quarta-feira, 27 de maio de 2026

Cuidados com os pneus evitam gastos e aumentam segurança

Calibragem, alinhamento e rodízio de pneus ajudam no prolongamento da vida útil e reduzem o consumo

Manter a manutenção dos pneus em dia é uma das formas mais simples de evitar gastos desnecessários e dirigir com mais segurança. Segundo especialistas, pequenos cuidados preventivos ajudam a aumentar a durabilidade dos pneus, melhorar a estabilidade do veículo e até reduzir o consumo de combustível.

Para oficinas e mecânicos, orientar o cliente sobre esses cuidados é fundamental para evitar desgaste prematuro e problemas mais graves no veículo.

Calibragem correta faz diferença no consumo

Um dos pontos mais importantes é manter os pneus calibrados corretamente. Pneus com pressão abaixo do recomendado aumentam o esforço do motor, elevam o consumo de combustível e desgastam mais rápido.

Informe o cliente sobre a verificação da calibragem semanalmente, sempre com os pneus frios e seguindo as especificações do fabricante do veículo.

Alinhamento e balanceamento evitam desgaste irregular

O alinhamento e o balanceamento também devem fazer parte da rotina de manutenção preventiva.

Quando o veículo está desalinhado ou desbalanceado, o motorista pode perceber sintomas como:

  • Vibração no volante;
  • Veículo puxando para um dos lados;
  • Desgaste irregular dos pneus;
  • Perda de estabilidade.

Nesses casos, oriente o cliente a realizar os ajustes imediatamente para evitar danos maiores e aumentar a segurança.

Rodízio ajuda a prolongar a vida útil

Outro cuidado importante é o rodízio periódico dos pneus. Como cada eixo sofre desgastes diferentes, a troca de posição ajuda a equilibrar o desgaste e prolongar a durabilidade do conjunto.

A recomendação é seguir sempre o intervalo indicado pelo fabricante do veículo.

Atenção com buracos e impactos

Impactos em buracos, guias e obstáculos podem comprometer a estrutura interna dos pneus, mesmo quando não há danos visíveis.

Por isso, alerte o cliente para observar sinais como ruídos, vibrações e desgaste irregular, procurando uma avaliação especializada sempre que necessário.

Manutenção preventiva reduz custos

Segundo especialistas da Bridgestone, a manutenção preventiva evita trocas prematuras, melhora a dirigibilidade e reduz custos no longo prazo.

Além da economia, pneus em boas condições aumentam a aderência, melhoram a frenagem e contribuem diretamente para a segurança no trânsito.

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Valvoline projeta crescimento de 40% no Brasil em 2026

Marca de lubrificantes aposta em expansão de portfólio, fortalecimento da marca e alta nas linhas sintéticas para ampliar participação no mercado brasileiro

A Valvoline acelerou sua estratégia de expansão no Brasil e projeta crescimento de 40% em 2026. Representada no país pelo Grupo Usiquímica, a marca quer ampliar sua participação no mercado de lubrificantes automotivos e atingir 38 milhões de litros vendidos nos próximos anos.

As metas foram apresentadas durante o encontro anual de distribuidores Valvoline Hyper Focus. Segundo a empresa, o objetivo é alcançar 5% de participação em um mercado estimado em cerca de 120 milhões de litros por mês no Brasil.

No primeiro trimestre de 2026, a Valvoline registrou crescimento de 32% em relação ao mesmo período do ano anterior. O avanço foi impulsionado principalmente pelas linhas de lubrificantes sintéticos e semissintéticos, que cresceram entre 62% e 72%.

De acordo com Alberto Freitas, head de vendas da Valvoline no Brasil, o desempenho reforça a capacidade da marca de ampliar presença nos pontos de venda e conquistar novos consumidores em diferentes regiões do país.

Marca amplia presença global

A estratégia de crescimento também passa pelo fortalecimento global da marca. A Valvoline foi anunciada como patrocinadora oficial da FIFA World Cup 2026, que será realizada nos Estados Unidos, Canadá e México.

A ação marca a primeira participação da companhia em um evento esportivo global fora do automobilismo. A empresa também ampliou investimentos em categorias como Formula 1, em parceria com a Aston Martin Aramco Formula One Team, além de presenças na NASCAR, Formula E, Stock Car e Ultimate Drift.

Segundo a companhia, a estratégia busca fortalecer atributos ligados à performance, tecnologia e confiabilidade da marca.

Novos produtos e foco em tecnologia

Outro ponto central do plano de crescimento é a expansão do portfólio, a marca prevê lançar mais de 10 novos produtos nos próximos anos para atender diferentes aplicações do mercado automotivo.

A empresa destaca que o crescimento das linhas premium mostra uma mudança no perfil de consumo, com maior demanda por lubrificantes de alta tecnologia e maior valor agregado.

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Ferramenta busca reduzir reparos em prisioneiros de roda

A manutenção de componentes ligados ao conjunto de rodas e pneus costuma exigir atenção dos profissionais de oficinas, borracharias e centros automotivos. Entre os pontos que podem gerar retrabalho e aumento no custo do serviço estão danos nos filetes de rosca dos parafusos prisioneiros do cubo de roda.

Com foco nessa demanda, chega ao mercado o SUNETE, dispositivo desenvolvido para aplicação em serviços de recuperação de roscas em veículos com sistema de fixação por prisioneiro e porca.

Segundo informações da fabricante, o equipamento possui patente requerida e foi criado para atender oficinas mecânicas, borracharias, auto centers e demais profissionais envolvidos no processo de troca de pneus. O objetivo é atuar em situações nas quais a rosca do parafuso prisioneiro apresenta avarias, evitando procedimentos mais extensos.

De acordo com a empresa, o SUNETE foi desenvolvido a partir da evolução de uma ferramenta já conhecida no setor: o cossinete. Tradicionalmente utilizado para recuperação ou confecção de roscas, o conjunto convencional é formado por suporte e cossinete, permitindo a execução do serviço em parafusos e prisioneiros.

A proposta do novo dispositivo está ligada à adaptação para aplicações específicas em cubos de roda. Segundo o material divulgado, o diferencial do SUNETE está em seu formato com extensão do suporte e sistema de alavanca para giro, permitindo alcançar o final da rosca do parafuso prisioneiro.

No sistema convencional, a estrutura da ferramenta pode encontrar limitações durante a operação. Isso porque a alavanca do suporte do cossinete tradicional pode esbarrar em outros prisioneiros instalados no cubo, dificultando o acesso total ao componente.

Na prática, a proposta do equipamento é permitir a recuperação dos filetes danificados sem a necessidade imediata de substituição do prisioneiro. Dependendo do modelo do veículo, a troca desse componente pode exigir desmontagem do sistema de freio e, em alguns casos, até substituição de rolamentos, ampliando o tempo de reparo.

Segundo a fabricante, a missão do produto é “oferecer aos profissionais automotivos um diferencial na manutenção das roscas dos parafusos prisioneiros do cubo de rodas de automóveis e otimizar os serviços do dia a dia para dar mais dinamismo na entrega do automóvel ao cliente”.

A utilização de soluções voltadas à redução de etapas na manutenção automotiva faz parte da busca das oficinas por processos que possam minimizar tempo de parada e custos operacionais. Ferramentas específicas para reparos localizados também ganham espaço em serviços ligados à manutenção de rodas e pneus.

 

 

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terça-feira, 26 de maio de 2026

ZF lança bomba hidráulica para transmissões de pesados

Nova solução da ZF Aftermarket atende transmissões 16S usadas em caminhões Volkswagen e Iveco

A ZF Aftermarket anunciou o lançamento de uma nova bomba hidráulica de transmissão voltada ao mercado de reposição para veículos comerciais pesados.

O componente foi desenvolvido para aplicações de alta exigência operacional, com foco em desempenho, confiabilidade e maior durabilidade do sistema de transmissão.

Segundo a empresa, a nova bomba hidráulica contribui para o funcionamento mais eficiente da transmissão, reduzindo riscos de falhas e mantendo desempenho consistente mesmo em condições severas de uso.

Aplicações em transmissões 16S

A novidade atende transmissões das linhas 16S 1300, 16S 1455, 16S 1600, 16S 1650 e 16S 1900, amplamente utilizadas em caminhões de marcas como Volkswagen Caminhões e Ônibus e Iveco.

De acordo com a ZF Aftermarket, o componente segue padrão de qualidade alinhado ao equipamento original, garantindo maior precisão no funcionamento da transmissão e melhor performance do conjunto mecânico.

A fabricante informa que a relação completa de códigos e aplicações já está disponível no catálogo oficial da marca.

Dados do produto

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Óleo lubrificante: mitos e erros afetam vida do motor

A escolha do lubrificante adequado para o motor ainda está entre os temas que mais geram questionamentos no setor automotivo. Dúvidas envolvendo a viscosidade ideal, o período correto para substituição, a mudança na cor do óleo e sua influência no funcionamento do motor seguem frequentes tanto nas oficinas quanto em debates nas plataformas digitais. Para Wellington Santos, especialista em tecnologia de produto da Castrol, informações incorretas ou interpretações equivocadas podem contribuir diretamente para falhas e desgaste antecipado dos componentes internos do motor.

Óleo lubrificante: mitos e erros afetam vida do motor

Escolher o óleo lubrificante correto ainda gera dúvidas entre motoristas e profissionais da reparação. Questões sobre viscosidade, prazo de troca, coloração do produto e desempenho continuam presentes no ambiente das oficinas e também nas redes sociais. Segundo Wellington Santos, especialista em tecnologia de produto da Castrol, parte dos problemas relacionados ao desgaste prematuro do motor está associada à desinformação.

“O óleo é um componente de engenharia. Ele é formulado com óleos básicos, pacote de aditivos e focados em especificações técnicas da indústria e de montadoras. Não é tudo igual e não pode ser escolhido apenas pelo preço”, afirma o especialista.

Cinco mitos sobre óleo lubrificante

Algumas informações disseminadas ao longo dos anos ainda são repetidas como regras técnicas, mas não encontram respaldo nas recomendações dos fabricantes.

“Óleo mais grosso protege mais o motor”: mito

A viscosidade deve seguir a recomendação definida pela montadora. Um lubrificante mais espesso pode apresentar maior dificuldade de circulação, principalmente durante a partida a frio.

“A viscosidade não é sinônimo de proteção extra. Se o motor foi projetado para 5W-30, usar 20W-50 pode prejudicar circulação, desempenho, consumo de combustível e emissões”, explica Wellington.

O primeiro número da classificação indica o comportamento do óleo em baixas temperaturas, enquanto o segundo representa sua viscosidade em temperaturas elevadas.

“Se o carro roda pouco, não precisa trocar o óleo”: mito

Mesmo com baixa quilometragem, o lubrificante sofre degradação química. Oxidação, absorção de umidade e contaminação por combustível podem comprometer o desempenho do produto.

Além disso, trajetos curtos são considerados uso severo, já que o motor muitas vezes não atinge sua temperatura ideal de funcionamento.

“Todo óleo sintético é igual”: mito

O tipo de base do óleo não é o único fator que define sua aplicação. O pacote de aditivos e as normas técnicas também influenciam diretamente no desempenho.

“A informação da base sintética no rótulo é só uma parte do perfil do produto. É preciso observar também as normas como SAE, API e ACEA, além das especificações dos fabricantes de veículos que são classificações técnicas que indicam o nível de desempenho e qualidade dos óleos lubrificantes para motores”, destaca Wellington.

“Óleo escuro perdeu a validade”: mito

A alteração de cor não é, isoladamente, um indicativo técnico de perda de eficiência. O escurecimento pode representar justamente a atuação do lubrificante na retenção de resíduos e partículas.

Completar com qualquer óleo da mesma viscosidade: mito parcial

Segundo o especialista, produtos com a mesma viscosidade podem apresentar formulações e pacotes de aditivos diferentes.

“Em emergências, é possível completar com óleo da mesma especificação. Mas o ideal é manter o produto até a troca para preservar a performance original da formulação”, orienta.

Verdades sobre óleo e manutenção do motor

Além dos equívocos mais comuns, algumas condições de uso exigem atenção especial de reparadores e proprietários.

Partida concentra desgaste do motor

De acordo com a análise apresentada, cerca de 75% do desgaste ocorre no momento da partida, período em que o lubrificante ainda não circulou completamente.

Em trânsito urbano, com sucessivos ciclos de para e anda, essa condição se repete diversas vezes ao longo do dia.

Lubrificante influencia no consumo

Reduzir atrito interno também pode contribuir para a eficiência do motor.

“Quando há menos contato metal-metal, o motor trabalha de forma mais eficiente. Isso pode refletir em economia de combustível, dependendo do veículo e das condições de uso”, afirma Wellington.

Uso urbano exige atenção

Trânsito intenso, trajetos curtos e partidas frequentes fazem com que muitos veículos operem em condição considerada severa.

Nesses casos, o intervalo de troca deve seguir a recomendação prevista no manual.

“O óleo lubrificante não é apenas um fluido, mas sim parte estrutural da engenharia do motor. Ele controla atrito, ajuda na limpeza interna, contribui para a eficiência térmica, durabilidade, economia de combustível e emissões mais limpas”, conclui o técnico da Castrol.

 

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segunda-feira, 25 de maio de 2026

Marelli Cofap amplia linha para máquinas agrícolas no Brasil

Empresa reforça atuação no agronegócio com amortecedores, molas a gás, compressores e componentes para tratores e colheitadeiras

A Marelli Cofap Aftermarket reforçou sua presença no agronegócio brasileiro com um portfólio ampliado de componentes voltados para máquinas agrícolas e equipamentos pesados.

Detentora das marcas Cofap e Magneti Marelli, a empresa aposta em peças desenvolvidas para suportar operações severas no campo, incluindo poeira intensa, vibração constante e longas jornadas de trabalho.

O objetivo é atender tanto o mercado de reposição quanto fabricantes de equipamentos originais utilizados no agronegócio.

Linha inclui amortecedores e componentes de ar-condicionado

O portfólio da empresa reúne componentes utilizados em tratores, pulverizadores e colheitadeiras, como amortecedores de suspensão e cabine, molas a gás, compressores de ar-condicionado e mangueiras para sistemas de arrefecimento.

Outro destaque da linha são as mangueiras para sistemas de arrefecimento, produzidas com materiais resistentes a grandes variações de temperatura.

Segundo a Marelli Cofap Aftermarket, os componentes foram desenvolvidos para aumentar a durabilidade das máquinas agrícolas, reduzir falhas mecânicas e melhorar a produtividade das operações no agronegócio brasileiro.

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Fras-le amplia linha de sapatas para carros leves no Brasil

Marca supera 160 aplicações para veículos de passeio, SUVs, picapes e utilitários

A Fras-le ampliou sua linha de sapatas de freio para veículos leves e passou a oferecer mais de 160 aplicações voltadas ao mercado de reposição automotiva.

O portfólio atende carros de passeio, SUVs, picapes e utilitários leves das principais montadoras presentes no Brasil, com cobertura para grande parte da frota equipada com sistema de freio a tambor traseiro.

Entre as marcas atendidas estão Chevrolet, Fiat, Volkswagen, Ford, Toyota, Hyundai, Renault, Peugeot, Citroën, Nissan, Jeep, Honda, Mitsubishi e Kia.

Linha cobre compactos, SUVs e picapes

O catálogo inclui aplicações para modelos populares e veículos utilitários de diferentes segmentos. Entre eles estão Chevrolet Onix, Prisma, Spin, Tracker e S10; Volkswagen Gol, Polo, Virtus e Amarok; Fiat Argo, Strada, Toro e Pulse; além de Renault Kwid, Duster e Oroch.

A sapata de freio atua diretamente no sistema de freio a tambor. A peça é acionada por cilindros hidráulicos ou sistemas mecânicos, pressionando o material de fricção contra o tambor para desacelerar o veículo.

Por se tratar de um item ligado à segurança, especialistas recomendam inspeções periódicas durante as revisões preventivas.

De acordo com Leandro Leite, além da avaliação das sapatas e tambores, também é importante verificar cilindro de roda, cilindro mestre, molas de retorno e sistema de freio de estacionamento para garantir o funcionamento correto do conjunto.

 

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