terça-feira, 2 de agosto de 2022

Vender Carro Batido: O Que Você Precisa Saber

Você sabia que é possível vender carro batido? Mas há alguns fatores a serem considerados tanto por vendedores e compradores, para que se possa avaliar se essa venda compensa ou não.

Certos tipos de batidas possibilitam a venda do carro, antes ou depois do reparo, porém há tipos de batidas que inviabilizam esse procedimento.

É primordial entender as necessidades do comprador e saber o que ele tem em mente ao buscar comprar um carro.

Sabendo o que o comprador realmente precisa e pode comprar, a venda poderá acontecer com maior sucesso.

Acompanhe este artigo e descubra os fatores que precisam ser levados em conta na hora de vender carro batido.

Desvalorização do carro batido

Começo a falar por esse ponto, pois ele é o ponto de partida para precificar o veículo nas condições em que se encontra.

Saber quais componentes estão avariados e precisam ser trocados e reformados permitirá levantar o custo para que o carro se torne apto a ser usado novamente.

Uma dica é fazer uma lista de todos os componentes e solicitar o orçamento a algumas lojas de peças automotivas. Procure pesquisar preços em três ou quatro lojas, inclusive na internet.

Encontrando o local mais barato, você pode saber concretamente o quanto o carro está desvalorizado naquele momento em função da batida.

É essencial que haja uma atenção à parte crucial do carro: seu motor – pois o desempenho do carro é totalmente vinculado à capacidade do motor.

Os problemas com motor tendem a ser os mais complexos e custosos para se reparar e são responsáveis por grande parte da desvalorização do carro.

Gravidade da batida

Toda batida ou colisão implica em custos, mesmo os raspões que são meramente superficiais.

As longarinas, caixas de roda, assoalho, coluna e travessas de reforço e torres de amortecedor quando avariados, não pode simplesmente desamassados.

Onde foi a batida no carro

É essencial se atentar em que tipo de batida o veículo está enquadrado e se há itens de segurança, como longarina, colunas, travas de reforço, estão comprometidas.

Há casos em que o carro é apenas sucata e tudo o que se pode fazer é vender as peças em separado.

Problemas na carroceria são os mais comprometedores devido à natureza da gravidade. Isso ocorre, pois na maioria das vezes, não há conserto que solucione verdadeiramente e o carro carregará aquele tipo de problema para sempre.

Há consertos cujo prazo é muito longo e o custo das trocas das peças simplesmente não compensam dependendo da parte do veículo que colidiu.

Modelo do carro influencia no valor

A disponibilidade de peças é um fator altamente relevante na compra e venda de carro batido, pois alguns modelos têm escassez de peças e podem o tempo de reposição pode ser muito longo. Encontrar componentes compatíveis também pode ser um transtorno.

Há modelos de veículos cujas peças são mais fáceis de encontrar, além de mais em conta, o que facilita a venda do carro batido.

Custo, dificuldade e tempo de conserto

Há consertos mais baratos onde o próprio vendedor contrata antes de vender o carro e compensa mais na venda que sejam feitos previamente.

São eles:

Riscos e amassados

Os riscos e amassados serão usados pelo comprador para negociar o preço do carro para baixo, mas são itens que podem ser consertados sem afetar a pintura.

Muitos amassados podem ser resolvidos sem necessidade de remoção de forros das portas, teto ou porta-malas, uma vez que podem ser usados martelos, bombas de sucção e outras ferramentas que jogam o custo para baixo.

Polimento e cristalização

O polimento, além de trazer um visual estético atraente para o carro, pode corrigir imperfeições na pintura, principalmente as sem brilho ou desbotadas pelo sol.

Caso a pintura se encontre manchada ou mesmo danificada, pode-se recorrer à cristalização, pois o uso da resina corrige diversas imperfeições.

Preço de venda

O preço de venda precisa, obviamente, estar abaixo do valor de mercado, caso contrário, não há nenhuma compensação, apenas risco. O carro precisa ser oferecido a um preço competitivo.

Gastos futuros precisam ser levados em consideração, pois a soma do valor de todos os consertos necessários não pode ultrapassar o valor de mercado.

Para quem posso vender carro batido

Quando as batidas afetam diretamente a segurança do carro, você pode oferecê-lo a empresas de desmanche se interessam pelo veículo em função do valor das peças e sua facilidade de revenda.

As peças também podem ser vendidas a outras pessoas que possuam o mesmo modelo de veículo e que também estejam com avaria no componente correspondente.

Quando a batida pode passar por um reparo sem comprometer a segurança, você pode vender o carro a pessoas físicas que estejam procurando por uma boa oportunidade de negócio.

Conclusão

Esperamos que estas informações sobre a venda de carro batido tenham ajudado você sobre como proceder, tanto para comprar, quanto para vender um veículo nessas condições.


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Minha CNH Vence em 2022, Preciso Fazer Exame Toxicológico?

Quem tem permissão para dirigir precisa se preocupar com muito mais do que a Carteira Nacional de Habilitação. Há IPVA, licenciamentos, exames… Inclusive, uma dúvida recorrente entre os motoristas é: “Minha CNH vence em 2022, preciso fazer exame toxicológico?”.

Na verdade, não são todos os condutores que precisam fazer esse tipo de exame, independentemente do vencimento da carteira. Ele é um dos critérios que precisam ser seguidos por algumas categorias.

Quer saber se você precisa fazer o exame toxicológico em 2022? Nós abordamos tudo neste artigo. Confira!

O que é, como é feito e para que serve o exame toxicológico?

O exame toxicológico é um procedimento feito para identificar ou atestar que não houve o consumo de drogas ou substâncias tóxicas nos últimos 90 ou 180 dias antes da realização do teste.

Ele serve para garantir que os condutores estão dirigindo pelas vias brasileiras de forma prudente, sem colocar a vida dele e de outras pessoas em risco. O teste consegue identificar diferentes substâncias, mas as principais são:

  • Ecstasy;
  • Maconha;
  • LSD;
  • Cocaína;
  • Metanfetamina;
  • Heroína;
  • Crack e algumas outras.

E, ao contrário do que muitas pessoas pensam, o exame toxicológico para motoristas é feito de forma bem simples. Os condutores precisam ir até um laboratório credenciado pelo Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), coletar uma pequena amostra de pelos ou cabelos e esperar que a análise seja concluída.

Normalmente, nos casos negativos, o resultado não demora muito para sair. Em aproximadamente 48 horas é possível ter o exame em mãos.

Quem precisa fazer o exame toxicológico periodicamente?

É muito comum encontrar pessoas se perguntando: “Minha CNH vence em 2022, preciso fazer exame toxicológico?”. E se essa dúvida também é sua, nós vamos te ajudar a entender quem precisa fazê-lo.

Segundo o Código de Trânsito Brasileiro (CTB), a comprovação negativa do exame toxicológico é exigida para os condutores habilitados nas seguintes categorias:

  • C: que estão liberados para dirigir todos os veículos da categoria B + caminhões, máquinas agrícolas, tratores, caminhonetes, etc.;
  • D: que podem dirigir todos os veículos das categorias B e C + vans, ônibus, micro-ônibus, etc.;
  • E: os habilitados para dirigir todos das categorias B, C e D + trailers, reboques, semirreboque, etc.

Portanto, os que são enquadrados nas categorias A e B não precisam realizá-lo.

Também é importante destacar que os condutores com menos de 70 anos precisarão fazer um novo exame a cada 2 anos e 6 meses, contados a partir da data da obtenção ou da renovação da Carteira Nacional de Habilitação.

Já os motoristas que têm mais de 70 anos devem fazer o exame toxicológico apenas no momento da renovação da CNH. Ela acontece, obrigatoriamente, a cada 3 anos.

Minha CNH vence em 2022, preciso fazer exame toxicológico?

Na verdade, depende! Se você é habilitado apenas nas categorias A ou B, o exame toxicológico não é um dos requisitos para a renovação da CNH. Ou seja, você não precisa fazê-lo.

Mas se você está inserido nas categorias C, D ou E, precisará fazer o exame. O CTB determina que ele é necessário para a obtenção e renovação da carteira. Além disso, deverá ter janela de detecção mínima de 90 dias.

Então lembre-se: no momento da renovação, o seu exame precisa estar em dia. Logo, se você precisa renovar a carteira de motorista, agende o teste antes de começar o processo.

A resposta da pergunta também é “sim” para os condutores com mais de 70 anos. Todas as vezes que for preciso fazer a renovação – a cada 3 anos – é necessário apresentar uma nova comprovação negativa do exame toxicológico.

Quais são as penalidades por não realizar o exame toxicológico?

Fazer o exame toxicológico é extremamente importante para condutores habilitados nas categorias C, D e E. Justamente por isso, caso o motorista seja flagrado com o teste vencido 30 dias depois do vencimento, ele sofrerá algumas consequências.

O art. 165-B do CTB descreve a condução de um veículo sem a realização do exame toxicológico como uma infração gravíssima e determina as seguintes penalidades:

  • Multa de R$ 1.467,35 (ou seja, o valor da multa multiplicado por 5);
  • Computação de 7 pontos na carteira;
  • Suspensão do direito de dirigir por 3 meses, condicionado a um novo exame com resultado negativo.

Mas é sempre bom lembrar que a garantia de contraprova e de recurso administrativo também é válida nesse caso. Portanto, caso o condutor receba a multa ou o resultado do exame toxicológico tenha dado positivo, ele pode recorrer e se defender usando justificativas plausíveis.


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Como Saber Se o Exame Toxicológico Está Vencido?

Quer descobrir como saber se o exame toxicológico está vencido? Neste artigo, nós vamos te ajudar!

Antes de qualquer coisa, é preciso ressaltar que este exame é uma exigência prevista em lei para condutores com Carteira Nacional de Habilitação nas categorias C, D ou E. Inclusive, circular com o teste vencido pode gerar penalidades sérias ao motorista.

E é justamente por isso que é tão importante saber quando vence o seu exame para realizá-lo novamente. Está com dúvida e não sabe a data de vencimento? Confira a seguir todas as informações que você precisa para continuar com o documento em dia!

O que é e para que serve o exame toxicológico?

O exame toxicológico é um procedimento que atesta que não ocorreu o consumo de drogas ou substâncias tóxicas nos últimos 90 ou 180 dias antes da sua realização.

No caso da obtenção ou renovação da CNH, ele serve para garantir que os motoristas de algumas categorias estão dirigindo conforme manda a lei.

Além disso, ele garante que nenhum condutor está colocando a vida dele ou de outras pessoas em risco enquanto dirige.

Para realizá-lo, os motoristas precisam ir até um laboratório credenciado pelo Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), ceder uma pequena amostra de pelos ou cabelos e esperar que a análise seja concluída no prazo, que é de, aproximadamente, 48 horas.

De modo geral, o exame toxicológico consegue detectar uma série de substâncias lícitas e ilícitas. Algumas delas são:

  • Metanfetamina;
  • Heroína;
  • Haxixe;
  • Maconha;
  • Ecstasy;
  • Cocaína;
  • Crack;
  • LSD;
  • E mais.

Quem precisa fazer o exame toxicológico?

Como o assunto está em alta, é muito comum que as pessoas tenham dúvidas sobre quem precisa fazer o exame toxicológico. Mas a resposta para essa pergunta é bem mais simples do que parece.

Segundo a determinação do Código de Trânsito Brasileiro (CTB), o resultado negativo do exame deve ser comprovado por condutores das categorias C (que dirigem caminhões, máquinas agrícolas, tratores, caminhonetes, etc.), D (que podem dirigir vans, ônibus, micro-ônibus, etc.) ou E (que dirigem trailers, reboques, semirreboque, etc.)

Ou seja, os condutores que possuem habilitação para dirigir nas categorias A ou B podem ficar tranquilos. Por enquanto, a realização do exame não é um requisito obrigatório para eles.

Quando é preciso fazer o exame toxicológico?

Existem três ocasiões específicas que exigem a realização do exame toxicológico: na obtenção da CNH, na renovação e a cada 2 anos e meio. Mas, ainda assim, existem critérios e exceções.

Conforme o parágrafo 2º do artigo 148-A do CTB, todos os condutores inseridos nas categorias C, D ou E com idade inferior a 70 anos precisarão fazer um novo exame a cada 2 anos e 6 meses.

O prazo deve ser contado a partir da data da obtenção ou da renovação da Carteira Nacional de Habilitação. Nesses dois momentos, também é preciso apresentar o resultado negativo do teste.

Em contrapartida, os motoristas que têm mais de 70 anos só precisam fazer o exame toxicológico no momento da renovação da CNH. Isso porque ela acontece, obrigatoriamente, a cada 3 anos. Ou seja, o prazo é bem menor do que o de outros motoristas mais novos.

Como saber se o exame toxicológico está vencido?

Se você não se lembra quando foi a última vez que realizou o exame toxicológico, não está com o resultado em mãos ou quer fazer uma consulta rápida, existe uma maneira simples de como saber se o exame toxicológico está vencido.

Fizemos um passo a passo para você consultar a data de validade do seu teste:

  1. Instale a Carteira Digital de Trânsito no seu celular;
  2. Com o aplicativo aberto, clique em “Habilitação” e valide a sua identidade;
  3. Ao abrir a CNH digital, arraste para o lado até chegar na página 4 (após a frente, o verso e o QR Code);
  4. Nela aparecerá a mensagem: “Exame toxicológico válido até:” e a data de vencimento logo abaixo;
  5. Pronto! Você pode consultar quantas vezes forem necessárias e deve ficar de olho para que a validade não ultrapasse os 30 dias.

Exame toxicológico vencido gera multa?

Sim. Caso o motorista seja flagrado com o teste vencido há 30 dias ou mais, ele sofrerá as penalidades descritas no artigo 165-B do CTB.

Nesse caso, conduzir um veículo das categorias C, D e E sem a realização do exame toxicológico é considerada uma infração gravíssima e gera as seguintes punições:

  • Multa de R$ 1.467,35 (ou seja, o valor da multa multiplicado por 5);
  • Computação de 7 pontos na carteira;
  • Suspensão do direito de dirigir por 3 meses, condicionado a um novo exame com resultado negativo.

Então, fique atento ao prazo de validade, pois o valor da multa e as outras penalidades são bem mais severas do que a realização do exame toxicológico.


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e-CRV: Como Imprimir Passo a Passo

O Certificado de Registro de Veículos, mais conhecido como CRV, desde o ano de 2021 passou a ser digital. A versão eletrônica do documento, o e-CRV, já é usada por muitos motoristas, mas, por se tratar de algo relativamente recente, muitos condutores ainda têm dúvidas sobre o que é esse documento e qual a sua serventia.

O CRV, que antes era conhecido como DUT (Documento Único de Transferência), contém informações importantíssimas sobre o veículo e embora seja conhecido como um documento do carro, o seu porte não é obrigatório. Também não é necessário fazer a sua renovação todos os anos, ao contrário do CRLV.

Mas o que é de fato o e-CRV e para que esse documento serve? Estas e outras perguntas serão respondidas neste artigo. Boa leitura!

e-CRV: O que é CRV?

Antes de comprar um carro, o motorista precisa se atentar a uma série de fatores importantes e também procurar saber para que serve cada um dos documentos. O Certificado de Registro de Veículos, o CRV, por exemplo, é um documento que contém informações de valor sobre o automóvel e também possui a Autorização de Transferência de Propriedade do Veículo.

O CRV é emitido no momento em que o veículo é registrado junto ao DETRAN. Nele estão contidas informações como o número do chassi, o RENAVAM, a marca, o modelo, a cor, o número de registro e o nome do proprietário. Além disso, na parte de trás do documento também está anexada a ATPV, a Autorização de Transferência de Veículo.

Apesar de também ser conhecido como um documento do carro, o porte do CRV não é obrigatório, pelo contrário. É recomendado ao proprietário do veículo deixar o CRV em casa, assim os riscos de perda ou roubo são menores. E pedir a segunda via desse documento pode ser uma tarefa bem trabalhosa.

Outra dúvida muito comum entre os motoristas é se é necessário renovar o Certificado. Ao contrário do que acontece com o CRLV, o CRV não tem data de validade e só precisa ser renovado caso haja transferência de propriedade, mudança de endereço ou caso o proprietário altere alguma de suas características originais.

Como constam informações relevantes sobre o veículo e sobre o seu proprietário, o CRV é necessário na hora de vender ou trocar de carro. Sem ele não é possível fazer a transferência de propriedade do automóvel.

Qual a diferença entre CRV e CRLV?

É muito comum que as pessoas confundam o CRV com o CRLV, afinal os dois são conhecidos como “documentos do carro”. De forma resumida, o Certificado de Registro de Licenciamento do Veículo, o CRLV, é uma espécie de permissão para conduzir aquele veículo nas vias brasileiras. Ao contrário do CRV, ele é de porte obrigatório e precisa ser renovado anualmente.

Para renovar o CRLV é necessário que não haja nenhuma pendência como multas, IPVA atrasado ou DPVAT.

O que é o e-CRV?

A versão impressa não é mais emitida desde janeiro de 2021, quando o e-CRV passou a ser emitido em todo o território nacional. O documento digital, assim como a versão impressa, é válido em todo o Brasil e contém as mesmas informações sobre o veículo e sobre o proprietário.

Vale ressaltar que somente os veículos comprados a partir de janeiro de 2021 possuem a versão digital do documento. A versão impressa, naquele papel-moeda na cor verde que todo mundo conhece, não existe mais. Mas, caso o proprietário do automóvel deseje, é possível imprimir o documento em casa.

Caso o automóvel tenha sido adquirido antes do dia 04 de janeiro de 2021, então, o proprietário ainda possui o CRV naquela versão impressa em papel-moeda. Ela continua sendo válida em todo o território nacional e não precisa ser trocada pela versão eletrônica do documento.

Vale ressaltar que para que a versão impressa do documento seja válida é importante que ela seja impressa em papel A4 e que todas as informações presentes no documento estejam legíveis, assim como o QR Code.

Como imprimir o documento?

Para baixar e imprimir o e-CRV é bem simples! É possível fazer isso através do aplicativo Carteira Digital de Trânsito, CDT. Basta seguir o passo a passo:

  • Baixar o aplicativo Carteira Digital de Trânsito;
  • Realizar o cadastro no aplicativo;
  • Abrir o aplicativo e selecionar a opção “Veículo”;
  • Preencher corretamente os dados necessários, como as informações do proprietário e o RENAVAM.

Em seguida, a versão digital do CRV aparecerá na tela do smartphone do proprietário e será possível baixar o documento em PDF e depois imprimir. Vale dizer que não é obrigatório imprimir o e- CRV, mas é altamente recomendado, afinal, imprevistos acontecem e nessas horas é bom ter a versão impressa em casa.


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Número da Cédula CNH: Como Encontrar

Se você já manuseou uma Carteira Nacional de Habilitação provavelmente notou que nela constam vários dados, em números e em letras. São tantas informações que, para algumas pessoas, fica até difícil decifrar. Por exemplo, você sabe onde fica o número da cédula CNH?

O que acontece é que alguns números estão nomeados e são facilmente encontrados. Um exemplo que ilustra bem essa situação é o número de registro. Ele é bem sinalizado e fácil de achar. Porém, outros, são um pouco mais difíceis de identificar. 

Por isso, neste artigo, você vai entender onde fica o número da cédula CNH e o que são os outros números que estão na carteira de motorista. Confira!

O que é a CNH?

CNH é a abreviação de Carteira Nacional de Habilitação. Em outras palavras, é o documento que atesta que determinada pessoa está apta para dirigir um veículo. Ela também é comumente chamada de carteira de motorista ou carteira de habilitação.

É importante lembrar que a CNH só é emitida após uma série de procedimentos que realmente comprovem a aptidão. Alguns deles são: fazer aulas teóricas, práticas, exames e provas.

Além disso, também é preciso:

  • Ter mais de 18 anos;
  • Ser penalmente imputável (ou seja, responder pelos seus próprios atos);
  • Saber ler e escrever;
  • Possuir carteira de identidade.

O que é e onde fica o número da cédula CNH?

O número da cédula CNH é um conjunto de nove caracteres que serve como a numeração de identificação nacional.

Conforme o Departamento Estadual de Trânsito (Detran) do Espírito Santo e o Departamento de Estradas de Rodagem (DER) do Paraná, ele fica na parte frontal do documento. Trata-se da sequência de números na posição vertical que fica na lateral esquerda da carteira de motorista.

Contudo, a Resolução n.º 886, de 13 de dezembro de 2021, do Conselho Nacional de Trânsito (CONTRAN), aponta essa numeração como sendo o “número de espelho” da CNH. A única diferença é que ele é descrito com 9 números mais 1 dígito verificador.

Então, provavelmente, você vai encontrar documentos que utilizam as duas nomenclaturas, mas se referem à mesma sequência numérica.

Infografico CNH 2x 100 scaled

Quais são as informações presentes na CNH?

Como dissemos, a quantidade de informações presentes na carteira de habilitação é grande e, por isso, alguns condutores têm dificuldades para identificar todas as numerações e dados corretamente.

Se você é um deles, não se preocupe! Nós explicamos todas as informações que constam na Carteira Nacional de Habilitação para você entendê-las de uma vez por todas e nunca mais esquecer.

Confira a seguir e aprenda a decifrar todos os detalhes da sua CNH!

FRENTE

  • Dados pessoais: Como o nome sugere, são as informações pessoais de cada condutor. Os campos são preenchidos com nome, documento de identidade, CPF, data de nascimento e os nomes dos pais;
  • Categoria: No referido campo é descrita a categoria na qual o condutor é habilitado para dirigir: A, B, C, D ou E;   
  • Número de registro: Está impresso na cor vermelha e pode ser definido como o número principal de identificação nacional. Ele é composto por 9 caracteres e 2 dígitos verificadores de segurança;
  • Validade: Naturalmente, é ali que consta o dia, o mês e o ano em que a carteira de motorista vence e precisa ser renovada. Dada a sua importância, ela também está escrita na cor vermelha;
  • Data da 1ª habilitação: Consta o dia, o mês e o ano da primeira habilitação feita pelo proprietário.

VERSO

  • Assinatura do portador: Trata-se da assinatura que valida e veracidade do documento;
  • Local e data de emissão: Ali ficam a cidade, o estado, o dia, o mês e o ano em que a CNH foi emitida;
  • Número do espelho da CNH: Como já citamos, o número do espelho (também chamado de “número da cédula”) fica na lateral esquerda da frente e do verso e serve como segundo número de identificação;
  • Código numérico de validação: Fica logo abaixo da data de emissão e tem 11 números;
  • Número do Renach: É o número que consta no Registro Nacional de Carteira de Habilitação (Renach). Ele fica abaixo do código numérico de validação e é composto pela sigla da Unidade Federativa expedidora do documento, seguida de 9 números;
  • QR Code: Fica impresso na parte traseira e é um código de segurança para a validação do documento.

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Apreensão de Veículo

A típica situação que nenhum motorista deseja passar é a de ter o seu carro guinchado ou apreendido e, ainda assim, muitos não fazem ideia do que pode causar a apreensão dos seus veículos.

Seja por questões mais simples, como estacionar no lugar errado, ou questões mais delicadas, envolvendo as burocracias referentes à documentação, a apreensão de um veículo é complicada por diversas razões.

Então, como evitar situações que acabam causando a apreensão do veículo? O que fazer nesses casos e como proceder para recuperar o veículo? É preciso pagar algum tipo de multa?

Esclarecemos todas as dúvidas ligadas à apreensão de veículos e como recuperá-los da melhor forma. Confira tudo isso agora no artigo a seguir!

Antes de tudo, o que é uma apreensão de veículo?

Uma das definições apresentadas no dicionário para a palavra “apreensão” é: o ato de tomar algo de outrem que não deveria possuir. Podemos dizer que a apreensão de veículo é um pouco parecida com isso, mas depende.

Apreender um veículo é o ato de tomá-lo para o órgão fiscalizador referente àquilo que o veículo está inadimplente.

Essa inadimplência pode ser várias coisas: desde um veículo estacionado em locais proibidos até inadimplência de documentações referentes ao automóvel.

Nesses casos, o veículo é apreendido, normalmente guinchado, e levado até um determinado local para ficar aguardando que o motorista resolva as questões pertinentes à sua apreensão.

O motorista com um veículo apreendido é multado?

Sim, o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) prevê uma multa referente a esses casos, para duas situações diferentes. Confira a seguir as situações em que um veículo guinchado também é multado:

Estacionamento em local proibido

Quando o motorista estaciona em local proibido com sinalizações, a gravidade da infração é média, adicionando 4 pontos à CNH do motorista e gerando uma multa no valor de R$130,16.

Estacionamento ou parada em local proibido

Nesse caso, não é preciso chegar ao estacionamento do veículo no local, mas apenas uma parada, por mais rápida que seja, como em rodovias expressas, é infração.

Essa infração é grave, o que implica na adição de 5 pontos na CNH do proprietário do veículo, gerando ainda uma multa no valor de R$195,23.

Em ambos os casos, o Código de Trânsito Brasileiro prevê a remoção do veículo como medida administrativa, ou seja, a apreensão do veículo.

O que fazer para evitar que o veículo seja apreendido?

Nós sabemos: são muitos documentos que o proprietário precisa tomar conta e a maioria precisa ser atualizada anualmente, o que só dificulta as coisas e pode acabar deixando algo passar batido, sem atualizar ou pagar o imposto previsto.

No entanto, é preciso estar atento a todos esses documentos, pois eles podem ser o diferencial para o seu carro ser apreendido ou não.

Portanto, garanta que os seguintes documentos estejam em dia:

  • Certificado de Registro e de Licenciamento do Veículo (CRLV), mais conhecido simplesmente como Licenciamento;
  • Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA);
  • Caso o veículo possua alguma multa registrada, é importante quitar o débito o mais rápido possível.

Qualquer um desses documentos pode levar o seu veículo à apreensão, caso esteja atrasado ou com alguma inadimplência.

Além disso, se o seu veículo for guinchado, você precisará quitar todas essas dívidas antes de conseguir liberá-lo, então, o melhor a ser feito é pagar antes.

Ainda mais se considerarmos que existem outros custos na apreensão, fora esses impostos e documentos citados acima.

Caso o veículo seja guinchado, o que preciso fazer?

Como falamos acima, é preciso garantir que o automóvel não tenha nenhum débito ou dívida em seu registro, então, garanta que todos os documentos estão em dia e nenhuma multa está registrada.

Caso o veículo tenha sido guinchado por estacionar em local proibido, é preciso pagar essa multa primeiro.

Além desses custos, existem alguns outros que precisam ser considerados quando vamos calcular o gasto total da apreensão. Como, por exemplo:

  • Frete do veículo, do local da apreensão até o pátio onde está estacionado;
  • Diárias utilizadas pelo veículo enquanto está no pátio;
  • Valor do reboque.

Tudo isso pode agravar mais a situação, afinal, quanto mais tempo ele ficar retido, mais diárias serão necessárias.

Existe uma data-limite para retirar o veículo?

Sim. Segundo o art. 328 do CTB, o motorista tem até 60 dias para resgatar o carro do pátio. Após esse período, o veículo pode ir a leilão.

Agora você já sabe tudo que precisa saber sobre a apreensão de um veículo e como proceder corretamente nesses casos.


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Como Parcelar Multa de Trânsito

Duvido muito que quando você vai fazer as contas do mês e passar todos os gastos para o papel, exista um valor reservado mensalmente para multas de trânsito.

As multas costumam ser acontecimentos esporádicos, que não costumam entrar no nosso orçamento e com valores que podem ser irrisórios até chegar a alguns milhares de reais, a depender da gravidade da multa.

No fim das contas, apesar de ser óbvio que ninguém gosta de pagar multas, existe um ponto ainda mais crucial: nem todo mundo consegue arcar com os custos de algumas multas.

Então, o que pode ser feito nesses casos? O que um motorista pode fazer para tentar negociar o valor da multa cometida? Dá para parcelar esse valor? Se sim, existem juros? E, o mais importante: como fazer o parcelamento de uma multa?

Preparamos um artigo completo sobre o assunto, explicando se é possível parcelar uma multa no seu caso e como fazer isso. 

Confira na íntegra e boa leitura!

É possível fazer o parcelamento de uma multa?

Os órgãos de trânsito entendem que, por mais que alguém cometa uma infração de trânsito e precise arcar com as consequências, não significa que a pessoa tenha o valor referente à multa, especialmente aquelas com valores mais altos.

Então, para ajudar o motorista infrator a evitar dívidas e negociar as multas de valores mais altos, o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) permite que haja o parcelamento delas.

No entanto, não são todos os casos que podem solicitar o parcelamento. Confira a seguir alguns dos casos em que não é possível realizar o parcelamento da dívida, segundo a Resolução n.º 697 do Conselho Nacional de Trânsito (CONTRAN):

Multas com validade expirada

Toda multa tem uma data-limite para o seu pagamento e, quando essa data expira, ela se torna uma dívida ativa, impossibilitando o parcelamento.

Veículos com registro em estados diferentes

Quando a infração é cometida em um estado diferente de onde o veículo está registrado, o motorista não pode realizar o parcelamento, precisando pagar o valor integral da multa.

Cobrança administrativa

Nos casos em que o pagamento da multa é inscrito em uma cobrança administrativa, o parcelamento também não é possível. Sendo assim, a única forma de quitar a dívida é pagando o valor integral do débito.

Multas autuadas por alguns órgãos

Existem órgãos que não dão a possibilidade de parcelar as multas para o motorista, sendo preciso pagar o valor integral.

Como posso fazer o parcelamento da multa?

Considerando que a multa não se enquadra em nenhum dos exemplos citados acima, o processo para parcelamento é mais simples do que podemos imaginar.

Existem duas formas de realizar o procedimento:

On-line

Com tudo que vivemos na pandemia, foi mais que necessário migrar alguns processos para os portais de serviços dos órgãos e um deles foi o parcelamento de multas.

Através do portal do DETRAN do seu estado é possível realizá-lo de forma simples. Para saber qual o site referente ao seu estado, clique aqui e confira a lista completa.

No portal, é possível verificar todos os débitos e multas disponíveis para parcelamento.

Presencial

Apesar de o método on-line trazer mais praticidade, o presencial continua funcionando normalmente e atendendo casos da mesma forma, especialmente aqueles que possuem mais dificuldade com a tecnologia.

Para realizar esse procedimento presencialmente, é preciso ter consigo alguns documentos, tanto pessoais quanto do veículo. Confira a lista:

Presencialmente é possível consultar todos os débitos e multas no nome do motorista e no registro do veículo, assim como no portal.

Em seguida é possível pedir o parcelamento das multas que se enquadram nas regras definidas pelo CONTRAN.

Se eu não quiser pagar a multa, posso recorrer?

Se o motorista acredita que a multa foi aplicada de forma injusta ou, ainda, que o seu caso específico é uma exceção, como um caso de urgência médica, é possível, sim, entrar com recurso.

Na verdade, o CTB prevê que todo condutor possui o direito a recorrer uma multa, independente da gravidade da infração cometida.

Para entender como o recurso funciona da melhor forma, clique aqui e confira o artigo na íntegra.

Agora você já sabe tudo que precisa sobre como funciona o parcelamento das multas de trânsito e como fazer isso da maneira que preferir.


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