segunda-feira, 9 de fevereiro de 2026

Fiat Cronos alcança 500 mil unidades produzidas na América do Sul

O Fiat Cronos atingiu a marca de 500 mil unidades produzidas na América do Sul. O modelo é fabricado no Polo Automotivo Stellantis de Ferreyra, em Córdoba, na Argentina, e inicia a linha 2026 com esse marco histórico.

Entre os destaques do sedã estão o design atualizado, o interior espaçoso e o maior porta-malas do segmento, com 525 litros.

Todas as versões receberam novas rodas, incluindo o novo conjunto de 16 polegadas da versão Precision 1.3 AT, rodas de aço atualizadas nas versões Drive e retrovisores externos em preto brilhante em toda a gama.

Segundo Frederico Battaglia, Head das marcas Fiat e Abarth para a América do Sul, o volume produzido reforça a relevância do Cronos no mercado regional e a confiança dos consumidores no modelo.

Em termos de mercado, o Fiat Cronos segue como um dos principais sedãs da região. Em 2025, foi o segundo sedã mais vendido da América do Sul e liderou as vendas entre os carros de passeio na Argentina.

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Regulagem de válvulas do Peugeot 206 Flex 1.4 TU3: valores e sequência de ajuste

Procedimento técnico para ajuste da folga das válvulas em motores TU3 entre 2006 e 2009

A Revista O Mecânico, com o Mecânico Pro, apresenta o procedimento de verificação da folga de válvulas do motor 1.4 TU3 do Peugeot 206 Flex (2006 a 2009). O serviço deve ser realizado com o motor frio, seguindo os valores e a sequência definidos pela Citroën/Peugeot, para manter o funcionamento dentro das especificações do fabricante.

Procedimento de regulagem da folga das válvulas

Admissão: 0,20 mm ± 0,05 mm
Escape: 0,40 mm ± 0,05 mm

Observação: a regulagem deve ser realizada com o motor frio.

Sequência de regulagem das válvulas

Com a válvula de escape totalmente aberta, ajustar as seguintes válvulas:

1º cilindro: ajustar admissão do 3º cilindro e escape do 4º cilindro
3º cilindro: ajustar admissão do 4º cilindro e escape do 2º cilindro
4º cilindro: ajustar admissão do 2º cilindro e escape do 1º cilindro
2º cilindro: ajustar admissão do 1º cilindro e escape do 3º cilindro

Referência de contagem dos cilindros

Na Citroën/Peugeot, a contagem dos cilindros inicia no volante do motor em direção ao sistema de distribuição.

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Frota de caminhões Hyundai XCIENT Fuel Cell ultrapassa 20 milhões de km rodados na Europa

A Hyundai Motor Company anunciou que a frota de caminhões pesados XCIENT Fuel Cell Classe 8 alcançou a marca de 20 milhões de quilômetros rodados na Europa. O resultado foi obtido ao longo de cinco anos de operação com 165 veículos em circulação em cinco países: Suíça, Alemanha, França, Holanda e Áustria.

O desempenho da frota reforça o avanço dos caminhões elétricos movidos a célula de combustível de hidrogênio (FCEV) como alternativa viável aos modelos a diesel no transporte comercial pesado, com redução significativa das emissões de CO₂ no escapamento.

Operação e aplicações na Europa

Os caminhões XCIENT Fuel Cell começaram a operar na Suíça em outubro de 2020 e atingiram 10 milhões de quilômetros acumulados no país em junho de 2024. A partir desse desempenho, a Hyundai expandiu o uso do modelo para novas regiões e aplicações, incluindo logística urbana e serviços especializados.

Principais aplicações por país:

  • Suíça: logística de alimentos, bebidas e vestuário
  • Alemanha: distribuição para supermercados, empresas têxteis e grandes operadores de frotas
  • França: logística para grandes redes varejistas, além de caminhões de lixo e guindastes com sistema ePTO
  • Holanda: transporte de materiais de construção com caminhão de lona
  • Áustria: operação de van refrigerada em rede de supermercados

Novo XCIENT Fuel Cell

Em 2025, a Hyundai lançou uma versão atualizada do XCIENT Fuel Cell, equipada com sistema de célula de combustível de hidrogênio aprimorado. O modelo passou por testes extensivos desde 2021, em diferentes condições climáticas e ciclos operacionais, incluindo operações portuárias e logística de média distância, com foco em atender demandas reais de frotistas.

Presença na América do Norte

Além da Europa, o XCIENT Fuel Cell também avança na América do Norte. Atualmente, 63 caminhões estão em operação nos Estados Unidos e no Canadá, somando cerca de 1,6 milhão de quilômetros rodados desde o início das atividades em 2023.

Destaques regionais:

  • Califórnia (EUA) – Projeto NorCAL ZERO: 30 caminhões operando nos Portos de Oakland, maior iniciativa do tipo na América do Norte
  • Geórgia (EUA) – HTWO Logistics: 21 caminhões atuando na logística do Hyundai Motor Group Metaplant America
  • Colúmbia Britânica (Canadá) – BC Hydrogen Ports Project: adoção de tecnologias de hidrogênio no transporte marítimo e logístico

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domingo, 8 de fevereiro de 2026

Veja como substituir pastilhas de freio traseiras com EPB

Freio de estacionamento eletrônico torna-se cada vez mais popular entre a frota de veículos no Brasil

A substituição das pastilhas de freio traseiras em veículos equipados com EPB (Electronic Parking Brake) exige o uso de scanner e o cumprimento de etapas específicas para evitar danos ao sistema. Com o veículo ligado, o primeiro passo é liberar o freio de estacionamento eletrônico por meio do botão no painel. Em seguida, removem-se as rodas traseiras e conecta-se o scanner automotivo ao veículo, acessando o módulo do freio de estacionamento eletrônico para leitura da memória de falhas antes do início do serviço.

Na sequência, deve-se acessar no scanner a função de troca de pastilhas ou liberação do freio traseiro, cuja nomenclatura pode variar conforme o equipamento utilizado. Ao selecionar a função de troca de pastilha – etapa 1, os motores elétricos do EPB são acionados, recuando o mecanismo e liberando as pastilhas. Com o sistema em posição de serviço, o conjunto da pinça de freio com o motor elétrico pode ser solto do cavalete. Para evitar danos ao flexível de freio e ao chicote elétrico, recomenda-se sustentar a pinça com uma cinta ou suporte adequado.

Com a pinça removida, observa-se que o êmbolo permanece avançado devido à atuação hidráulica do sistema de freio. Utilizando a ferramenta correta, o êmbolo deve ser totalmente recuado. Esse processo garante o recuo completo do conjunto, tanto pelo acionamento elétrico via scanner quanto pelo recuo hidráulico manual. Na sequência, o cavalete é desmontado do suporte, o disco de freio é removido e toda a superfície do cubo deve ser cuidadosamente limpa.

Com os componentes limpos, inicia-se a montagem. Os clips das pastilhas no cavalete devem ser substituídos, enquanto os pinos deslizantes e os guarda-pós precisam ser inspecionados quanto ao estado, vedação e livre movimentação. Após a montagem do cavalete, devem ser lubrificados os pontos de apoio das pastilhas, e o conjunto deve ser fixado ao suporte conforme o torque especificado pelo fabricante. Em seguida, instalam-se as pastilhas novas e a pinça de freio.

Com a parte mecânica concluída, é necessário retornar ao scanner para a adaptação do sistema EPB. Acessa-se a função de troca de pastilha – etapa 2, permitindo que o sistema acione os motores elétricos e posicione as pastilhas em direção ao disco. Para finalizar, deve ser executada a função de ajuste básico, na qual o sistema realiza o assentamento das pastilhas e estabelece a folga correta entre disco e pastilha.

Após o término do procedimento, a ignição deve ser ligada e o freio de estacionamento eletrônico acionado pelo botão no painel, confirmando o funcionamento correto do sistema.

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Como diagnosticar fuga de corrente na bateria do carro: Mecânico Responde

Especialista explica método com multímetro e limites de consumo em miliamperes

No quadro Mecânico Responde no YouTube, Ulisses Miguel detalha como identificar fuga de corrente que descarrega a bateria. O consultor técnico da Revista O Mecânico orienta conectar o multímetro em série com o cabo negativo da bateria após o veículo permanecer desligado por cerca de 30 minutos. “Você mede o consumo em amperes e compara com o limite permitido”, disse Miguel.

Ele também explica um cálculo prático baseado na capacidade da bateria para definir o consumo aceitável, como 30 miliamperes para baterias de 60 Ah. “Acima disso, há fuga de corrente”, afirmou.

O método permite identificar módulos ou circuitos que permanecem ativos e causam descarga da bateria.

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sábado, 7 de fevereiro de 2026

Verificação do nível do fluido da transmissão automática Dodge Dakota 2001/2004

Modelo pode utilizar motores 3.9 ou 4.7 aliados a transmissão 42RLE/545RFE

A verificação correta do nível do fluido da transmissão automática deve ser realizada com o sistema em temperatura normal de operação, aproximadamente 82 °C (180 °F), para garantir uma leitura precisa. Nos veículos equipados com vareta, o procedimento é direto. Já nos modelos que possuem apenas o tubo da vareta tampado, é necessário utilizar a ferramenta específica nº 9336A para assegurar que o nível do fluido seja conferido corretamente.

Com o motor em marcha lenta e já em temperatura normal de funcionamento, o veículo deve estar posicionado em terreno plano. Aplique totalmente o freio de estacionamento e mantenha o pedal de freio pressionado. Em seguida, movimente a alavanca de câmbio por todas as posições de marcha, permanecendo alguns segundos em cada uma, e finalize com a alavanca na posição PARK.

Após esse procedimento, remova a vareta da transmissão, limpe-a completamente e reinsira-a até o final. Retire a vareta novamente e observe o nível do fluido em ambos os lados. O nível correto, com a transmissão em temperatura normal de operação, deve estar entre os furos de referência superiores indicados como “HOT”. É importante verificar se há uma camada contínua de óleo visível dos dois lados da vareta. Caso o nível esteja baixo, adicione fluido pelo tubo da vareta, sempre com cuidado para não transbordar.

Sempre que for adicionada qualquer quantidade de fluido, aguarde pelo menos dois minutos antes de realizar uma nova medição, permitindo que o óleo drene completamente para o interior da transmissão. Caso seja necessário verificar o nível com a transmissão abaixo da temperatura de operação, a leitura deve ser feita com o fluido a aproximadamente 21 °C (70 °F), temperatura ambiente, observando se o nível se encontra entre os dois furos inferiores marcados como “COLD”. Se o nível estiver correto nessa condição, ele deverá alcançar a faixa “HOT” quando a transmissão atingir 82 °C.

A recomendação, no entanto, é sempre realizar a verificação com a transmissão em temperatura normal de operação. Deve-se ter atenção especial à temperatura do fluido: abaixo de 10 °C (50 °F), o nível pode não aparecer corretamente na vareta. Nessa condição, não se deve adicionar fluido até que a temperatura seja elevada o suficiente para garantir uma leitura confiável.

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SUV cupê off road sul-coreano é cogitado com motor V-8 de 1.100 cv

POR FERNANDO CALMON

Genesis, fundada em 2015, é a marca de luxo do Grupo Hyundai, que inclui a Kia. Apesar do contínuo interesse por veículos elétricos e híbridos, concentrado em países de maior poder aquisitivo, ainda existe espaço para potência e torque alucinantes em motores de combustão interna. Proposta está apenas em nível de intenção e foi descoberta pela revista inglesa Autocar, no final de janeiro último.

Antes, as revelações em sequência da perua G90 Wingback e do SUV de luxo X Gran Equator deram as pistas. Agora o X Skorpio (em inglês remete à palavra scorpio, escorpião, símbolo da Abarth, da Stellantis) apresenta a visão da marca sul-coreana de um supercarro “construído para conquistar terrenos difíceis”. Trata-se de um SUV cupê para uso radical e motor V-8 com nada menos de 1.100 cv! Potência maior que um Ferrari 849 Testarossa.

Torque impressionante: 117 kgf·m. Seria capaz de rivalizar em desempenho com carros do Rally Dakar. Há padrões típicos off-road a exemplo de rodas com travas de talão dos pneus de 40 polegadas de diâmetro, freios Brembo e um conjunto de suspensões com extrema distância ao solo, além de ângulos de entrada, saída e transposição de rampa bastante generosos. Destaque para assinatura luminosa formada por uma faixa dupla de LED em torno do carro.

O diretor de criação da Genesis, Luc Donckerwolke, posicionou o X Skorpio como o mais recente de uma série de carros-conceito projetados para reforçar o apelo premium voltado para entusiastas da marca. Ele afirma estar prestes a lançar no próximo ano o esportivo GV60, primeiro automóvel de sua nova submarca dedicada a alto desempenho, a Magma. Essa linha destina-se, já no próximo ano, a desafiar grifes do leque de BMW M e Mercedes-AMG.

Veículos usados desvalorizaram menos em 2025

Crescimento tímido nas vendas de automóveis e comerciais leves novos (2,5% e 3%, respectivamente), em 2025 comparado a 2024, mostrou contraste em relação aos percentuais robustos do mercado de usados. Desvalorização foi reduzida e indicou um ano de demanda aquecida. Números levantados pelo Índice Webmotors com base em anúncios de venda e compra. De todos os segmentos acompanhados pelo site especializado em 2025, o de elétricos usados foi o que representou maior variação negativa, encerrando com desvalorização de 11,95% frente ao ano anterior.

Já os híbridos usados de todos os três tipos registraram -9,02%, redução de 0,77 ponto percentual em relação aos -9,79% de 2024. Os modelos com motor a combustão representaram o melhor resultado: desvalorizaram 3,94% contra 4,11%, no mesmo intervalo de comparação.

Segundo Eduardo Jurcevic, CEO do Webmotors, “o comportamento registrado pelo mercado automobilístico em 2025 indica uma maior confiança do consumidor e um cenário econômico mais favorável com relação ao ano de 2024. Houve melhora consistente nos índices. Destacaram-se os híbridos, que apresentaram patamar menor de desvalorização. Isso indica um interesse crescente dos consumidores e seu potencial de crescimento no País. Outras alternativas oferecem desafios de infraestrutura”.

O executivo foi discreto, contudo os empecilhos citados referem-se às dificuldades de montar uma rede de postos de recarga em um país de dimensões continentais, a exemplo do Brasil. Sem essa infraestrutura nas estradas que depende não apenas de viabilidade técnica, mas também econômica, fica difícil viajar despreocupado e sem surpresas desagradáveis como filas ou carregadores com falhas de manutenção. Esta é a explicação para desvalorização tão alta.

Dakota aumenta opções entre picapes médias

Produzida em Córdoba, Argentina e situada entre Rampage e Ram 1500, a nova Ram Dakota tem chassi de longarinas e arquitetura compartilhada com a Fiat Titano, o que indica resistência estrutural e capacidade para uso severo. Além de sua identidade visual, acabamento é refinado e recebe pacote tecnológico alinhado ao padrão da marca. Nome Dakota já foi utilizado pela Chrysler, com a marca Dodge, entre 1998 e 2001, na fábrica de Campo Largo, região metropolitana de Curitiba.

Dimensões chamam atenção pelos 5.537 mm de comprimento e 3.180 mm de distância entre eixos. Motor Diesel de 2,2 L, 200 cv e 45,9 kgf·m lida com uma massa em ordem de marcha de 2.150 kg. Câmbio automático epicíclico, oito marchas. Tanque de 80 L e consumo (Inmetro) de 9,7 km/l, urbano e 10,8, rodoviário. Duas versões, Warlock e Laramie.

Durante quatro dias de avaliação, foram percorridos cerca de 1.100 quilômetros pelo Pantanal (MT e MS). Warlock é voltada ao fora de estrada. Perfil mais alto dos pneus contribui para absorção de irregularidades em vias sem pavimentação. Suspensões filtram bem pequenas imperfeições. Já no asfalto, comportamento esperado em razão de pneus de perfil alto. Motor entrega bom nível de potência já a partir de 1.500 rpm, o que favorece transposição de obstáculos e retomadas em terrenos escorregadios.

Tração 4×4 com reduzida, acionada por comando eletrônico, responde de forma rápida. Há bloqueio mecânico do diferencial traseiro e quatro modos de condução: Normal, Esporte, Neve e Areia/Lama.

Versão Laramie prioriza rodovias e deslocamentos urbanos. Pneus de perfil baixo permitem comportamento mais preciso. Direção eletroassistida mostra-se mais rápida e a carroceria inclina menos em curvas, transmitindo maior sensação de estabilidade. Isolamento acústico, um dos pontos altos. Redução do ruído de rodagem torna o ambiente interno mais silencioso: som do motor perceptível apenas em acelerações mais exigentes.

Preços de pré-venda: R$ 289.990 a R$ 309.990.

Desempenho: ponto forte do Volvo EX30 Ultra Twin Motor

Essa versão tem visual mais simples que a já conhecida Cross Country, para quem não precisa indicar preferência por aparências. Mas a marca sueca teve o cuidado de manter teto pintado de preto e rodas de 20 pol. igualmente com apliques em preto. O que não falta é potência e torque com um motor elétrico em cada eixo: 428 cv e 55,3 kgf·m. Um dos destaques é a bateria de 69 kWh que permite alcance médio (Inmetro) de 316 km ou 7% abaixo do EX30 com apenas um motor.

Dimensões principais (mm): comprimento, 4.233 e entre-eixos, 2.650. Assim o interior é um pouco apertado especialmente para pernas no banco traseiro. O acabamento é muito bom e revestimentos recicláveis nos bancos têm boa aparência, porém longe do couro legítimo. Também há um potente sistema de som Harman Kardon (nove alto-falantes). Por outro lado, surgem limitações no volume do porta-malas de 318 L e pouco ajuda um compartimento dianteiro de simbólicos 7 L. Um contrassenso: apesar do grande teto solar panorâmico, não há saídas de ar-condicionado para o banco traseiro.

O que realmente pouco agrada é a tela multimídia vertical, apesar de razoáveis 12,3 pol. Inspiradas nas soluções da Tesla, desde a abertura do porta-luvas até a regulagem dos espelhos dependem de comandos sem botões. Há conexão para Apple CarPlay, contudo sem previsão para Android Auto, embora os tradicionais Waze e Google Maps estejam disponíveis pelo Google Built-in (pago). Até para checar a velocidade é preciso desviar o olhar para a tela (retirado o quadro de instrumentos).

Pontos positivos, sem discussão: aceleração forte de 0 a 100 km/h em 3,6 s, suspensões firmes e carga regulável no volante. Tração 4×4 inclui vetorização de torque que traz mais confiança em curvas, além de desempenho seguro em superfícies escorregadias.

Preço: R$ 309.950.

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