terça-feira, 4 de novembro de 2025

Volkswagen Caminhões e Ônibus apoiará o Laneshift Rio

Programa internacional visa ampliar a infraestrutura pública de recarga para veículos elétricos no Rio de Janeiro

A Volkswagen Caminhões e Ônibus vai oferecer consultoria e apoio técnico ao programa internacional Laneshift Rio, iniciativa global da C40 Cities e The Climate Pledge que busca ampliar a infraestrutura pública de recarga para veículos elétricos no Rio de Janeiro. A montadora participa da Aliança Cidade-Empresa Laneshift, junto a outras companhias estratégicas.

O e-Delivery, primeiro caminhão elétrico totalmente desenvolvido e produzido no Brasil, integra o projeto que testa um modelo de hub público de recarga. Focada em soluções sustentáveis para o transporte comercial, a Volkswagen vê na iniciativa uma oportunidade de colaborar com o poder público e parceiros na criação de uma rede robusta de recarga para veículos elétricos de carga.

Segundo Roberto Cortes, CEO e presidente da VW Caminhões e Ônibus, a cooperação entre os setores público e privado é essencial para acelerar a descarbonização do transporte de carga. “O Laneshift permite testar modelos reais de recarga pública e aplicar nossa experiência em veículos elétricos, reduzindo a dependência de infraestrutura própria e ampliando as possibilidades de expansão das frotas elétricas”, afirma.

O Laneshift prevê instalar 15 novos eletropostos públicos até 2028. Desde julho, o grupo opera um projeto-piloto com dois pontos abertos ao público: o Eletroposto Carioca, na Barra da Tijuca (primeiro hub de recarga pública da cidade) e outro na Avenida Brasil. Ambos funcionam como laboratórios urbanos. A VW apoia essa fase de testes com dados e experiências de campo, ajudando na expansão da rede de recarga no município.

O piloto já soma mais de 1.000 sessões de recarga e 35 MWh consumidos, com diferentes veículos de carga. Hoje, 20% das recargas públicas do Rio são feitas por esse tipo de veículo. As informações coletadas servirão de base para a implantação dos novos pontos previstos no Plano Estratégico 2025–2028 da cidade, com suporte técnico da Laneshift.

Para Gabriel Tenenbaum, diretor de implementação da C40 na América Latina, “a colaboração entre governos, empresas e sociedade é fundamental para construir um futuro mais limpo e sustentável, reduzindo a poluição e criando novas oportunidades para a logística urbana”.

 

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Como analisar os sinais elétricos do sensor MAF – Ford Ranger 2.2

Componente auxilia a ECU para o cálculo da quantidade de combustível a ser injetada

 

 

No motor, o sensor MAF (Mass Air Flow – Fluxo de Massa de Ar) tem a função de medir a quantidade de ar que é admitida, para que a ECU calcule a quantidade adequada de combustível a ser injetada. Dessa forma, a revista O Mecânico traz o procedimento de análise dos sinais elétricos do sensor MAF da Ford Ranger.

Os valores e formato de onda mostrados são válidos para a picape fabricada entre 2012 e 2022, quando equipada com o motor 2.2 da família Duratorq. Esse propulsor diesel chegou a entregar potência máxima de 160 cv e 39,3 kgfm de torque após atualizações.

Para iniciar o diagnóstico, primeiro é preciso verificar o valor de tensão do pino 4 do conector do sensor de massa de ar, que deve ficar próximo de 12,7 V. Depois, meça o sinal do pino 2 do conector do sensor, que deve apresentar variação de tensão entre 5,0 V (sensor em repouso) e 0,5 V (transmitindo).

 

 

Após essas medições, agora com o motor ligado, compare a frequência e valor de tensão do sinal do pino 2 do conector do sensor, nas situações de motor em marcha lenta e em 3.000 rpm. Também, verifique o valor de tensão do pino 5, referente ao sinal de temperatura do ar admitido, que deve ficar próximo de 2 V em 25ºC.

 

 

Mecânico Pro

 

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segunda-feira, 3 de novembro de 2025

Chinesa Geely compra 26,4% da Renault brasileira para produzir elétricos no Paraná

Marcas têm plano para ampliar a capacidade produtiva do complexo em São José dos Pinhais

A Geely comprou 26,4% das participações da Renault do Brasil. O comunicado foi feito pelo Grupo Renault e a Geely Holding. Com isso, a fabricante chinesa irá produzir veículos elétricos e híbridos em São José dos Pinhais, no Paraná, ampliando a capacidade produtiva do complexo paranaense. Além disso, a marca oriental terá acesso à rede comercial da empresa europeia.

“A parceria que estamos anunciando hoje com a Geely no Brasil marca uma etapa decisiva no avanço da nossa estratégia internacional, definindo uma cooperação ágil fundamentada na excelência industrial e liderança tecnológica. Mais uma vez, a combinação das nossas forças vai aumentar nossa competitividade, inovação e reatividade, em um mercado automotivo em rápida evolução”, ressaltou François Provost, CEO do Renault Group. Já Erci Li, Presidente do Geely Holding Group, comentou: “Nossa cooperação constante com a Renault na exploração de novos mercados e novas oportunidades constituirão um cenário ganha-ganha, pois tanto a Renault como a Geely têm condições de alavancar tecnologias de escala em escopo global, para trazer os melhores produtos para o mercado”.

Vale lembrar que a Geely já começou a vender por aqui o EX5, modelo 100% elétrico, que já teve mais de 159 unidades emplacadas, em setembro passado, segundo a Fenabrave. O SUV também deve ser produzido por aqui no futuro. A marca também irá lançar no Brasil o EX2, um veículo elétrico rival do BYD Dolphin Mini. Além dos carros chineses, que serão produzidos no Paraná, a Renault produz o Kardian e o Boreal.

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Veja os sinais de que o motor está fora do sincronismo

Ruídos anormais, perda de potência e falhas na partida são os indícios mais comuns

 

 

O correto sincronismo é fundamental para um bom funcionamento do motor, permitindo que o movimento dos pistões e a abertura das válvulas ocorram no momento exato. Pensando nisso, a revista O Mecânico traz os principais sinais de que há problemas no sincronismo.

Um dos primeiros sinais que indicam que o motor pode estar fora de sincronismo é a dificuldade na partida, visto que o tempo de ignição pode não coincidir com o ciclo correto de compressão, fazendo com que a mistura ar-combustível não seja queimada no momento adequado.

Outro sintoma comum é a perda de potência e torque, especialmente em altas rotações e cargas. Também, um aumento excessivo no consumo de combustível pode sinalizar problemas no sincronismo, dado que uma alteração no tempo de abertura das válvulas pode comprometer a queima da mistura, fazendo com que a ECU precise compensar com mais injeção de combustível.

 

Sincronismo do motor FCA 1.8

 

Já ruídos metálicos e vibrações incomuns, principalmente ao acelerar, também podem indicar que existe uma folga excessiva na corrente ou correia, um desalinhamento ou dentes fora de sincronismo.

Por fim, é fundamental que o mecânico faça uma análise do sincronismo do motor quando necessário, visto que usar o motor fora do sincronismo por longos períodos pode prejudicar a vida útil dos demais componentes, como válvulas, pistões e eixos de comando de válvulas.

 

 

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domingo, 2 de novembro de 2025

Modefer dá dicas para conservação de hélices e embreagens viscosas

Empresa destaca importância da manutenção preventiva para evitar falhas no sistema de arrefecimento e prolongar a vida útil dos motores

 

 

Nos veículos, a manutenção dos motores é um fator muito importante para aumentar a sua eficiência e durabilidade, especialmente em frotas onde o controle dos custos operacionais é essencial. Ainda assim, Hermes Santos, CEO da Modefer, destaca que muitos proprietários e gestores ainda subestimam o papel da manutenção preventiva das hélices e embreagens viscosas, que têm influência direta no desempenho térmico e na integridade do motor.

De acordo com o executivo, essas peças compõem o sistema de arrefecimento, responsável por manter a temperatura adequada de funcionamento do motor. Quando negligenciadas, podem gerar consequências severas, como superaquecimento, queda de potência, aumento do consumo de combustível e desgaste prematuro de componentes.

Para reduzir falhas e custos desnecessários, o CEO da Modefer recomenda investir em manutenção preventiva. Essa prática permite a inspeção e substituição programada das peças antes que apresentem falhas graves, evitando paradas não planejadas e prejuízos.

Outro ponto destacado é a importância de identificar precocemente os sinais de desgaste. Vibrações, ruídos anormais, elevação da temperatura do motor, ventilação insuficiente e vazamentos de fluido viscoso são indícios de que algo está errado. O ideal é realizar inspeções a cada 20 a 30 mil quilômetros ou nas revisões periódicas semestrais.

A capacitação técnica dos motoristas e gestores é outro fator decisivo para a conservação dos componentes. Entender o funcionamento das hélices e embreagens viscosas, bem como os sintomas de falha, permite que as equipes atuem de forma proativa na manutenção, evitando danos maiores.

Por fim, a empresa ressalta que a manutenção periódica deve ser vista como um investimento estratégico, e não como despesa. A revisão adequada dessas peças garante maior segurança, economia e competitividade para frotas e transportadoras.

 

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sábado, 1 de novembro de 2025

Hyundai Mobis lança linha de peças PL2 com produção nacional

Exclusiva das concessionárias Hyundai, a novidade é voltada para veículos com mais de três anos de uso

A Hyundai Mobis lançou a nova linha de peças genuínas PL2, criada para atender veículos Hyundai com mais de três anos de uso. A ideia é ampliar o acesso de peças originais a veículos que por muitas vezes já estão fora do período de garantia mas desejam qualidade no padrão de suas manutenções corretivas, preventivas e preditivas.

A iniciativa busca oferecer peças originais com preços mais acessíveis, evitando que os clientes optem por componentes paralelos. O primeiro item da linha é o jogo de pastilhas de freio para o Hyundai Creta (2017–2024), com vendas iniciadas em 28 de outubro em todas as concessionárias Hyundai do Brasil. Em breve, será lançado o modelo para o HB20 1.0 (2012–2018). As pastilhas são produzidas no Brasil com os mesmos padrões de qualidade das peças originais.

Com a PL2, a Hyundai Mobis busca atender proprietários de veículos fora da garantia, oferecendo qualidade, segurança e bom custo-benefício.

Segundo Mauro Borges Jr, gerente comercial da Hyundai Mobis Brasil, “a nova linha oferece uma alternativa genuína para manutenção e reposição, ajudando a reaproximar os clientes da rede de concessionárias.”

As peças PL2 já estão disponíveis para compra e instalação nas concessionárias Hyundai de todo o país. A marca alerta que o uso da linha em veículos com menos de três anos pode invalidar a garantia do sistema em que forem aplicadas.

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Pivô de suspensão: veja os cuidados necessário durante a manutenção

Avaliar a bandeja de suspensão e utilizar ferramentas adequadas são cuidados essenciais na substituição do pivô de suspensão

Feito em metal e borracha, o pivô de suspensão liga a carroceria ou o chassi ao telescópio e à manga de eixo, permitindo o movimento das rodas. Segundo Leandro Leite, coordenador de Assistência Técnica e Garantia da Nakata, o componente é essencial para a dirigibilidade e a segurança do veículo. Se o pivô se romper, a ligação entre a suspensão e as rodas é perdida, o que pode causar acidentes.

Na hora da troca do pivô, é importante verificar o estado da bandeja, especialmente o alojamento. Se estiver ovalizado, deformado ou alargado, pode causar ruídos ou até a soltura da peça, exigindo a substituição do conjunto. Caso esteja em boas condições, o novo pivô deve ser instalado com prensa e ferramentas adequadas, aplicando a carga na aba da carcaça forjada, nunca na tampa. Leite reforça: “Não use martelo, pois o impacto pode danificar a peça e comprometer seu funcionamento.”

A coifa protetora também requer atenção. Em alguns modelos, ela pode se danificar durante a instalação. Por isso, a Nakata oferece pivôs com a coifa desmontada, que deve ser colocada apenas após o pivô estar fixado à bandeja.

Durante o processo, o ambiente deve estar limpo para evitar a contaminação da graxa. “A durabilidade do pivô depende da integridade da coifa. Mantê-la em boas condições é fundamental para o bom funcionamento do sistema”, conclui Leite.

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