quinta-feira, 23 de julho de 2026

Bosch celebra 10 anos de freios ABS 10 para motocicletas

Moto vermelha vista de frente

Sistema antibloqueio de frenagem ampliou o acesso à segurança em motocicletas menores e completa uma década de aplicação no mercado

A Bosch celebra os 10 anos do ABS 10, sistema desenvolvido para viabilizar a aplicação do freio antibloqueio em motocicletas de baixa cilindrada. O marco coincide com o Dia do Motociclista, comemorado em 27 de julho, e destaca a evolução da segurança ativa em um segmento que concentra grande parte das motos em circulação no País.

O ABS (Anti-lock Braking System) evita o travamento das rodas durante frenagens bruscas. Dessa forma, permite que o motociclista mantenha o controle e a estabilidade da moto, principalmente em situações inesperadas comuns no trânsito urbano.

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ABS 10 tornou o sistema mais acessível para motos menores

Segundo a Bosch, o ABS 10 representou um avanço importante ao tornar a tecnologia mais compacta e leve, facilitando sua adoção em motocicletas de baixa cilindrada, normalmente utilizadas para deslocamentos diários e atividades profissionais.

A empresa ressalta que o sistema foi desenvolvido a fim de atender um mercado em expansão, impulsionado pelo aumento do número de motocicletas nas cidades brasileiras. Nesse cenário, ampliar o acesso a equipamentos de segurança tornou-se uma necessidade para fabricantes e consumidores.

Além de evitar o bloqueio das rodas durante frenagens de emergência, o ABS contribui para preservar a estabilidade da motocicleta. Inclusive, ele reduz as chances de perda de controle em pisos com baixa aderência ou em manobras repentinas.

De acordo com a Bosch, a evolução da tecnologia também acompanha um cenário em que motociclistas representam uma parcela significativa das vítimas fatais no trânsito brasileiro, reforçando a importância de sistemas capazes de aumentar a segurança durante a condução.

Tecnologia faz parte de quatro décadas de inovação da Bosch

A história da Bosch no desenvolvimento de tecnologias para motocicletas começou há cerca de 40 anos, quando a empresa iniciou o projeto de seu primeiro sistema ABS para motos, em meados de 1986. Porém, o sistema foi lançado comercialmente em 1995.

Ao longo desse período, a fabricante ampliou sua linha de soluções para diferentes categorias de motocicletas, buscando adaptar os sistemas às necessidades de cada aplicação.

Um dos principais marcos dessa evolução foi justamente o ABS 10 light, considerado o sistema ABS para motocicletas mais leve desenvolvido pela empresa. Com aproximadamente 450 gramas, o conjunto ficou significativamente mais compacto em comparação às primeiras gerações da tecnologia. Desse modo, houve maior facilidade na utilização em modelos de menor cilindrada e voltados à mobilidade urbana.

Além do sistema antibloqueio de frenagem, a Bosch também investe em outras soluções de segurança para motocicletas. Entre elas está o Motorcycle Stability Control (MSC), tecnologia que amplia a estabilidade da moto em situações mais complexas, como frenagens realizadas durante curvas.

Com a evolução desses sistemas, a tendência é que recursos de segurança antes restritos a motocicletas de maior porte estejam cada vez mais presentes em modelos de entrada, contribuindo para tornar a condução mais segura para um número maior de usuários.

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VWCO realiza venda de caminhão a biometano no Brasil

Caminhão da biometano da VWCO

Primeira venda comercial do Constellation 26.280 a biometano reforça aposta da montadora em soluções sustentáveis para operações urbanas

A Volkswagen Caminhões e Ônibus (VWCO) anunciou sua primeira venda comercial de caminhões movidos a biometano. Ao todo, a fabricante fornecerá 56 unidades do caminhão Constellation 26.280 para a Loga, empresa especializada em gestão de resíduos que atua na cidade de São Paulo.

O negócio marca um passo importante na ampliação da oferta de veículos com combustíveis alternativos para aplicações severas. Antes da compra, o modelo passou por um período de testes iniciado no segundo semestre de 2025, quando foi avaliado em operações reais de coleta de resíduos. Segundo a montadora, os resultados obtidos durante essa fase motivaram a aquisição da frota.

Desenvolvido especificamente para esse tipo de operação, o caminhão reúne características voltadas à produtividade, à redução das emissões de poluentes e ao conforto do motorista, ampliando o portfólio de soluções sustentáveis da Volkswagen Caminhões e Ônibus.

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Constellation a biometano alia autonomia e menor emissão de CO₂

O Constellation 26.280 a biometano foi desenvolvido sobre a plataforma da linha vocacional Compactor, destinada ao segmento de coleta de resíduos. Um dos principais diferenciais do modelo é sua capacidade de armazenamento de combustível. São 240 m³ de gás, distribuídos em tanques de aço carbono com capacidade total de 960 litros. Dessa forma, a autonomia é de até 300 km e ajuda o caminhão a reduzir o número de paradas para abastecimento durante a jornada de trabalho.

Além disso, o caminhão utiliza um motor ciclo Otto combinado à transmissão automática. Segundo a fabricante, esse conjunto oferece desempenho equivalente ao de versões movidas a diesel. O motor utiliza um sistema de pós-tratamento com catalisador de três vias, dispensando soluções mais complexas e favorecendo menor necessidade de manutenção. A arquitetura mecânica também foi concebida para suportar operações intensas sem comprometer a capacidade de carga, característica essencial para o segmento de coleta de resíduos.

A proposta é garantir boa capacidade de arrancada, acelerações rápidas e tração adequada para operações constantes em ambientes urbanos. Outro benefício destacado pela VWCO é o potencial de redução de até 90% das emissões de CO², além da diminuição dos níveis de ruído durante a operação, característica importante em serviços realizados em áreas residenciais.

Projeto busca ampliar a sustentabilidade na coleta urbana

A adoção do biometano também está alinhada às metas de sustentabilidade da Loga, que pretende ampliar gradualmente a participação de veículos movidos por combustíveis de menor impacto ambiental em sua frota.

De acordo com a empresa, os próximos investimentos deverão priorizar modelos abastecidos com biometano e eletricidade. Assim, sua operação visa reduzir os impactos ambientais da coleta de resíduos na capital paulista.

Por fim, a Volkswagen Caminhões e Ônibus pontua que cada veículo sustentável pode evitar, anualmente, emissões equivalentes ao consumo de aproximadamente 35 mil litros de óleo diesel, contribuindo para iniciativas de economia circular e redução da pegada de carbono nas operações.

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Cofap amplia linha de bieletas para picapes

Bieleta da Cofap para Mitsubishi L200 Triton

Novos componentes atendem a Mitsubishi L200 Triton e reforçam a cobertura da marca para o mercado de reposição

A Marelli Cofap Aftermarket ampliou seu catálogo de bieletas para o mercado de reposição com o lançamento de dois novos códigos destinados à Mitsubishi L200 Triton, fabricada a partir de 2014. A novidade amplia a cobertura da linha para o segmento de picapes, um dos que mais cresce na frota circulante brasileira.

Os novos componentes contemplam os dois lados da suspensão dianteira do modelo. O código BTC39123 é aplicado no lado esquerdo, enquanto o BTC39124 atende o lado direito. Com a ampliação do portfólio, a fabricante reforça a oferta de peças para oficinas mecânicas, distribuidores e varejistas especializados.

Além de anunciar os lançamentos, a empresa chama a atenção para a importância da manutenção preventiva das bieletas, componentes fundamentais para o funcionamento correto do sistema de suspensão e para a segurança do veículo.

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Bieleta tem papel importante na estabilidade da suspensão

A bieleta é responsável por conectar a barra estabilizadora ao conjunto da suspensão, permitindo que esse sistema controle a inclinação da carroceria durante curvas e mudanças bruscas de direção. Seu funcionamento também contribui para manter os pneus em contato adequado com o solo, favorecendo a estabilidade e a dirigibilidade.

Como está submetida a esforços constantes, a peça sofre desgaste natural ao longo da vida útil. Segundo a Cofap, ruídos na suspensão, folgas, deformações e desgaste das buchas de fixação estão entre os principais sinais de que a bieleta pode precisar de substituição.

Quando esses sintomas aparecem, a recomendação é procurar uma oficina de confiança para realizar a inspeção do conjunto. Adiar o reparo pode provocar danos mais graves, já que uma bieleta rompida ou deformada compromete o comportamento dinâmico do veículo e pode até causar danos aos pneus.

Outro componente que merece atenção é a coifa de borracha instalada nas extremidades da bieleta. Sua função é proteger os pinos esféricos contra a entrada de água, poeira e outras impurezas. Caso essa proteção seja danificada, a contaminação da graxa interna acelera o desgaste das articulações e reduz significativamente a vida útil da peça.

Novos códigos ampliam cobertura para o mercado de reposição

Com os lançamentos para a Mitsubishi L200 Triton, a Marelli Cofap Aftermarket amplia a cobertura de seu catálogo para um segmento com forte presença tanto no uso urbano quanto em aplicações severas.

A fabricante também destaca que seu portfólio inclui bieletas produzidas em nylon, tecnologia já empregada por algumas montadoras em veículos novos. Esses componentes são desenvolvidos seguindo as especificações do equipamento original, acompanhando a evolução dos projetos adotados pela indústria automotiva.

Na hora da substituição, a recomendação é utilizar peças compatíveis com as especificações do fabricante do veículo, garantindo o correto funcionamento da suspensão e preservando características como estabilidade, dirigibilidade e segurança.

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quarta-feira, 22 de julho de 2026

Heliar comemora 95 anos e destaca avanços em eletrificação

bateria Heliar para carros com Start/Stop

Marca reforça presença entre montadoras, aposta em novas tecnologias para baterias e amplia investimentos em sustentabilidade

A Heliar celebra 95 anos de atuação no mercado brasileiro em um momento de transformação da indústria automotiva. Referência no fornecimento de baterias para montadoras e para o mercado de reposição, a marca destaca a evolução dos sistemas elétricos dos veículos e sua estratégia voltada à eletrificação e à sustentabilidade.

Fundada em 1931, em São Paulo, a Heliar passou a integrar a Clarios em 2018. Atualmente, a empresa fornece baterias para mais de 40 montadoras instaladas no Brasil e afirma que dois em cada três veículos produzidos no país saem de fábrica equipados com produtos da marca.

Além da atuação como fornecedora original (OEM), a Heliar mantém forte presença no mercado de reposição, segmento estratégico para oficinas mecânicas, centros automotivos e distribuidores em todo o país.

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Baterias de baixa tensão ganham importância nos veículos modernos

Embora os veículos eletrificados tenham ampliado a atenção sobre as baterias de alta tensão, responsáveis pela tração em modelos híbridos e elétricos, a Heliar destaca que as baterias de baixa tensão continuam sendo componentes essenciais para o funcionamento dos automóveis modernos.

Além da partida do motor, esses sistemas alimentam recursos eletrônicos, como conectividade, módulos de diagnóstico e dispositivos de segurança. Tecnologias de redução de emissões e componentes eletrificados presentes tanto em veículos a combustão quanto em híbridos e elétricos também usufruem desses sistemas.

Segundo Manuel Macías, vice-presidente e gerente geral da Clarios para a Região do Cone Sul, a empresa acompanha essa evolução tecnológica ao desenvolver soluções capazes de atender diferentes arquiteturas elétricas.

Ao longo de sua trajetória, a marca acumulou uma série de inovações no setor. Entre elas estão o lançamento da primeira bateria automotiva em caixa plástica e a introdução das baterias livres de manutenção. A Heliar também cuidou do desenvolvimento das tecnologias EFB (Enhanced Flooded Battery) e AGM (Absorbent Glass Mat), utilizadas em veículos equipados com sistemas de maior eficiência energética.

Outro marco ocorreu em 2020, quando a empresa lançou a primeira bateria EFB para veículos pesados produzida no Brasil. A tecnologia PowerFrame, presente em sua linha de produtos, permitiu ampliar a resistência à corrosão e oferecer garantia de 24 meses em determinados modelos.

Produção sustentável e presença internacional fortalecem a marca

A Clarios também destaca a sustentabilidade como um dos pilares da operação da Heliar. A fábrica localizada em Sorocaba (SP), opera com energia elétrica carbono neutro certificada pelo programa REC Brasil.

De acordo com a fabricante, essa iniciativa reduz cerca de 4.400 toneladas de emissões de CO² por ano. Além disso, até 99% dos materiais utilizados nas baterias podem ser reaproveitados em novos processos produtivos.

No Brasil, a Clarios produz mais de 10 milhões de baterias anualmente e abastece uma rede de mais de 200 distribuidores, que atendem aproximadamente 40 mil varejistas. A atuação da Heliar também se estende à Argentina, Paraguai e Uruguai, enquanto a Clarios comercializa cerca de 150 milhões de baterias por ano em mais de 100 países.

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terça-feira, 21 de julho de 2026

Argo X é o nome do novo hatch da Fiat feito no Brasil

Modelo inédito chega em 2026 para ampliar a linha de entrada da marca e será fabricado ao lado do Argo atual no Polo Automotivo de Betim (MG)

A Fiat confirmou o nome de seu próximo hatch compacto desenvolvido para o mercado brasileiro. Batizado de Argo X, o novo modelo será produzido no Polo Automotivo Stellantis de Betim (MG) a partir de 2026 e passará a integrar o portfólio da marca sem substituir o Argo atual, que continuará em linha.

O anúncio foi feito por Herlander Zola, presidente da Stellantis para a América do Sul, durante a celebração dos 50 anos da Fiat no Brasil e da fábrica mineira. A novidade representa o primeiro produto inédito desenvolvido em Betim dentro do novo ciclo de investimentos da companhia para a região.

Segundo a fabricante, o Argo X ocupará uma posição estratégica na gama de entrada da Fiat e faz parte da renovação do portfólio da marca. Apesar do nome já revelado, detalhes técnicos, motorização e equipamentos ainda não foram divulgados.

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Posicionamento estratégico

De acordo com a Fiat, o novo hatch foi desenvolvido para atender às necessidades dos consumidores brasileiros e ampliar a presença da marca em um dos segmentos mais importantes do mercado nacional. A fabricante afirma que o modelo combinará robustez, design e eficiência, características que devem nortear seu posicionamento.

Enquanto isso, o Argo atualmente vendido seguirá disponível nas concessionárias. A decisão permite que os dois modelos convivam no mercado, oferecendo opções diferentes dentro da linha de automóveis de passeio da marca.

Herlander Zola, presidente da Stellantis para América do Sul durante revelação do Fiat Argo X

O Argo X também inaugura uma nova fase dos investimentos da Stellantis na América do Sul. O grupo vai aplicar R$ 32 bilhões até 2030 na região, sendo R$ 14 bilhões destinados ao Polo Automotivo de Betim, onde o novo veículo será fabricado.

A Fiat chega ao lançamento do novo modelo em um momento de forte desempenho comercial. A marca lidera o mercado brasileiro de automóveis há cinco anos consecutivos e mantém a picape Strada como o veículo mais vendido do país desde 2021.

Fábrica de Betim completa 50 anos e recebe novos investimentos

O anúncio do Argo X também marcou as comemorações pelos 50 anos do Polo Automotivo Stellantis de Betim. A unidade iniciou suas atividades com a produção do Fiat 147 e se tornou um dos principais centros industriais da empresa na América do Sul.

Hoje, a fábrica ocupa uma área de 2,2 milhões de metros quadrados, possui capacidade instalada para produzir até 650 mil veículos por ano e reúne mais de 19 mil colaboradores. Desde o início das operações, já foram fabricados mais de 18 milhões de veículos, dos quais mais de 4 milhões foram exportados para aproximadamente 40 países.

Além do Argo, o complexo atualmente produz modelos como Mobi, Pulse, Fastback, Fiorino, Peugeot Partner Rapid, Ram 700 e Strada. Recentemente, a unidade também passou a abrigar o Centro de Expertise em Cibersegurança da Stellantis, reforçando sua importância como polo de desenvolvimento tecnológico da companhia.

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Senai abre curso de pós-graduação para carros híbridos e elétricos


Curso de especialização tem 360 horas, aulas presenciais em São Paulo e aborda diagnóstico, segurança, baterias e infraestrutura de recarga

O avanço da eletrificação no setor automotivo tem ampliado a demanda por profissionais especializados em tecnologias voltadas aos veículos elétricos e híbridos. A fim de atender esse cenário, o Senai criou um curso de pós-graduação voltado à formação de especialistas capazes de atuar em diferentes áreas da eletromobilidade.

Com carga horária de 360 horas, o curso é direcionado a profissionais com ensino superior completo em áreas como mecânica, elétrica, eletrônica, mecatrônica ou outras correlatas. A proposta é preparar os alunos para compreender as transformações da indústria automotiva e desenvolver competências técnicas relacionadas aos sistemas de propulsão eletrificada, armazenamento de energia e manutenção desses veículos.

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Formação acompanha a evolução da eletromobilidade

A especialização reúne disciplinas que abrangem desde os fundamentos da eletromobilidade até conteúdos mais avançados voltados ao diagnóstico e à segurança em veículos eletrificados. Entre os temas abordados estão infraestrutura de recarga, eletricidade e eletrônica de potência, baterias, gerenciamento de energia, motores elétricos, sistemas de controle e diagnósticos em sistemas de propulsão.

Além da formação técnica, o programa inclui disciplinas de metodologia do trabalho científico e um projeto integrador. Desse modo, permite que os estudantes desenvolvam soluções aplicadas aos desafios do setor.

Segundo a proposta do curso, o especialista formado deverá ser capaz de analisar o cenário nacional e internacional da eletromobilidade, compreender os impactos da expansão dos veículos elétricos na geração e distribuição de energia. Além disso, ele deverá reconhecer os aspectos construtivos desses modelos e identificar o funcionamento dos principais sistemas de controle, propulsão e armazenamento de energia.

Outro destaque da especialização é o foco em segurança na eletrificação veicular. Esse tema ganha cada vez mais relevância, já que cada vez mais carros eletrificados estão presentes em oficinas independentes e concessionárias.

Inscrições exigem diploma de ensino superior

O curso não possui idade mínima para matrícula, mas exige que o candidato tenha concluído o ensino superior. Antes da confirmação da inscrição, é necessário enviar documentos como RG, CPF, título de eleitor, comprovante de residência, diploma e histórico escolar para validação pela secretaria da unidade.

As aulas serão realizadas às segundas e quartas-feiras, das 19h às 22h. O início das aulas está previsto para o próximo dia 3 de agosto e a conclusão em 5 de abril de 2028. Por fim, o investimento total é de R$ 14.040,00 e tem possibilidade de parcelamento em 18 vezes (R$ 780,00) ou 24 vezes (R$ 585,00), por meio de boleto bancário.

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segunda-feira, 20 de julho de 2026

Fiat comemora 50 anos de Brasil e relembra modelos icônicos

Placa com nome da Fiat

Do Fiat 147 à eletrificação, marca destaca modelos que ajudaram a transformar a indústria automotiva nacional

Cinquenta anos depois de iniciar sua produção no Brasil, a Fiat celebra uma trajetória marcada por lançamentos que influenciaram o mercado automotivo nacional e acompanharam as mudanças no perfil do consumidor. Desde a chegada do Fiat 147, em 1976, a fabricante acumulou pioneirismos, introduziu novas tecnologias e lançou modelos que se tornaram referência em diferentes segmentos.

Ao longo dessas cinco décadas, a marca também consolidou uma forte presença industrial no país. Somando as fábricas de Betim (MG) e Goiana (PE), mais de 19 milhões de veículos já foram produzidos, reforçando o papel do Brasil como um dos principais mercados da Fiat no mundo.

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Modelos marcantes e que abriram novos caminhos

O primeiro capítulo dessa história começou com o 147, modelo responsável por inaugurar a operação da fabricante em Betim. Compacto, mas com foco no aproveitamento interno, o hatch introduziu soluções pouco comuns na época, como motor transversal e pneus radiais. Poucos anos depois, voltou aos holofotes ao se tornar o primeiro automóvel produzido em série no país movido exclusivamente a etanol.

Fiat 147 branco visto de lado

Na década seguinte, outro modelo ajudou a consolidar a presença da marca entre os brasileiros. Lançado em 1984, o Uno se destacou pelo projeto compacto, amplo espaço interno e baixo custo de manutenção. A família ainda deu origem ao Uno Mille, apresentado em 1990 como o primeiro carro popular do Brasil. Em 1994, chegava o Uno Turbo. Esse era o primeiro veículo nacional equipado de fábrica com motor turbo.

O histórico de inovações continuou com o Palio. Apresentado em 1996, o hatch trazia airbag e freios ABS em versões 1.0, tornando recursos de segurança mais acessíveis ao consumidor brasileiro.

Fiat Uno Mille vermelho visto de lado

Ainda durante a década de 1990, a Fiat anunciou a chegada da Strada. Revelada em 1998, a picape inaugurou soluções inéditas para a categoria, como cabine estendida, terceira porta e, posteriormente, a configuração de quatro portas e cinco lugares. Hoje, o modelo acumula cinco anos consecutivos como o carro mais vendido do Brasil.

E o futuro?

A estratégia de expansão da Fiat ganhou novos capítulos na última década. Em 2016, a fabricante lançou a Toro, modelo que inaugurou o segmento das Sport Utility Pick-ups (SUP) ao combinar características de picapes e SUVs. Inclusive, a picape celebrou 10 anos de trajetória no Brasil em 2026 e ganhou conjunto híbrido-leve de 48V para se destacar no mercado.

Fiat Toro vermelha vista e frente

A partir de 2020, a marca iniciou um processo de reposicionamento no mercado brasileiro, priorizando uma estratégia centrada nas necessidades do consumidor. Nesse período, a nova Strada chegou ao mercado completamente renovada e consolidou a liderança da fabricante entre as picapes.

O avanço da Fiat em segmentos estratégicos continuou com o lançamento do Pulse, em 2021. Ele foi o primeiro SUV da marca desenvolvido no Brasil e em 2022 passou a ter a companhia do Fastback. Aliás, a dupla ganhou em meados de 2024 o conjunto híbrido-leve de 12V. O principal foco deste sistema elétrico é reduzir a emissão de poluentes e o consumo de combustível.

Fiat Fastback preto visto de lado

Além dos modelos que marcaram diferentes épocas, como Tempra, Marea, Stilo, Idea, Doblò, Mobi e Argo, a Fiat destaca que sua trajetória no país foi construída com foco em inovação, acessibilidade e adaptação às mudanças do mercado.

Por fim, a montadora conta que o olhar para o futuro segue a mesma estratégia. Segundo a marca, cinco novos modelos serão lançados no Brasil até 2030, começando em 2026. A renovação da linha faz parte do plano para fortalecer a atuação em segmentos estratégicos e ampliar a oferta de tecnologias voltadas à eficiência energética e à eletrificação. Dessa forma, mantém a fabricante entre as protagonistas da indústria automotiva nacional.

Fiat Strada amarela vista de lado

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