segunda-feira, 1 de agosto de 2022

Certidão de Pontos da CNH

A certidão de pontos na CNH é como um “nada consta” da carteira de habilitação.

A chamada certidão de prontuário se resume a um documento que traz informações sobre todos os dados da CNH de um condutor devidamente registrado no Detran.

Essa certidão vai muito além dos pontos, e mostra, até a data de sua emissão, data de local de quando foi emitida a CNH, além de comprovar a categoria, ocorrências, processos, bloqueios, restrições ou impedimentos se diversos, se houver.

Funciona como um histórico do motorista e, como falei anteriormente, retrata todas as informações relacionadas ao condutor até o momento de sua emissão.

Normalmente esta certidão é usada para comprovante em processos judiciais, processos trabalhistas, assuntos de aposentadoria ou cursos relacionados.

Quando o condutor estiver em outro país, pode apresentá-la quando assim for solicitado por alguma autoridade.

O que consta na certidão de prontuário da CNH

Para que você compreenda se a emissão deste documento será útil, confira as informações que constarão:

  • Data que informa desde quando o motorista é habilitado
  • Data e local da emissão da CNH
  • Validade da Carteira Nacional de Habilitação
  • Categoria da CNH
  • Processos
  • Restrições
  • Ocorrências
  • Bloqueios
  • Impedimentos

Quanto custa e como emitir a emissão da Certidão de Pontos da CNH

O serviço é gratuito em alguns estados e pode ser feito diretamente no site do Detran.

Para solicitar a certidão de prontuário, siga os passos abaixo:

  • Acesse o site do Detran do seu estado;
  • Preencha o formulário informando a data de nascimento, CPF ou número da CNH;
  • Clique no botão “solicitar”;
  • Caso exista a obrigatoriedade de pagamento do DAE (Documento de Arrecadação Estadual), efetue o pagamento e em seguida, emita a certidão.

Em determinados estados, no caso de o condutor possuir pontuação na CNH, não será possível emitir a certidão pelo site.

O condutor que tem algum tipo de impedimento deve se dirigir ao Detran pessoalmente para retirar a Certidão.

Caso o condutor seja residente em cidades interioranas, ele deve ir à Circunscrição Regional de Trânsito correspondente ao seu município.

Observação importante: apenas o condutor ou seu procurador podem solicitar a emissão do nada consta da CNH.

A Certidão de Prontuário emitida pelos sites oficiais do Detran tem veracidade igual à Certidão emitida nas unidades físicas do órgão.

Para facilitar o seu trabalho, trago os links dos Detrans de cada estado para emissão da Certidão de Prontuário:

Você pode recorrer da multa e pontos na CNH

Não são poucos os condutores que descobrem que possuem pontos na CNH e ficam surpresos. Isto ocorre com frequência, principalmente para aqueles cujo endereço não está atualizado no Detran.

Vale lembrar que os pontos na CNH têm duração de 12 meses e que, apesar do recente aumento do limite de 20 para 40 pontos, há exceções caso o condutor tenha uma ou duas multas gravíssimas.

Possuindo uma multa gravíssima, o limite para suspensão da CNH cai para 30 pontos.

Duas multas gravíssimas reduzem o limite de pontos para 20. Então é preciso tomar cuidado. Sempre. Principalmente se você é um condutor habitual.

Caso você tenha multas e pontos e ainda esteja no prazo para se defender, pode contar com a ajuda de especialistas em direito de trânsito.

Nossos especialistas solicitarão a notificação da multa e farão uma análise gratuita e minuciosa sobre como elaborar a defesa com maior chance de sucesso.

Quando você alcança o deferimento, tanto a multa quanto os pontos são cancelados e caso você já tenha efetuado o pagamento da multa e teve sucesso no recurso, o dinheiro é devolvido.

Recorrer é sempre a melhor opção e para uma análise gratuita do seu caso, entre em contato e responderemos em pouco tempo.

Conclusão

Neste artigo você aprendeu como emitir a Certidão de Prontuário da CNH, qual a sua importância e quem pode requerê-la, além das informações que constam no prontuário.

Não hesite entrar em contato caso precise de ajuda de especialistas!


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Pontos na Habilitação

Se você é um condutor e usa seu veículo frequentemente, é recomendado que, de forma periódica, faça uma checagem da situação da sua CNH junto ao Detran.

Temos um vídeo de nosso cofundador Rodrigo Gonzalez que explica em poucos minutos como realizar a consulta de sua CNH:

Mais ainda, manter seus dados atualizados junto ao órgão é uma forma de ser notificado sempre que receber uma multa, o que te dá tempo de se preparar para elaborar sua defesa.

Não são incomuns os casos de motoristas que descobrem que estão com a CNH suspensa ou na iminência de receber a punição da suspensão, por isso, as recomendações acima são imprescindíveis para proteger o seu direito de dirigir, portanto fique atento!

Limite de pontos na habilitação com a nova lei

De acordo com a chamada Nova Lei de Trânsito, o limite de pontos na CNH passa a ser de 40 e não mais 20.

Porém nem todos têm direito a ter 40 pontos, conforme estipula a Lei 14.071/2020. Está explícito que a pontuação máxima na habilitação sofrerá alteração conforme o tipo e quantidade de multas que o condutor leva.

Se o condutor foi multado devido ao cometimento duas infrações gravíssimas, perde o direito ao teto de 40 pontos e pode ter sua CNH suspensa com 20.

Caso o condutor seja multado com apenas uma infração gravíssima, seu limite de pontos será de 30.

E, em caso de não possuir nenhuma multa gravíssima, terá direito aos 40 pontos.

Justamente por isso, como disse anteriormente, é importante realizar uma consulta periódica da situação da sua CNH.

Quanto tempo os pontos ficam na CNH

Há a crença incorreta que os pontos na CNH são zerados sempre que entra um novo ano, porém, não é desta maneira que funciona.

A pontuação na CNH terá a vigência de 12 meses. Após esse período, ela é extinta.

Os pontos na CNH também podem ser eliminados em caso de recurso de multa deferido, quando a autoridade de trânsito vê a validade dos seus argumentos e cancela a pontuação referente à infração e a multa pecuniária.

Recorrer da multa é sempre o melhor caminho para proteger seu direito de dirigir, uma vez que o pagamento não eliminará os pontos a não ser após 12 meses.

Conduzir veículo com habilitação suspensa

Caso o condutor seja flagrado circulando com seu veículo com a habilitação suspensa, sua dor de cabeça será ainda maior.

Ele será autuado por infração gravíssima e o valor da multa será multiplicado por 3, chegando ao montante de R$ 880,41.

Como se não fosse suficiente, haverá o recolhimento da CNH e retenção do veículo até que um novo condutor devidamente habilitado se apresente para fazer a retirada.

A cassação da habilitação também será aplicada ao condutor que dirigir com a CNH suspensa, conforme descrito no artigo 263 do Código de Trânsito Brasileiro.

Estando com a CNH cassada, o motorista ficar dois anos sem poder dirigir e será preciso realizar o curso da primeira habilitação desde o seu começo, como se nunca antes fosse habilitado.

Como recorrer da suspensão da CNH

Quando você recorre de qualquer multa, seja leve, média, grave ou gravíssima, você pode ficar livre do processo de suspensão, uma vez que o limite de pontos pode ser alterado a seu favor.

Se você possui, por exemplo, cinco multas, analisaremos as chances de sucesso para cada uma delas e ao apresentar os recursos correspondentes, você aumenta ainda mais a chance de afastar o processo de suspensão da sua CNH.

Não obstante, recorrer da suspensão ou cassação da CNH também é perfeitamente possível.

A Doutor Multas já ajudou milhares de motoristas ao longo de vários anos de atuação (veja depoimentos reais) e já reverteu centenas e centenas de casos de suspensão e cassação.

Contar com a ajuda de especialistas em direito de trânsito é essencial para que você obtenha o resultado desejado.

Você terá três oportunidades de apresentar sua defesa, sendo estas:

  • Defesa prévia
  • Recurso em primeira instância
  • Recurso em segunda instância

Se o seu recurso for indeferido na defesa prévia, não se preocupe, pois nas demais instâncias a chance de sucesso pode aumentar, pois há um zelo maior na apreciação do recurso.

Enquanto você está recorrendo, o processo de suspensão ou cassação serão suspensos até que todas as instâncias julguem.

Caso não haja deferimento em nenhuma instância, será compulsório cumprir a determinação e respeitar o período de suspensão.

Conclusão

Se você possui uma ou mais multas, pode receber uma consulta gratuita com especialistas em direito de trânsito que farão uma análise minuciosa para que determinem a linha de defesa e as chances de sucesso.

Entre em contato agora mesmo e saiba porque somos líderes absolutos em recursos de multa de trânsito no Brasil.


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Jurid é a fornecedora de pastilhas para o New City

Fabricante fornece pastilhas de freio para nova linha de modelos da Honda

A Jurid do Brasil, fabricante de componentes para sistema de freio das marcas Jurid e Ferodo, é a fornecedora oficial do Honda New City nas variantes hatch e sedã, lançados recentemente. Segundo a Jurid, a empresa fornece pastilhas de freio em conformidade com os mais rígidos processos e certificações internacionais, garantindo alto padrão de qualidade e cuidado com o meio ambiente.

O Honda New City hatch é inédito no Brasil e vem para substituir o compacto Fit. Já o New City sedã cresceu 10 cm em comprimento e 5 cm de largura em relação ao anterior. Ambos, hatcback e sedã, possuem versões EX, EXL e Touring. Eles são dotados de novo motor 1.5 i-VTEC flex com injeção direta, duplo comando de válvulas variável e tuchos hidráulicos.

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Raio X: Toyota Yaris 2023

Analisamos as condições de manutenção e reparabilidade do hatch compacto, que traz motor 1.5 flex e câmbio CVT

 

Com o fim da linha Etios, o Toyota Yaris assumiu o posto de modelo mais barato da marca no Brasil. Porém, isso não significa necessariamente que o compacto é acessível, já que parte de R$ 93.190 na linha 2023. Quais as credenciais mecânicas do modelo da Toyota para encarar rivais com motores turbo, como Chevrolet Onix e Volkswagen Polo, além do recém-lançado Honda City Hatch?

Lançado em 2018, o Toyota Yaris recebeu pequenos retoques nesta linha 2023. As novidades externas ficam por conta do para-choque dianteiro redesenhado e com luzes de rodagem diurna em LED integradas (nas versões XL e XS). No modelo de entrada, aqui avaliado, os faróis são halógenos e têm parábola simples. Na intermediária, há bloco elíptico, mas ainda com luzes halógenas. A topo de linha XLS é a única com novos faróis em LED com luz de rodagem diurna integrada.

Cassio Yassaka, proprietário da oficina Cassio Serviços Automotivos, em São Paulo/SP

O pacote de segurança foi reforçado, já que todas as versões do Yaris 2023 passam a vir de série com 7 airbags. Também há avisos visuais e sonoros de desafivelamento dos 5 cintos de segurança. O compacto ganhou ainda sistema de alerta pré-colisão (que auxilia o motorista na frenagem, mas não para o veículo por completo, de acordo com a Engenharia da Toyota) e alertas visual e sonoro de mudança involuntária de faixa (não corrige a direção em caso de evasão).

Na mecânica, toda a gama Yaris 2023 traz motor 1.5 flex (de código 2NR-FBE) acoplado ao câmbio automático do tipo CVT – antes, a versão básica do Yaris Hatch trazia motor 1.3. O motor 1.5 passou por atualizações de calibração para melhor eficiência energética, mas manteve os mesmos níveis de potência e torque, com 110/105 cv a 5.600 rpm e 14,9/14,3 kgfm a 4.000 rpm (E/G).

Com 7 marchas pré-programadas, a caixa CVT tem borboletas para trocas manuais a partir da versão XS. O modelo ganhou ainda os modos de condução Eco, Sport e Normal. Para avaliar as condições de manutenção do Toyota Yaris Hatch XL 2023, contamos com o auxílio do mecânico Cassio Yassaka, proprietário da oficina Cassio Serviços Automotivos, em São Paulo/SP.

TRADIÇÃO JAPONESA

Com o capô levantado, o profissional observa a disposição dos componentes no cofre do motor. “O compartimento é muito bem-organizado em relação à distribuição dos itens e chicotes, com acesso simplificado à maior parte das peças do motor”, comenta Yassaka. “Apesar de compartilhar a mecânica e a base com o Etios, o Yaris é um carro tecnicamente mais refinado, com melhor acabamento e alinhamento das chapas da carroceria”, complementa.

Dois itens com acesso simplificado são as bobinas (1) e velas de ignição – estas últimas devem ser substituídas aos 100 mil quilômetros ou 10 anos. “A montadora dá uma previsão de substituição no manual, mas é sempre bom checar periodicamente o estado da vela. Ela é o termômetro da queima de combustível e o mecânico deve sempre checar para conhecer as condições dessa queima”, explica.

A especificação das velas com ponta do eletrodo de irídio indicada pelo manual é Denso FC20HR-G8. O acesso aos conectores das eletroválvulas dos variadores de fase (2) também é bastante aparente.

“O sistema de arrefecimento do Yaris é típico dos carros asiáticos, sem o vaso de expansão comprimido. Ele traz a tradicional tampa (3) do radiador, onde o nível do líquido deve ser verificado. Sempre com o carro frio, obviamente. Se necessária a substituição da tampa com o passar do tempo, utilize sempre um componente original”, orienta.

De acordo com o manual da Toyota, a primeira substituição do fluido de arrefecimento deve ser feita aos 160 mil quilômetros ou 16 anos, o que ocorrer primeiro. Após esse período, a troca deve ser realizada a cada 80 mil quilômetros ou 8 anos. “Esse prazo para a troca inicial é bastante alongado. O grande problema do fluido de arrefecimento é a acidez, que pode gerar corrosão. Se possível, antecipe a substituição do fluido”, opina. O fluido de arrefecimento homologado é o genuíno Toyota, que não requer diluição. O volume de abastecimento do sistema é de 4,9 litros. O reservatório do fluido só é possível de ser visto por baixo do veículo, ao lado da ventoinha (4).

A substituição do fluido de freio genuíno Toyota, de especificação DOT3, é indicada no manual para cada 40 mil km ou 4 anos. “Há, inclusive, uma tampa (5) destacada da grelha abaixo dos limpadores de para-brisa para o abastecimento do reservatório do fluido”, aponta o mecânico.

Sem sistema stop-start, a bateria (6) do Yaris é convencional, de 45 Ah e CCA de 370 A. “É mais barata e fácil de achar do que os modelos EFB”, opina.

Pontos com fácil manutenção são as tubulações de acoplamento (7) de alta e baixa pressão do ar-condicionado e o coxim (8) superior do motor. A central eletrônica do ABS (9) fica atrás da bateria, um pouco menos acessível.

Com corrente de comando, o 1.5 da Toyota dispensa manutenção neste aspecto. Já a correia de acessórios (10) tem apenas a inspeção visual indicada a cada 20 mil km ou 2 anos, sem prazo determinado de troca. Já o filtro de ar do motor (11) tem inspeção recomendada a cada 20 mil km ou 2 anos, com troca preconizada aos 40 mil km ou 4 anos.

 

UNDERCAR

Com o hatch da Toyota no elevador, o mecânico logo observa um ponto positivo do sistema de arrefecimento. “O Yaris, assim como outros modelos de linha japonesa, tem um dreno em forma de uma torneirinha (12) para fazer o escoamento do líquido de arrefecimento. A mangueira inferior (13) do radiador também possui um desenho interessante, que permite a substituição apenas do bocal plástico em caso de quebra”, analisa.

A sonda lamba pós-catalisador (14), assim como a pré (15), possui acesso simplificado. “Além de bem fixada com uma guia metálica, a sonda possui um chicote de fácil acesso para realizar qualquer medição”, conta.

Sem protetor de cárter tradicional, o Yaris traz uma pequena chapa metálica (16) logo abaixo do cárter. “Ele segue o formato de carros mais modernos, onde o desenho do cárter faz uma proteção do filtro de óleo (17), localizado na parte posterior”, observa Cassio Yassaka. A substituição do filtro de óleo deve ser realizada a cada troca de óleo do motor.

Há dois níveis de viscosidade de óleo de motor homologados para este 1.5 flex: 5W-30 ou 10W-30. O lubrificante indicado é o genuíno Toyota, de classificação mínima API SN. Com troca recomendada a cada 10 mil km ou 1 ano (metade em uso severo), a capacidade de abastecimento é de 3,3 litros. “O manual da Toyota é bem rico em detalhes sobre as condições de uso severo, o que inclui trajetos curtos muito frequentes. Nesses casos, o óleo do motor não atinge a temperatura ideal de trabalho”, conta.

O câmbio do tipo continuamente variável (CVT) do Yaris é identificado pelo código K312. De acordo com a Toyota, a inspeção do fluido do cárter da transmissão (18) deve ser feita a cada 40 mil km ou 4 anos, sem prazo definido para substituição em uso normal. Para uso severo, a indicação é de troca do fluido do câmbio CVT a cada 80 mil km ou 4 anos.

“Como o óleo de motor, o óleo de câmbio também deve ser substituído. Ele lubrifica peças em movimento, como as polias do CVT. A quebra do câmbio pode ser evitada com a troca preventiva do fluido”, orienta. O fluido homologado é o genuíno Toyota CVT FE, sendo necessários 7,5 litros para abastecimento.

No sistema de freios, com discos ventilados na dianteira e sistema a tambor, na traseira, não há surpresas na manutenção. A suspensão dianteira, do tipo McPherson, também é descomplicada no quesito reparabilidade. “A bieleta (19) é bastante curta, como no Etios. Isso gera menos desgaste. Já o pivô deve ser substituído junto com a bandeja”, comenta. A fixação superior (20) dos amortecedores fica acessível pelo cofre, sem desmontagem da grelha do para-brisa.

Com eixo de torção (21), a suspensão traseira também revela a facilidade de manutenção. “Para a troca dos amortecedores, a fixação superior é acessível pelas laterais do porta-malas”, nota. Outros pontos observados pelo profissional da manutenção automotiva é a facilidade de substituição do filtro de combustível (22) e o material metálico utilizado na linha de combustível (23). A troca do filtro de combustível também deve ser feita a cada troca de óleo do motor.

Após a análise técnica, Cassio Yassaka aprovou o Yaris Hatch 2023. “É um carro tranquilo de trabalhar em relação à manutenção do motor e também de suspensão e freios. É o tipo de modelo que os mecânicos gostam, pois facilita o trabalho na oficina”, comenta. O profissional ressalta ainda a confiabilidade dos modelos de origem japonesa. “Mesmo após os 5 anos de garantia de fábrica, os modelos da Toyota geralmente mostram-se confiáveis por mais 10 ou 15 anos, sem quebras. Para isso, basta fazer as manutenções periódicas corretamente”, acrescenta.

Texto & fotos Gustavo de Sá

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Cofap lança 36 códigos de amortecedores para leves e pesados

Novas aplicações atendem veículos com 36 novas codificações para a linha leve e pesada

 

A Marelli Cofap Aftermarket lança no mercado de reposição 36 códigos de amortecedores Cofap, que vão integrar a gama de cerca de 1.700 combinações do portfólio da marca. Segundo a Marelli, as novas aplicações atendem a veículos das marcas Troller, Mitsubishi, Ford, Nissan, Volkswagen, BMW, Mini, Kia, Volvo, Chevrolet e Lifan, além de DAF, Comil, Marcopolo, Scania, Mercedes-Benz e Iveco.

Além dos amortecedores, a Cofap também fornece componentes para sistemas de suspensão automotiva como kits de reparo de amortecedores; bandejas de suspensão; bieletas; cubos de roda; buchas e coxins; molas helicoidais; molas pneumáticas; juntas homocinéticas, semi-eixos, trizetas e kits de reparo de juntas homocinéticas; pivôs, barras e terminais; pastilhas de freio.

Além dos produtos para veículos leves e pesados, a marca Cofap também está presente no segmento de Duas Rodas com amortecedores para motocicletas, incluindo modelos de alta cilindrada que engloba cerca de 90% da frota nacional.

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domingo, 31 de julho de 2022

Homologação GNV

A homologação do GNV ou gás natural veicular é o atestado de qualidade do seu funcionamento no veículo, garantindo que a instalação do equipamento está dentro das especificações técnicas determinadas pelo InMetro.

A homologação do GNV, portanto, deve ser feita por uma empresa autorizada pelo órgão.

Desta maneira, seu uso não representará risco à segurança das pessoas e nem à integridade do automóvel.

O que é o gás natural veicular

O GNV é considerado o combustível “amigo da Terra”, pois produz menos poluentes, uma vez que é composto por carbono e hidrogênio, formando ligações simples e leves.

Mesmo não sendo renovável, é considerado uma fonte de energia natural, pois encontra-se em abundância no planeta. Daí a origem do nome.

Instalação do Kit GNV

Como primeiro passo, o KIT GNV deverá ser instalado no veículo através de uma empresa especializada. Tão logo isso seja feito, o proprietário deve buscar a inspeção.

Uma vez que a inspeção é realizada e a instalação do GNV é aprovada, obtém-se a homologação GNV.

Uma dica importante é abastecer o tanque com gasolina ou álcool antes de ser realizada a inspeção, pois isso facilita a detecção de possíveis vazamentos.

Documentação do Kit GNV

A documentação pode sobre a homologação pode ser requerida mediante a apresentação dos seguintes documentos:

  • Certificado do cilindro GNV
  • CNH do condutor
  • CRLV
  • Notas fiscais do Kit GNV
  • Atestado de qualidade do instalador
  • Autorização prévia do Denatran

Autorização prévia do Denatran

Essa autorização consiste no pedido de alteração das características do veículo em relação à sua fabricação e resultará na emissão de um novo Certificado de Registro de Veículo (CRV).

Essa solicitação é feita no site do Detran através de um modelo disponível no portal.

Uma vez que a documentação requerida tenha sido enviada e esteja correta, será expedida a autorização para a modificação no veículo.

Caso contrário, se houver falta de algum documento ou documentação incorreta, o condutor será informado e terá o prazo de cinco dias úteis para retificar.

E caso o prazo não seja respeitado, o pedido será automaticamente indeferido pelo órgão.

Vantagens do GNV homologado

A homologação assegura uma inspeção veicular adequada e que adiciona vários benefícios ao funcionamento do veículo, como:

  • Análise e resolução de ruídos
  • Análise e resolução de emissão de poluentes
  • Descontaminação do óleo lubrificante
  • Testagem dos cintos de segurança
  • Análise do estepe, vidros, painel, macaco e sistema de sinalização.

A homologação também verifica a válvula de abastecimento, o redutor de pressão e outros componentes.

Outro benefício importantíssimo é que o gás natural veicular é menos poluente e em relação à gasolina, chega a ser 70% menos por possuir uma queima mais limpa por emitir menos dióxido de carbono e outros elementos.

Como se não bastasse, o GNV é menos oscilante em seu preço e é mais em conta que os demais combustíveis.

Desvantagens do GNV

Uma diminuição na potência do motor pode ser percebida. Essa perda de potência pode ficar entre 15% e 30% em equipamentos comuns e 3% em equipamentos mais modernos.

Adicionando GNV na documentação do veículo

Após a instalação do GNV em uma loja especializada e ter recebido a documentação fornecida após a colocação do equipamento, você tem até dez dias para solicitar a homologação do kit junto ao Inmetro ou empresas autorizadas.

A próxima etapa é agendar a vistoria no Detran para que seja emitido um novo CRV como descrito anteriormente.

GNV dá multa?

Caso o motorista não tenha solicitado previamente a autorização ao Detran para alteração da característica do veículo e esteja circulando com o mesmo fazendo uso do GNV, ou seja, sem o CRV atualizado conforme a modificação, receberá uma multa de R$ 195,23 e cinco pontos na CNH, correspondendo à pontuação de infração grave.

O veículo também ficará retido até a regularização da situação junto ao Detran, portanto, fique atento!

Onde encontrar um posto GNV perto de você

Depois de tudo pronto, agora é só abastecer, mas dependendo da sua cidade, encontrar um posto GNV pode não ser uma tarefa fácil, mas há aplicativos facilitam esse trabalho para você.

São eles:

Conclusão

Neste artigo você entendeu as vantagens do Kit GNV instalado no seu veículo, bem como a necessidade de homologação através de uma inspeção feita por empresas autorizadas pelo Inmetro.

Viu também que o GNV é um combustível menos poluente, mais barato e que vem conquistando cada vez mais adeptos.

Se você ficou com alguma dúvida, não hesite em entrar em contato. Espero ter ajudado você a decidir.


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