sexta-feira, 3 de junho de 2022

Dirigir Na Chuva: Cuidados Que Você Precisa Tomar

Dirigir um veículo é um ato de responsabilidade e por isso medidas e ações de segurança são obrigatórias para manter a integridade tanto do motorista quanto de passageiros e de todos que estiverem em trânsito. Conduzir um veículo em dia de chuva requer muita atenção e cuidados.

O período de chuva já se faz presente em muitas regiões do Brasil e dirigir nessas condições é sempre desafiador, pista molhada, escorregadia, possibilidade de aquaplanagem e visibilidade reduzida, são algumas das situações que o motorista precisa enfrentar.

dirigir na chuva conclusao(1)

De acordo com Marcelo Granja, diretor de educação de trânsito do DETRAN, em dias chuvosos o índice de pequenas colisões aumenta cerca de 30% e o principal motivo para isso é a diminuição da visibilidade, o que ainda se torna ainda mais prejudicado à noite e com neblina. Sendo assim, algumas precauções podem e devem ser tomadas para evitar acidentes e sustos durante o trajeto, seja na cidade como nas rodovias e estradas.

Condições do carro

Segundo a Polícia Militar chegar os pneus e limpadores de para-brisa é fundamental, tanto quanto manter a revisão sistemática do veículo em dia. Itens básicos como iluminação, freios, fluidos, limpador de para-brisa e pneus são imprescindíveis para segurança. Problemas mecânicos e elétricos aumentam demasiadamente o risco de acidente numa condição de chuva.

O desembaçador também é um item muito importante porque é normal com a chuva os vidros ficarem embaçados e contribuírem para a baixa visibilidade.

Farol baixo é obrigatório

Mesmo durante o dia, em dias de chuva, o uso do farol baixo na cidade ou na estrada é obrigatório, segundo o Código de Trânsito Brasileiro (CTB), porque aumenta a visibilidade tanto do motorista quanto dos outros veículos como também de pedestres.

O farol alto na chuva não é aconselhado e deve ser evitado porque ele reflete nas gotas de água da chuva e isso pode reduzir a capacidade de enxergar de quem está conduzindo, além de atrapalhar os outros motoristas.

Se um outro carro estiver trafegando com o farol alto, você pode sinalizar acendendo o seu farol alto piscando para que o outro motorista entenda e diminua o dele. Se isso não resolver uma medida rápida é projetar seu olhar mais para o lado direito assim o clarão não será tão intenso nos seus olhos e diminuirá o prejuízo na sua visão.

Mantenha distância do carro da frente

A distância de segurança entre carros é fundamental para evitar acidentes em ambientes com ou sem chuva, sendo ainda mais necessárias quando as condições climáticas forem desfavoráveis. Essa distância é ensinada na autoescola, geralmente é um cálculo instintivo feito pelo motorista de um espaço deixado entre um carro e outro que caberia outro carro entre eles.

A distância de segurança fornece ao condutor uma possibilidade maior de reagir bem na direção caso ocorra algum problema relacionado com o carro da frente. Ou seja, quem está dirigindo o carro que mantém a distância segura do carro da frente pode escapar de um acidente.

Cuidado ao frear e diminua a velocidade

Conforme mencionamos acima a distância de segurança também fornece ao motorista uma frenagem mais leve não precisando frear bruscamente caso haja necessidade. Em dias de chuva, uma frenagem brusca pode levar ao descontrole do carro, pois os pneus podem derrapar devido a aderência reduzida pela pista molhada.

Reduzir um pouco a velocidade é uma medida que traz segurança porque exigirá menos utilização dos freios. Quando o motorista mantém a atenção e toma a distância de segurança sem precisar ficar freando o tempo todo, ele consegue diminuir a velocidade somente parando de acelerar um pouco.

Atenção e se oriente pelas faixas e tachões no solo

Atenção é qualidade sempre ativa nos motoristas, mas em dias de condições climáticas adversas ela deve ser redobrada. Mesmo que a visibilidade esteja bem ruim, o importante é manter a calma, reduzir a velocidade e se orientar pelas faixas e itens luminosos que são instalados justamente para guiar os motoristas nestas condições.

Só ultrapasse com segurança e cuidado nas curvas

Fique atento nas curvas, em dias de chuva elas podem contribuir para a derrapagem dos pneus e você acabar perdendo o controle do carro. Além disso esteja atendo ao trânsito de mão inversa no caso de estradas de mão dupla. Uma dica é reduzir a velocidade ao entrar na curva, se for necessário mude a marcha e depois comece a acelerar, agindo assim a tração nas 4 rodas aumentará.

A ultrapassagem sempre deve ser realizada em condições de segurança e seguindo a permissão concedida por placas e faixas, obedecendo a sinalização e as regras que guiam esse tipo de manobra. Na chuva, com neblina e a noite onde a visibilidade é menor é importante estar bem certo de que o momento é propício para realizar a ultrapassagem e ela só deve ser feita pelo lado esquerdo do carro que será ultrapassado.

O que fazer se acontecer aquaplanagem?

Aquaplanagem é um fenômeno que acontece quando os pneus perdem o contato do solo, por causa da água acumulada na pista. Se isso acontecer com você, primeiro passo é manter a calma, segure firme no volante com as duas mãos e pare de acelerar, jamais pise bruscamente nos freios. Se eles forem ABS pise lentamente, você sentirá quando o carro estiver em contato com o solo novamente, recuperando assim o controle da direção. Faça um teste mexendo levemente a direção para os lados certificando que a aquaplanagem já passou.

É muito importante saber como reagir nessa situação porque a aquaplanagem pode levar a perda total do controle da direção o carro pode chegar a rodar na pista e até mesmo capotar dependendo da velocidade e um acidente pode realmente acontecer.

Conclusão

Saber como agir na direção de um carro em dias de chuva é fundamental para segurança de todos. Evite trafegar em vias inundadas, pois o carro pode ser danificado tanto pelo excesso de água no motor, como também, você pode cair com um pneu num buraco por não enxergar.

Dirigir sempre com as duas mãos no volante garantirá que você mantenha o carro sob controle.

Se o volume de chuva chegar a um ponto tão forte que comprometa demais a visibilidade, não hesite em procurar abrigo e esperar que a chuva diminua. Não existe pressa se esta pode colocar a vida em risco. Um tempo esperando pode salvar sua vida e de quem mais estiver com você.

Mantenha a tranquilidade e redobre a atenção. Todas essas medidas informadas garantem uma viagem e trajeto feitos em segurança se observados por quem dirige.


Dirigir Na Chuva: Cuidados Que Você Precisa Tomar Publicado primeiro em https://doutormultas.com.br

Abílio Responde: Qual a ordem de ignição dos motores?

ordem de ignição dos motores

Numa certa literatura que eu tenho dizia que a ordem de ignição dos motores começava pelo cilindro mais próximo do volante do motor. Sempre que eu regulava um motor (carburador) e montava no lugar os cabos de vela, e depois o ajuste do ponto de ignição, eu colocava os cabos na ordem 1-3-4-2, começando pelo cilindro próximo do volante do motor. Só recentemente foi que descobri que poucos motores, ou apenas o CHT, é que considera o primeiro cilindro como o do lado do volante do motor. Qual o problema em aplicar a ordem de ignição da maneira que citei acima? Vejam bem: estou falando de motores carburados, onde o mecânico pode adequar o distribuidor e o cabo de vela, em função de qual cilindro ele colocar no PMS.

Paulo Ferreira
Via YouTube

 

Na configuração descrita, os êmbolos 1 e 4 são chamados gêmeos: se encontram na mesma posição porém em tempos motores diferentes. Ou seja, quando o cilindro 1 está em ignição (PMS final do tempo da compressão) o 4 está em PMS final do tempo de escapamento. E vice-versa. Se o motor pegou, você utilizou a referência correta. Na pior das hipóteses, a lâmpada de ponto não vai achar a marca zero na polia ou volante. Daí é só inverter.

 


A cada edição da Revista O Mecânico, respondemos dúvidas dos leitores sobre manutenção automotiva e cuidados com o veículo na seção Abílio Responde. Mande sua mensagem para: redacao@omecanico.com.br

The post Abílio Responde: Qual a ordem de ignição dos motores? appeared first on Revista O Mecânico.


Abílio Responde: Qual a ordem de ignição dos motores? Publicado primeiro em http://omecanico.com.br/feed/

ZF ultrapassa 200 milhões de EPB produzidos

freio de estacionamento elétrico EPB ZF

A tecnologia EPB, ou Freio de Estacionamento Elétrico, foi desenvolvida pela ZF há mais de 20 anos e está hoje em sua sexta geração

 

A ZF comemora o marco de 200 milhões de unidades do sistema de freio EPB (Electric Park Brake), ou freio de estacionamento elétrico, produzidas. A empresa foi pioneira no desenvolvimento dessa tecnologia há mais de 20 anos, e que atualmente está em sua sexta geração.

Entre os benefícios do sistema EPB estão maior economia de combustível devido à redução de peso, além de permitir funções avançadas quando combinado com outros sistemas de veículos.

“O EPB é uma grande história de sucesso e hoje reconhecemos os engenheiros, projetistas e funcionários que produzem essa tecnologia em todo o mundo, incluindo Europa, Américas e Ásia. O EPB é um testemunho da busca incansável pela inovação. A ZF já era líder global no mercado de freios de fundação no início dos anos 2000, mas procurou transformar uma função de freio de serviço puramente mecânico em muito mais. Hoje, a tecnologia é apresentada em muitos dos veículos mais populares do mundo, desde carros de passeio até picapes e veículos utilitários esportivos”, diz Manfred Meyer, vice-presidente sênior de Segurança Ativa da ZF.

Atualmente a ZF oferece uma grande variedade de soluções de freio de estacionamento. “À medida que avançamos para níveis cada vez mais altos de segurança avançada, direção automatizada e eletrificação de veículos, os sistemas de frenagem desempenharão um papel fundamental para ajudar a cumprir os regulamentos, habilitar novas funções e fornecer recuperação regenerativa de energia de frenagem. Isso requer níveis mais altos de integração com outros sistemas de bordo e maior grau de controle do veículo. Sistemas como o freio de estacionamento elétrico e os sistemas de controle de freio integrado da ZF terão maior aplicabilidade do que nunca”, concluiu Meyer.

The post ZF ultrapassa 200 milhões de EPB produzidos appeared first on Revista O Mecânico.


ZF ultrapassa 200 milhões de EPB produzidos Publicado primeiro em http://omecanico.com.br/feed/

Calmon | Nome mais poderoso da indústria fala português

Carlos Tavares

Você pode pensar que o homem mais rico do mundo, o sul-africano-canadense naturalizado americano Elon Musk, dono da fábrica de elétricos Tesla, da companhia aeroespacial SpaceX e pronto para comprar a rede social Twitter, entre outras atividades como a empresa de inteligência artificial Neuralink e a de transporte Hyperloop, pudesse aparecer facilmente em primeiro lugar em uma lista de 100 mais poderosos nomes da indústria automobilística mundial.

Entretanto, os editores da Autocar Business, braço informativo de negócios empresariais da revista inglesa Autocar, a mais antiga publicação focada em veículos do mundo (circula desde 1895), chegaram a um resultado diferente. Eles cruzaram avaliações de todos os tipos, incluíram executivos de marcas chinesas e de dezenas de fabricantes de autopeças e fornecedores dos essenciais chips semicondutores.

O resultado apontou o português Carlos Tavares, da Stellantis, como o executivo mais importante entre os 10 primeiros. Em segundo lugar, empatados, Akio Toyoda (Toyota) e Elon Musk; em quarto, Euisun Chung (Hyundai); em quinto, Herbert Diess (VW); em sexto, Jim Farley (Ford); em sétimo, Oliver Zipse (BMW); em oitavo, Ola Kallenius (Mercedes-Benz); em nono, Mary Barra (GM); em décimo, Li Shufu (Geely, holding chinesa dona entre outras da Volvo, Lotus, Proton e de 10% da Mercedes-Benz).

Stellantis é composta por 14 marcas de veículos:

Abarth, Alfa Romeo, Chrysler, Citroën, Dodge, DS, Fiat, Jeep, Lancia, Maserati, Opel, Peugeot, RAM e Vauxhall.

 

Peugeot 208 e motor Fiat: sinergia certa

 

A marca francesa estava fora do mercado de modelos compactos com motor de 1 litro há 16 anos. Quando a PSA inaugurou sua fábrica no Brasil em 2001, 70% das vendas de automóveis novos tinham essa cilindrada por um motivo simples: IPI de 7%, contra 11% (etanol ou flex) e 13% (gasolina) para motores entre 1 e 2 litros. Decidiu então comprar motores Renault de 1 litro por um período que terminou em 2005, embora também oferecesse seus próprios motores de 1,6 e 1,4 litro. Veículos de 1 litro (incluídas as versões turbo) ainda hoje representam 44% de todas as vendas no mercado brasileiro (ano 2021; em 2020, 48%).

Stellantis, resultado da fusão PSA e FCA no final de 2019 e consolidada em janeiro de 2021, trouxe sinergias inquestionáveis e bem-sucedidas. Já era esperado que no Brasil motores e câmbios da Fiat estivessem em produtos tanto da Peugeot (208) quanto da Citroën (novo C3 que chega este mês). O primeiro resultado concreto vem de duas novas versões do argentino 208 (Like e Style), agora com o motor de três cilindros Firefly de 1 litro e câmbio manual de cinco marchas, ambos de origem e produção Fiat, que hoje estão no Argo.

Não existem diferenças em termos de potência e torque entre os modelos da Fiat e da Peugeot: 75 cv (E)/71 cv (G) e 10,7 kgf.m (E)/10 kgf.m (G). Mas exigiu reformulações nos itens periféricos do motor e semiárvores de transmissão. O 208 é um pouco mais pesado (apenas 25 kg) que o italiano. Em desempenho, portanto, o Argo talvez tenha uma vantagem só perceptível no cronômetro. Porém o 208 é mais bonito e sua posição de guiar se destaca com o quadro de instrumentos acima do volante de diâmetro reduzido, solução exclusiva da Peugeot.

A fábrica francesa oferece preços promocionais agora no lançamento bem competitivos: R$ 72.990 (Like) e R$ 79.990 (Style). A segunda inclui até teto solar panorâmico, defletor traseiro, além de multimídia de 10,3 pol., carregador de celular por indução protegido por tampa, câmera traseira com sensores de estacionamento e quatro airbags. Com certeza haverá uma atualização de valores em breve.

 

Audi Q3 Sportback: SUV cupê que faltava

 

Perfil elegante, desenho mais refinado de para-choque e grade, banco traseiro corrediço com sete posições de ajuste do encosto, duas versões de acabamento, porta-malas de 530 litros (o maior entre os SUVs médios-compactos) e tração 4×4. O Q3 Sportback começará a ser produzido no regime SKD (semidesmontado), na fábrica de São José dos Pinhais (PR), ao lado do SUV tradicional Q3 também com a tração quatro, a partir de agosto próximo. Antes o Q3 nacional só oferecia tração dianteira. A diferença de comprimento entre os dois é de apenas 1,6 cm.

Interior foi reformulado. Há integração apenas por fio de Android Auto e Apple CarPlay com a tela multimídia de 8,8 pol. Oferece quatro portas USB 3 (duas na frente e duas atrás). Motor 2.0 TFSI de 231 cv e 34,7 kgf.m assegura grande agilidade em trânsito urbano e rodoviário. Acelera de 0 a 100 km/h em 7 s. Mesmo com altura de rodagem mais elevada (1,85 cm na frente e 1,35 cm atrás na especificação Brasil) demonstra comportamento dinâmico sem sustos em todos os tipos de curvas. Câmbio automático Tiptronic trabalha de forma precisa e tão rápida que são quase imperceptíveis as oito trocas de marcha. A Audi espera que as versões Sportback respondam por mais de 40% das vendas entre os Q3. Preços vão de R$ 315.990 a R$ 339.990.

________________________________________________________

www.fernandocalmon.com.br

The post Calmon | Nome mais poderoso da indústria fala português appeared first on Revista O Mecânico.


Calmon | Nome mais poderoso da indústria fala português Publicado primeiro em http://omecanico.com.br/feed/

quinta-feira, 2 de junho de 2022

Bateram no Meu Carro, O Que Fazer?

A mais importância providência numa situação de colisão e acidente de trânsito é avaliar se tem vítimas e pessoas machucadas, se houver, independente da gravidade é imprescindível que a primeira medida tomada seja acionar o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) através do número 192 que pode ser realizado de qualquer aparelho telefônico. Sinalizar o local do acidente se torna a outra ação também extremamente importante para que evitem novos acidentes.

Chamar a polícia será necessário para registrar o Boletim de Ocorrência (B.O.) sempre que houver alguém machucado. A polícia só virá nesse caso e se acaso ocorra algum tipo de agressão entre os envolvidos.

No entanto, se ninguém se machucar e o dano for apenas material, o indicado é que os envolvidos troquem seus contatos e resolver de maneira amigável, além disso, anotar a placa do(s) veículo(s) envolvido(s) é extremamente importante porque algumas vezes a informação de contato pode ser registrada errada. Fotografar a placa também é um recurso bastante ágil.

como fazer bo pela internet acidente sem vitima
Quando você se envolveu em uma batida simples e sem vítimas, pode registrar o BO pela internet

Esteja ciente que mesmo que as coisas não se resolvam momentaneamente, até a Justiça poderá ser acionada caso a repercussão do acontecido seja negativa ou danosa para alguém que consiga comprovar isso.

Por quais motivos devo chamar a Polícia?

Se houver alguma pessoa machucada, se houver brigas ou agressões entre os envolvidos, se houver algum motorista alcoolizado, ou com alguma atitude suspeita.

Retire o carro do local

Se os veículos estiverem em condição de rodar, é orientado que esses veículos sejam movidos para algum local próximo permitindo assim que o fluxo de trânsito volte ao normal. Caso algum automóvel tenha sofrido danos que prejudiquem seu funcionamento, um guincho deverá ser acionado para rebocar do local.

Esteja atendo pois existe uma multa no valor de 130 reais e 16 centavos para quem deixar o carro impedindo o trânsito local, e além do valor da multa, 4 pontos na carteira serão registrados.

Anote tudo

Pedir o telefone e dados da CNH aos envolvidos é comum, no entanto o outro não é obrigado a fornecer. Por isso fotografar os carros se torna uma valiosa prova caso seja necessário recorrer à Justiça. Se houver testemunha, peça também o contato dela e pergunte se ela pode ajudar testemunhando o que aconteceu.

Bateram no meu carro e fugiram

É importante observar duas situações. Uma delas é quando o motorista do carro atingido está presente no local e presenciou todo ocorrido, neste caso, se fugirem é importante anotar e/ou tirar foto da placa, sem os dados fica mais difícil identificar.

Se você tiver deixado o carro estacionado e ele tenha sofrido algum dano decorrente de alguma batida e o culpado não esteja no local você poderá tomar providências que também servem para o primeiro caso que relatamos. Procure por testemunhas que possam ter percebidos detalhes que você não, como a placa do carro. Procure por câmeras de segurança, elas podem ter registrado o ocorrido.

Neste caso em que o culpado foge é necessário procurar uma delegacia para registrar o B.O., nele é importante que sejam detalhado o máximo de informação que puder fornecer, como marca do carro, cor, modelo, características visuais, características de quem estava dirigindo.

Bateram no meu carro, quem paga?

No caso de colisão o responsável pelo pagamento dos prejuízos é sempre o motorista culpado pelo acidente, se o motorista não for o dono do carro que colidiu no seu, o motorista poderá ser acionado como responsável por pagar os prejuízos.

Se o motorista que causou a colisão não tiver seguro, uma sugestão seria você propor que ele pague a Apólice do seu seguro, se você tiver.

A seguradora cobrirá os danos materiais ou o próprio motorista culpado terá de fazer o ressarcimento. No caso de vítimas feridas, o seguro obrigatório DPVAT poderá ser acionado quando a integridade física é comprometida.

Bateram no meu carro e não querem pagar

Recorrer judicialmente poderá ser o caso, recorrendo a um processo civil, procure um advogado ou um profissional competente da área para auxiliar como proceder nesse caso.

Com o número da placa você pode ir a um cartório e notificar o motorista extrajudicialmente, através de uma carta registrada. Saiba que algumas seguradoras podem isentar do pagamento se for comprovado que o causador da colisão não se comprometeu com o acontecido e que quem sofreu a colisão não teve nenhum envolvimento para que essa acontecesse.

Conclusão

Conhecer os procedimentos necessários quando existe um acidente de trânsito é necessário para evitar desesperos e para assegurar que os direitos dos envolvidos sejam cumpridos, bem como suas responsabilidades. O seguro é um recurso que vale a pena porque é um grande aliado quando acontecem eventos dessa natureza. Estar assegurado previne o cliente de dores de cabeça relacionados a burocracia e gastos de concerto.  Como inúmeras situações podem ocorrer, quando você não possui um seguro do seu automóvel terá de resolver tudo sozinho.


Bateram no Meu Carro, O Que Fazer? Publicado primeiro em https://doutormultas.com.br

O Mecânico Ao Vivo abordará garantia e falsificação

Transmissão gratuita terá a participação dos especialistas da Continental para falar sobre temas como a falsificação e esclarecer dúvidas ao vivo

 

Estaremos ao vivo na próxima quinta-feira, dia 9 de junho às 19h, no canal da Revista O Mecânico no YouTube. Nesta edição de O Mecânico Ao Vivo, receberemos os especialistas da Continental para falar sobre o tema “Garantia, falsificação e prejuízos do combustível adulterado“.

Nossos convidados serão José Roberto Silveira, Consultor Técnico, e Marcelo Jesus, Engenheiro de Qualidade, que abordarão itens como Correias, Kits de Distribuição, Bomba de Combustível e Sensor de Nível.

Não há custos. Para acompanhar, basta acessar o canal no horário da transmissão. E você ainda pode tirar as suas dúvidas ao vivo, enviando as perguntas para nossos convidados no chat.

Não quer perder? Ative o lembrete no vídeo! E se você ainda não é inscrito no canal, não deixe de fazer sua inscrição e ativar o sininho para ser avisado sempre que tivermos vídeo novo.

The post O Mecânico Ao Vivo abordará garantia e falsificação appeared first on Revista O Mecânico.


O Mecânico Ao Vivo abordará garantia e falsificação Publicado primeiro em http://omecanico.com.br/feed/

Abílio Responde: Etanol danifica velas do carro?

Etanol danifica velas

Eu ouvi dizer que usar etanol pode danificar as velas do carro, chegando a grudá-las no cabeçote, tornando-as quase impossíveis de tirar.

VariadoChannel 
Via YouTube O Mecâniconline

 

Depende sobretudo da qualidade do combustível. Em situação normal, as velas não vão grudar por causa única e simplesmente do tipo de combustível utilizado. Se fosse assim, veículos a álcool largamente vendidos nos anos 1980 e 1990 teriam o mesmo problema.

 


A cada edição da Revista O Mecânico, respondemos dúvidas dos leitores sobre manutenção automotiva e cuidados com o veículo na seção Abílio Responde. Mande sua mensagem para: redacao@omecanico.com.br

The post Abílio Responde: Etanol danifica velas do carro? appeared first on Revista O Mecânico.


Abílio Responde: Etanol danifica velas do carro? Publicado primeiro em http://omecanico.com.br/feed/