segunda-feira, 23 de fevereiro de 2026

Randon vence Prêmio Lótus Campeão de Vendas pelo segundo ano consecutivo

Foto: Fernanda Freixosa

A Randon conquistou, pelo segundo ano consecutivo, o Prêmio Lótus Campeão de Vendas como líder em vendas no mercado brasileiro de implementos rodoviários. Em 2025, a companhia recebeu oito certificações, incluindo o principal reconhecimento como Marca de Implemento Rebocado, pela liderança geral no país.

O levantamento considera o volume de implementos licenciados no Renavam (Registro Nacional de Veículos Automotores), com dados divulgados pela Fenabrave.

Além da liderança geral, a fabricante também ficou em primeiro lugar em sete famílias de produtos:

  • Basculante
  • Graneleiro/Carga Seca
  • Dolly
  • Tanque de Produtos Perigosos
  • Baú Frigorífico
  • Silo
  • Tanque de Aço Carbono

Segundo o diretor-superintendente Eduardo Dalla Nora, o reconhecimento reforça o compromisso da empresa com qualidade, segurança, eficiência operacional e rentabilidade para clientes e parceiros.

The post Randon vence Prêmio Lótus Campeão de Vendas pelo segundo ano consecutivo appeared first on Revista O Mecânico.


Randon vence Prêmio Lótus Campeão de Vendas pelo segundo ano consecutivo Publicado primeiro em http://omecanico.com.br/feed/

LEAPMOTOR C10: Quais são os desafios de manutenção do “Ultra Híbrido” da Stellantis?

Aspectos de manutenção do híbrido de alcance estendido da Stellantis 

texto Vitor Lima   fotos Diego Cesilio  / Stellantis Divulgação 

Leapmotor C10 marca uma nova fase da eletrificação no mercado brasileiro. Sob o guarda-chuva do grupo Stellantis, o modelo chega com uma proposta técnica pouco comum no país: trata-se de um veículo elétrico de alcance estendido, conhecido internacionalmente como EREV (Range Extended Electric Vehicle). Embora seja classificado comercialmente como híbrido, sua arquitetura mecânica e elétrica se distancia completamente dos híbridos tradicionais já conhecidos pelo reparador nacional. 

Nesse conceito, o veículo é sempre tracionado por um motor elétrico. O motor a combustão não possui ligação mecânica com as rodas, não existe câmbio convencional, embreagem ou conversor de torque. Toda a função do motor térmico é gerar energia elétrica para recarregar o pack de baterias de alta tensão. 

Segundo o especialista em manutenção automotiva Mário Bandeira, proprietário da Escuderia Car Service, localizada em São Paulo/SP, o conceito é simples, porém extremamente eficiente. “Temos aqui um motor que trabalha exclusivamente como gerador. Ele não traciona o carro em nenhum momento. Toda a movimentação é feita pelo motor elétrico”. 

Essa mudança de filosofia impacta diretamente a forma como o mecânico deve enxergar o veículo, principalmente no diagnóstico e na manutenção preventiva. 

 

Arquitetura geral do sistema híbrido 

O Leapmotor C10 é composto por quatro conjuntos principais que trabalham de forma integrada. O primeiro deles é o motor elétrico traseiro, responsável por toda a tração do veículo. Associado a ele está o conjunto redutor de marcha única, responsável por transmitir o torque às rodas traseiras. 

O segundo grande conjunto é o pack de baterias de alta tensão, instalado sob o assoalho do veículo. Esse conjunto armazena a energia responsável pela propulsão e também recebe carga tanto pela tomada externa quanto pelo motor a combustão. 

O terceiro sistema é justamente o motor térmico 1.5 aspirado, que atua exclusivamente como gerador. Por fim, o quarto conjunto é o sistema eletrônico de gerenciamento, responsável por controlar fluxo de energia, temperaturas, modos de condução e estratégias de carregamento. 

O resultado prático é que o condutor tem a sensação de dirigir um veículo totalmente elétrico, com torque imediato, aceleração linear e ausência total de trocas de marcha. 

 

Motor a combustão: construção e características 

O motor térmico do Leapmotor C10 é o H15R, um quatro cilindros 1.5 aspirado com injeção direta de 88 cv de potência e 12,7 kgfm de torque, que trabalha em ciclo Atkinson. Esse tipo de ciclo prioriza eficiência térmica, reduz consumo e é especialmente indicado para aplicações estacionárias. 

Por não atuar na tração, o motor não sofre picos de carga, variações bruscas de rotação ou esforço mecânico elevado. Sua operação é controlada eletronicamente conforme a necessidade de geração de energia.  Mário Bandeira destaca que, apesar do nível tecnológico do veículo, o coração mecânico permanece extremamente conhecido. “A manutenção desse motor é muito tranquila. Não tem nada de bicho de sete cabeças. É um motor convencional”.  O comando de válvulas utiliza corrente, eliminando a necessidade de substituições periódicas de correia dentada, o que reforça o foco em durabilidade. 

Capô aberto 

Do ponto de vista do mecânico, o motor apresenta acesso simples aos principais componentes. As quatro bobinas individuais (1) estão posicionadas na parte superior do cabeçote, assim como as velas de ignição, permitindo substituição rápida e sem desmontagens complexas. 

A central eletrônica do sistema de injeção também se encontra em posição acessível no cofre do motor (2), facilitando testes elétricos, medições e diagnóstico via scanner. 

Para realizar leituras de parâmetros ou testes ativos, é necessário habilitar o funcionamento do motor gerador por meio do menu de manutenção disponível na central multimídia do veículo. 

Mesmo não sendo responsável pela tração, o motor térmico do C10 atende integralmente às normas ambientais. O sistema conta com válvula EGR (3), trocador de calor dedicado, catalisador e duas sondas lambda, uma antes e outra após o catalisador (4). “O sistema EGR é bem projetado, bem dimensionado e de fácil manutenção”, comenta o mecânico. 

O posicionamento dos componentes permite inspeção e substituição sem grandes intervenções estruturais, algo positivo para a rotina de oficina. 

Um dos pontos técnicos mais relevantes do Leapmotor C10 é sua arquitetura tripla de arrefecimento. Diferentemente de veículos convencionais, o modelo possui três circuitos completamente independentes. 

O primeiro circuito é responsável pela refrigeração do motor de tração e gerador (5). O segundo circuito é dedicado ao motor e sistema de ar-condicionado (6) 

Já o terceiro circuito (7) é dedicado ao pack de baterias de alta tensão. Nesse sistema, o fluido refrigerante percorre todos os módulos internos da bateria, dissipando o calor gerado pelas reações químicas e retornando ao reservatório em um ciclo contínuo. 

Cada reservatório possui identificação própria, o que facilita o diagnóstico e evita erros durante manutenções. Porém, o líquido do sistema de arrefecimento deve ser substituído a cada 40 mil km ou 4 anos, o que ocorrer primeiro. O produto homologado é o OAT-25°C/ OAT-40°C e, para cada sistema, são diferentes capacidades volumétricas. 

Para o sistema de arrefecimento do motor a combustão e ar-condicionado são 8,4L com variação para mais ou menos de 0,4 litros. Já o sistema de arrefecimento do motor elétrico e do gerador são 7,9L com variação para mais ou menos de 0,4 litros. Por fim, o sistema de arrefecimento da bateria tem capacidade de 3L com variação para mais ou menos de 0,3 litros. 

Um dos aspectos que mais chamaram a atenção do profissional foi a escolha do fluido refrigerante. Apesar de ser um veículo eletrificado, o Leapmotor C10 utiliza o gás R134a, amplamente conhecido pelo mecânico brasileiro. “Enquanto uma carga de gás em híbridos modernos pode chegar a três mil reais, aqui estamos falando de um gás barato e fácil de encontrar”, destaca Mário Bandeira. 

O compressor do sistema, porém, é elétrico e alimentado por alta tensão. Ele é identificado pelos cabos laranja e exige procedimentos específicos de segurança. Qualquer intervenção nesse sistema requer a desativação do circuito de alta tensão por meio da chave de serviço, também conhecida como interlock. 

O Leapmotor C10 não utiliza servo-freio convencional a vácuo. No lugar da tradicional “panelona”, o sistema conta com um módulo eletro-hidráulico composto por motor elétrico e atuador hidráulico (8). 

Esse conjunto é responsável por gerar a pressão necessária para o sistema de freios, independentemente do funcionamento do motor térmico. 

O fluido utilizado é DOT 4, amplamente conhecido, e o reservatório possui grande capacidade (9). A substituição deve ocorrer a cada 40 mil km ou 2 anos, o que ocorrer primeiro. Porém, em caso de utilização severa do veículo, deve-se reduzir os períodos de troca pela metade. As pinças dianteiras contam com dois pistões e sistema flutuante, sem qualquer complexidade adicional para manutenção. 

 

Undercar 

Como citado acima, os itens do sistema de frenagem não trazem dificuldades ao mecânico e, para as pastilhas de freio, deve-se verificar a espessura do material de fricção. Caso seja inferior a 2 mm, é recomendável a substituição. Já o disco de freio, deve apresentar espessura superior a 26 mm para o conjunto dianteiro e 16 mm para o traseiro. Caso apresentem espessura inferior, devem ser substituídos. 

Na dianteira, o C10 utiliza suspensão McPherson, com bandejas triangulares, barra estabilizadora e manga de eixo em liga de alumínio (10). Na traseira, a suspensão é independente do tipo multi-link (11), com braços oscilantes, facão estrutural e bieletas. 

Para substituição do filtro de óleo do motor (12) e escoamento por meio do bujão no cárter, o mecânico não encontra nenhum tipo de dificuldade. Em manual, a Leapmotor informa que o óleo homologado atende as especificações 5W-30 API SN. 

A direção é elétrica, fornecida pela Bosch (13), e opera em baixa tensão, não oferecendo riscos adicionais ao mecânico. 

Todo o conjunto segue padrões amplamente conhecidos, permitindo alinhamento, substituição de componentes e reparos estruturais sem particularidades complexas. 

Na parte inferior do veículo encontram-se o pack de baterias de íons de lítio de alta tensão, com capacidade de total de armazenamento de 28,4 kWh, os dutos de arrefecimento e os cabos laranja protegidos por carenagens estruturais (14). 

Na traseira está instalado o motor elétrico de tração TZ220XY009, capaz de atingir 215 cv de potência e 32,6 kgfm de torque, responsável por mover aproximadamente duas toneladas de veículo (15). Acoplado a ele encontra-se o redutor de marcha única (16). 

Assim como ocorre nos modelos da Tesla, esse conjunto possui sistema próprio de lubrificação e filtro de óleo dedicado, o que exige manutenção periódica (17). É utilizado o lubrificante Idemitsu LP EDF-01, são 2 litros de capacidade para o sistema, que devem ser substituídos a cada 60 mil km, junto com o filtro. 

A bateria convencional de 12 volts não está localizada no cofre do motor. Seguindo tendência adotada por marcas como Volvo e BMW, ela fica posicionada sob o assoalho do porta-malas (18). Trata-se de uma bateria AGM, cuja substituição exige a remoção dos acabamentos internos traseiros. 

Considerações finais 

O Leapmotor C10 representa uma nova interpretação da eletrificação automotiva. Apesar do alto nível tecnológico, sua manutenção mecânica permanece acessível e extremamente próxima da realidade das oficinas independentes. “Você mecânico está deixando dinheiro na mesa se não trabalhar com esse carro. A mecânica básica continua sendo a mesma”, alerta Mário.

O modelo combina o melhor dos dois mundos: a dirigibilidade de um elétrico com a segurança operacional de um motor a combustão atuando como gerador. Para o mecânico, isso significa oportunidade de negócio, desde que haja capacitação, leitura técnica correta e respeito aos procedimentos de segurança. Diferente do que muitos imaginam, o futuro da mobilidade automotiva continua passando pela oficina mecânica. 

The post LEAPMOTOR C10: Quais são os desafios de manutenção do “Ultra Híbrido” da Stellantis? appeared first on Revista O Mecânico.


LEAPMOTOR C10: Quais são os desafios de manutenção do “Ultra Híbrido” da Stellantis? Publicado primeiro em http://omecanico.com.br/feed/

domingo, 22 de fevereiro de 2026

Yamaha Motor do Brasil nomeia Carlos Lomonaco para acelerar expansão da Yamalog

A Yamaha Motor do Brasil anunciou Carlos Lomonaco como novo diretor-adjunto de Logística e da Yamalog. O executivo assume com a missão de impulsionar novos negócios, ampliar o portfólio de serviços e fortalecer a atuação da empresa no mercado nacional.

Com mais de 15 anos de experiência em Logística e Supply Chain, Lomonaco é engenheiro de produção, com pós-graduação em Gestão Logística e extensão em Finanças pela Fundação Instituto de Administração (FIA). Ao longo da carreira, ocupou posições de liderança nas áreas de Projetos, Desenvolvimento de Negócios e Operações, atendendo segmentos como bens de consumo, varejo, indústria, vestuário, cosméticos e automotivo.

Novo ciclo de crescimento

A chegada do executivo ocorre em um momento estratégico para a Yamalog, que nasceu como operadora dedicada às demandas da Yamaha e evoluiu para um modelo de negócios voltado também a clientes externos.

Criada em 2017, a Yamalog é a primeira empresa de logística do Grupo Yamaha no mundo. Iniciou as operações em Manaus com serviços de armazenagem e transporte e, no mesmo ano, passou a oferecer soluções in house em São Paulo.

A expansão ganhou força com o aproveitamento das rotas de retorno dos caminhões ao Norte do País, estruturando uma operação voltada a regiões de alta complexidade logística.

Atualmente, a empresa conta com 14 filiais no Brasil, sendo quatro com serviços de armazenagem geral, e atende mais de dez segmentos, com destaque para duas rodas, alimentício, industrial, cosméticos e têxtil.

Estrutura e certificações

A Yamalog possui certificações ISO 9001, ISO 45001 e ISO 14001, além de autorizações de órgãos reguladores como ANVISA, IBAMA e Vigilância Sanitária.

Segundo Lomonaco, a empresa vive um novo ciclo, com foco em ampliar a presença no mercado e desenvolver soluções logísticas mais completas e competitivas, transformando eficiência operacional em geração de valor para os clientes.

The post Yamaha Motor do Brasil nomeia Carlos Lomonaco para acelerar expansão da Yamalog appeared first on Revista O Mecânico.


Yamaha Motor do Brasil nomeia Carlos Lomonaco para acelerar expansão da Yamalog Publicado primeiro em http://omecanico.com.br/feed/

Revisão de Clássicos: Fusca após anos parado passa por checagem de freios, combustível e ignição

Carros antigos parados por longos períodos demandam checagem completa antes de voltarem às ruas 

texto Felipe Salomão   fotos Diego Cesilio  

Dar a partida em carros antigos que ficaram longos períodos parados exige uma sequência de verificações técnicas para garantir segurança e funcionamento adequado. Em São Paulo, o mecânico Carlos Eduardo Vieira, conhecido como China e proprietário da Ravi Motors Car Service, compartilha a experiência prática no diagnóstico e recuperação de um Volkswagen Fusca 1979 que permaneceu mais de um ano sem uso, destacando pontos críticos como sistema de freios, alimentação de combustível, ignição e pneus. Antes figura fácil nas ruas e nas oficinas, hoje não são todos os mecânicos que detém o conhecimento para mexer no simples Volkswagen. China relembra que o conceito da mecânica do motor boxer é simples mas é preciso experiência em como funciona o motor arrefecido a ar para uma boa revisão. 

Segundo Vieira, o primeiro passo ao lidar com veículos clássicos parados é avaliar se o motor gira livremente e se há centelha no sistema de ignição. “Quando fui dar a primeira partida, percebi que o carro não tinha centelha. Ao abrir o distribuidor, identifiquei que o platinado estava colado. Uma pequena regulagem foi suficiente para devolver a centelha e verificar se o motor ainda tinha vida”, explica. 

Combustível 

No caso de veículos que ficam longos períodos sem rodar, o combustível antigo é outro ponto de atenção. Vieira também ressalta que não é recomendável utilizar o combustível que permaneceu no tanque. “O carro estava parado há mais de um ano, então não havia combustível de qualidade. Fizemos a alimentação do carburador de forma externa apenas para teste, antes de remover o sistema e realizar a limpeza completa”, afirma. Ele recomenda ainda a retirada e lavagem do tanque para evitar que resíduos contaminem filtros e giclês do carburador. 

Freios 

O sistema de freios também merece análise criteriosa. De acordo com o mecânico, todos os cilindros de roda do Fusca apresentavam oxidação. “Removemos os quatro tambores e encontramos os cilindros totalmente enferrujados. Optamos pela substituição de todos, porque em sistema de freio não se troca apenas um lado”, destaca. As lonas, por não terem contato com fluido de freio, foram reaproveitadas após lixamento, enquanto os tambores não apresentaram necessidade de retífica. 

Pneus 

Outro aspecto comum em carros antigos parados por muito tempo são os pneus. “Mesmo com aparência razoável, encontramos pneus de 2007, alguns já rachados. O pneu é item de segurança, então a substituição é indispensável”, alerta China. Ele explica que os pneus podem deformar quando ficam muito tempo na mesma posição, causando vibração durante a condução. 

Ignição 

No sistema de ignição, a recomendação foi substituir a tampa do distribuidor, cabos de vela, platinado e condensador. “Às vezes o carro fica parado por uma peça simples, como o condensador queimado ou o platinado colado”, comenta. Já no carburador original Solex, a decisão foi pela restauração. “Ele estava em bom estado estrutural. Para manter a originalidade, o melhor caminho foi o banho químico e a recalibração, em vez de substituir por peças novas de qualidade inferior”, afirma. 

Vazamentos 

China também chama atenção para vazamentos típicos do motor boxer. “É difícil encontrar um motor boxer totalmente seco. Dá para amenizar, mas eliminar 100% é praticamente impossível”, diz. Além disso, o mecânico aponta a importância de inspecionar coifas, suspensão e vazamentos de câmbio após longos períodos de inatividade. 

Revisão preventiva 

Vieira ainda reforça que a reativação de carros antigos deve seguir um diagnóstico completo, priorizando sistemas de segurança e funcionamento antes do uso regular. “Não é só fazer o motor pegar. Freio, combustível, ignição, pneus e vazamentos precisam ser avaliados com critério para evitar riscos e retrabalho”, afirma Carlos Eduardo Vieira. Segundo ele, a revisão preventiva é essencial para preservar a originalidade do veículo, garantir a dirigibilidade e evitar falhas que podem surgir quando um carro clássico retorna à circulação após longos períodos parado. 

The post Revisão de Clássicos: Fusca após anos parado passa por checagem de freios, combustível e ignição appeared first on Revista O Mecânico.


Revisão de Clássicos: Fusca após anos parado passa por checagem de freios, combustível e ignição Publicado primeiro em http://omecanico.com.br/feed/