sexta-feira, 2 de outubro de 2026

Actioil lança pasta que detecta contaminação em tanques

Pasta d'água da Actioil

Produto muda de cor ao entrar em contato com água acumulada no fundo de reservatórios de diesel e outros combustíveis

A presença de água no tanque de combustível pode passar despercebida até provocar problemas no sistema de alimentação do motor. A fim de facilitar a identificação da contaminação, a Actioil apresenta a Pasta d’Água Profuel. A novidade foi desenvolvida para detectar visualmente a presença de água acumulada no fundo de tanques de armazenamento.

O produto mira em operações que dependem do armazenamento de combustíveis, como transportadoras, empresas de logística, postos, agronegócio e gestores de frotas. A proposta é permitir uma verificação rápida antes que a contaminação chegue aos veículos.

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Como funciona o produto?

A aplicação da Pasta d’Água Profuel não exige equipamentos adicionais. O procedimento consiste em espalhar uma fina camada do reagente sobre a régua de medição convencional e, em seguida, introduzi-la no tanque.

Quando entra em contato com a água acumulada no fundo do reservatório, a pasta muda de cor imediatamente. Dessa forma, o operador consegue identificar visualmente a presença e a altura da lâmina de água dentro do tanque.

Segundo a Actioil, a ferramenta ajuda a tornar perceptível um problema que normalmente não pode ser observado diretamente. Isso é relevante porque a água pode se acumular na parte inferior do reservatório, onde também podem se formar borras e microrganismos. Além disso, a identificação antecipada permite realizar a drenagem ou tratamento do combustível antes que a contaminação alcance componentes do sistema de alimentação.

Prevenção de problemas no sistema de combustível

O acúmulo de borra nos tanques pode contribuir para falhas em sistemas de injeção, corrosão de componentes e perda de eficiência dos motores. Por isso, o controle das condições do combustível armazenado faz parte da rotina de manutenção preventiva em operações que utilizam grandes volumes.

A Pasta d’Água Profuel é compatível com diesel, biodiesel e outros derivados de petróleo. Entre os principais diferenciais estão a aplicação diretamente na régua de medição, o resultado imediato e a possibilidade de identificar a contaminação sem procedimentos complexos. Por fim, a empresa revela que o produto já está disponível em seu site.

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quinta-feira, 1 de outubro de 2026

KS Kolbenschmidt orienta sobre folga entre válvula e cabeçote

Explicação da KS Kolbenschmidt sobre folga da válvula com a guia do cabeçote

Medida entre a haste da válvula e a guia do cabeçote influencia a lubrificação, a vedação e a durabilidade do motor

A folga entre a haste da válvula e a guia do cabeçote é uma das medidas que exigem atenção durante a manutenção do motor. De acordo com a KS Kolbenschmidt, a especificação correta garante a lubrificação do conjunto, o funcionamento adequado das válvulas e a durabilidade dos componentes.

Apesar de cumprirem funções diferentes, as válvulas de admissão e de escape apresentam características distintas que interferem na definição da folga. A primeira possui disco maior para permitir a entrada de maior volume de ar e combustível na câmara de combustão. Por outro lado, a segunda conduz para fora os gases resultantes da queima.

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Folga varia entre admissão e escape

A KS explica que a haste da válvula de escape é ligeiramente mais fina, entre 0,01 e 0,015 mm, pois trabalha em temperaturas mais elevadas e sofre maior dilatação térmica. Por isso, a folga entre a haste e a guia deve ser um pouco maior do que na válvula de admissão.

Essa diferença evita que a válvula trave na guia quando o motor atingir a temperatura de funcionamento. No entanto, a medida exata depende do projeto de cada motor e deve ser conferida no manual do fabricante.

Para realizar a medição, são necessários instrumentos de precisão. Em primeiro lugar, o diâmetro da haste da válvula deve ser verificado com um micrômetro. Depois, utiliza-se um súbito, instrumento que mede diâmetros internos, ajustado com base na medida obtida anteriormente. Com ele, é possível determinar o diâmetro interno da guia e a folga entre os componentes.

Excesso ou falta de folga traz riscos

Quando a folga está acima do especificado, a válvula pode apresentar movimentação lateral. Dessa forma, existe a possibilidade de comprometimento da vedação e a combustão acelera o desgaste da haste, da guia e da sede da válvula.

Uma folga insuficiente prejudica a lubrificação da haste. Com o aumento da temperatura, a dilatação pode fazer com que a válvula fique presa na guia. Assim, podem haver falhas de funcionamento e até danos ao motor.

Em motores com injeção direta, outro ponto de atenção é o acúmulo de resíduos de carvão na haste da válvula. O material pode dificultar seu movimento e fazer com que a válvula permaneça aberta. Nesse cenário, existe risco de contato com o pistão e pode tanto entortar a válvula quanto causar danos mais graves.

Durante a manutenção do cabeçote, a mola de retorno também deve ser inspecionada. Já que é responsável pelo fechamento da válvula, seu alinhamento pode ser conferido com um esquadro posicionado a 90°. Se estiver torta, a mola pode pressionar a haste contra a guia e acelerar o desgaste.

Inclusive, a empresa pontua que outro cuidado envolve o ângulo de assentamento. Válvulas novas já possuem o ângulo correto de fábrica. Quando for necessária uma correção, o procedimento deve ser realizado na sede da válvula, e não na própria peça.

Segundo a KS Kolbenschmidt, a conferência das medidas e a instalação correta são essenciais para preservar a vedação, o funcionamento e a vida útil do motor. O serviço deve ser realizado com ferramentas adequadas, por profissionais qualificados e seguindo as especificações do fabricante.

 

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quarta-feira, 30 de setembro de 2026

ENFAUTO 2026 abordou inovação e gestão do setor automotivo

Placa do ENFAUTO 2026

Evento em Santa Catarina reuniu 950 participantes e discutiu eletrificação, ADAS, gestão, inteligência artificial e os desafios das oficinas

A sétima edição da ENFAUTO reuniu 950 empresários, gestores, técnicos, fornecedores e especialistas do setor de reparação automotiva em São José (SC). Realizado entre os dias 24 e 26 de setembro, na Arena Opus, o evento contou com 32 empresas expositoras e ocupou uma área de 4 mil m².

Organizada pelo Núcleo Estadual de Automecânicas (NEA) e pela Associação Brasileira de Reparadores Veiculares (ARVEB), a programação teve como foco as transformações pelas quais passam as oficinas, tanto na área técnica quanto na gestão dos negócios.

Ao longo dos três dias, foram realizadas 14 atividades no palco principal, com 22 palestrantes, além de oito a dez apresentações diárias no palco das marcas. O evento também contou com duas arenas técnicas da Bosch. Os espaços ofereceram conteúdos práticos sobre veículos híbridos e elétricos, sistemas ADAS, reparo de radares e câmeras e temas relacionados à linha Diesel Leve.

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Eletrificação e ADAS entram na pauta das oficinas

A chegada de novas tecnologias aos veículos foi um dos pontos centrais da ENFAUTO 2026. Com a expansão dos modelos híbridos e elétricos e a presença cada vez maior de sistemas eletrônicos, as oficinas precisam adaptar procedimentos e ampliar a capacitação dos profissionais.

Entre os conteúdos técnicos apresentados estiveram tecnologias de manutenção de radares e câmeras dos sistemas ADAS e informações voltadas à manutenção de veículos eletrificados. Inclusive, a programação também abordou aplicações para veículos comerciais com motores Diesel.

Participantes do ENFAUTO 2026

Além da parte técnica, o evento discutiu temas ligados à administração das oficinas. Marketing, redução de custos na aquisição de peças, liderança de equipes e sustentabilidade foram pautas de conversas. Ainda nesse sentido, pontos como logística reversa de óleo lubrificante, inteligência artificial, planejamento financeiro e Reforma Tributária fizeram parte da programação.

A proposta é reforçar que a atualização do mecânico não se limita apenas ao conhecimento. Com veículos mais complexos, a gestão da oficina também passa a exigir atenção a processos, produtividade, dados, precificação e treinamento das equipes.

Carro usado para ilustração durante o ENFAUTO 2026

Associativismo ganha espaço entre mecânicos

Durante a abertura, o presidente da Federação das Associações Empresariais de Santa Catarina (FACISC), Elson Otto, destacou o crescimento do setor no estado. Segundo os dados apresentados no evento, Santa Catarina possui mais de 42 mil CNPJs ativos relacionados à atividade de automecânica e mais de 115 mil trabalhadores formais e informais. O segmento teria crescido 33% na última década.

Outro destaque foi a expansão do NEA, que atualmente reúne 493 empresas distribuídas em 30 núcleos em Santa Catarina. Durante a ENFAUTO, foi apresentada oficialmente a Associação Brasileira de Reparadores Veiculares (ARVEB), iniciativa que pretende levar o modelo de associativismo para outros estados.

Peças expostas durante o ENFAUTO 2026

De acordo com Genuíno Simioni, presidente do NEA, o evento também serviu para aproximar empresas e gerar negócios. Segundo ele, algumas empresas expositoras registraram vendas superiores a R$ 150 mil, enquanto outras ultrapassaram R$ 350 mil durante a feira.

O Sebrae-SC também anunciou uma parceria com a ARVEB para oferecer um programa de capacitação e consultoria voltado à gestão das empresas do setor de reparação.

participantes assistindo palestra durante o ENFAUTO 2026

Para encerrar a programação, a ENFAUTO abordou liderança, gestão de carreiras e mudança de mentalidade nos negócios. A organização avalia que a combinação entre capacitação técnica, gestão e associativismo será importante para acompanhar a transformação tecnológica dos cuidados automotivos.

 

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Omoda & Jaecoo reforça capacitação técnica das concessionárias

Competidores do OJ Skills Competition da Omoda & Jaecoo

Marcas promoveram competição nacional que avaliou diagnóstico, análise de falhas e sistemas de alta tensão antes da final mundial na China

A expansão dos veículos eletrificados aumentou a necessidade de profissionais preparados para lidar com novas tecnologias nas oficinas. De olho nisso, a Omoda & Jaecoo realizou a etapa nacional do OJ Skills Competition, uma competição voltada à avaliação e ao desenvolvimento técnico dos profissionais da rede de concessionárias.

As finais brasileiras aconteceram nos dias 23 e 24 de setembro, no Laboratório de Mobilidade Elétrica do Instituto Mauá de Tecnologia, em São Paulo. Ao todo, 86 profissionais se inscreveram na competição, que teve etapas online antes da definição dos dez finalistas presenciais.

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Competição teve provas práticas e foco em alta tensão

A primeira fase foi realizada em 19 de agosto, com uma prova online de múltipla escolha realizada por 62 participantes. Os 20 melhores avançaram para uma segunda avaliação virtual, aplicada em 21 de agosto. Depois dessa etapa, 10 profissionais foram selecionados para as provas presenciais em São Paulo.

Durante o primeiro dia da final, os competidores passaram por avaliações teóricas e práticas relacionadas à rotina de oficina. Entre os desafios estavam procedimentos de diagnóstico, análise de falhas e execução de reparos. Além disso, entrevistas técnicas eram feitas para avaliar os processos utilizados.

Técnicos durante aula da Omoda & Jaecoo

Ao fim dessa etapa, quatro profissionais avançaram para a disputa decisiva. Enquanto eles realizavam uma avaliação prática avançada, os demais participantes participaram de uma imersão técnica sobre diagnóstico de avarias, instrumentos de medição e procedimentos de análise em baterias de alta tensão (HV).

Vencedores representarão o Brasil na China

O primeiro lugar da etapa brasileira ficou com Mizael Carlos Roza Andrade, da Orletti, de Vitória (ES). Já Jhony Fabio da Silva, da Cobel, de Sorocaba (SP), terminou na segunda posição. Os dois vão representar o Brasil na final mundial do OJ Skills Competition. O evento está marcado para novembro, em Wuhu, na China, cidade que abriga a sede global da Omoda & Jaecoo.

Na última edição mundial, o Brasil conquistou o título. Agora, os vencedores da etapa nacional terão a missão de disputar novamente a competição internacional. Aliás, as fabricantes contaram que a área de pós-vendas está contratando 25 novos colaboradores. Inclusive, o centro de distribuição de peças de Cajamar, SP, deverá ter sua estrutura ampliada. Dessa forma, a Omoda & Jaecoo espera reforçar atendimento, suporte técnico, treinamento e distribuição de peças conforme a expansão da rede de concessionárias no país.

Técnicos tendo aula durante o OJ Skills da Omoda & Jaecoo

A iniciativa faz parte da estratégia global de desenvolvimento de talentos da Chery International, que também prepara a expansão das operações no Brasil com as marcas iCAUR, LEPAS e AiMOGA para logo mais.

 

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terça-feira, 29 de setembro de 2026

Controil revela sinais de desgaste do cilindro de roda

cilindro de roda da Controil

Marca conta sinais que devem alertar os motoristas e destaca portfólio que atende diversos modelos da Ford

O cilindro de roda é um importante item que merece atenção na manutenção de veículos equipados com freios a tambor. De olho nisso, a Controil revelou alguns sinais de alerta de desgaste do componente.

Inclusive, a fabricante pontuou que seu portfólio oferece mais de 1.900 aplicações do componente para diversos modelos da Ford, tais como Ka, Ka Sedã, EcoSport e outros.

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Como funciona o cilindro de roda?

O cilindro de roda é um dos componentes responsáveis pelo acionamento dos freios a tambor. Quando o motorista pressiona o pedal, o cilindro mestre pressuriza o fluido de freio, que percorre as tubulações até chegar aos cilindros instalados nas rodas.

A função do componente é transformar essa pressão hidráulica em força mecânica. Assim, as sapatas são pressionadas contra o tambor e é gerado o atrito necessário para reduzir a velocidade ou parar o veículo.

Os cilindros podem ser fabricados em ferro fundido ou alumínio e precisam suportar as condições de funcionamento do sistema de frenagem. Por isso, além da escolha correta da peça, a manutenção preventiva tem papel importante para preservar o funcionamento do conjunto.

Fluido de freio exige atenção

De acordo com a Controil, a falta de troca periódica do fluido de freio e situações que provoquem superaquecimento podem causar danos ao cilindro de roda e reduzir sua eficiência. Entre os sinais que podem indicar a necessidade de inspeção estão vazamentos, desgaste irregular e perda de desempenho durante as frenagens.

Vagner Marchiniak, consultor de marketing de produto da empresa, conta que se o motorista perceber algum desses sinais, ele deve fazer uma inspeção detalhada do componente o mais rápido possível. Para evitar problemas, a análise deve considerar não apenas o cilindro de roda, mas o conjunto do sistema de freio, especialmente quando há indícios de falha ou desgaste. Por fim, a empresa revela que seu catálogo de cilindros de roda pode ser consultado na plataforma Auto Experts.

 

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segunda-feira, 28 de setembro de 2026

BMW desenvolve IA para robôs humanoides na produção

Funcionária da fábrica da BMW fazendo testes reais em componentes

Projeto na Alemanha cria software capaz de combinar visão, linguagem e movimentos para ampliar o uso de robôs nas fábricas

O BMW Group está avançando no desenvolvimento de tecnologias para levar robôs humanoides à produção de componentes automotivos. Na Planta Landshut, na Alemanha, o grupo passou a concentrar esforços no desenvolvimento de software baseado em inteligência artificial para sistemas robóticos.

A iniciativa faz parte da estratégia da empresa no campo da chamada inteligência artificial física (Physical AI). O trabalho complementa projetos-piloto com robôs humanoides que já estão em andamento nas fábricas de Leipzig, também na Alemanha, e Spartanburg, nos Estados Unidos.

O objetivo é descobrir quais tarefas da produção podem ser executadas por máquinas capazes de interpretar o ambiente, tomar decisões e realizar movimentos de maneira autônoma. O foco está principalmente em atividades que exigem flexibilidade, precisão e habilidades motoras finas.

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Software combina visão, linguagem e movimento

A Planta Landshut reúne diferentes processos de fabricação, o que permite à BMW desenvolver e testar as tecnologias em situações reais de produção. Para isso, a empresa trabalha com plataformas abertas de software que permitem treinar os robôs de maneira flexível e escalável.

Uma das tecnologias utilizadas são os modelos de inteligência artificial Vision-Language-Action (VLA). Eles combinam informações visuais, compreensão de linguagem e ações físicas, criando uma base para que os robôs interpretem o ambiente e executem tarefas.

Além disso, a BMW utiliza dados coletados em ambientes reais e estruturas de teste para alimentar simulações. Nos ambientes virtuais, padrões de movimento e trajetórias são modelados antes de uma aplicação ser levada à produção.

O treinamento também ocorre por demonstração. Nesse processo, movimentos realizados por integrantes da equipe são registrados com câmeras, trajes de captura de movimento e luvas de dados. As informações são transformadas em modelos de comportamento, chamados de “policies” e podem ser aplicados a diferentes tarefas.

Robôs podem manipular componentes de forma autônoma

Com essa estrutura, a equipe de Landshut trabalha em aplicações voltadas à fabricação de componentes. Entre as possibilidades estão reconhecer o ambiente, identificar a posição e a condição das peças. Ademais, a equipe ainda planeja movimentos e realiza a manipulação de componentes com precisão.

Segundo o BMW Group, as novas soluções passam primeiro por testes fora das operações regulares. Depois, são utilizadas em projetos-piloto e ampliadas gradualmente conforme os resultados obtidos.

A fabricante mantém parcerias com empresas e instituições acadêmicas. Uma delas é a Athenyx Robotics, startup originada no Laboratory for Machine Tools and Production Engineering (WZL), da RWTH Aachen University.

Essa parceria trabalha no desenvolvimento de uma “intelligence stack”, que reúne recursos de percepção, aprendizado, simulação e tomada de decisões. A proposta é permitir que robôs humanoides realizem tarefas complexas de forma autônoma em ambientes industriais. Já a University of Applied Sciences Landshut participa de projetos relacionados à geração de dados, simulação e desenvolvimento e testes de aplicações específicas.

A arquitetura baseada em plataformas permite que habilidades desenvolvidas para uma aplicação possam ser transferidas para diferentes sistemas robóticos e situações de uso, mas mais para frente. Assim, a BMW busca estabelecer uma base tecnológica que possa ampliar gradualmente o uso de robôs humanoides na fabricação de componentes.

 

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sexta-feira, 25 de setembro de 2026

Jurid revela cuidados com as pastilhas de freio

pastilha de freio da Jurid

Linha reúne opções convencionais, soluções antirruído e pastilhas com sensor de desgaste. Marca ainda revela alguns cuidados

A troca das pastilhas de freio exige mais do que identificar o modelo do veículo. As características do sistema de frenagem e as especificações indicadas pelo fabricante precisam ser consideradas para que o conjunto funcione corretamente.

Além da versão convencional, existem pastilhas com tecnologias voltadas a situações específicas, como redução de ruídos e indicação do desgaste. A Jurid destaca essas diferentes soluções.

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Tecnologia antirruído

As pastilhas convencionais são desenvolvidas para atender às especificações de cada aplicação e oferecer desempenho de frenagem compatível com as características do veículo.

Por outro lado, algumas aplicações contam com tecnologia antirruído. O recurso auxilia na redução de vibrações e dos ruídos durante a frenagem, contribuindo para maior conforto do motorista e dos passageiros.

A diferença pode ser relevante principalmente durante a manutenção, já que ruídos e vibrações estão entre os sinais que podem chamar a atenção do motorista para o comportamento do sistema de freios. Inclusive, a marca possui pastilhas equipadas com sensor de desgaste. Nesse caso, o componente indica o momento adequado para a substituição, facilitando o acompanhamento da manutenção preventiva.

Dessa forma, o recurso também pode contribuir para evitar que a pastilha continue sendo utilizada além do período adequado e provoque desgaste excessivo dos componentes do sistema.

Escolha depende da aplicação do veículo

Independentemente da tecnologia disponível, a seleção da pastilha deve seguir as especificações do automóvel e as recomendações do fabricante. A aplicação correta é fundamental para preservar o funcionamento esperado do sistema de frenagem.

Durante a manutenção, a inspeção periódica também deve fazer parte do procedimento. A verificação permite identificar sinais de desgaste e avaliar as condições dos componentes antes que o sistema apresente perda de desempenho. Por fim, ao realizar a substituição, o mecânico deve conferir a aplicação indicada para o veículo e verificar se a peça corresponde às especificações necessárias.

 

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