ao processo de instalação. Nas pastilhas, a base em aço carbono recebe pintura eletrostática para aumentar a resistência à corrosão. Além disso, frisos e chanfros contribuem para a dissipação do calor e ajudam no controle acústico durante o funcionamento.

Já os patins de freio contam com corpo em alumínio fundido, material que favorece a dissipação térmica e reduz o peso do conjunto. Os componentes são fornecidos com molas temperadas, o que simplifica a instalação nas oficinas.

O que muda para o mercado de reposição?

Além das características técnicas, a nova linha aposta em itens voltados à padronização e rastreabilidade dos componentes. Entre os diferenciais informados pela fabricante estão alta precisão dimensional para facilitar o encaixe, fabricação seguindo padrões utilizados em linhas de montagem, produtos isentos de amianto e marcação a laser para identificação das peças.

Segundo a empresa, as embalagens individuais também foram desenvolvidas para preservar o material de atrito até o momento da instalação, reduzindo o risco de danos durante o armazenamento e transporte.

Para atender oficinas e distribuidores, a Riffel informa que disponibilizará suporte técnico, incluindo manual de instalação e uma seção de perguntas frequentes (FAQ). A cobertura da linha contempla modelos de motocicletas de alto giro no mercado brasileiro.

Com a chegada das novas pastilhas e patins de freio, a fabricante amplia sua atuação no mercado de reposição, levando a experiência adquirida em sistemas de transmissão para outro componente diretamente relacionado à segurança da motocicleta.

 

 

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terça-feira, 4 de agosto de 2026

Cummins Brasil ganha prêmios por inovação em energia

Representantes da Cummins Brasil com dois novos prêmios

Soluções para microrredes e uso de combustível renovável em geradores foram reconhecidas por premiação do setor elétrico

A Cummins Brasil recebeu dois importantes reconhecimentos no V Prêmio Potência de Inovação Tecnológica 2026, iniciativa que destaca projetos capazes de impulsionar a evolução do setor elétrico brasileiro. A empresa conquistou medalha de Ouro na categoria Quadros e Painéis e Bronze na categoria Eficiência Energética e Qualidade de Energia.

Os prêmios evidenciam uma estratégia de combinar confiabilidade no fornecimento de energia com tecnologias que contribuam para a redução das emissões de carbono, atual foco da indústria. As iniciativas premiadas atendem segmentos que exigem alto nível de disponibilidade, como data centers, e mostram como novas soluções podem tornar a infraestrutura energética mais eficiente sem comprometer o desempenho.

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Plataforma amplia gerenciamento de sistemas de energia

A medalha de Ouro foi concedida ao case do PowerCommand MGC900, plataforma desenvolvida pela Cummins para integrar diferentes fontes de energia em um único sistema de gerenciamento. Ou seja, essa solução permite controlar grupos geradores, rede elétrica, sistemas fotovoltaicos, bancos de baterias e outras fontes energéticas em uma plataforma.

O sistema foi projetado para atender às demandas da transição energética e possibilita a criação de arquiteturas personalizadas conforme a necessidade de cada operação. Entre os principais recursos estão o monitoramento em tempo real, a escalabilidade e o gerenciamento inteligente dos ativos energéticos.

Novos prêmios recebidos pela Cummins Brasil

Na prática, a plataforma prioriza automaticamente o uso de fontes renováveis sempre que disponíveis, equilibrando geração, armazenamento e consumo de energia. Segundo a Cummins, esse gerenciamento contribui para aumentar a eficiência operacional e reduzir desperdícios.

A empresa informa ainda que projetos internacionais desenvolvidos com essa arquitetura já alcançaram uma redução estimada de até 46 mil toneladas de dióxido de carbono (CO²), demonstrando o potencial da tecnologia para aplicações de maior escala.

Projeto com HVO abre caminho para geração mais sustentável

Já a medalha de Bronze reconheceu um projeto considerado pioneiro no Brasil: a utilização de HVO (Hydrotreated Vegetable Oil) em grupos geradores destinados a um data center hyperscale.

Desenvolvida em parceria com a Distribuidora Cummins Brasil (DCB), a solução contempla uma infraestrutura de 60 MW equipada com 20 grupos geradores Cummins de 3 MW cada. Um dos principais diferenciais é permitir a adoção gradual do combustível renovável sem necessidade de retrofit dos equipamentos, recalibração dos motores ou alterações nos planos de manutenção.

De acordo com a fabricante, a iniciativa demonstra que é possível reduzir a intensidade de carbono da geração de energia em aplicações críticas mantendo elevados níveis de confiabilidade, estabilidade e disponibilidade, requisitos essenciais para data centers de grande porte.

Além de representar um avanço para a adoção de combustíveis renováveis, o projeto estabelece uma base para futuras expansões dessa tecnologia em outras operações que dependem de geração contínua de energia.

As duas soluções premiadas fazem parte da estratégia global Destino ao Zero, por meio da qual a Cummins investe no desenvolvimento de tecnologias voltadas à redução das emissões de gases de efeito estufa. A proposta reúne diferentes soluções energéticas para atender às necessidades da transição energética, conciliando desempenho operacional, segurança no fornecimento de energia e menor impacto ambiental.

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segunda-feira, 3 de agosto de 2026

Elring renova identidade visual de seu mascote Gnirle

Funcionários ao lado do mascote atualizado da Elring

Nova identidade visual do personagem visa fortalecer a comunicação da empresa com profissionais da reparação automotiva

A Elring anunciou a renovação da identidade visual do Gnirle, mascote representante da marca e que agora ganhou visual mais moderno. A mudança integra uma estratégia de comunicação voltada à aproximação com mecânicos, distribuidores e parceiros, sem deixar de lado a tradição da fabricante de componentes para vedação de motores.

Mais do que uma atualização estética, a reformulação do personagem acompanha um novo momento da empresa. A proposta é tornar a comunicação mais próxima do público da reparação automotiva, utilizando um símbolo já conhecido da marca para reforçar valores como confiança, qualidade e relacionamento com os clientes.

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Mascote mantém história, mas ganha novo visual

Criado na Alemanha, o Gnirle surgiu a partir da participação dos próprios colaboradores da ElringKlinger. O nome foi escolhido por meio de uma votação interna e faz referência direta à fabricante: “Gnirle” é “Elring” escrito ao contrário.

Agora, o mascote passou por uma reestilização completa desenvolvida por uma equipe especializada em design de personagens. O objetivo foi preservar suas características originais, ao mesmo tempo em que sua aparência, expressões e linguagem visual foram modernizadas para atender aos atuais formatos de comunicação da marca.

Vestido como um mecânico, equipado com ferramentas e acompanhado por componentes ligados ao sistema de vedação de motores, o personagem continua representando o universo da reparação automotiva.

Estratégia reforça presença da marca no aftermarket

A renovação do mascote também está alinhada à campanha “Junte-se a nós”, criada para ampliar o relacionamento com os profissionais da reparação automotiva. Agora, o personagem será como um embaixador da marca, aproximando a empresa dos mecânicos e demais especialistas que utilizam seus produtos no cotidiano.

De acordo com Fernanda Barros, chefe de marketing e produtos da Elring Das Original Brasil, a evolução do personagem acompanha o próprio momento vivido pela empresa. A executiva comenta que a empresa quer estar cada vez mais próxima dos profissionais da área. Além disso, ela pontua que o personagem representa essa conexão e torna a comunicação mais próxima.

Nos próximos meses, o novo Gnirle deverá marcar presença em feiras do setor, treinamentos, visitas a clientes e ações nas redes sociais. A expectativa da marca é utilizar o personagem como um elo entre sua tradição no desenvolvimento de soluções para vedação de motores e os profissionais focados na manutenção dos veículos.

 

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