quarta-feira, 31 de dezembro de 2025

Dicas para organização da oficina: processos, atendimento e estoque

Desde o primeiro contato até o controle do estoque, os processos devem seguir critérios definidos

Independentemente do porte da oficina, a organização interfere na rotina de trabalho, no atendimento ao cliente e na gestão do negócio. Desde o primeiro contato até o controle do estoque, os processos devem seguir critérios definidos.

A consultora Amanda Medeiros destaca a necessidade de planejamento diário: “Hoje em dia, é muito fácil a gente se perder com as notificações do celular e passar despercebido tarefas importantes para a rotina. É preciso listar as atividades por ordem de prioridade, para começar o dia com a oficina em ordem”.

No atendimento, a comunicação sobre serviços, prazos e custos deve ser clara. O acompanhamento após a entrega do veículo também faz parte do processo. “O atendimento do mecânico não termina na entrega do carro para o cliente, é importante fazer um bom pós-venda. Muitas vezes, a gente quer a oficina cheia e se esquece de que uma ligação pode fazer toda a diferença para fidelizar o cliente”, afirma Amanda.

Na gestão de processos, o uso de ordens de serviço organizadas permite acompanhar entradas e saídas, prazos e etapas do reparo, do agendamento à entrega do veículo. A manutenção preventiva deve ser orientada aos clientes para reduzir intervenções corretivas e facilitar o planejamento da oficina, além de fortalecer a relação de confiança.

A organização do espaço contribui para a execução dos serviços. Ferramentas devem ter locais definidos e o controle do pátio ajuda no acompanhamento dos trabalhos. “Para ter controle de quantos veículos estão no pátio e de qual o progresso de cada um, eu sempre recomendo a criação de uma lousa com três situações: aguardando serviço, próximo serviço e em serviço”, orienta a consultora.

O controle de estoque exige acompanhamento constante para evitar falta de peças e gastos desnecessários. Sistemas informatizados auxiliam na gestão diária. Amanda alerta para compras parceladas e excesso de estoque: “Hoje muitas oficinas estão pagando de forma parcelada, com isso cria-se uma dívida lá na frente”. Ela também destaca a atenção na compra de óleo: “É preciso analisar se a saída está sendo a cada 30 dias, pois não há motivo de comprar parcelado. Você deve trabalhar o seu estoque sob demanda pois dinheiro parado no estoque é prejuízo para a sua oficina”.

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Avaliação e substituição de pivôs e terminais exigem atenção na hora da manutenção

Componentes da direção e suspensão influenciam estabilidade, segurança e desgaste dos pneus

 

 

Ruídos durante manobras, folga perceptível no volante, desgaste irregular dos pneus e instabilidade em linha reta estão entre os principais sinais de possíveis falhas em pivôs e terminais de direção. Componentes do sistema de direção e suspensão, essas peças têm papel direto na estabilidade, no conforto e na dirigibilidade do veículo, sendo fundamentais para a segurança da condução.

De acordo com Leandro Leite, coordenador de Assistência Técnica da Nakata, o comprometimento dessas peças pode resultar não apenas em perda de desempenho dinâmico, mas também em aumento de custos de reparação. Segundo o especialista, quando a manutenção não é realizada de forma adequada ou no momento correto, outros componentes do sistema podem ser afetados de maneira indireta.

Para reduzir riscos, a recomendação técnica é que os motoristas realizem ao menos uma revisão anual dos pivôs e terminais de direção, mesmo na ausência de sintomas evidentes. Em veículos que circulam com frequência por vias irregulares ou operam sob sobrecarga, uma condição não recomendada pelo fabricante, a inspeção deve ocorrer em intervalos menores, devido ao maior esforço imposto às articulações.

 

 

A inspeção correta começa com a elevação do eixo dianteiro, permitindo que as rodas fiquem livres. Com o auxílio de uma alavanca, aplica-se pressão entre o braço da suspensão e a manga de eixo para verificar possíveis folgas ou estalos nos pivôs. Em seguida, os terminais de direção devem ser avaliados segurando a roda nas posições horizontais (3h e 9h), realizando movimentos alternados. A checagem visual das coifas, em busca de rachaduras ou vazamento de graxa, complementa o diagnóstico.

Na etapa de substituição, alguns cuidados técnicos são considerados essenciais. Entre eles estão a não reutilização de porcas e parafusos, a verificação do alojamento do pino esférico na contrapeça e o respeito ao torque especificado pelo fabricante. O aperto excessivo pode causar deformações ou danos à rosca, enquanto torque insuficiente compromete a fixação e a segurança do conjunto.

Também é fundamental o uso de ferramentas adequadas e a conferência do alojamento em casos de pivôs prensados na bandeja de suspensão. Ao final do serviço, a verificação do alinhamento da direção e, quando necessário, do balanceamento das rodas, é indispensável. Segundo Leite, uma montagem incorreta pode reduzir a vida útil das peças novas e afetar negativamente a dirigibilidade e o desgaste de outros componentes do veículo.

 

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terça-feira, 30 de dezembro de 2025

Veja como apertar o cabeçote do motor – Honda Accord 2.2

Aplicar o torque correto é essencial para uma boa vedação do conjunto

 

 

Para não ter problemas na compressão e de vazamentos entre bloco e cabeçote, é fundamental apertar corretamente este componente após uma manutenção. Pensando nisso, a revista O Mecânico mostra as etapas e os valores de aperto recomendados para o motor 2.2 do Honda Accord.

Os valores e etapas apresentados são válidos para o motor aspirado de quatro cilindros e 2.2 litros de código F22Z2, que foi utilizado no sedã entre 1995 e 1998. Esse motor desenvolvia 145 cv de potência máxima com 20,3 kgfm de torque.

O procedimento de aperto do cabeçote é feito em três etapas, sempre seguindo a ordem de aperto dos parafusos conforme indicado pela imagem de referência. Na primeira etapa o torque aplicado é de 40 Nm, enquanto na segunda o valor é de 70 Nm. Já na terceira etapa o valor final de torque é de 100 Nm.

 

 

Por fim, é recomendado que o mecânico sempre utilize parafusos novos durante a instalação do cabeçote, pois eles podem sofrer deformação plástica uma vez utilizados.

Mecânico Pro

 

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BYD e Mobil anunciam óleo de motor desenvolvido para veículos PHEV na China

Produto foi projetado para ser usado com o sistema híbrido DM-i da fabricante chinesa

 

 

A BYD anunciou uma parceria com a Mobil para o lançamento de uma linha de óleos de motor desenvolvida especificamente para veículos híbridos plug-in (PHEVs) que utilizam a tecnologia DM-i da fabricante chinesa.

Segundo a empresa, o objetivo do produto é diminuir os problemas de lubrificação que podem ser causados pelas condições de funcionamento dos conjuntos híbridos. Nesses sistemas, o motor sofre partidas e desligamentos frequentes, períodos curtos de operação em baixa temperatura e acionamentos intermitentes sob alta carga, devido às mudanças entre os modos elétrico e térmico.

Esse padrão de uso tende a elevar o desgaste dos componentes internos, uma vez que as partidas constantes aumentam a carga instantânea sobre mancais e demais superfícies de atrito durante as mudanças de modo. Além disso, trajetos curtos em baixas temperaturas aumentam a formação de condensação interna, ampliando o risco de emulsificação do óleo, enquanto as fases de operação sob alta carga exigem maior estabilidade química e controle da formação de depósitos.

De acordo com a BYD, o novo óleo de motor 0W-20 apresenta resistência ao desgaste 50% superior aos padrões da indústria e estabilidade à emulsificação 2,5 vezes maior do que o nível de referência. Essas características, segundo a empresa, foram desenvolvidas para lidar com o aumento da condensação de umidade nos motores híbridos durante operações de curta distância e baixa temperatura, comuns em aplicações PHEV.

 

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segunda-feira, 29 de dezembro de 2025

BorgWarner fornecerá bateria para ônibus autônomo na América do Norte

Contrato será a primeira aplicação da tecnologia de baterias da empresa em veículos autônomos na região

 

 

A BorgWarner irá fornecer seu sistema de baterias para o Holon urban, novo ônibus urbano elétrico e autônomo de Nível 4, com capacidade de até 15 passageiros. O contrato é a primeira vez que a tecnologia de baterias da fabricante será aplicada em veículos autônomos produzidos na América do Norte.

O veículo vai utilizar um sistema de baterias baseado em células cilíndricas de íons de lítio com química níquel-manganês-cobalto (NMC), do modelo 5AKM 157. Cada ônibus vai contar com dois pacotes de bateria de 57 kWh de capacidade. O conjunto possui arquitetura modular, projetado para oferecer maior densidade energética.

 

 

O sistema de baterias tem proteção contra impactos em aço inoxidável e utiliza um sistema de refrigeração líquida ativa, que permite maior controle térmico e durabilidade do conjunto.

Segundo a BorgWarner, a produção do sistema de baterias está prevista para começar no segundo trimestre de 2027, na unidade de Seneca, no estado da Carolina do Sul, nos Estados Unidos.

 

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Veja os sinais que indicam a necessidade de troca das molas da suspensão

Altura irregular, ruídos anormais e perda de estabilidade estão entre os principais sinais

 

 

As molas da suspensão têm a função de sustentar o peso do veículo, manter a altura correta da carroceria e armazenar a energia mecânica das irregularidades do solo. Com o uso e o envelhecimento do material, esse componente pode perder suas características, comprometendo o conforto e a segurança. Pensando nisso, a revista O Mecânico exibe os principais indícios de que é hora de substituir as molas da suspensão.

Um dos sinais mais comuns é a altura irregular do veículo, que pode ser percebida quando um dos lados fica mais baixo que o outro ou quando a carroceria fica mais próxima do solo. Isso pode indicar que a mola perdeu resistência ou sofreu deformação, deixando de sustentar corretamente o peso aplicado sobre aquele ponto da suspensão.

Outro indício comum é o surgimento de ruídos anormais, como estalos ou batidas secas ao passar por buracos, lombadas ou irregularidades do piso. Esse sintoma pode ocorrer quando a mola está trincada, quebrada ou trabalhando fora da sua posição ideal, gerando contato com outros componentes da suspensão.

 

 

A perda de estabilidade em curvas e durante frenagens também pode estar relacionada ao desgaste das molas. Quando elas perdem eficiência, o veículo tende a inclinar excessivamente a carroceria, apresentar maior rolagem lateral e comportamento instável.

Outro sinal possível é o desgaste irregular dos pneus. Molas desgastadas alteram a geometria da suspensão, fazendo com que os pneus trabalhem fora do ângulo ideal e causem desgaste anormal na banda de rodagem, principalmente nas bordas.

Por fim, quando o mecânico identificar sinais como altura fora do padrão, ruídos e instabilidade, é importante avaliar o estado das molas da suspensão e realizar a substituição sempre que necessário, para evitar desgaste prematuro de outros componentes do conjunto de suspensão.

 

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domingo, 28 de dezembro de 2025

15 orientações técnicas para garantir que o carro esteja pronto para viagem

Lista traz itens que podem ser verificados pelos mecânicos antes do período de férias

Jurid aponta para importância da revisão dos freios; veja dicas

Realizar a revisão do veículo antes de viagens permite orientar o cliente sobre a manutenção preventiva necessária para reduzir riscos durante o uso. A seguir, estão itens que podem ser verificados pelos mecânicos antes do período de férias.

A calibração dos pneus deve ser feita com os pneus frios, evitando medições incorretas da pressão. Pneus com pressão abaixo ou acima do indicado afetam o consumo de combustível e o desgaste da banda de rodagem.

calibragem

O desgaste dos pneus deve ser avaliado pela profundidade dos sulcos e pela presença do indicador TWI. Pneus desgastados aumentam o risco de perda de aderência em piso molhado.

O uso de combustível dentro das especificações deve ser orientado ao cliente para evitar falhas no sistema de alimentação. Combustível fora do padrão pode causar danos ao filtro e à bomba de combustível.

A troca do óleo do motor deve seguir o intervalo indicado pelo fabricante. Em uso urbano intenso, o período de troca deve considerar a condição de uso severo.

O filtro de óleo deve ser substituído junto com o lubrificante para evitar a circulação de impurezas no sistema de lubrificação.

Tecfil filtro de ar

O filtro de ar deve ser substituído quando saturado, evitando a entrada de partículas no motor e alterações no consumo de combustível.

As palhetas do para-brisa devem ser trocadas quando apresentarem desgaste, garantindo visibilidade adequada em caso de chuva.

lâmpada Gauss

As lâmpadas do veículo devem ser verificadas e substituídas de forma preventiva para evitar falhas durante o uso. A escolha do componente deve seguir a especificação do sistema elétrico.

As velas de ignição, assim como cabos e bobinas, devem ser substituídos conforme o plano de manutenção. O desgaste desses componentes interfere no funcionamento do motor e no consumo.

Fluido de freio contaminado ou não especificado pode causar acidente: entenda

O sistema de freios deve passar por inspeção das pastilhas, lonas, discos e tambores, com substituição conforme o desgaste identificado.

O fluido de freio deve ser verificado e trocado quando apresentar contaminação. A presença de água reduz a eficiência do sistema de frenagem.

Cofap amortecedores e molas a gás

As molas e amortecedores devem ser inspecionados para verificar a condição da suspensão e a estabilidade do veículo.

líquido de arrefecimento

O líquido de arrefecimento deve ser utilizado conforme a diluição indicada, sem o uso de água da torneira, para manter o funcionamento do sistema térmico do motor.

A bateria deve ser avaliada quanto à carga e ao estado geral, com orientação para substituição quando necessário, evitando falhas nos sistemas de ignição e injeção.

O filtro de cabine deve ser substituído periodicamente para manter o funcionamento do sistema de ventilação e a qualidade do ar no interior do veículo.

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sábado, 27 de dezembro de 2025

Como manter as válvulas do motor: quatro passos para mecânicos

Válvulas de admissão, responsáveis pela entrada da mistura na câmara, e as válvulas de escape, que liberam os gases após a queima

Coluna Mecânico Pro: Qual a relevância da regulagem de válvulas?

 

As válvulas do motor têm papel no funcionamento do veículo, pois controlam a entrada da mistura de ar e combustível e a saída dos gases gerados na combustão. Existem dois tipos: as válvulas de admissão, responsáveis pela entrada da mistura na câmara, e as válvulas de escape, que liberam os gases após a queima.

Monitoramento do funcionamento

É necessário observar sinais que indiquem possíveis falhas nas válvulas. Ruídos irregulares, fumaça ao ligar o motor, perda de rendimento, aumento do consumo de combustível e superaquecimento podem apontar necessidade de ajuste ou substituição. A continuidade do uso nessas condições pode afetar o funcionamento do motor e provocar danos mais amplos.

Válvulas hollow EATON

Substituição em situações específicas

A substituição das válvulas é indicada quando o motor passa por retífica, principalmente após a quebra da correia dentada ou em casos de desgaste provocado pelo uso de combustível fora das especificações. Devem ser seguidas as orientações do fabricante, com atenção às medidas das guias e dos insertos.

Boas práticas de manutenção

A troca do óleo deve ser realizada nos intervalos recomendados, com o lubrificante especificado para o veículo. A verificação das válvulas deve fazer parte das revisões periódicas, com ajuste de folga quando necessário, para evitar falhas de vedação e aquecimento excessivo. O sincronismo do sistema deve ser conferido para garantir o funcionamento correto. Também é indicado evitar o uso prolongado do motor em rotações muito baixas ou muito elevadas, pois essa condição pode comprometer o funcionamento das válvulas e de outros componentes.

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BYD anuncia parceria com Sunwoda para lançar novas baterias de estado sólido

 

A BYD anunciou uma nova parceria com a Sunwoda para aprimorar o uso de baterias de estado sólido. A BYD disse estar aprimorando os estudos rumo a “baterias mais eficientes, maior integração estrutural e redução de custos”.

A chinesa Sunwoda, fornecedora da BYD, firmou parceria com a Zhongwei para desenvolver baterias de estado sólido de 60 Ah, um avanço importante em relação aos protótipos menores já existentes. A ideia é acelerar a transição dessa tecnologia do laboratório para linhas de produção, ampliando capacidade, durabilidade e densidade energética das baterias usadas em veículos elétricos.

 

 

As baterias de estado sólido trazem uma tecnologia que substitui o eletrólito líquido ou em gel das baterias de íon-lítio por um eletrólito sólido, oferecendo vantagens como maior segurança (sem risco de vazamento/incêndio), maior densidade energética (mais autonomia e menor tamanho), recarga mais rápida e vida útil prolongada

Esse esforço faz parte de uma estratégia mais ampla da BYD, que vai além da química das baterias. A montadora chinesa tem apostado em integração entre bateria, chassi e carroceria, com soluções como a arquitetura Cell-to-Body (CTB), que elimina estruturas intermediárias e transforma o conjunto de baterias em elemento estrutural do veículo. O resultado é menor peso, maior rigidez torcional e melhor aproveitamento de espaço, refletindo em ganhos de eficiência e autonomia.

 

 

Além disso, a BYD trabalha para otimizar todo o sistema elétrico dos seus veículos, incluindo gerenciamento térmico, eletrônica de potência e software, buscando reduzir perdas energéticas e aumentar a eficiência real no uso diário. Esse conjunto de soluções tem permitido à marca competir não apenas em preço, mas também em alcance, segurança e desempenho energético, mesmo diante da rápida evolução das concorrentes chinesas. Mas vale lembrar que a Sunwoda também desenvolve soluções específicas para fabricantes como GAC e SAIC e mantém parceria estratégica com a CATL.

 

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sexta-feira, 26 de dezembro de 2025

Juntas de motor: orientações para aplicação correta na oficina

Procedimento exige atenção ao tipo de junta utilizado e ao cumprimento das especificações do fabricante do veículo

Orientações técnicas auxiliam mecânicos na correta aplicação de juntas de motor, etapa essencial para a vedação e o funcionamento adequado do conjunto. O procedimento exige atenção ao tipo de junta utilizado e ao cumprimento das especificações do fabricante do veículo.

As juntas sólidas são produzidas com materiais como metal, borracha, cortiça e papelão hidráulico, isolados ou combinados, e promovem vedação mecânica entre superfícies do motor. Já as juntas líquidas, também chamadas de selantes químicos, formam uma camada flexível que atua por adesão, garantindo a vedação entre as peças.

A escolha entre junta sólida ou líquida deve seguir exclusivamente a recomendação do fabricante do veículo. A substituição de um tipo por outro, sem indicação técnica, pode comprometer a vedação e gerar falhas no motor. Para garantir a aplicação correta das juntas de motor, a Victor Reinz orienta que juntas usadas não sejam reaproveitadas, pois o desgaste compromete a vedação. O trabalho deve ser realizado com o motor frio, evitando deformações e assegurando precisão no encaixe. O torque e a sequência de aperto especificados pelo fabricante precisam ser respeitados, assim como a utilização de parafusos novos na substituição da junta do cabeçote. No uso de juntas líquidas, a aplicação deve ser controlada. Um filete de selante entre 3 e 6 mm ao redor dos furos de fixação é suficiente para a vedação. O excesso de material pode afetar o funcionamento do conjunto. Também é necessário respeitar o tempo de cura do produto antes da partida do motor, evitando falhas no processo de vedação.

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Veja como analisar os sinais elétricos do atuador de marcha lenta – Hyundai I30 2.0

Problemas na estabilidade da marcha lenta podem ser causados pelo componente

 

 

O atuador de marcha lenta é responsável por controlar o fluxo de ar para manter a rotação do motor estável em ponto morto. Assim, para ajudar no diagnóstico desse componente, a revista O Mecânico mostra como analisar os sinais elétricos do atuador de marcha lenta do Hyundai I30.

Os valores e formatos de onda apresentados são válidos para o hatch quando equipado com o motor 2.0 aspirado à gasolina de código G4GC, que desenvolvia potência máxima de 145 cv com 19 kgfm de torque.

Para iniciar o diagnóstico, primeiro é preciso verificar o sinal de alimentação do pino 2 do atuador de marcha lenta, que deve estar próximo de 13,8 V com o motor em marcha lenta e aquecido.

 

 

Depois, é necessário analisar os valores e comportamento do sinal no pino 1 do atuador de marcha lenta, que está ligado no pino A89 do conector da ECU. Na situação de referência, o sinal do pulso PWM é de 250 Hz com 83% (trig. negativo), enquanto a oscilação de tensão fica entre 0 V e 4,4 V.

 

 

Mecânico Pro

 

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quinta-feira, 25 de dezembro de 2025

Oficina confiável: 5 critérios que influenciam a decisão do cliente

Confiança, estrutura, qualificação técnica, transparência no orçamento e garantia dos serviços estão entre os principais critérios avaliados pelos clientes ao escolher uma oficina mecânica

As oficinas mecânicas precisam se adaptar para atrair novos clientes. Antes de escolher uma oficina, o proprietário do veículo avalia critérios relacionados à confiança, estrutura e atendimento. A seguir, estão cinco aspectos considerados pelos clientes brasileiros ao escolher uma oficina mecânica.

As avaliações de amigos e na internet influenciam a decisão do cliente. Recomendações de outros motoristas ajudam a identificar a reputação da oficina. Comentários recorrentes sobre falhas nos serviços podem indicar problemas no atendimento ou na execução dos reparos.

A estrutura da oficina e a regulamentação também são analisadas. O espaço deve ser organizado e contar com equipamentos adequados para os serviços realizados. A regularização junto à Prefeitura e à Vigilância Sanitária, com licenças visíveis, demonstra conformidade com as exigências legais e facilita processos de fiscalização.

A qualificação técnica da equipe é outro fator observado. Mecânicos com formação técnica e certificações do setor indicam preparo para realizar diagnósticos e reparos conforme os padrões da indústria automotiva. A atualização profissional é necessária diante das mudanças tecnológicas do setor. A Revista O Mecânico disponibiliza o Curso do Mecânico, com treinamentos técnicos, e o Mecânico Pro, com suporte para dúvidas rotineiras da oficina.

A transparência no orçamento influencia a decisão do cliente. O orçamento deve apresentar de forma clara os serviços indicados, medições, testes, custos e prazos. A aprovação do reparo deve ocorrer somente após o cliente receber todas as informações sobre o serviço proposto.

A garantia dos serviços prestados também é considerada. Oficinas que oferecem garantia por escrito da mão de obra e das peças substituídas demonstram compromisso com o atendimento. A formalização da garantia assegura ao cliente suporte em caso de necessidade após o reparo.

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quarta-feira, 24 de dezembro de 2025

Como identificar o momento certo para trocar o fluido de freio

Conservação do fluido em condições adequadas é determinante para a segurança do condutor e dos demais usuários da via

O fluido de freio é um elemento fundamental do sistema de frenagem, pois é responsável por transmitir a força aplicada no pedal até os pistões das pinças, que pressionam as pastilhas contra o disco para desacelerar ou parar o veículo. Por esse motivo, a conservação do fluido em condições adequadas é determinante para a segurança do condutor e dos demais usuários da via.

Esse fluido possui ponto de ebulição elevado, característica necessária para suportar as altas temperaturas geradas durante a frenagem. No entanto, por ser higroscópico, ele absorve umidade ao longo do tempo, o que compromete sua eficiência. A presença de água reduz o ponto de ebulição e pode provocar a formação de bolhas de ar quando o sistema atinge cerca de 100 °C. Como o ar é compressível, ocorre aumento do curso do pedal, com possibilidade de perda parcial ou total da ação de frenagem.

Manutenção preventiva carro parado

A sensação de pedal com resposta “esponjosa” é um dos sinais de que o fluido de freio pode estar contaminado e necessita de substituição. Além disso, o manual do veículo estabelece os intervalos de tempo e quilometragem para a troca, orientações que devem ser seguidas pelo proprietário.

O método mais preciso para verificar a necessidade de substituição do fluido é o uso da caneta de verificação, equipamento que mede o teor de água presente no sistema. O nível do fluido no reservatório também deve ser observado, pois quando está abaixo do mínimo pode indicar a necessidade de troca. A manutenção correta do fluido de freio é indispensável, especialmente em condições de uso severo, como descidas prolongadas de serra, nas quais o sistema é mais exigido. Nessas situações, a falta de manutenção pode resultar em perda de eficiência da frenagem. Além disso, é necessário inspecionar todo o conjunto para identificar vazamentos ou outras falhas que comprometam o funcionamento do sistema.

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Nakata anuncia 28 novos itens de transmissão, suspensão e direção

Lançamentos incluem componentes para veículos híbridos e elétricos

 

 

A Nakata anunciou a ampliação de seu portfólio com o lançamento de 28 novos itens voltados para suas linhas de transmissão, suspensão e direção.

Em transmissão, há 16 novas aplicações de cubos de roda, juntas fixas e deslizantes para veículos da RAM e para o GWM Haval, além de semieixo homocinético e tulipas com tripeça, que atendem os anteriores e o BYD Dolphin.

Na linha de suspensão e direção, há 12 novos códigos para Fiat Doblò e veículos da Mercedes-Benz, Hyundai, Kia, Nissan, Renault e Toyota. Os lançamentos incluem quatro novas aplicações de bandejas de suspensão, quatro para caixas de direção hidráulica, dois terminais de direção, além de um pivô de direção e um amortecedor convencional.

É possível conferir todos os códigos e aplicações em https://www.catalogonakata.com.br/.

 

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terça-feira, 23 de dezembro de 2025

Válvulas do motor: cuidados e procedimentos para manutenção

Identificação de problemas nas válvulas passa pela observação de sintomas característicos como ruídos anormais, presença de fumaça no momento da partida

As válvulas do motor são responsáveis por controlar a entrada da mistura ar-combustível e a saída dos gases resultantes da combustão nos cilindros. Esses componentes são divididos em válvulas de admissão, que permitem a entrada da mistura, e válvulas de escape, encarregadas de liberar os gases queimados. Diante da importância desse conjunto para o funcionamento do motor, a Revista O Mecânico apresenta os principais sinais de falhas, orientações de manutenção e recomendações para preservar o desempenho das válvulas.

A identificação de problemas nas válvulas passa pela observação de sintomas característicos. Ruídos anormais, presença de fumaça no momento da partida, perda de potência, aumento no consumo de combustível e superaquecimento do motor podem estar relacionados a desgaste ou regulagem incorreta das válvulas. A negligência desses sinais pode comprometer o funcionamento do motor e resultar em danos mais graves, além de elevar os custos de manutenção.

A substituição das válvulas deve ocorrer sempre que o motor for submetido à retífica, seja em decorrência da quebra da correia dentada ou de danos provocados pelo uso de combustível de baixa qualidade. Para que o reparo seja eficiente, é necessário seguir as especificações do fabricante, garantindo a correta instalação das válvulas e a manutenção das dimensões adequadas das guias e dos insertos.

A preservação das válvulas está diretamente ligada a práticas de manutenção preventiva. A troca de óleo deve respeitar os intervalos recomendados e utilizar o lubrificante especificado para o motor. Durante as revisões, é importante realizar verificações periódicas das válvulas, com ajuste da folga para evitar vazamentos e excesso de temperatura. A sincronia do conjunto também deve ser ajustada conforme as especificações, assegurando o funcionamento adequado do motor. Além disso, a condução do veículo deve evitar regimes de rotação muito altos ou muito baixos por períodos prolongados, condição que pode comprometer as válvulas e outros componentes do motor.

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