quinta-feira, 5 de março de 2026

Delphi confirma patrocínio à Drift Show Brasil no Brasileiro de Drift 2026

Marca da Phinia será patrocinadora oficial da equipe e fornecerá componentes para a temporada

A Phinia anunciou parceria com a equipe Drift Show Brasil para a disputa do Campeonato Brasileiro de Drift de 2026. Por meio da marca Delphi, a empresa atuará como patrocinadora oficial do time paulista, além de fornecer peças para os veículos da escuderia. A etapa de abertura do campeonato está marcada para 6 de março, no Mega Space, em Santa Luzia (MG).

A colaboração dá sequência ao apoio iniciado anteriormente. Em 2025, a equipe conquistou o título da categoria Rookie com o piloto Lucas Hanazono, que venceu a etapa final disputada em Piracicaba (SP). Aos 15 anos, ele se tornou o mais jovem campeão da categoria e, em 2026, passa a competir na categoria Pro. “Conquistar o título da categoria Rookie aos 15 anos foi a realização de um sonho e um marco muito importante na minha trajetória. Neste ano, o desafio é ainda maior, e contar com o apoio da Delphi faz toda a diferença”. Além de Lucas, o time conta com os pilotos Doug Santana e Marcelo Horita, sob a liderança de Sérgio Hanazono, fundador da equipe. Ele destacou o papel da fornecedora no projeto esportivo.

“O apoio de um fornecedor de peças com o nível de excelência da Delphi é fundamental para o nosso esporte. Para nós, é motivo de orgulho contar com a parceria de uma marca reconhecida no mercado por sua tradição e reputação no setor.” A estratégia prevê ações digitais ao longo da temporada, com produção de conteúdo voltado ao público das plataformas da marca. Segundo David Angelo, gerente de marketing da PHINIA, o drift é uma plataforma para reforçar a relação com clientes e destacar atributos técnicos dos produtos. “Mais do que apoiar uma equipe vencedora, queremos transformar essa parceria em uma plataforma de conteúdo e relacionamento. O drift traduz, na prática, o desempenho e a confiabilidade que buscamos entregar ao mercado todos os dias. Estar presente nesse ambiente reforça nosso compromisso com inovação e proximidade com o público automotivo.”

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Tramontina amplia linha de ferramentas com bateria intercambiável

A Tramontina anunciou a ampliação de sua atuação no segmento de ferramentas elétricas com o lançamento da linha Tramontina by TOTAL.

A nova linha foi desenvolvida para atender aplicações em setores como construção civil, manutenção automotiva, indústria, jardinagem e serviços profissionais.

Um dos principais destaques do portfólio é o sistema de bateria intercambiável, que permite utilizar a mesma bateria em diferentes ferramentas da linha. A proposta reduz custos operacionais e simplifica a rotina de trabalho ao eliminar a necessidade de múltiplos carregadores e conjuntos de baterias, além de ampliar a mobilidade nas atividades de campo e em oficinas.

O portfólio inicial da Tramontina by TOTAL reúne mais de 80 itens, incluindo máquinas, kits completos com bateria e carregador, acessórios e diferentes modelos de baterias e carregadores. A expectativa da empresa é ampliar a linha para mais de 500 produtos, todos compatíveis com o mesmo sistema de bateria.

Entre os equipamentos disponíveis estão parafusadeiras, furadeiras, chaves de impacto, chaves catraca, marteletes, serras circulares e tico-tico, esmerilhadeiras, lixadeiras, multicortadoras, plainas, grampeadores, pinadores, sopradores e pistolas de cola quente, além de equipamentos voltados à jardinagem, como motosserras, podadores e aparadores de cerca viva.

A linha está disponível em duas plataformas de tensão: 16 V e 20 V. Os modelos de 16 V foram desenvolvidos para atividades que exigem maior leveza e precisão, como reparos e trabalhos em espaços reduzidos. Já os equipamentos de 20 V são voltados para aplicações mais exigentes, que demandam maior potência e autonomia em uso contínuo, como em obras, oficinas mecânicas e ambientes industriais.

Outro recurso presente na nova linha é a adoção de motores brushless, tecnologia que elimina as escovas de carvão e utiliza controle eletrônico para otimizar o funcionamento do motor. Segundo a fabricante, essa solução contribui para maior eficiência energética, menor geração de calor, maior autonomia de bateria e aumento da vida útil dos equipamentos, fatores que ajudam a reduzir paradas para manutenção.

De acordo com a Tramontina, a nova linha integra a estratégia de expansão do portfólio da empresa voltada ao público profissional, com foco em soluções que combinem desempenho, praticidade e padronização de plataformas de energia.

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ZF lança discos e platôs Sachs para linhas Agrale, Mercedes e Volkswagen

A divisão de reposição da ZF anunciou a ampliação do portfólio da marca SACHS no Brasil com novos discos, platôs e kits de embreagem destinados a veículos comerciais pesados. As peças foram desenvolvidas para aplicações de modelos das fabricantes Agrale, Mercedes-Benz e Volkswagen, ampliando a cobertura no mercado de reposição para caminhões e ônibus utilizados em operações de transporte intensivo.

Segundo a empresa, os novos componentes chegam para reforçar a oferta de soluções voltadas ao segmento de veículos comerciais, atendendo diferentes configurações técnicas. O portfólio inclui discos e platôs com variados diâmetros e especificações de estrias, permitindo a aplicação em diferentes conjuntos de transmissão utilizados por modelos dessas montadoras.

De acordo com a ZF Aftermarket, os produtos foram projetados para suportar condições severas de uso, comuns no transporte de carga e passageiros, como operações com alto peso, trajetos longos e ciclos frequentes de parada e arrancada. Nesse cenário, a embreagem exerce papel fundamental no gerenciamento do torque transmitido pelo motor ao sistema de transmissão.

A ampliação do catálogo faz parte da estratégia da empresa de fortalecer a presença da marca SACHS no mercado de reposição brasileiro, especialmente no segmento de veículos comerciais, que demanda componentes com elevada durabilidade e confiabilidade operacional.

A lista completa de códigos e aplicações pode ser consultada no catálogo oficial da marca. Informações adicionais também podem ser obtidas pelo atendimento da ZF Aftermarket no Brasil.

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Troca de óleo do câmbio manual e automático: fluido não é vitalício

Mesmo quando o manual não indica substituição, análise técnica aponta necessidade preventiva

ZF transmissão esportiva S5-325 de Aston Martin DB5

A substituição do fluido de transmissão ainda gera divergência entre concessionárias e oficinas independentes. Para Cleyton André, Consultor Técnico da Revista O Mecânico, a premissa técnica é clara: nenhum fluido mantém propriedades indefinidamente sob carga térmica e mecânica. Veja o vídeo completo do Mecânico Responde.

Fabricantes de veículos podem não indicar intervalo de troca no manual do proprietário. Entretanto, fabricantes de lubrificantes estabelecem prazo médio de validade de cinco anos.
“Nenhum fluido é vitalício. Se ele tem validade na embalagem, por que seria permanente dentro da transmissão sofrendo variação de temperatura e atrito?”, questiona Cleyton.

O fluido atua na lubrificação, dissipação térmica e proteção contra desgaste de engrenagens e sincronizadores. Com o tempo, ocorre degradação por oxidação e contaminação por partículas metálicas.
“A recomendação é fazer a substituição com fluido que atenda às especificações do fabricante para preservar a vida útil da transmissão”, reforça. O procedimento deve seguir o método correto de drenagem, inspeção e nível conforme padrão técnico do modelo atendido.

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quarta-feira, 4 de março de 2026

Modefer amplia investimentos em capacitação técnica para o mercado de reposição

Programa de treinamentos mira mecânicos, reparadores e distribuidores diante do aumento da complexidade dos componentes automotivos

A Modefer anunciou a ampliação dos investimentos em capacitação técnica voltada a profissionais do mercado de reposição. A iniciativa, chamada Modefer Academy, reúne treinamentos e conteúdos direcionados a mecânicos, reparadores e distribuidores, com foco na aplicação de hélices e embreagens viscosas.

O movimento ocorre em um cenário de maior complexidade técnica no setor de autopeças, impulsionado pela evolução dos sistemas automotivos e pela diversidade de modelos em circulação. Segundo a empresa, o objetivo é orientar os profissionais quanto a especificações, critérios de compatibilidade e procedimentos de instalação, desde o diagnóstico até a montagem.

De acordo com Hermes Santos, CEO da companhia, a qualificação acompanha o avanço dos produtos. “O setor de autopeças vive uma evolução rápida, e os componentes estão cada vez mais sofisticados. Isso exige que o mecânico tenha clareza técnica para fazer escolhas corretas e garantir a performance do veículo. Investir em capacitação não é apenas apoiar o profissional, mas sim assegurar que a tecnologia seja aplicada da forma certa”, afirma.

A empresa informa que o programa foi estruturado como ação contínua de treinamento, com oferta de conteúdos técnicos e atualizações periódicas. Para Santos, a compreensão do funcionamento das peças impacta o resultado do serviço. “Quando o mecânico compreende profundamente a função e o comportamento da peça no sistema, ele entrega muito mais valor ao cliente final. Por isso, criamos a Modefer Academy para promover treinamentos contínuos e acessíveis, que elevam a qualidade da reparação, reduzem retrabalhos e fortalecem a confiança em nossa marca. É um ‘ganha-ganha’, ganha o profissional, ganham as frotas e ganha toda a cadeia de reposição”, declara.

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Honda promove a 18ª edição do Best Quality

Competição entre profissionais da rede de concessionárias visa melhorar a qualidade e nivelamento dos serviços

O programa que surgiu em 2007 com intuito de estimular o aprimoramento dos colaboradores de pós-venda da rede de concessionárias Honda, está em sua 18ª edição.

Inicialmente, a ideia era apenas para os colaboradores da rede de duas rodas (motocicletas), porém, no ano de 2013 o programa foi ampliado para o segmento de automóveis.

Desde 2017, a competição passou a ser disputada de maneira presencial, elevando o nível e técnica avaliativas dos profissionais. Estes que, para a 18ª edição, passaram por diferentes etapas.

Os competidores se inscrevem em diferentes categorias como, motos de baixa cilindrada, alta cilindrada, técnicos de automóveis e, a grande novidade desta edição foi a implementação do reparo de carroceria e pintura, este que, no momento, permite apenas a participação de técnicos brasileiros.

Foram 13.700 pessoas inscritas a participarem do BQ (Best Quality) neste ano, contando os profissionais da América do Sul. A primeira etapa que ocorre de maneira online, seleciona os 21 melhores para disputa presencial.

Cada técnico passou por diferentes testes ao longo da competição, para os inscritos na categorias de motocicletas de baixa cilindrada e alta cilindrada os testes foram:

Prova teórica
Inspeção periódica e metrologia
Inspeção de motor e metrologia
Diagnóstico elétrico C&E

Já para os inscritos na categoria de automóveis, os testes foram:

Prova teórica
Inspeção periódica e metrologia nível 1
Inspeção de motor e metrologia nível 2
Diagnóstico elétrico C&E (combustão e emissões)

E os que se inscreveram na nova categoria de reparo de carroçaria e pintura, passaram por:

Recuperação de painéis com danos leves
Processo de reparação de superfícies
Processo de repintura e acabamento

Cronologia BQ

Confira abaixo a linha do tempo do BQ e suas atualizações:

2007 – Criação do programa Best Quality e avaliação online dos técnicos mecânicos de motocicletas.
2010 – Ampliação para o grupo administrativo. Os melhores técnicos participavam de uma visita a fábrica de Manaus.
2013 – Ampliação para o segmento de automóveis e novos tipos de premiação.
2015 – Nova categoria voltada para colaboradores de Peças
2017 – Inicio da competição presencial e expansão para a América do Sul.
2019 – Expansão Global com a criação da competição entre os melhores de cada continente para disputarem no Japão.
2023 – Nova categoria de Garantia e separação da categoria de motocicletas em duas: Alta Cilindrada (Fun)/ Baixa Cilindrada (Commuter)
2024 – Edição especial realizada integralmente na cidade de Manaus.
2025 – Criação de uma nova categoria: Reparo de carroceria e pintura

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Descarbonização por hidrogênio: veja quando aplicar e quais riscos considerar

Método auxilia na remoção de depósitos, mas exige avaliação do catalisador após o procedimento

A descarbonização via hidrogênio passou a ser oferecida em diversas oficinas como alternativa à limpeza interna do motor. A técnica promete remover depósitos sem desmontagem, mas exige análise criteriosa quanto aos efeitos no sistema de pós-tratamento.

O acúmulo de depósitos de carbono na câmara de combustão pode provocar pré-detonação, perda de eficiência térmica e alteração no padrão de queima. “O hidrogênio é um recurso que auxilia nessa limpeza. Do contrário, seria necessário fazer intervenções maiores no motor”, explica Cleyton André, Consultor Técnico da Revista O Mecânico, durante o quadro Mecânico Responde. Veja o vídeo completo.

O processo reduz depósitos na câmara, válvulas e topo de pistão. No entanto, resíduos desprendidos podem alcançar o catalisador.

“Durante o processo pode haver resíduos indo para o catalisador e isso pode prejudicá-lo. É importante analisar o estado do componente após o serviço”, alerta.

Produtos químicos adicionados ao combustível também podem atuar na redução gradual de depósitos, com menor impacto imediato. A escolha do método deve considerar a condição do motor, quilometragem e diagnóstico prévio.

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