terça-feira, 6 de maio de 2025

BMW passa a utilizar IA para auxiliar no controle de qualidade

Sistema cria verificações personalizadas para cada tipo de veículo

A BMW começou a integrar inteligência artificial no controle de qualidade de seus veículos. A tecnologia faz parte do projeto “GenAI4Q”, que está em operação na fábrica de Regensburg, com o intuito de tornar o processo de inspeção final mais padronizado.

O projeto consiste em um sistema de IA capaz de gerar recomendações personalizadas de inspeção para cada tipo de veículo produzido na fábrica. A ferramenta avalia informações sobre o modelo, versões de acabamento e dados específicos da linha de produção para montar um catálogo de verificação específico para cada carro.

“O nosso sistema de IA gera um plano de inspeção sob medida para cada veículo, considerando suas características únicas”, explica Rüdiger Römich, responsável pela área de testes da fábrica. O sistema organiza as etapas de inspeção de forma otimizada em um aplicativo usado pelos técnicos.

No futuro, a fabricante pretende expandir o uso da tecnologia de inspeção de qualidade baseada em IA, que foi desenvolvida em colaboração com a startup Datagon AI, para outras fábricas do grupo.

 

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segunda-feira, 5 de maio de 2025

Automec 2025 recebeu mais de 105 mil profissionais

Evento teve um crescimento de 20% na presença de empresas estrangeiras

A 16ª edição da Automec 2025 bateu recorde em potencial de negócios e de público presente. Ao longo de uma semana, o evento reuniu 105 mil profissionais, a maioria mecânicos, de todo o Brasil no maior evento do aftermarket brasileiro. Foram mais de 1500 empresas participantes e um crescimento de 20% na presença de empresas estrangeiras no evento.

A Automec teve a participação de mais de 1.500 marcas que apresentaram as principais novidades e tendências dos segmentos de reposição, manutenção, acessórios e equipamentos automotivos para todos os tipos de veículos. A presença de empresas internacionais foi 20% maior em relação à edição anterior, com marcas provenientes de diversos países, como Turquia, Argentina, Índia, China, Coreia, Japão, EUA, Alemanha e Holanda, entre outros.

Presente desde a concepção do evento, na década de 1990, o presidente da Abipeças e do Sindipeças, Cláudio Sahad, reafirma a importância do evento. “O segmento da reposição, principal foco da mostra, é responsável pela manutenção da frota circulante brasileira, de mais de 48 milhões de veículos, que transporta pessoas e riquezas por este País, de dimensões verdadeiramente continentais”, diz.

Expectativas superadas

A Bosch comemorou os bons resultados alcançados no evento. “Apresentamos nossas soluções em peças, diagnósticos e serviços para um público relevante e engajado. Foi uma ótima oportunidade de reafirmar nosso compromisso com o futuro do setor automotivo na América Latina”, enfatizou o diretor de marketing da divisão Mobility Aftermarket para a América Latina, Robinson Silva.

Este ano, a empresa contou com dois estandes: um na rua principal outro, com foco em conceitos de oficina, na área externa. “Fortalecemos o relacionamento com nossos clientes, parceiros, colegas e colaboradores. Saímos ainda mais motivados a continuar inovando e colaborando com toda a cadeia do setor de reposição automotiva, sempre com o objetivo de oferecer soluções completas e de alta qualidade para os nossos clientes”, ressalta.

Já a divisão Schaeffler Vehicle Lifetime Solutions fez sua estreia, apresentando diversas tecnologias e lançamentos para mobilidade. Para Rubens Campos, vice-presidente sênior da empresa para a América do Sul, o evento destacou a forte posição da Schaeffler e das marcas LuK, INA e FAG. “Mais uma vez, o Espaço Super Dicas REPXPERT foi um sucesso entre os mecânicos. Com treinamentos diários rápidos, levamos dicas importantes e práticas de reparo para transmissão, motor e chassi”, destaca.

A Perfect Automotive, que além do estande, teve presença marcante como patrocinadora na ativação de Drift da Automec, segundo seu CEO, Gérson Coronado, fortaleceu ainda mais o posicionamento da marca como uma das principais do aftermarket automotivo brasileiro. “A feira foi uma oportunidade estratégica para estreitar o relacionamento com clientes, ampliar nossa rede de contatos e, principalmente, apresentar as últimas evoluções do nosso portfólio — agora ainda mais robusto, com a entrada definitiva no segmento de veículos pesados”, diz.

Além da exposição das empresas, a Automec exibiu conteúdos técnicos com pouco mais de 140 horas. A Revista O Mecânico foi uma das principais parceiras de mídia do evento que superou as expectativas deste ano. A cobertura da Revista O Mecânico pode ser destacada nessa matéria especial e também nas redes sociais.

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Magneti Marelli amplia linha de bobinas de ignição

Novos códigos atendem veículos das marcas Ford, Hyundai e Porsche

A Magneti Marelli reforça o catálogo de bobinas de ignição com mais três códigos. O código BI0193MM é aplicado no Hyundai HB20 1.0, turbo, fabricado a partir de 2016.

Já o código BI0147MM atende os Ford Fusion 2.3 16V e Mondeo, produzidos no período de 2006 a 2009. O destaque fica por conta da bobina de ignição BI0176MM, destinada aos Porsche Cayman, Boxster, 911 Turbo e 911 Turbo S.

As bobinas de ignição são essenciais para o funcionamento de motores a combustão, pois são responsáveis por multiplicar a tensão proveniente da bateria, fazendo com que seja alta o suficiente para que as velas produzam a centelha de ignição, que, por sua vez, provoca a queima da mistura ar/combustível dentro da câmara de combustão, gerando a força necessária para o funcionamento dos motores ciclo Otto.

Quando apresenta alguma avaria, a tensão que chega às velas é baixa, o que acaba gerando falhas na combustão e prejudicando o desempenho do motor do veículo, que pode apresentar perda de potência, batida de pino, aumento de consumo de combustível e maior emissão de poluentes. Esses fatores podem levar a um desgaste acelerado dos demais componentes do sistema, como cabos de vela e velas.

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Denso publica balanço após semana da Automec

A Denso publicou um balanço após a participação da empresa na Automec. No estande, que destacou a linha de produtos para os visitantes, a empresa também trouxe o conceito de sustentabilidade e instalou uma árvore que simbolizou o “o engajamento da empresa com o meio ambiente e seu objetivo de alcançar carbono zero em todas as fábricas ao redor do mundo”

 

A Denso apresentou novidades como a máquina recicladora de ar-condicionado automotivo, os kits colisão voltados para reparos rápidos e confiáveis, além de toda a linha de climatização automotiva.

No estande, a empresa também promoveu treinamentos diários voltados a reparadores, mecânicos e aplicadores em ar-condicionado automotivo.

“A Automec foi um marco para a DENSO. Pudemos reafirmar nosso compromisso com o meio ambiente, fortalecer parcerias estratégicas e alcançar resultados únicos em vendas. Queremos agradecer a todos que estiveram conosco e contribuíram para esse sucesso”, afirma Alexandre Passos, diretor de Aftermarket.

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Servo freio com problemas? Veja como diagnosticar

Componente auxilia na frenagem diminuindo a força necessária para acionamento dos freios

O servo freio, também conhecido como hidrovácuo, é um componente essencial do sistema de frenagem, responsável por multiplicar a força aplicada no pedal de freio. Dessa forma, defeitos nesse componente podem gerar alguns sintomas perceptíveis, e, para auxiliar no procedimento de diagnóstico, a revista O Mecânico exibe os principais sinais de problemas no servo freio.

O funcionamento dessa peça consiste em uma combinação entre vácuo do motor e pressão atmosférica, permitindo que a força aplicada no pedal de freio seja menor do que a aplicada nas pastilhas, reduzindo o esforço de acionamento dos freios do veículo.

Um dos sintomas mais comuns de defeito no servo freio é o aumento da força necessária para acionar o sistema de frenagem, causado por um endurecimento do pedal de freio. Normalmente, esse sintoma pode indicar vazamento de vácuo, membrana interna danificada ou entupimento na válvula de retenção. Nesse caso, inicie o diagnóstico verificando a condição das mangueiras de vácuo.

Verificar a presença de vácuo no sistema também pode ajudar a diagnosticar problemas. O procedimento consiste em pressionar o pedal de freio repetidamente até que ele fique rígido, com o motor desligado. Depois, mantendo o pedal de freio pressionado, ligue o motor. Caso o pedal desça um pouco, o servo freio está funcionando corretamente, visto que o vácuo gerado pelo motor está ajudando na força aplicada. Caso não haja mudança na altura do pedal, é provável que o servo freio esteja danificado ou que exista algum bloqueio no sistema de vácuo.

Ruídos contínuos durante a frenagem podem indicar problemas como vazamento de ar pela membrana do servo ou pelas conexões. Já vazamentos internos também podem causar perda de assistência, e requerem desmontagem e inspeção do componente. Procurar códigos de falha com scanner também pode ajudar a identificar falhas nos sensores ou módulos relacionados ao conjunto de freios.

Por fim, é importante que o mecânico esteja atento aos sinais de problemas no servo freio, visto que essa peça não costuma apresentar manutenção regular, mas defeitos nela exigem uma substituição imediata do componente para evitar acidentes.

 

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domingo, 4 de maio de 2025

NTK alerta: quais são as causas do vazamento de óleo?

O vazamento de óleo é um dos problemas mais recorrentes nos veículos. A perda de fluidos do motor, do freio, do sistema de transmissão e direção hidráulica ou do diferencial representam riscos à segurança veicular.

Provocadas por problemas nos reservatórios, tubulações ou outros componentes dos sistemas, o vazamento contamina o solo, além de emitir vapores tóxicos e inflamáveis quando em contato com partes aquecidas como o motor.

Com o objetivo de evitar transtornos, a NTK alerta sobre as principais causas do vazamento de óleo e dicas para preveni-los:

1- Desgaste natural dos componentes: o uso contínuo provoca folgas maiores entre as peças, facilitando a ocorrência de vazamentos.

2- Riscos, sulcos ou imperfeições nas superfícies de contato: irregularidades nas áreas de vedação impedem a perfeita vedação, permitindo a passagem do fluido.

3- Ressecamento de vedadores e juntas: a ação do tempo e do calor faz com que borrachas percam elasticidade, reduzindo a capacidade de vedação.

4- Aumento da pressão: pressões excessivas forçam os sistemas além do projetado, causando falhas em vedações e conexões.

5- Uso de fluido inadequado: fluidos incorretos podem reagir com materiais internos e comprometer a vedação, por isso é essencial verificar as indicações das montadoras.

6- Danos físicos ao reservatório e tampas: batidas ou trincas criam aberturas por onde o fluido pode escapar.

7- Problemas em mangueiras, conexões e tubulações: fissuras, afrouxamentos ou encaixes mal feitos nesses pontos prejudicam a estanqueidade do sistema.

“A melhor forma de evitar problemas e reduzir custos com manutenção é manter o plano de manutenção preventiva em dia. Ele considera a vida útil dos componentes, com base na quilometragem ou no tempo de uso, e prevê a substituição programada de peças. Seguir as recomendações da montadora, incluindo o uso de lubrificantes corretos, também contribui para um desempenho mais confiável”, afirma o consultor de Assistência Técnica da Niterra, Hiromori Mori.

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Excesso de otimismo inicial só atrapalha avanço de elétricos

POR FERNANDO CALMON

Estudo encomendado pela Abeifa (Associação Brasileira das Empresas Importadoras e Fabricantes de Veículos Automotores) sobre compra de veículos “eletrificados” no Brasil apontou que 88.000 unidades deixaram de ser vendidas em 2024. O relatório já mostra um equívoco ao partir da premissa de que híbrido seja uma “espécie” de elétrico. Na realidade é uma opção mais racional dentro de uma transição claramente precipitada e errática, não apenas no Brasil.

A pesquisa se preocupa em apontar situações como “insegurança causada por posts e vídeos negativos”. Parte do pressuposto de inexistência de contrabalanço por vários sites e posts com apologia exagerada ao elétrico (“lovers”) e que acabam levando o comprador a escolha equivocada ou inadequada. Desvalorização no mercado de usados também gera mais insegurança do que posts exagerados e, às vezes, cômicos dos chamados “haters”.

Quem compra um híbrido plugável, por exemplo, quer evitar aborrecimentos de alcance limitado e procura por pontos de recarga principalmente em estradas ou tempo de espera.

Mercado mundial de elétricos, mesmo na China, passa por momentos de incertezas. Isso se reflete em países onde o poder aquisitivo é uma das barreiras iniciais, a exemplo do Brasil. No exterior, ora as vendas caem, ora se recuperam. O assunto preocupa governos e fabricantes. Isso motivou o influente site Automotive News Europe (ANE) a reservar um painel de discussão no seu tradicional congresso, este ano em junho próximo, em Turim, Itália.

Sob o tema Uma estrada acidentada para a eletrificação, ANE destacou: “União Europeia e Reino Unido determinaram que só carros de emissão zero poderão ser vendidos a partir de 2035. Há apenas alguns anos, parecia viável. Mas, pandemia, guerra na Ucrânia, inflação, tarifas e outras questões tornaram esse prazo incerto.”

Novo Kicks é a virada que a Nissan quer e precisa

Sem descontinuar a versão atual, que se mantém em linha como Kicks Play, a Nissan poderá alcançar maior exposição ao mercado e, além disso, um providencial aumento de vendas com o novo Kicks. Na realidade é um SUV completamente renovado e bem mais atraente. Foi mostrado sem disfarces (exceto o interior) numa cerimônia em que, finalmente, se assinou a regulamentação do Mover, programa federal de importância fundamental para a indústria automobilística brasileira por introduzir conceitos de eficiência energética, consumo de combustíveis e reciclagem, entre várias outras exigências de grande significado.

O novo SUV chegará ao mercado agora em junho, pouco depois do VW Tera. Apesar de a marca japonesa não revelar as dimensões, elas estão disponíveis no site da Nissan México, onde a empresa é líder confortável de mercado. Comprimento, 4.365 mm; entre-eixos, 2.655 mm; largura, 1.800 mm; altura, 1.600 mm, significativamente melhores desde o espaço interno até o porta-malas. Além disso terá um motor turbo flex de 1 litro, praticamente igual ao do Kardian, todavia produzido em Resende (RJ). Confirmaram-se os investimentos de R$ 2,8 bilhões no Brasil para os próximos quatro anos, iniciados já em 2024.

As novidades prosseguem ainda este ano com um SUV médio para enfrentar Compass e Corolla Cross. A temporada de boas notícias para a Nissan, depois da fracassada tentativa de fusão com a Honda, passou pela atuação discreta, contudo firme, da Renault. Houve acertos financeiros e societários profundos na Aliança, anunciados no começo deste mês. A francesa comprou as operações da japonesa na Índia, no entanto não deve se repetir no Brasil.

Omoda E5 e Jaecoo 7 reafirmam ofensiva chinesa

As duas marcas representam a Chery International no mercado de modelos mais caros e lança agora dois SUVs simultaneamente. O grupo chinês pretende voltar a produzir no Brasil dentro dos próximos dois anos, provavelmente em Jacareí (SP), onde construiu uma fábrica em 2014 e fechou-a em 2022, já sob responsabilidade da CAOA Chery. Uma nova unidade seria construída no mesmo terreno e a primeira poderia produzir outros modelos com o sócio brasileiro (previsão era este ano e nada aconteceu).

Omoda E5 é um SUV cupê elétrico de porte médio, desenho futurista e tecnologia avançada. Comprimento, 4.424 mm; distância entre-eixos, 2.630 mm; largura, 1.830 mm; altura, 1.588 mm; porta-malas, 378 L. Motor de 204 cv e 34,7 kgf·m garante aceleração de 0 a 100 km/h em 7,6 s. Bateria de 61,1 kW·h proporciona alcance médio de 345 km (padrão Inmetro).

No interior, ambiente moderno e funcional. Oferece duas telas de 12,3 pol., conectividade sem fio para Android Auto e Apple CarPlay e carregador de celular por indução de 50 W. Ao volante, no autódromo Capuava, em Indaiatuba, SP, o E5 destacou-se pelo rodar silencioso, semelhante a outros elétricos, aceleração dentro do esperado, direção precisa e freios adequados para uma massa de 1.710 kg.

A Chery não confirmou, ainda assim há rumores sobre uma versão híbrida plena do Omoda. Preço: R$ 209.990

Quanto ao Jaecoo 7 SHS, trata-se de um híbrido plugável, mesma estrutura do Caoa Chery Tiggo 7, contudo estilisticamente mais atraente. Há duas versões: Luxury (R$ 229.990) e Prestige (R$ 249.990). Dimensionalmente é bem próximo do Tiggo 7 com largura e entre-eixos iguais: porta-malas, 500 L. Ao motor a gasolina, 1,5 L, turbo, 135 cv e 20,4 kgf·m associa-se o elétrico de 204 cv e 31,6 kgf·m para potência e torque combinados de 339 cv e 52 kgf·m. Câmbio é CVT de sete marchas. Alcance médio, padrão Inmetro: 738 km (cidade) e 714 km (estrada). Tanque de 60 litros permite rodar até mais 1.200 km, em condições específicas.

A central multimídia conta com enorme tela vertical fixa de 14,8 pol., suporte a Android Auto e Apple CarPlay sem fio, reconhecimento facial e atualizações remotas. No mesmo autódromo, surpreendeu por sua condução refinada, alto desempenho e transições quase imperceptíveis entre os modos de condução.

BYD King GS atrai pelo preço e desempenho

Desafiar o sedã médio-compacto da Toyota é o que vários fabricantes tentaram, entretanto sem sucesso. Apesar disso, a versão híbrida do Corolla tem suas limitações: uma delas o desempenho bem inferior ao King GS. O modelo chinês conta com dimensões que lhe garantem mais espaço interno, em particular no banco traseiro: comprimento, 4.780 mm; entre-eixos, 2.718 mm; largura, 1.837 mm e altura, 1.495 mm. Porta-malas de 450 L é um pouco menor que os 470 L do rival japonês. Porém, os bancos elétricos dianteiros são estreitos e falta o apreciado teto solar.

Acabamento e materiais se destacam. Perde em aspectos como má localização das duas entradas para recarga do celular apenas do antigo tipo USB-A, impossibilidade de conexão sem fio para Apple e superaquecimento durante carregamento por indução (sem ventilação). Pontos a favor: tela multimídia de 12,8 pol. e freio de estacionamento eletromecânico de imobilização automática ao parar. Em segurança ativa decepciona pela ausência da frenagem automática de emergência, alertas de pontos cegos e de permanência em faixa de rodagem.

Mecânica é seu ponto alto. O híbrido plugável tem motor a combustão, gasolina, 110 cv/13,8 kgf·m e na versão de topo avaliada combina-se ao elétrico de 197 cv/33,1 kgf·m. Potência total de 235 cv o torna bem mais rápido que o oponente nipônico: acelera de 0 a 100 km/h em 7,3 s contra tímidos 12 s do Corolla.

Bateria do King também é maior (18,3 kW·h). Com tanque de 48 L indica alcance em cidade de 806 km e 706 km em estrada (padrão Inmetro). Apenas no modo elétrico, pode rodar até 80 km conforme homologação e se pouco exigido chega a 100 km. O sistema administra de forma contínua a carga da bateria, que nunca se esgota totalmente.

Preço: R$ 191.900.

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