sábado, 18 de abril de 2026

Motor falhando após troca de cabos? Veja a sequência de instalação no Fox 1.0 e 1.6 EA111

Sequência de instalação nas bobinas Eldor é determinante para evitar falhas de ignição e perda de rendimento

O Volkswagen Fox equipado com motores EA111 VHT 1.0 e EA111 1.6 8V Flex exige atenção na instalação dos cabos de velas, especialmente nas versões que utilizam bobinas Eldor. Uma ligação fora da ordem de ignição pode provocar funcionamento irregular, perda de potência e aumento de consumo, mesmo quando todos os componentes estão em boas condições.

 

O motor EA111 1.0 entrega até 76 cv no etanol e torque de 10,6 kgfm a 3.850 rpm. Já o EA111 1.6 8V Flex pode atingir até 104 cv com etanol e torque próximo de 15 kgfm em baixas rotações. Em ambos os casos, o sistema de ignição depende da correta distribuição da centelha para garantir que a queima ocorra no momento exato em cada cilindro.

Durante a substituição dos cabos de vela, o primeiro cuidado deve ser identificar corretamente os cilindros do motor, que são numerados a partir do lado da correia ou corrente de distribuição em direção ao volante. Com essa referência estabelecida, é fundamental observar a numeração ou o esquema presente na carcaça da bobina Eldor, que indica a correspondência entre os terminais de saída e os respectivos cilindros.

Antes de remover os cabos antigos, recomenda-se marcar a posição de cada um ou substituir individualmente, evitando inversões. Ao instalar os novos cabos, o encaixe deve ser feito inicialmente nas velas, assegurando que o terminal esteja totalmente assentado, seguido da conexão firme na bobina. O profissional deve perceber o encaixe completo, sem folga, garantindo contato elétrico adequado.

É importante também organizar os cabos nos suportes e guias originais, mantendo o trajeto correto e evitando que fiquem tensionados ou encostados em partes móveis ou superfícies aquecidas. Cabos mal posicionados podem sofrer interferência eletromagnética ou desgaste prematuro da isolação.

Após a instalação, a verificação deve incluir partida do motor e análise do funcionamento em marcha lenta e em aceleração leve. Qualquer falha perceptível pode indicar inversão na ligação ou mau contato em algum terminal. Em situações de dúvida, a conferência da ordem de ignição conforme especificação do motor EA111 é indispensável.

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Condições de uso impactam diretamente a vida útil do tambor de freio

O desgaste do tambor de freio em veículos de passeio varia conforme o uso do carro, estilo de condução e carga transportada. O alerta é da Fremax, especialista em componentes de frenagem.

Item comum no eixo traseiro de carros e picapes, o tambor trabalha por atrito com as sapatas para gerar a frenagem. Além disso, também ajuda na dissipação de calor durante o uso.

Segundo a empresa, ignorar o desgaste pode comprometer a eficiência do sistema e colocar a segurança em risco.

Vida útil não é fixa

Não existe uma quilometragem padrão para troca do tambor de freio. O desgaste depende de fatores como uso urbano intenso, condução mais agressiva e excesso de carga.

Cuidados essenciais

  • Realizar inspeções periódicas, geralmente entre 10 mil e 20 mil km
  • Medir o diâmetro interno do tambor
  • Respeitar o limite máximo indicado pelo fabricante
  • Substituir o componente ao atingir o desgaste limite

Rodar com o tambor fora das especificações pode sobrecarregar outros componentes do sistema de freio e aumentar o risco de falhas. A manutenção preventiva segue sendo a melhor forma de garantir segurança e evitar custos maiores.

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sexta-feira, 17 de abril de 2026

Cofap amplia catálogo de pivôs de suspensão para Citröen

A Marelli Cofap Aftermarket anunciou a expansão do seu portfólio com um novo pivô de suspensão, agora compatível com os modelos Citroën Aircross e C4 Cactus.

O pivô de suspensão é responsável por conectar o chassi às partes móveis da suspensão, permitindo o movimento das rodas e garantindo o correto funcionamento da direção. Quando desgastado, o componente pode comprometer a estabilidade, a dirigibilidade e a segurança do veículo.

Cuidados na manutenção

A Cofap recomenda atenção ao conjunto completo do sistema de direção, incluindo barras e terminais axiais, que trabalham de forma integrada. Em caso de substituição, também é essencial realizar o alinhamento das rodas.

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Mahle lança novas camisas de cilindros de motores Scania

A Mahle amplia seu portfólio no aftermarket com o lançamento de novas camisas de cilindro para motores Scania. Os componentes chegam ao mercado com colarinho em sobremedida de 0,50 mm e 1,00 mm, oferecendo solução direta para motores com desgaste no alojamento do bloco.

Peça fundamental no funcionamento do motor, a camisa de cilindro assegura o correto deslocamento do pistão, contribui para a dissipação térmica via sistema de arrefecimento e mantém a vedação adequada do conjunto. Sua substituição individual também elimina a necessidade de usinagens mais complexas no bloco, reduzindo tempo e custo de reparo.

Segundo a fabricante, o desgaste natural pode gerar folgas ou deformações no alojamento da camisa, comprometendo o desempenho do motor. Nesses casos, a sobremedida no colarinho permite a recuperação do bloco por meio de usinagem, restabelecendo o ajuste ideal e o funcionamento do conjunto.

Os novos modelos C9720 e C9113 estão disponíveis nas duas opções de sobremedida, ampliando a cobertura para aplicações em manutenção e reconstrução de motores pesados.

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Dunlop expande rede de lojas container nas rodovias brasileiras

A Dunlop Pneus segue ampliando sua presença no Brasil com as lojas container, modelo criado em 2020 para atender caminhoneiros durante a pandemia. Hoje, a rede já conta com 55 unidades distribuídas em 19 estados, localizadas em pontos estratégicos das principais rodovias.

O formato foi desenvolvido para oferecer atendimento rápido, com estrutura compacta e instalação ágil, os pontos funcionam como suporte direto caminhoneiros e transportadoras em operação.

O modelo inclui parceria com borracharias de postos, que seguem como parte essencial do atendimento, recebendo suporte técnico e capacitação da marca.

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Correia de distribuição do Peugeot 1.6 (TU5JP4): procedimento exige bloqueio preciso

Procedimento exige bloqueio preciso do virabrequim e dos comandos para garantir alinhamento e funcionamento adequado

Modelos da Peugeot fabricados entre 2007 e 2013 equipados com motor 1.6 16V (TU5JP4) entregam até 113 cv no etanol e torque máximo de 15,8 kgfm a 4.000 rpm. Trata-se de um conjunto que depende diretamente do sincronismo exato entre virabrequim e comandos de válvulas. Qualquer desalinhamento compromete desempenho, consumo e pode provocar danos internos. Por isso, a substituição da correia de distribuição deve seguir procedimento técnico rigoroso.

Desmontagem

O início do serviço requer a elevação da parte dianteira do veículo em elevador ou com apoio seguro em cavaletes, mantendo as rodas suspensas. Em seguida, a bateria deve ser desligada, respeitando um intervalo mínimo de cinco minutos após o desligamento da ignição para permitir o adormecimento completo da rede elétrica.

Na sequência, é necessário remover a roda dianteira direita, o para-barro do para-lama, o protetor de cárter, a correia de acessórios e a polia do virabrequim, fixada por três parafusos. Com esses componentes fora de posição, o motor precisa ser sustentado pela parte superior com barra transversal adequada ou apoiado por baixo com equipamento compatível, garantindo estabilidade durante o processo.

O próximo passo consiste em retirar a unidade de controle do motor com seu suporte, remover o batente indicado, desacoplar e afastar o chicote elétrico e extrair os suportes do motor envolvidos na área de trabalho. Depois disso, são removidas as tampas superior e inferior da correia de distribuição, liberando acesso completo ao sistema.

Com o conjunto exposto, realiza-se o travamento do virabrequim no ponto morto superior do primeiro cilindro, inserindo a haste de posicionamento no orifício lateral do bloco, próximo ao filtro de óleo. Em seguida, devem ser instalados os pinos de sincronização nos comandos de admissão e escape, alinhando os furos das polias com os do cabeçote para garantir o posicionamento correto.

Com o motor devidamente calado, afrouxa-se a porca de fixação do tensor para eliminar a carga aplicada sobre a correia. A correia usada é então retirada. Nesse momento, é fundamental examinar o tensor, o rolamento auxiliar e a bomba d’água quanto a desgaste, folga ou ruído, além de verificar possíveis vazamentos nos retentores.

Montagem

A instalação da nova correia deve obedecer ao sentido de rotação indicado pelo fabricante e seguir uma sequência lógica de encaixe: inicia-se pela engrenagem do virabrequim, passa-se pelo rolamento de apoio, engrenagem do comando de admissão, engrenagem do comando de escape, polia da bomba d’água e, por fim, o rolete tensor.

Após o encaixe, os pinos de posicionamento dos comandos são removidos. O tensionamento inicial é feito girando o tensor no sentido anti-horário com chave Allen aplicada no sextavado correspondente, até que o ponteiro atinja sua marca de referência máxima. A porca de fixação é então apertada com torque de 2,1 kgfm.

Retira-se a haste de bloqueio do virabrequim e executam-se quatro giros completos no sentido horário utilizando o parafuso da engrenagem. Esse procedimento permite o assentamento da correia. Em seguida, reinstalam-se a haste e os pinos de sincronização para confirmar o alinhamento do conjunto.

Para o ajuste final, a fixação do tensor é novamente afrouxada e, com auxílio da chave Allen, posiciona-se o ponteiro na marca de trabalho indicada. Realizam-se mais duas voltas completas no virabrequim, afrouxa-se a porca e corrige-se a tensão até que o indicador permaneça na posição especificada.

Confirmado o sincronismo e a tensão correta, os demais componentes, tampas e suportes são reinstalados seguindo a ordem inversa da desmontagem.

Esse procedimento evidencia que a troca da correia de distribuição não se resume à substituição de um componente. Trata-se de uma operação que exige controle de fase, precisão no bloqueio mecânico e ajuste correto de tensão, fatores determinantes para o funcionamento uniforme do motor 1.6 16V.

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quinta-feira, 16 de abril de 2026

Autopar 2026 prevê maior edição da história

A Autopar 2026, principal feira de fornecedores da indústria automotiva do Sul do Brasil, já está com credenciamento aberto. O evento acontece de 6 a 9 de maio, no Expotrade Pinhais (PR), reunindo os principais players da cadeia de autopeças e manutenção da América Latina.

Voltada a profissionais a partir de 16 anos, a participação é gratuita mediante inscrição no site oficial.

Consolidada como plataforma estratégica do mercado de reposição, a Autopar chega à edição de 2026 com expectativa de crescimento. Em 2024, o evento ocupou 35 mil m² e recebeu cerca de 70 mil visitantes. Para este ano, a projeção é atingir 80 mil profissionais ao longo dos quatro dias.

O evento conecta toda a cadeia automotiva da indústria à distribuição, passando pelo varejo até o mecânico, em um ambiente focado em negócios. A programação também inclui palestras e conteúdos técnicos, reforçando seu papel na capacitação do setor.

Durante o evento a revista O Mecânico, que fará uma cobertura especial com empresas do setor automotivo para o seu site e redes sociais, trará o projeto Atualizar, ação tradicional nos eventos com foco na capacitação e atualização dos profissionais do setor automotivo.

Serviço
Evento: Autopar 2026 – Feira de Fornecedores da Indústria Automotiva
Data: 6 a 9 de maio de 2026
Local: Expotrade Pinhais (Rod. Dep. João Leopoldo Jacomel, 10454 – Pinhais/PR)
Entrada: Gratuita para profissionais do setor via site oficial.
Informações e credenciamento: www.feiraautopar.com.br

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