segunda-feira, 27 de setembro de 2021

Com motor 1.3 turbo, Jeep Compass 2022 tem fácil manutenção? | Raio X

Estacionamos em nossa oficina o novo Jeep Compass 2022 para uma análise técnica das condições de manutenção do novo motor 1.3 turbo flex da família de motores GSE.

Conhecido pela sigla T270, este novo motor produz 185/180 cv de potência (E/G) e 27,5 kgfm de torque. Além do Compass, este motor está no novo Jeep Commander e na Fiat Toro 2022.

Neste vídeo, com o auxílio do mecânico Rodrigo Marinho, da oficina Gade Automotive, abordamos as tecnologias deste motor 1.3, como o sistema de injeção direta de combustível, turbocompressor de baixa inércia, válvula termostática com controle eletrônico e sistema eletro-hidráulico MultiAir III de controle das válvulas de admissão, entre outros. Também mostramos os aspectos de reparabilidade na região do undercar do SUV.

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Artigo | A evolução dos motores e a rotina do mecânico

evolução dos motores

Com os veículos evoluindo em função das necessidades ambientais e do desejo dos consumidores, já virou rotina para o mecânico se atualizar constantemente às novidades tecnológicas

 

Que a tecnologia evolui em função da necessidade, todo mundo sabe. E quem define a necessidade? O consumidor, é claro, cujo coletivo aqui chamaremos de população. Mudanças no panorama econômico e político, nacional ou internacional, sempre acabam por tirar um governo, ou uma parcela representativa dos elementos de uma população da sua zona de conforto.

Resultado: reivindicações que estimulam evoluções tecnológicas, que levam o governo e/ou a parcela da população incomodada de volta a sua zona de conforto. Um ciclo que sempre se repete, porém com diferentes motivações.

Quem tem mais de 50 anos, teve a oportunidade de testemunhar algumas dessas evoluções no setor automotivo brasileiro. Sobretudo nos motores. A primeira delas foi a utilização do etanol como combustível, lá no final dos anos 70, com o Proálcool. Um programa governamental, desenvolvido para diminuir a dependência nacional do petróleo importado que, naquela ocasião, estava com o seu preço bastante elevado.

evolução dos motores

O mecânico teve que se adaptar à mudança? Claro que sim. Afinal de contas, a frota nacional foi inundada por veículos novos movidos a esse “novo” combustível, mas que nem sempre funcionavam perfeitamente. Isso sem falar no excelente negócio das conversões de motores. Foi uma verdadeira febre.

Mas como a tecnologia do motor a etanol era praticamente a mesma já conhecida e há anos trabalhada pelo mecânico, foi muito fácil ele se “moldar” a essa nova realidade e usufruir dos benefícios que ela trouxe.

Depois, no final dos anos 80, veio o gerenciamento eletrônico do motor (injeção eletrônica), com o objetivo de atender às regulamentações mais rígidas de emissões de poluentes. Uma evolução que forçou o “Guerreiro das Oficinas” não só a voltar ao “banco da escola” como a se reinventar.

Entraram em cena: a eletroeletrônica, assim como, os conceitos de controle automático e os sistemas digitais, que deixaram muito mecânico de “cabelo em pé” quando apareceram os primeiros carros. Isso sem falar numa nova ferramenta computadorizada chamada scanner que exigia a interpretação dos códigos de falha e parâmetros de funcionamento, que eram exibidos online.

evolução dos motores

Mas é claro que o mecânico tirou esse desafio de letra. Atualmente, pouquíssimos são os profissionais que não entendem plenamente o funcionamento da grande maioria dos sistemas. Alguns aprenderam inclusive como alterar as programações e os mapas de injeção e ignição para outros fins (preparação esportiva, por exemplo).

E o tempo foi passando e novas necessidades foram surgindo. O século XXI e as novas realidades (necessidades) trouxeram o motor flex e todos seus benefícios, assim como, os seus problemas que, por sinal, o mecânico também aprendeu rapidamente a solucionar, pois já domina a eletrônica digital, que é a alma desses sistemas.

A ÚLTIMA TENDÊNCIA: O “DOWNSIZING”

No final da primeira década do século XXI, junto com um apelo ecológico mais robusto, veio a necessidade da otimização do consumo. Em termos automotivos: os veículos precisam poluir muito menos, ocupar menos espaço, gastar menos combustível (mas sem renunciar ao desempenho) e exigir menos manutenção. E tudo isso com um preço competitivo.

evolução dos motores

Algo que, à primeira vista, parece impossível. Mas não é. Ou melhor, não está sendo. E as palavras mágicas que tornam tudo isso possível são: inovação e otimização. Tirar mais de menos.

Para atender a todas essas novas exigências, a engenharia de motores precisou “pensar fora da caixa”.

Afinal de contas, não é nada fácil projetar e construir motores (cujo princípio de funcionamento está em ciclos termodinâmicos de baixo rendimento) cada vez menores, mas que produzam a mesma potência de um similar maior, de funcionamento suave, consumindo menos combustível e emitindo menos poluentes. Eis o “downsizing”.

Fazer uso de novos conceitos como o ciclo Miller, resgatar antigos conceitos como a injeção direta (porém, atualizada com novos conceitos como a estratificação da pulverização), usar e abusar de superalimentação, são apenas algumas das soluções que vêm sendo aplicadas para atingir esse difícil objetivo.

evolução dos motores

Resultado: os motores downsizing estão aí, já frequentando as oficinas e trazendo junto com eles as suas exigências: tolerâncias metrológicas muito apertadas, correias banhadas a óleo, um ou até dois turbo alimentadores que exigem lubrificantes específicos e precisam ser trocados no momento certo.

Isso sem falar nos sistemas de arrefecimento sofisticados, com dois sistemas de circulação (duas válvulas termostáticas), que exigem fluidos especiais e procedimentos de manutenção específicos, blocos de motor cuja retífica não é recomendada pelo fabricante (assunto bastante polêmico e que está causando muita discussão no mercado) e muitas outras sofisticações, cada vez mais presentes nos motores de combustão modernos.

Acrescenta-se à lista os padrões de funcionamento específicos (vibrações e ruídos) que, no passado, poderiam ser considerados sintomas de mau funcionamento, mas que atualmente são normais em alguns modelos.

evolução dos motores

Também precisam ser mencionadas as trações híbridas e elétricas que, apesar do preço ainda elevado, aumentam em quantidade na frota nacional a cada ano. E que já frequentam algumas oficinas, trazendo as suas próprias exigências técnicas específicas.

Um conjunto de fatores que exige procedimentos de diagnóstico cada vez mais detalhados e apurados. Ou seja: maiores investimentos em treinamento, informação técnica e ferramental por parte do mecânico.

Mas o mercado é assim mesmo. E como o “Guerreiro das Oficinas” ama o seu trabalho, ele atende a todas essas exigências sem reclamar. Além do mais, quem não se atualizar acaba perdendo clientes. Algo intolerável nos dias atuais. Pois dinheiro não dá em árvores.

 

Artigo por Fernando Landulfo

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Nova Ford Transit traz diagnóstico a distância

Ford Transit

Ford relança sua van Transit no Brasil; conectividade do modelo permite fazer diagnóstico remoto das condições do veículo e do motor

 

Após sete anos de ausência, a Ford Transit voltará a ser vendida no Brasil. Importada da Turquia até 2014, desta vez, a van virá do Uruguai, produzida em uma nova fábrica construída em parceria com a Nordex. As vendas começam a partir do final de mês de outubro em todas as, hoje, 110 concessionárias da marca do oval azul no Brasil.

A princípio serão cinco versões no modelo de passageiros, baseadas em três configurações: 15 ocupantes mais motorista, 18 ocupantes mais motorista, e a versão vidrada, sem bancos, para o cliente configurar como quiser. No primeiro semestre de 2022, chegarão as variantes Furgão, destinadas a transporte de carga, com opções de cabine média ou longa. A Ford desenvolveu ainda uma rede de implementadores certificados para o cliente fazer as modificações que precisar na Transit sem perder garantia de fábrica.

Seu motor 2.0 EcoBlue a diesel é capaz de produzir 170 cv de potência a 3.500 rpm e torque de 41,3 kgfm constantes entre 1.750 e 2.500 rpm. O motor traz turbo de geometria variável, intercooler e correia dentada banhada em óleo, como os Ford EcoBoost. Suas emissões são controladas por uma combinação de EGR (recirculação dos gases de escape para a câmara de combustão), SCR (pós-catálise dos gases com a adição de Arla 32) e DPF (filtro de particulado).

Ford Transit Ford Transit

Também contribuem para a eficiência energética da van o sistema stop-start de série (exclusivo na categoria) e o sistema de monitoramento da bateria, com ciclo de acionamento do alternador otimizado para prover carga ao acumulador preferencialmente em desacelerações, exigindo menos potência do motor para essa função.

O sistema de transmissão traz câmbio manual de seis marchas, com assistente de troca de marchas no painel, e tração traseira de série. Também tem direção elétrica e pneus com baixa resistência ao rolamento – sendo duplo rodado no eixo traseiro.

“Desde o projeto, a Transit foi pensada com foco na produtividade do cliente para oferecer a maior eficiência e o menor custo na operação do veículo”, diz o gerente de Desenvolvimento do Produto da Ford América do Sul, Daniel Santos. “A tração traseira, o assistente de troca de marchas no painel, os pneus com baixa resistência ao rolamento e a direção elétrica, com diâmetro de giro até 12% menor que o da concorrência, são itens que contribuem para reduzir o desgaste de componentes e favorecem a dirigibilidade.”

Também para evitar paradas por colisão e todas as suas consequências, a Transit chega equipada com diversos itens de condução semiautônoma, entre os quais controle de velocidade de cruzeiro adaptativo, assistente de permanência em faixa e frenagem autônoma de emergência – capaz de identificar uma pessoa e frear a van até a parada completa se estiver em velocidades até 65 km/h.

Ford Transit

“Tropicalização” da Transit

Projetado para atender às normas Euro 6, o motor EcoBlue da Ford Transit se enquadra “com tranquilidade” nas normas Proconve P7, garante Daniel Santos. Ele explica que a porcentagem de biodiesel no combustível brasileiro demandou um ajuste do motor, assim como, de seu óleo: é um SAE 5W30 semissintético, homologado para trocas a cada 20 mil km.

O período é bastante prolongado, entretanto, o programa de manutenção personalizado pelo Pós-Vendas da Ford pode atribuir quilometragens mais curtas considerando o perfil de cliente e o uso da van. Isso vale também para todas as peças de desgaste. “Cada operação vai ter suas particularidades”, afirmou Daniel. “Nossa nova Divisão de Veículos Comerciais foi criada para que possamos ter foco interno e customizar essas soluções atendendo o cliente, porque ele é um cliente diferenciado”.

Além do motor, a suspensão também foi retrabalhada para suportar as vias brasileiras, como de praxe. Segundo a montadora, para o lançamento no Brasil e na América do Sul, a Transit passou por um extenso programa feito para atender às características únicas do clima, estradas, combustível, trânsito e modo de dirigir dos consumidores brasileiros e sul-americanos.

Ford Transit

Esse programa incluiu mais de 20 mil horas de trabalho da engenharia brasileira no Centro de Desenvolvimento do Produto da Ford em Camaçari/BA e no Campo de Provas de Tatuí/SP, em parceria com os centros de engenharia na Inglaterra e na Alemanha.

Diagnóstico remoto e paradas programadas

Toda uma área de negócios foi criada em torno da Transit para vender a frotistas e empreendedores uma solução que vai além do veículo em si – e isso inclui não só a manutenção programada personalizada para cada negócio como, também, o uso de diagnóstico remoto para antecipar problemas, reduzir o tempo de paradas e aumentar a produtividade do veículo.

A Transit vem com um modem embarcado chamado o FordPass Connect, que fornece informações para um aplicativo de celular no qual o proprietário pode saber remotamente o status da Transit, a sua localização em tempo real e enviar comandos remotos como, por exemplo, travar e destravar portas, dar a partida, checar o nível do combustível, a quilometragem e quanto falta até a próxima revisão.

interior Ford Transit

O modem embarcado trabalha conectado com todos os sistemas eletrônicos da Transit e, conforme explica a Ford, pode identificar mais de 3 mil modos de falha, desde falta de água no reservatório do limpador de para-brisa e pneu descalibrado até variações no desempenho do motor. Se o problema identificado puder afetar o funcionamento do veículo, a assistência da Ford entra em contato com o cliente para entender o problema e, se necessário, agendar o reparo adequado.

O FordPass também permite agendar e acompanhar o andamento de serviços no veículo com uma jornada 100% digital e agiliza o atendimento em todos os canais, garante a montadora. Toda a rede Ford vai vender e dar assistência para a Transit com ferramental, estoque de peças, técnicos treinados, boxes exclusivos e horários flexíveis em todas as regiões do Brasil. O cliente terá também um canal exclusivo na Central de Atendimento Ford com assistência 24 horas, sete dias por semana.

interior Ford Transit

O suprimento de peças é garantido por cinco centros de distribuição. Além das unidades em Barueri/SP, Gravataí/RS e Salvador/SP, a Ford inaugurou este ano dois novos depósitos em Porto Feliz e Cajamar, ambas no interior de SP, que adicionam 140 mil metros quadrados e capacidade para armazenar mais de 170 mil tipos diferentes de peças, incluindo 30 mil da Transit.

“O cliente de veículos comerciais não pode parar, porque o veículo é a base do seu negócio e precisa estar sempre pronto para trabalhar. Por isso, com a Transit estamos trazendo não só o melhor produto, mas também o melhor serviço pós-venda”, destaca o gerente de Vendas de Veículos Comerciais da Ford, Flávio Costa.

 

Fotos: Divulgação

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ZF amplia linha de pivôs TRW

pivô suspensão TRW

Linha de pivôs da TRW tem aplicação em ambos os lados em modelos como Nissan Kicks e Versa e Renault Kwid

 

A ZF Aftermarket anuncia a ampliação de sua linha de pivôs de suspensão TRW, destinada ao mercado de reposição. De acordo com a empresa, a novidade de destina a ambos os lados, com aplicações em veículos de passeio das fabricante Renault e Nissan, incluindo Kwid (2017-2020), Versa (2012-2020), Kicks (2016-2020) e March (2012-…).

Para obter mais informações sobre os lançamentos, acesse https://aftermarket.zf.com/la/brazil-images/lan-amentos/pivo-trw.pdf.

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Dunlop passa a vender pneus para motos no Brasil

Pneus Dunlop motos

Dunlop ingressa no segmento de pneus para motos no país, oferecendo dois modelos a partir de setembro e mais um modelo a partir de outubro

 

Com o crescimento na demanda por motos, a Dunlop anuncia que passa a oferecer no mercado brasileiro pneus para motos, produto já disponível em outras partes do mundo, fornecendo como equipamento original para diversas fabricantes. Vale lembrar que, no Brasil, a Dunlop já atua há 10 anos oferecendo pneus para veículos leves e pesados.

Os pneus chegam importados de fábricas da Dunlop em outras regiões, principalmente do Japão e da Tailândia. Inicialmente, a empresa explica que eles serão vendidos exclusivamente no estado de São Paulo, por meio de seu distribuidor exclusivo para pneus de moto na região, a Casa Fernandes de Pneus.

Contudo, os pneus de motos também estarão disponíveis em breve no canal do e-commerce e, no futuro, a empresa não descarta trazer novas medidas, modelos e aplicações conforme a demanda.

Agora no mês de setembro, já estarão disponíveis para venda dois modelos de pneus, conforme medidas abaixo, com aplicação principalmente para motos Sport e Naked acima de 600cc:

Pneus Dunlop motos

Já a partir de outubro, será comercializado também o modelo GPR-300, que tem o principal aplicação motos Sport e Naked de 300cc, nas medidas:

Pneus Dunlop motos

De acordo com a Dunlop, os modelos SPORTMAX GPR-300, D222 e D214 contam com uma tecnologia que consiste na aplicação de uma cinta metálica, robusta e flexível, no sentido circunferencial do pneu e sem emendas, gerando melhor absorção de choque e aderência. O resultado seria maior estabilidade e melhor performance.

Os SPORTMAX GPR-300 e D214 ainda possuem o sistema 2CUT (Two Cut Belt Structure), que consiste em uma estrutura radial com duas camadas de cintas sobrepostas no topo da carcaça, oferecendo melhor desempenho e dirigibilidade.

“Entrar no mercado de pneus para motos do Brasil é mais um passo que nós da Dunlop estamos tomando com a mesma paixão e orgulho inabaláveis pelo que sempre fazemos. Projetamos e produzimos pneus para atender às várias necessidades e muitos estilos de pilotagem diferentes. Por isso nos esforçamos consistentemente para mantermos nossos padrões de segurança e conforto, aproveitando as tecnologias inovadoras desenvolvidas pela Dunlop”, afirma Rodrigo Alonso, Diretor de Vendas e Marketing da Dunlop.

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sexta-feira, 24 de setembro de 2021

Cabeçote do motor Volkswagen 1.6 EA211: torques de aperto e características

Confira quais são os torques de aperto da tampa com comandos de válvulas embutidos, dos parafusos de fixação com o bloco e as demais características de funcionamento de manutenção do cabeçote do motor Volkswagen 1.6 16v 4-cilindros da família EA211.

 

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Certificado do Encceja: veja como e onde retirar seu certificado

O Encceja é a prova que te ajuda a concluir seus estudos básicos e evoluir na carreira. Saiba como ter seu certificado do Encceja em mãos e conheça melhor o exame!

certificado enccejaMilhares de jovens e adultos realizaram o Encceja 2020 e estão aguardando a divulgação dos resultados oficiais. É através somente da consulta dos desempenhos individuais que cada candidato consegue saber se foi aprovado ou não na prova, que representa a conclusão dos ensinos fundamental ou médio. O exame acontece anualmente, e qualquer pessoa interessada pode participar de forma gratuita.

No entanto, além de somente realizar a prova, é necessário ter o certificado do Encceja em mãos para seguir em frente com os planos de uma carreira melhor. Simplesmente realizar o exame ou obter um resultado positivo não quer dizer que você está “formado” no Ensino Fundamental ou Médio. Por isso, um certificado de conclusão é tão importante!

Leia também: Como é calculada a nota do Encceja?

Portanto, explicamos neste artigo tudo o que você precisa saber sobre a certificação e onde retirar seu certificado do Encceja 2020. Confira!

Como conseguir o certificado do Encceja?

Segundo o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), responsável pela aplicação do Encceja, quem certifica os participantes aprovados pelo exame são as Secretarias Estaduais de Educação.

Isso porque, no momento da inscrição, cada candidato deve preencher em qual secretaria deseja poder retirar o seu certificado. Portanto, consulte a secretaria preenchida por você durante a sua inscrição para pedir a expedição do seu certificado do Encceja de aprovação. 

Caso você não se lembre em qual secretaria cadastrou na sua inscrição, basta acessar sua página do participante Encceja para conferir a informação – que consta como “instituição certificadora”.

De acordo com o Ministério da Educação (MEC), cabe às Secretarias Estaduais de Educação “definir os procedimentos complementares para certificação, com base nos resultados do Encceja, e certificar seus participantes”. Ou seja, são esses os órgãos que devem informar os próximos passos que os aprovados devem seguir até obterem suas certificações.

Leia também: Tudo o que você precisa saber sobre o resultado do Encceja

Além disso, agora que você já sabe como conseguir seu certificado e os gabaritos do exame já foram liberados, é só aguardar a divulgação do resultado final com o desempenho de cada participante. O resultado final deve sair nos próximos meses – e se você for aprovado, logo poderá ter o seu certificado em mãos! 

Quando sai o resultado do Encceja 2020?

Apesar dos gabaritos já terem sido divulgados, os resultados finais geralmente são liberados somente alguns meses após a aplicação da prova. Sendo assim, devem sair ainda em 2021 – mas até o momento não há nenhuma data oficial divulgada no edital.

Considerando que o Encceja deste ano sofreu dois adiamentos devido à pandemia, o atraso já era esperado no cronograma do exame. É difícil segurar a ansiedade, nós sabemos, mas exercite a paciência e fique sempre atento à página do Encceja no portal da Inep para novas atualizações e notícias!

Quero acessar minha página do participante Encceja. Como faço?

Para acessar a página do participante Encceja, siga as instruções a seguir:

  • Passo 1: acesse a página do participante no portal da Inep.
  • Passo 2: faça o seu login, inserindo o seu CPF e a senha de acesso que você criou no momento em que fez a sua inscrição para o exame.
  • Passo 3: é um teste de segurança em que aparecerá uma figura principal seguida de algumas opções de figuras para você clicar. Escolha a opção correspondente e clique em “Enviar” para prosseguir com o acesso.
  • Passo 4: e pronto – você já deve estar logado e podendo conferir todas as informações sobre sua inscrição e o exame.

Caso você tenha esquecido a sua senha de acesso, não se preocupe: é muito fácil recuperar sua senha de forma simples e rápida. Você precisará informar o seu CPF e ter acesso ao seu e-mail ou a um SMS enviado no seu número de celular. Desta forma, você irá receber um link para criar uma nova senha de acesso. E pronto!

Quanto devo tirar para ser aprovado no Encceja?

Para conquistar a tão aguardada aprovação na prova do Encceja, cada candidato precisa atingir a nota mínima de 100 pontos em cada caderno aplicado no exame. Já na redação, que vale 10 no total, o candidato precisa obter uma pontuação mínima de 5 para ser aprovado.

Leia mais: Confira todas as informações sobre a prova do Encceja

Lembrando que os critérios de correção do Encceja são baseados na TRI (Teoria de Resposta ao Item), que consiste em subdividir as perguntas entre três níveis de dificuldade (fáceis, médias e difíceis) e traçar uma pontuação para cada candidato com base na sua média de acertos.

Consegui meu certificado. E agora?

Se o seu resultado no Encceja foi a aprovação, comemore – essa é uma conquista e tanto! Afinal, para centenas de milhares de jovens e adultos, o Encceja representa uma oportunidade de concluir os ensinos básicos e garantir uma trajetória profissional com salários melhores e mais oportunidades de estudos. E você conseguiu o seu primeiro “sim” em direção a esse futuro de oportunidades!

Este momento significa que você já pode avançar com seus estudos e dar um upgrade na carreira, seja optando por uma faculdade particular ou prestando o Exame do Ensino Médio (Enem) para tentar ingressar em uma faculdade pública através do Sisu ou outros programas de auxílio à educação do governo, como o ProUni ou o Fies.

Caso você opte por ingressar no ensino superior privado, existem várias instituições de renome com reconhecimento do MEC e uma grande variedade de cursos, de diversas áreas do conhecimento. Abaixo, separamos uma lista com alguns exemplos!

Onde fazer uma graduação?

Você pode se aplicar em qualquer uma das faculdades citadas acima com a sua nota do Enem. Fácil, não é mesmo?

Entre os cursos disponíveis nestas instituições, estão alguns dos mais populares entre os estudantes: Ciências Contábeis, Direito, Odontologia, Pedagogia, Psicologia, Educação Física e muito mais. Acompanhe a Quero Bolsa mais de perto para descobrir como é possível conquistar uma bolsa de estudos para chamar de sua!

Veja também: Quem se formou pelo Encceja pode fazer faculdade?

Guia do Encceja 2020

Para te ajudar a ficar ainda mais por dentro de todas as informações acerca do Encceja 2020, você não pode deixar de conferir o Guia do Encceja! A Revista Quero produziu esse material completo e gratuito com o que há de mais relevante sobre o exame, e você pode ter acesso a ele clicando no link abaixo:

Baixe o Guia Completo do Encceja

Além disso, confira sempre a Revista Quero para ficar atualizado sobre os melhores conteúdos do universo da educação, e também se manter informado com oportunidades de bolsa de estudos e notícias sobre outros exames e vestibulares, como o Enem.

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