sexta-feira, 1 de outubro de 2021

Diferenças nos coletores de admissão em motores 1.8 E.torQ (Fiat e Jeep)

Ao todo, existem três configurações do motor 1.8 E.torQ rodando no Brasil, todas flex: 1.8 E.torQ (código de fábrica NPM, sem variador de fase), 1.8 E.torQ EVO (com variador de fase) e 1.8 E.torQ EVO VIS (com coletor de admissão de fluxo variável e remoção do tanquinho de combustível). Saiba como diferenciar visualmente as versões com e sem o VIS e como o sistema funciona.

 

Original – FIAT: O Mecânico Ao Vivo: Tudo sobre o motor 1.8 E.torQ
Link: https://youtu.be/MlEI9BBKSXQ

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Cuidados necessários com a manutenção das cruzetas

cruzetas Nakata

Lubrificação adequada das cruzetas é essencial para não comprometer a vida útil do eixo cardan e seus componentes

 

A Nakata reforça a importância das cruzetas e os cuidados essenciais com a manutenção do componente. A primeira dica é se atentar à escolha adequada do produto para a sua lubrificação. “Uma solução simples e econômica, mas se não for bem feita pode causar sérios danos ao sistema e muita dor de cabeça ao motorista e mecânico. O uso de um produto incorreto provoca o derretimento dessas peças, bem como de seus componentes”, afirma o gerente de qualidade e serviços da Nakata, Jair Silva

O especialista alerta também para o risco de usar outras graxas que não são apropriadas para este tipo de manutenção, o que terá um grande impacto na vida útil do eixo cardan e seus componentes.

Ele explica que os produtos não recomendados pelo fabricante promovem apenas proteção superficial, deixando a cruzeta sem lubrificação adequada. “A graxa adequada deve ser à base de sabão de lítio tipo EP 2 ─ essa classificação significa que ela resiste a uma pressão extrema e tem um grau de consistência nº2 ─ apropriada para uso em altas temperaturas e resistente à água”, diz.

Outro cuidado importante é bombear o lubrificante novo até que ele saia pelas borrachas de vedação da cruzeta, assim expulsando qualquer resíduo de graxa antiga. Silva explica que, se o mecânico tentar isso, mas alguma capa não demonstrar estar completa, vale a pena tentar desapertar o sistema de fixação e tentar novamente.

O momento certo para engraxar o sistema, de acordo com o gerente da Nakata, é seguir os intervalos recomendados pelo fabricante do veículo, levando-se em conta a maneira como ele é utilizado. Ou seja, em condições de rodagem severas, como em estradas de terra ou que exigem muito do eixo, por exemplo, é necessário diminuir esse prazo entre as manutenções.

Por fim, a Nakata reforça que a ruptura nas cruzetas, bem como as flanges, terminais e ponteiras deslizantes, ocorre mediante tranco ou esforço excessivo frequente. Isso porque as cruzetas estão localizadas nas extremidades do eixo cardan, sendo responsáveis pela transmissão da força do motor para o diferencial, em ângulos variados, permitindo também os deslocamentos do eixo diferencial.

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Uniflex tem nova linha de mangueiras automotivas

Uniflex mangueiras automotivas

São 11 modelos de mangueiras automotivas que chegam ao mercado sob a marca Uniflex, destinadas aos sistemas de arrefecimento e admissão, entre outros

 

 

O Grupo Universal Automotive Systems anuncia a chegada da linha de mangueiras automotivas Uniflex, com 11 modelos disponíveis. Segundo a empresa, essas mangueiras podem ser usadas em diferentes partes do automóvel, se dividindo em quatro grupos: Arrefecimento, Desaeração, Sistema de Vácuo e Admissão.

As mangueiras destinadas ao sistema de arrefecimento incluem mangueira do radiador, do aquecedor, da bomba d’agua, do reservatório de expansão e da válvula termostática. Já os produtos para o sistema de desaeração têm mangueiras do respiro do óleo, do coletor de admissão e do duto de ar. Há ainda a mangueira de hidrovácuo para o sistema de freio e as mangueiras do filtro de ar, para o sistema de admissão do ar.

Quando usadas em componentes que têm contato com óleos ou gases com base de derivado de petróleo ou óleos minerais, as mangueiras são feitas de material NBR ou Nítrilica. Já no sistema de arrefecimento ou de alta pressão, é utilizada mangueira de EPDM, um material resistente a altas temperaturas e força de tração, que ocorre quando o produto é dilatado por meio de altas pressões internas. E para essas mangueiras que trabalham com alta pressão, há uma malha cruzada que ajuda a manter sua estrutura e resistência, auxiliando contra rompimentos e mantém o sistema vedado.

A empresa destaca que, embora tenham vida útil longa, é importante revisar as mangueiras regularmente e, ao primeiro sinal de desgaste, substituí-las. Esses itens são responsáveis pelo funcionamento de diversos sistemas do automóvel, transportando água, óleo, gases e combustível. Por isso, seu bom funcionamento tem impacto direto no desempenho do veículo.

Os mecânicos devem então ficar atentos a sinais de ressecamento ou rachadura para realizar uma troca preventiva e, se houver alguma avaria, faça a troca imediatamente, independente do tempo de uso.

A primeira dica da empresa é verificar as extremidades, já que essa é a região onde ocorre a fixação das mangueiras aos demais componentes e deve estar livre de indícios de ressecamento e trincas.

Depois, analise a condição das abraçadeiras, que não podem estar nem muito apertadas nem soltas. Confira também se não há pontas ou extremidades cortantes nas abraçadeiras, o que poderia danificar os componentes de borracha em seu aperto.

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Abílio Responde: Turbo do Onix acionado eletronicamente?

abilio responde turbo onixEsse turbo do Novo Onix 3-cilindros é acionado eletronicamente? Pois os turbos convencionais geralmente só acionam a partir de determinado regime de rotação. A qual rotação em que o turbo desse Onix é acionado??

Luiz
Via Site O Mecânico

 

O turbo do Onix funciona movido pelos gases de escape, assim como qualquer turbo convencional. O que é pilotado eletronicamente é a válvula de alívio (wastegate).

 


A cada edição da Revista O Mecânico, respondemos dúvidas dos leitores sobre manutenção automotiva e cuidados com o veículo na seção Abílio Responde. Mande sua mensagem para: redacao@omecanico.com.br

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Calmon | VW aposta em elétricos, sem descartar híbridos

VW ID3 e ID4

Os primeiros modelos da Volkswagen projetados especificamente para aproveitar as melhores características dos motores elétricos serão mesmo importados da Alemanha e vendidos aqui a partir de 2022. Trata-se do hatch ID.3 e do SUV ID.4, ambos de motor e tração traseiros. Eles remetem à arquitetura mecânica do Fusca, que deu origem à marca e à proeminência do Grupo VW.

A filial brasileira, por enquanto, admite oficialmente um plano imediato de exposições, clínicas com clientes e test drives, sem marcar data para a estreia no País. Ambos impressionam pelo estilo, espaço interno, soluções de engenharia e, principalmente, avanços em eletrônica de bordo, além de atualizações por meio remoto (Over The Air ou OTA, na sigla em inglês) via Wi-Fi e internet.

Ao sentar no banco do motorista de ambos os modelos na fábrica de São Bernardo Campo (SP), o que mais chamou atenção foi a projeção no para-brisas de informações tridimensionais em realidade aumentada, um avanço considerável frente ao existente hoje. Com 2,77 m de distância entre eixos, o espaço interno do ID.3 surpreende. Porta-malas tem 385 litros. No ID.4 entre-eixos é igual, mas o porta-malas oferece 543 litros. Potências de 145 a 299 cv. Alcance médio de 330 a 550 km, em razão da capacidade da bateria.

Pablo Di Si, presidente da VW América Latina, foi claro ao informar que, além da eletrificação a ser atendida por modelos importados, continuará a investir aqui em híbridos com motores flex que podem usar etanol. Assim atenderá as condições de uso no Brasil com emissões de CO2 reduzidas em 80% no ciclo do poço à roda. A empresa desenvolverá estes produtos por meio de engenharia local. E assinou uma parceria com a Unicamp para desenvolver pilha a hidrogênio, este obtido por reformador de etanol.

Importação de usados, sem sentido

Realmente não chega a surpreender como projetos de lei descabidos surgem, de tempos em tempos, nas casas legislativas em Brasília (DF). A intenção do deputado federal Marcel van Hattem (Novo–RS) ao propor a importação de carros usados de qualquer país, sem ao menos sugerir limites claros ou restritos, é de oferecer liberdade de escolha aos motoristas. A proposta apresentada em 2020 só ganhou os holofotes na semana passada por meio de audiências públicas na Câmara.

Fernando CalmonEstudar o impacto econômico-financeiro deveria ser o primeiro passo. Depois, pesquisar como outros países encaram essa questão. Nada disso parece ter sido considerado neste e também em outros projetos cujo destino previsível está no simples arquivamento.

Importação de modelos usados, geralmente, ocorre em países de baixo poder aquisitivo e sem indústria automobilística local, a exemplo de Paraguai e Bolívia, além de nações africanas. O Brasil só autoriza a importar carros a partir de 30 anos de uso após longo processo burocrático e caro, que só colecionadores ousam enfrentar.

No México a importação de veículos usados, basicamente dos EUA, ocorria dentro do acordo Nafta (sigla, em inglês, para Acordo de Livre Comércio da América do Norte). Isso atrofiou tanto o mercado interno mexicano de produtos novos que a lei mudou. As vendas internas quase dobram com restrições aos usados. Mas como é difícil de controlar o fluxo na fronteira, estima-se que a indústria local poderia vender 30% a mais, se houvesse fiscalização rígida.

O Brasil até hoje não implantou a inspeção técnica veicular. Como então “periciar” os usados de fora do País e avaliar sobre que preço se calcularia o imposto de importação? Além disso, taxação sobre automóveis aqui é a maior do mundo e também atingiria importados usados.

ALTA RODA

PEUGEOT e-208 GT, primeiro elétrico da marca francesa no Brasil, chega com lote inicial de 40 unidades. Há um ponto de venda em São Paulo e outro no Rio. Mesmo visual externo e interno do 208 a combustão, em versão única e completa por R$ 244.990. Preço, em conversão direta, é próximo ao da Europa sem o subsídio governamental. Aqui é livre do imposto de importação. São 136 cv e até 330 km de alcance. Stellantis fez convênio com uma empresa que confere pleno funcionamento dos pontos de recarga.

NOVO motor turbo do Captur (170 cv (E)/162 cv (G) é o ponto alto do SUV da Renault, colocando-o em patamar bem superior ao Duster e assim justificando a diferença de preço. Respostas ao acelerador destacam-se dentro do seu segmento, em uso urbano e rodoviário, com ajuda das oito marchas do câmbio CVT. Consumo de combustível mostra-se compatível ao aumento de desempenho. Muito úteis as quatro câmeras que permitem visualização individual. De negativo, freios a tambor atrás e acesso ao estepe.

MENOS jovens têm tentado obter a carteira de habilitação no Brasil em razão de preço e processo. Levantamento mundial do site inglês Zutobi, focado em ensinar técnicas seguras de condução, apontou o País como o segundo mais difícil para obter a habilitação. Só a Croácia exige e cobra mais: o equivalente a R$ 9.500. México é o mais fácil para conseguir habilitação.

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Hipper Freios lança campanha com João Kleber

campanha Hipper Freios

Campanha usa o bom humor para reforçar as qualidades dos produtos oferecidos pela Hipper Freios; confira o vídeo

 

A Hipper Freios anuncia uma nova campanha com muito bom humor que emprega o bordão “para, para, para!”, popularizado pelo apresentador João Kléber.

Veiculada nos canais digitais, “a campanha destaca a alta tecnologia utilizada pela Hipper Freios em seus produtos, como a exclusiva retífica cruzada Hipper Grinding, que traz um rápido assentamento no conjunto do freio, com padrão original de montadora e atendimento das exigências mundiais”, como destaca o comunicado divulgado para a imprensa.

“As pessoas precisam receber informações positivas e é essa a pegada das peças publicitárias, que de forma alegre e lúdica inovam na comunicação com nosso público, aproximando ainda mais a Hipper Freios dos mecânicos e balconistas de autopeças”, afirma Jefferson Pereira, supervisor de comunicação da Hipper Freios.

Confira o vídeo da campanha:

 

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quinta-feira, 30 de setembro de 2021

Saiba tudo sobre a reaplicação do Enem 2021

Com o Exame Nacional do Ensino Médio marcado para o fim deste ano, muito se tem especulado sobre a possibilidade de reaplicação do Enem 2021 para os candidatos que não puderem realizar a prova na data.

reaplicação enem 2021Na última edição, tanto os alunos quanto a organização do Exame enfrentaram inúmeros problemas devido à pandemia do Covid-19. Alterações constantes no calendário e questões logísticas, como falta de luz e salas superlotadas, foram o motivo pelo qual as provas do primeiro dia do Enem 2020 não foram aplicadas em cerca de 58 cidades brasileiras. O índice de abstenções foi de 51,5% no Enem 2020, o que aumenta o receio de ver a história se repetindo na próxima edição.

Estes fatores levaram o Enem a reaplicar a prova em diversas cidades brasileiras e tudo indica que no Enem 2021 será da mesma forma. Quer saber mais? Continue lendo este artigo para saber tudo sobre a reaplicação do Enem 2021!

Quais as datas do Enem 2021?

O Enem 2021 será realizado, como de costume, em dois domingos seguidos. No primeiro dia serão aplicadas as provas de linguagens, códigos e suas tecnologias e ciências humanas e suas tecnologias, além da redação. Já no segundo dia, os alunos farão as provas de ciências da natureza e suas tecnologias, e também matemática e suas tecnologias. Cada área do conhecimento apresenta 45 questões a serem resolvidas nos dias de aplicação. Veja as datas a seguir:

  • 1° dia de prova: 21 de novembro de 2021
  • 2° dia de prova: 28 de novembro de 2021

Com 3.109.762 participantes inscritos para o Enem 2021, o exame apresenta público 30% menor que as edições anteriores. Apesar do avanço da campanha de vacinação contra o coronavírus, que garante certa segurança quando o assunto é evitar o contágio, sabemos que a pandemia ainda não acabou e todo cuidado é necessário até a aplicação da segunda dose em adolescentes, que está prevista para novembro, assim como o Enem 2021. 

Quando serão as provas de reaplicação do Enem 2021?

Na edição anterior, o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira, também conhecido como Inep, realizou a reaplicação do Exame logo após as provas regulares, com cerca de um mês de diferença.

Para o Enem 2021 ainda não temos datas exatas de reaplicação, mas é bem provável que a dinâmica seja semelhante. Fique de olho no cronograma no Portal do Enem e nos Editais do Enem digital e do Enem Impresso, para ficar por dentro das atualizações!

Quem tem direito à reaplicação do Enem 2021?

O Enem 2021 prevê a reaplicação de provas para todos os candidatos que estiverem com determinadas doenças infectocontagiosas, como a Covid-19, durante o período de provas, bem como aos participantes com necessidades de atendimento especial devido a acidentes e casos fortuitos ocorridos após o período de inscrições. Os adultos privados de liberdade e jovens sob medida socioeducativa com privação de liberdade (Enem PPL) também participarão da reaplicação da prova. O último grupo, no entanto, realiza as provas dentro de unidades prisionais e socioeducativas 

O Inep analisará cada caso, seja ele de doença infectocontagiosa, acidente ou caso fortuito,  mediante comprovação de documentos.

Como solicitar a reaplicação do Enem 2021 ao Inep?

Quem deseja participar da reaplicação do Enem 2021 deverá aguardar o período de solicitação para preencher o requerimento. Na última edição, o requerimento podia ser facilmente encontrado na Página do Participante, bem como o resultado da análise do Inep. 

Para os casos de doença infectocontagiosa, o participante deverá apresentar um laudo médico que comprove a condição que lhe impediu de participar da prova na data regular. O documento deverá ser anexado ao requerimento em formato PDF, PNG ou JPG  não poderá ultrapassar 2MB. Além disso, é preciso que o laudo contenha os seguintes dados:

  • Nome completo do candidato
  • Diagnóstico com a descrição da condição
  • Código correspondente à Classificação Internacional de Doença (CID)
  • Nome e assinatura do médico responsável pelo diagnóstico, além de seu registro no Conselho Regional de Medicina (CRM), Ministério da Saúde (RMS), ou outro órgão competente
  • Data do atendimento médico

Quais as doenças previstas no edital do Enem 2021?

No edital do Enem 2021 estão previstas apenas determinadas doenças infectocontagiosas, que necessitam ser comprovadas por laudo médico. Veja quais são elas:

  • Covid-19
  • Coqueluche
  • Difteria
  • Doença invasiva por Haemophilus influenza
  • Doença meningocócica e outras meningites
  • Influenza humana A e B
  • Poliomielite por poliovírus selvagem
  • Rubéola
  • Sarampo
  • Varicela
  • Varíola

O que fazer caso perca a reaplicação do Enem 2021?

Comparecer à reaplicação do Enem 2021 é a última chance de fazer valer sua inscrição nesta edição do exame. Caso perca o prazo para se inscrever ou tenha algum problema no dia da reaplicação, você só poderá realizar a prova e tentar uma vaga na universidade no ano seguinte.

Mais do que nunca, ficar atento às notícias e a tudo o que envolve o calendário do Enem 2021 se faz necessário. Com as constantes mudanças que estamos enfrentando como sociedade, esta é a única forma de não perder as datas e a chance de alcançar o tão sonhado diploma.

Quando sai o resultado do Enem 2021?

Assim como a reaplicação de provas, a divulgação dos resultados do Enem permanece sem data. Os gabaritos das provas objetivas serão disponibilizados no Portal do Inep e no aplicativo oficial do Enem e, até três dias úteis após a realização das provas, no entanto será preciso aguardar a divulgação do resultado oficial para saber qual foi o desempenho no Enem. O candidato poderá acessar seus resultados individuais do Enem 2021 no Portal do Participante utilizando os mesmos dados da inscrição. 

Em qual faculdade estudar com a nota do Enem 2021?

Apesar do número reduzido de inscritos e dos embates sobre a realização das provas em meio ao coronavírus, o Enem permanece sendo a prova que mais abre portas para o Ensino Superior público e particular no Brasil!

As instituições de Ensino Superior que aceitam o Exame como modalidade de ingresso e estão espalhadas por todo país, aceitando inscrições em cursos presenciais e a distância (EAD), tanto através do Sistema de Seleção Unificada (Sisu), para universidades públicas, quanto por Prouni, Fies e ingresso direto, no caso das faculdades particulares.

Aliás, o Prouni, o Fies e o ingresso direto são as modalidades ideais para quem está em busca de bolsas de estudo ou financiamento do curso superior em uma instituição de ensino particular, mas não que não pode arcar com as mensalidades no momento. As três são aceitas na maioria das universidades brasileiras, portanto, enquanto a data de reaplicação da prova não vem, que tal ir pesquisando instituições para decidir onde estudar e qual curso fazer?

Confira abaixo a lista que o Guia da Carreira preparou para te ajudar a escolher as instituições de Ensino Superior mais interessantes para você! Todas são muito bem avaliadas pelo Ministério da Educação (MEC) e oferecem ensino de qualidade. Veja:

Veja também:

Veja as matérias que mais caem no Enem

Conheça as regras novas do Enem por conta da Covid-19

E você, já decidiu qual curso de Ensino Superior vai escolher após passar na prova do Enem 2021? Compartilha com a gente nos comentários!

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