terça-feira, 28 de abril de 2026

Cummins estreia em tratores com engenharia brasileira na Agrishow 2026

Projeto com a XCMG marca entrada no segmento agrícola com motor nacional e foco em robustez e baixo custo operacional

A Cummins anunciou sua entrada no segmento de tratores durante a Agrishow 2026, apresentando um projeto inédito desenvolvido em parceria com a XCMG. A iniciativa reforça a presença da empresa no agronegócio com uma solução criada no Brasil, voltada às necessidades do mercado nacional.

Baseado na plataforma 5E da XCMG, o trator conceito incorpora o motor mecânico F4.5, de 80 cv, aliado ao cárter estrutural da Cummins integrado à arquitetura do equipamento. A proposta é garantir maior robustez e durabilidade nas operações agrícolas.

O desenvolvimento foi conduzido pela engenharia da Cummins no Brasil, com suporte técnico da XCMG, incluindo simulações estruturais e análises virtuais realizadas em Guarulhos (SP). O projeto também prevê escalabilidade, com versões que podem alcançar até 151 cv na configuração mecânica e 167 cv com gerenciamento eletrônico.

A escolha por motorização mecânica atende a uma demanda do campo por soluções mais simples e de fácil manutenção. Com menor dependência de sistemas eletrônicos, o conjunto permite diagnósticos rápidos e intervenções diretas, reduzindo custos operacionais e aumentando a disponibilidade do equipamento.

Apresentado como conceito na Agrishow 2026, o trator seguirá para fases de testes em campo e validação em condições reais.

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Marelli apresenta tecnologias de propulsão e eficiência térmica no Auto China 2026

Novas soluções para veículos elétricos, híbridos e a combustão destacam eficiência energética e redução de emissões

A Marelli confirmou sua participação no Auto China 2026, realizado em Pequim entre 24 de abril e 3 de maio, com a apresentação de novas tecnologias voltadas à propulsão e ao gerenciamento térmico. As soluções contemplam veículos eletrificados, híbridos e a combustão, refletindo as diferentes estratégias da indústria automotiva global.

Entre os destaques está a nova bomba de resfriamento para transmissão elétrica, desenvolvida para aplicações em veículos eletrificados. O sistema realiza o controle térmico do óleo sob demanda e pode reduzir o consumo energético em até 30 watts em comparação com soluções convencionais. Com arquitetura modular, tecnologia brushless e eletrônica integrada, o componente é compatível com eixos elétricos e transmissões híbridas dedicadas (DHT), além de operar em sistemas de 12V e 48V.

Outro foco da empresa é o sistema Flex Fuel, aplicado a motores de 3 e 4 cilindros. A tecnologia permite o uso de etanol e biocombustíveis, com detecção automática do combustível para otimizar desempenho e emissões. O conjunto inclui aquecedores integrados para partidas a frio e pode ser adaptado às exigências regulatórias de diferentes mercados.

A Marelli também apresenta soluções da unidade Green Technologies, dedicada ao gerenciamento térmico e de gases de escape em motores a combustão. O objetivo é aumentar a eficiência energética e reduzir as emissões, contribuindo para uma mobilidade mais sustentável.

No campo da eletrificação, a empresa destaca sistemas de eficiência térmica para veículos híbridos e elétricos, com componentes compactos e leves que ajudam a reduzir o consumo de energia e ampliar a autonomia.

Entre os equipamentos exibidos estão o resfriador de alto desempenho para baterias de veículos elétricos, projetado para melhorar a troca de calor e suportar recargas rápidas, e o resfriador de óleo eAxle, voltado a eixos elétricos com foco em integração e otimização de espaço.

O portfólio inclui ainda o radiador totalmente em alumínio, já disponível no mercado, utilizado no resfriamento de baterias. A solução combina eficiência térmica e maior facilidade de reciclagem.

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ZF amplia linha de cilindros de roda para GM, Renault e Fiat

A ZF Aftermarket anunciou a ampliação de sua oferta de componentes para sistemas de frenagem da marca TRW com o lançamento de novos cilindros de roda para linha leve.

A nova linha contempla aplicações para veículos das linhas Chevrolet Onix e Tracker, Renault Kwid e Fiat Toro que já estão disponíveis para distribuidores, varejistas e oficinas.

A relação completa de códigos e aplicações pode ser consultada no catálogo oficial da marca. A ZF Aftermarket está disponível pelo telefone 0800 011 1100 e nos demais canais oficiais de contato.

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segunda-feira, 27 de abril de 2026

Sabó completa 84 anos

Empresa brasileira amplia atuação global, investe em tecnologia e fortalece presença no aftermarket e na América Latina

A Sabó celebra 84 anos de atuação consolidando sua posição como referência global em soluções de vedação automotiva. Parceira estratégica de grandes montadoras, a Sabó desenvolve soluções para sistemas automotivos cada vez mais complexos, combinando engenharia aplicada, manufatura avançada e tecnologia. Ao longo de sua trajetória, a companhia construiu um portfólio completo que acompanha o veículo em todas as fases do ciclo de vida.

A empresa mantém equipes integradas nas áreas de marketing, vendas, logística, supply chain e produtos, com foco no cliente e na cadeia automotiva como um todo.

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Manutenção de freios na chuva: como garantir segurança e evitar acidentes

Revisão preventiva do sistema de freio é essencial em pistas molhadas e reduz riscos de falhas na frenagem

Rainy day – behind car window

A manutenção preventiva do sistema de freios é ainda mais importante em períodos de chuva, quando as condições de rodagem se tornam mais críticas. Pistas molhadas, menor aderência e visibilidade reduzida aumentam a exigência sobre o sistema de frenagem e elevam o risco de acidentes.

Segundo a Fras-le, o coeficiente de atrito entre pneu e solo diminui em piso molhado, o que pode ampliar a distância de parada. Se os freios não estiverem em perfeitas condições, o risco de colisões aumenta significativamente.

A recomendação é realizar revisões periódicas em oficinas de confiança, com atenção redobrada durante períodos chuvosos. A inspeção deve incluir todos os componentes do sistema para garantir eficiência e segurança.

Entre os principais itens a serem verificados estão:

Pastilhas de freio: desgaste excessivo aumenta o esforço no pedal e reduz a eficiência da frenagem, podendo causar superaquecimento em situações críticas.

Lonas, sapatas, mangueiras e cilindros: desgaste ou vazamentos comprometem o desempenho geral do sistema e aumentam o risco de falhas.

Fluido de freio: deve estar dentro do nível e validade. A absorção de umidade reduz o ponto de ebulição e pode causar perda de eficiência (fading).

Discos de freio: empenamentos ou espessura abaixo do recomendado prejudicam a frenagem e podem gerar vibrações, especialmente em piso molhado.

Com a combinação de chuva e maior exigência do sistema, manter os freios em dia é fundamental para dirigir com segurança. A revisão preventiva reduz custos com manutenção corretiva e garante melhor desempenho do veículo em condições adversas.

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Jurid lança pastilhas de freio para Volkswagen e Jeep

Marca amplia portfólio com opções para modelos VW T-Cross, Tiguan e Jeep Renegade

A Jurid reforça sua atuação no mercado de reposição com um portfólio abrangente de pastilhas e sapatas de freio, atendendo diferentes modelos da frota nacional, incluindo veículos das montadoras Volkswagen e Jeep.

Entre as aplicações disponíveis, destacam-se as pastilhas de freio para o Volkswagen T-Cross, com código HQJ-2460, para o Volkswagen Tiguan, com referência HQJ-2208A, e para o Jeep Renegade, identificado pelo código HQJ-2331A.

Por se tratar de um componente de desgaste natural, tanto as pastilhas quanto os discos sofrem desgaste ao longo do uso. Por isso, a manutenção preventiva é essencial para avaliar todo o sistema de freio, incluindo discos, tambores e sapatas, assegurando o funcionamento adequado e a segurança do veículo.

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O etanol danifica a injeção direta de combustível? Análise técnica

artigo & fotos por Cleyton Andre  

discussão sobre o impacto do etanol nos sistemas de injeção direta tem crescido entre profissionais da oficina e proprietários de veículos. Afinal, o etanol realmente danifica bombas de alta pressão e injetores? A resposta técnica é mais complexa do que parece. 

Para entender esse cenário, é importante considerar algumas características do combustível. O etanol é higroscópico, ou seja, tem capacidade de absorver umidade do ar. Além disso, o etanol hidratado utilizado no Brasil já contém naturalmente uma pequena quantidade de água proveniente do próprio processo de produção, normalmente na faixa de aproximadamente 4% a 7%, dentro das especificações definidas pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis. Os sistemas flex são desenvolvidos levando essa característica em consideração. No entanto, quando há variações na qualidade do combustível ou aumento do teor de água, podem surgir efeitos como corrosão e desgaste prematuro em alguns componentes. 

Em comparação, a gasolina, por ser composta majoritariamente por hidrocarbonetos, apresenta maior capacidade de lubricidade. Esse fator contribui para a formação de um leve filme lubrificante em componentes como bombas e injetores, o que pode favorecer a durabilidade em determinadas condições de operação. 

Mesmo com essas diferenças, estudos da indústria e a experiência prática indicam que o fator mais crítico para a durabilidade do sistema de injeção está na qualidade do combustível disponível no mercado. Variações podem ocorrer durante armazenamento, transporte ou contaminação, especialmente por água. Quando essas condições se afastam dos padrões considerados no desenvolvimento dos veículos, aumentam as chances de corrosão interna, desgaste de bombas de alta pressão e falhas em injetores. 

Durante o desenvolvimento de motores e sistemas de combustível, componentes como bombas de alta pressão e injetores são testados em laboratório com combustíveis de validação de composição controlada, baixo nível de impurezas e teor de etanol padronizado. Isso garante repetibilidade e permite avaliar com precisão a durabilidade dos componentes. Em muitos programas de engenharia são utilizadas misturas como E10 ou E20, que facilitam comparações entre diferentes mercados e centros de desenvolvimento. No entanto, essas condições nem sempre representam totalmente a realidade do combustível utilizado no dia a dia dos veículos. 

Outro ponto importante é que, ao longo do tempo, o uso em campo pode revelar condições que não aparecem nos testes iniciais. Por esse motivo, é comum que projetos passem por melhorias contínuas, com ajustes em materiais, calibração e até revisões de componentes, especialmente quando surgem falhas prematuras. 

Dessa forma, do ponto de vista técnico, o etanol por si só não pode ser considerado o responsável direto por danificar sistemas de injeção direta. Motores e componentes são projetados para operar com esse combustível. No entanto, suas características – como menor lubricidade e maior afinidade com a água – podem tornar o sistema mais sensível quando há variações na qualidade do combustível. 

Na prática, a durabilidade de componentes como bombas de alta pressão e injetores está diretamente relacionada às condições reais de uso e à qualidade do combustível utilizado ao longo da vida do veículo. Isso ajuda a explicar por que, no dia a dia das oficinas, o tema gera debates frequentes, especialmente em veículos que operaram por longos períodos com etanol em cenários onde a qualidade do combustível pode variar.

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