terça-feira, 15 de setembro de 2026

Jurid revela destaques da placa antirruído na pastilha de freio

pastilha de freio com placa antirruído da Jurid

Tecnologia ajuda a reduzir vibrações entre pastilha e disco e também pode diminuir a transmissão de calor para a pinça

O ruído durante a frenagem nem sempre indica um defeito grave no sistema de freio, mas pode ser um sinal de que há vibrações ocorrendo entre a pastilha e o disco. Com o intuito de reduzir esse incômodo, algumas pastilhas de freio são equipadas com uma placa antirruído, componente que atua justamente na absorção e atenuação dessas vibrações.

A tecnologia é formada, normalmente, por uma placa metálica fixada à chapa da pastilha. O componente pode reunir aço laminado, uma camada de pintura de amortecimento e revestimento emborrachado. Dessa forma, cria-se uma barreira entre a pastilha e a pinça, reduz a transmissão das vibrações e até ajuda a diminuir os ruídos durante a frenagem.

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Placa antirruído não muda o material de atrito

De acordo com Ana Paola Sartori, gerente de operações da Jurid, a presença da placa antirruído não modifica a composição do material de atrito da pastilha nem altera seu desempenho. A executiva comenta que a pastilha com antirruído pode ser aplicada em qualquer veículo, desde que a especificação seja compatível com o sistema de freio do carro.

A placa é considerada um acessório e pode ser utilizada em pastilhas que contam ou não com sistema de alerta de desgaste. Atualmente, existem dois tipos principais de aviso sobre o fim da vida útil da peça. O sensor eletrônico aciona uma luz no painel quando a pastilha atinge o limite de desgaste. Já o sensor mecânico produz um ruído característico para indicar que chegou o momento da substituição.

Além de ajudar no controle das vibrações, a placa antirruído também contribui para reduzir a transmissão de calor da pastilha para a pinça e outros componentes do sistema de freio. Inclusive, a empresa pontua que a aplicação de um lubrificante cerâmico entre a placa e a pinça pode complementar a ação do componente e ajudar na redução de ruídos e vibrações.

Barulho na frenagem pode ter outras causas

A Jurid revela que a placa antirruído vai exercer sua função independentemente do nível de desgaste da pastilha. Todavia, o surgimento de ruídos pode estar relacionado a outros problemas.

Discos desgastados ou em más condições e componentes com movimentação inadequada e matérias-primas de baixa qualidade no material de atrito  podem contribuir para o surgimento de barulhos. Por fim, Ana Paola conta que se o motorista perceber um comportamento diferente no sistema de freio, ele precisa fazer uma revisão completa do conjunto em uma oficina de confiança.

 

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segunda-feira, 14 de setembro de 2026

Litens alerta para cuidados com sistema de sincronismo

visão do sistema de sincronismo dos carros

Vazamentos de óleo, desalinhamentos e instalação incorreta estão entre os fatores que podem provocar ruídos e assustar os motoristas

Nem todo ruído percebido na região do motor tem origem em uma falha interna do propulsor. Em alguns casos, o problema pode estar no sistema de sincronismo, especialmente quando há alterações nas condições de funcionamento dos componentes responsáveis pelo controle da tensão das correias.

Um dos pontos que merece atenção durante o diagnóstico é a presença de vazamentos de óleo. Quando o lubrificante chega à região das correias, pode interferir no funcionamento do conjunto e provocar ruídos e vibrações. Por isso, antes de substituir peças, o mecânico deve identificar o que está causando a contaminação.

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Atenção ao vazamento

Segundo a Litens, vazamentos em componentes como retentores ou polias variáveis dos comandos de válvulas podem contaminar o sistema de correias. Se acontecer esse incidente, há uma alteração no funcionamento dos componentes responsáveis pelo controle da tensão e levar a sintomas que dificultam a identificação da origem do problema. Como consequência, uma substituição de peças feita sem eliminar a causa da contaminação pode resultar em retrabalho e não solucionar o ruído de forma definitiva.

detalhe do sistema de sincronismo dos carros

Por isso, a análise deve considerar o sistema como um conjunto. Durante a manutenção, é importante verificar se há presença de óleo na região da correia. Além disso, a empresa pontua que o mecânico deve checar estado das vedações, o alinhamento dos componentes e o desgaste geral. Dessa forma, o profissional consegue chegar à causa raiz antes de definir quais componentes precisam ser substituídos.

Instalação correta também influencia a durabilidade

Além da contaminação por óleo, a Litens destaca que desalinhamentos e procedimentos inadequados de instalação podem comprometer o desempenho do sistema de sincronismo.

componente do sistema de sincronismo dos carros

A fabricante recomenda a utilização de componentes compatíveis com as especificações originais do veículo e o cumprimento dos procedimentos indicados pela montadora. Inclusive, a empresa conta que o uso das ferramentas corretas e a aplicação dos torques especificados também fazem parte desse processo. Desse modo, um diagnóstico preciso pode evitar a troca desnecessária de componentes e reduzir o risco de o problema voltar a aparecer. Corrigir primeiro a origem da contaminação é uma etapa importante para preservar a confiabilidade do conjunto.

 

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sexta-feira, 11 de setembro de 2026

Caminhão elétrico da Farizon chega ao Brasil por R$ 240 mil

Versões do caminhão F3E da Farizon

Caminhão elétrico semileve tem capacidade de carga de 1.740 kg, PBT de 3.495 kg, autonomia de até 300 km e dois modos de condução

A Farizon ampliou seu catálogo com a chegada do caminhão F3E. 100% elétrico, o modelo semileve foi desenvolvido para distribuição urbana, logística de última milha e transporte de cargas nos centros urbanos. O modelo chega com capacidade para transportar até 1.740 kg e autonomia de até 314 km pelo ciclo WLTP.

O F3E ocupa uma faixa intermediária no portfólio da marca, entre as vans elétricas V6E e SuperVan e o caminhão H9E. A novidade já está à venda por R$ 240 mil e conta com garantia de três anos para o veículo e oito anos para as baterias.

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Detalhes técnicos

O caminhão utiliza motor elétrico integrado ao e-Axle traseiro, conjunto que reúne o motor e o eixo de tração. O utilitário desfruta de 150 cv e 30,5 kgfm de torque. Inclusive, sua tração é traseira e a bateria de fosfato de ferro-lítio (LiFePO4) tem capacidade de 72,8 kWh e conta com gerenciamento térmico por refrigeração e aquecimento líquidos.

Farizon F3E branco visto de frente

A arquitetura elétrica de 400V permite recarga rápida em corrente contínua de até 100 kW pelo padrão CCS2. Também é possível utilizar corrente alternada trifásica de até 11 kW. O F3E tem dois modos de condução, sendo que o Eco tem velocidade máxima limitada de 80 km/h. Já no modo normal, o modelo trafega até 90 km/h.

Com entre-eixos de 3,70 cm, o caminhão pode receber diferentes tipos de implementos. Na configuração destinada ao Brasil, suporta baús de até 15 m³. Há ainda uma saída opcional de alta tensão de 10 kW para equipamentos auxiliares, como sistemas de refrigeração. Além disso, a novidade conta com função V2L. Ou seja, sua bateria pode alimentar equipamentos externos com potência de até 3,3 kW.

Caminhão F3E da Farizon visto de trás

Segurança e conectividade

O F3E pertence à categoria N1 e tem PBT de 3.495 kg. A suspensão utiliza molas longitudinais e amortecedores nos dois eixos, enquanto a direção conta com assistência elétrica X-EPS.

Entre os equipamentos de segurança estão frenagem autônoma de emergência (AEB), alerta de colisão frontal (FCW) e alerta de saída involuntária de faixa (LDW). Ainda nesse sentido, o caminhão traz controle eletrônico de estabilidade, frenagem eletro-hidráulica, freio de estacionamento eletrônico e monitoramento da pressão dos pneus.

Painel com telas ligadas do caminhão F3E da Farizon

Airbags para motorista e passageiro, quatro sensores traseiros de estacionamento e câmera de ré HD. Os faróis principais são de LED, com regulagem de altura, e há iluminação diurna e acionamento automático.

Na cabine, o motorista encontra painel LCD de 7 polegadas e central multimídia de 12,3 polegadas, com Apple CarPlay, Android Auto e Bluetooth. O modelo também oferece entradas USB-A e USB-C, tomada de 12 V, ar-condicionado, vidros elétricos e retrovisores com ajuste elétrico e aquecimento.

 

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quinta-feira, 10 de setembro de 2026

Viemar Automotive revela seus destaques para Expopeças 2026

componente da Viemar Automotive

Marca apresenta novos componentes para veículos eletrificados, picapes e sistemas de freio durante o evento em Goiânia

A expansão dos veículos eletrificados e o crescimento da presença de picapes no mercado de reposição exigem novas aplicações de componentes para atender à frota. De olho nisso, a Viemar Automotive já revelou quais serão os destaques do seu estande durante a 10ª edição da Expopeças.

Durante o evento, realizado de 10 a 12 de setembro em Goiânia, a fabricante apresentará componentes de suspensão, direção e freios, além de produtos em desenvolvimento. As equipes técnica e comercial da empresa também estarão presentes para atender aos visitantes.

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Novas aplicações para veículos eletrificados

Entre os destaques estão as articulações axiais destinadas a alguns dos principais modelos eletrificados do mercado. A Viemar apresenta na Expopeças componentes para o Geely EX2, BYD Dolphin Mini e GWM Haval H6.

Segundo os representantes da Viemar, essa ampliação se deve ao crescimento da frota de carros eletrificados e a necessidade de aumentar a disponibilidade de peças para manutenção no mercado de reposição.

Além disso, a empresa aproveita o evento para apresentar novidades voltadas às picapes, segmento que possui aplicações específicas e é submetido a diferentes condições de utilização. A Viemar Automotive mostrará novos axiais e terminais de direção para a Ford Ranger fabricada a partir de 2024.

Já para a Mitsubishi Triton 2026 em diante, o portfólio passa a contar com pivôs de suspensão, terminais de direção e guarda-pó da caixa de direção. A Ram Rampage também ganhará novos terminais de direção.

Linha de freios também terá destaque

Outro destaque no estande será a linha de freios, pinças e reparos. De acordo com a fabricante, o catálogo já ultrapassa 400 SKUs, ampliando a cobertura de aplicações disponíveis para o mercado de reparação.

Entre os produtos apresentados estão as pinças de freio para o Toyota SW4, ano-modelo 2016 em diante, com opções para os eixos dianteiro e traseiro. A linha também contempla aplicações para a Toyota Bandeirante. Inclusive, a empresa celebra 30 anos de fundação este ano.

 

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quarta-feira, 9 de setembro de 2026

Magneti Marelli alerta para cuidados com o kit de distribuição

componentes do kit de distribuição da Magneti Marelli

Correia e corrente de distribuição precisam de inspeção periódica para preservar o sincronismo do motor e evitar reparos de alto custo

Um componente que trabalha longe dos olhos do motorista pode ser responsável por uma das falhas mais caras do motor. A correia ou corrente de distribuição é encarregada de manter o sincronismo entre o virabrequim e o comando de válvulas. Quando esse sistema perde eficiência, o prejuízo vai além da simples substituição de peças.

Por isso, a manutenção preventiva do kit de distribuição deve fazer parte da rotina de cuidados com o veículo. A Magneti Marelli alerta que tanto a correia quanto a corrente estão sujeitas ao desgaste e precisam ser verificadas conforme as especificações de cada aplicação.

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Correia e corrente exigem cuidados diferentes

O sistema de distribuição sincroniza o movimento do virabrequim com o comando de válvulas. Dessa forma, garante que as válvulas sejam acionadas no momento correto para permitir a entrada da mistura de ar e combustível no cilindro e a saída dos gases queimados.

Esse sincronismo é fundamental porque evita que as válvulas permaneçam dentro do cilindro enquanto o pistão sobe para comprimir a mistura. Caso ocorra uma falha nesse processo, podem surgir avarias severas no motor, exigindo reparos complexos e de alto custo.

componentes do kit de distribuição da Magneti Marelli

No caso das correias, a substituição deve respeitar a quilometragem recomendada pelo fabricante do veículo. O intervalo varia conforme a aplicação e, em alguns casos, de acordo com o material utilizado na fabricação. Portanto, seguir o plano de manutenção é essencial, assim como utilizar uma correia com tecnologia e especificações equivalentes às originais.

Já a corrente de distribuição tem vida útil significativamente maior. Ainda assim, isso não significa que seja um componente livre de manutenção. Com o avanço da quilometragem, corrente, guias, tensionadores e engrenagens podem se desgastar e comprometer o sincronismo.

A substituição pode ser recomendada a partir de 100 mil quilômetros, dependendo das especificações do fabricante, do modelo, da qualidade dos componentes e das condições de uso e manutenção.

Kit completo facilita a manutenção

Na hora de cuidar das correias, os motoristas devem se atentar também em componentes como tensionador e polias auxiliares. Já nos cuidados da corrente, o ideal é que atenção também se volte para itens como guias, engrenagens e tensor. A Magneti Marelli oferece kits que podem facilitar a manutenção dos dois sistemas.

Além de contribuir para a precisão do sincronismo entre virabrequim e comando de válvulas, a substituição adequada ajuda a reduzir o risco de quebras e falhas mecânicas. Inclusive, preserva também o desempenho e a eficiência do motor.

Assim, a inspeção periódica do conjunto é uma medida preventiva importante. Ignorar sinais de desgaste pode transformar uma intervenção programada em uma falha inesperada e muito mais cara. A recomendação da empresa é que motoristas e mecânicos acompanhem as condições do sistema e respeitem os períodos de manutenção e substituição indicados para cada veículo.

 

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Catalisador usado pode voltar à cadeia produtiva por reciclagem

Sucata do catalisador automotivo da Umicore

Com metais nobres como platina, paládio e ródio, componente pode ser reciclado mesmo após o fim da vida útil

O catalisador automotivo não encerra sua função quando chega ao fim da vida útil. Presente no sistema de exaustão de veículos a combustão e híbridos, o componente ajuda a transformar gases poluentes em substâncias menos nocivas. Porém, ele ainda pode representar uma fonte de matérias-primas para a indústria mesmo depois de usado.

Isso acontece porque o substrato interno do catalisador contém metais nobres, principalmente platina, paládio e ródio. Por meio da reciclagem, esses materiais podem ser recuperados e utilizados novamente em diferentes aplicações, reduzindo a dependência de matérias-primas provenientes da mineração.

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Como é feita a reciclagem do catalisador?

A Umicore, além de fabricar catalisadores automotivos, possui uma unidade de negócios dedicada à reciclagem de metais nobres. No Brasil, o processo começa na planta da empresa em Americana (SP), onde são recebidos resíduos de diferentes origens.

Entre os materiais estão sucatas de catalisadores automotivos, catalisadores químicos e industriais, sucata eletrônica, resíduos de joalheria e resíduos de mineração.

Primeiramente, os materiais são homogeneizados para que uma pequena amostra represente adequadamente todo o lote. Logo em seguida, essa amostra passa por análise laboratorial, responsável por identificar e quantificar os metais de interesse.

Ciclo de vida do catalisador

Após a etapa de amostragem e valorização no Brasil, o material é encaminhado para a unidade de reciclagem de metais da Umicore em Hoboken, na Bélgica. Segundo a empresa, a instalação está entre as maiores e mais ecoeficientes do mundo para a reciclagem de fluxos complexos contendo metais nobres.

Nessa etapa são utilizados processos pirometalúrgicos para recuperar os metais, que posteriormente passam pelo refino. Assim, os recursos podem retornar ao mercado e ser empregados novamente em diferentes produtos.

Destinação correta é fundamental

Para que o ciclo de reciclagem aconteça de maneira adequada, a destinação do catalisador usado deve ser feita por canais oficiais. O procedimento permite manter a rastreabilidade do material, evitar perdas e garantir a conformidade ambiental. Para pequenos volumes, a companhia orienta e indica parceiros homologados para a destinação.

Além disso, o material deve ser armazenado em local coberto, evitando a absorção de umidade, e pode ser acondicionado em tambores metálicos. A entrega precisa ser acompanhada de Nota Fiscal, enquanto somente empresas cadastradas e aprovadas pelo processo de compliance da Umicore podem realizar entregas.

Depois de recuperados e refinados, os metais podem ser utilizados novamente na fabricação de catalisadores automotivos, catalisadores industriais, aplicações químicas e equipamentos eletrônicos.

Globalmente, a Umicore informa que 65% das matérias-primas processadas pela empresa são materiais secundários. A unidade global de reciclagem processa mais de 400 mil toneladas de matérias-primas por ano, provenientes de mais de 200 tipos de materiais, com recuperação de 17 metais diferentes.

Para Gabriel Cruz, gerente comercial da Umicore, o controle de toda a cadeia é necessário para que a reciclagem sustentável seja efetiva, desde o recebimento do material até o retorno dos metais à economia.

 

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terça-feira, 8 de setembro de 2026

YPF Lubrificantes anuncia parceria com novos distribuidores

Linha de produtos da YPF Lubrificantes

Marca reforça presença nas cinco regiões do Brasil com novos parceiros e pretende alcançar todos os estados até o fim de 2026

A YPF Lubrificantes ampliou sua rede de distribuição no Brasil e passou a contar com 26 distribuidores ativos, número 30% superior ao registrado em 2025. A expansão envolve novos parceiros em diferentes polos regionais e faz parte da estratégia da empresa para aumentar a disponibilidade de produtos e a proximidade com clientes, oficinas e varejistas.

A nova etapa inclui operações nas regiões Sudeste, Centro-Oeste, Norte e Nordeste. Para definir os parceiros, a companhia considerou fatores como estrutura operacional, capacidade logística, abrangência regional, equipe comercial e potencial de crescimento em cada mercado.

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Novos distribuidores ampliam cobertura regional

Entre os novos parceiros da região Sudeste estão a Lubvale, em São José dos Campos (SP), com atendimento à região do Vale; a Breda, em Nova Friburgo (RJ); e a RM Distribuidora, na capital fluminense.

Também passaram a integrar a rede a Star Mix e Belcar, em Goiânia (GO) e a GP Distribuidora, em Sinop (MT), na região do Centro-Oeste. Já no Norte a Portal Distribuidora está localizada em em Marituba (PA). No Nordeste, a empresa atuará por meio das Premium Lub Pneus, em Imperatriz (MA) e a LubPonto, em Fortaleza (CE). Com essas operações, a YPF Lubrificantes amplia a capilaridade em regiões consideradas estratégicas pela companhia.

No Sudeste, há distribuidores em São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo. No Sul, a marca possui operações no Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. No Centro-Oeste, a rede está presente em Goiás e Mato Grosso. No Norte, atende Tocantins e Pará. No Nordeste, a distribuição alcança Bahia, Ceará, Maranhão, Paraíba, Rio Grande do Norte, Pernambuco, Alagoas e Sergipe.

Para o mercado de reposição, a ampliação da estrutura pode facilitar o acesso aos produtos da marca em diferentes regiões. Além da comercialização, os distribuidores recebem suporte para estruturar as operações, capacitar equipes, desenvolver o planejamento comercial e realizar ações de marketing regional.

Meta ambiciosa

A expansão atual dá continuidade ao plano iniciado após a integração da YPF Lubrificantes ao Grupo Usiquímica. A estratégia estabeleceu um modelo de atuação baseado em uma rede exclusiva de distribuidores em todo o território brasileiro.

Segundo a companhia, os parceiros têm papel estratégico na operação, especialmente por conhecerem as características e necessidades de cada mercado regional. A estrutura também busca oferecer suporte técnico e atendimento mais próximo aos clientes. Inclusive, a empresa pretende formar, até o final de 2026, uma rede com presença em todos os estados brasileiros.

 

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