quarta-feira, 29 de março de 2023

Tecfil completa 70 anos de atividades 

Tecfil completa 70 anos de atividades. Imagem: Divulgação/Tecfil

 

A fabricante de filtros brasileira Tecfil completa 70 anos de atividades. Fundada em 1953, a Tecfil produz mais de 5.800 modelos de filtros, atendendo tanto os segmentos de leves, pesados e motocicletas, quanto de máquinas pesadas e implementos agrícolas, exportando seus produtos para mais de 60 países.  

 

Nos últimos 10 anos, a Tecfil mais do que dobrou a sua capacidade industrial, saltando de quatro milhões para mais de dez milhões de unidades por mês. Nesse período, também se tornou a primeira empresa do setor de filtros automotivos a ser certificada pela consultoria Great Place To Work (GPTW) como um dos melhores lugares para se trabalhar no Brasil. 

 

“A Tecfil é uma empresa que sempre teve a visão de ir além, de inovar e de oferecer soluções eficientes para o mercado. Por isso, estamos muito orgulhosos de chegar ao marco de 70 anos, com uma trajetória pautada na inovação, na qualidade e no compromisso com a excelência no atendimento aos clientes”, afirma o CEO da Tecfil, Thomas Bärmann. “A contribuição de nossos colaboradores, clientes e parceiros também foi fundamental para alcançarmos nossa atual posição de mercado”, destaca. 

  

A empresa desenvolve também um programa de ações voltadas às boas práticas ambientais, sociais e de governança em sua estratégia, para tornar suas operações cada vez mais sustentáveis e com impacto socioambiental positivo. Nesse sentido, promove ações de conscientização sobre a importância de cuidar dos resíduos, preservar os recursos naturais, combater o desperdício e incentivar o consumo consciente. 

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terça-feira, 28 de março de 2023

Entrevista: Cinco perguntas para a Maxon Oil

Entrevista Maxon Oil - Ed.347 - Foto de abertura
Edson Reus e Marcos Gulin

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A Maxon Oil, marca de lubrificantes automotivos da Teclub, está presente desde 2013 no mercado, produz mensalmente mais de dois milhões de litros de óleo para os segmentos de veículos leves, pesados e motos. O diretor comercial administrativo, Edson Leandro dos Reis, e o diretor de operações, Marcos Luiz Gulin (ambos administram a empresa de forma conjunta) concederam entrevista exclusiva para a Revista O Mecânico para falar sobre seus produtos, as novas linhas de lubrificantes lançadas recentemente, o posicionamento da empresa no mercado para 2023 e o papel do mecânico dentro da estratégia da marca.

Revista O Mecânico: Como a Maxon Oil se posiciona no mercado atualmente?

Edson Leandro dos Reis: Nosso principal foco é a linha automotiva de lubrificantes. A Maxon Oil começou como uma alternativa de lubrificantes com custo mais acessível, mas hoje trazemos outros produtos com outras especialidades, outras chancelas e homologações superiores. Redesenhamos nossa linha em 2022 fazendo com que tivéssemos produtos específicos como uma linha mais acessível, outra com normas mais atuais e outra com o que temos de melhor dentro do mercado de lubrificantes atualmente.

Marcos Luiz Gulin: Nós somos um lubrificante de qualidade, todos nossos produtos saem daqui testados pelo menos três vezes. Temos um controle de qualidade na matéria prima, no envase e também após o produto ser embalado para garantir a qualidade daquilo que estamos entregando. Todos os nossos fornecedores de aditivos e óleos básicos são homologados, alguns até internacionais. Temos um dos laboratórios mais completos, podendo fazer diversos testes diferentes para os produtos.

O Mecânico: De qual forma os produtos estão sendo trabalhados para o consumidor final?

Edson Leandro dos Reis: Temos feito bons investimentos de marketing na marca Maxon Oil, principalmente no automobilismo em categorias como Stock Car, Porsche Cup e Copa Truck. Usamos esses patrocínios no automobilismo como uma forma de divulgar nosso produto, passando a mensagem de que se o produto é utilizado em um carro de corrida que utiliza os motores no limite, você pode utilizá-lo em seu carro. Criamos também uma área de inteligência de mercado para entender quais são as dores do mecânico para estar mais próximo deles e ser uma das primeiras opções de escolha.

Marcos Luiz Gulin: Estamos também com uma estratégia de pulverização da marca, colocamos nosso produto em todos os estados da federação. Todo o país é coberto por algum representante nosso. Temos também levado conhecimento para eles, para os clientes deles, indo até o aplicador que são os formadores de opinião. A Revista O Mecânico e o Congresso Brasileiro do Mecânico são formas de comunicação eficazes, pois atingem esse público.

O Mecânico: Para a empresa, qual o papel do mecânico nesse processo de levar o produto até o consumidor final?

Edson Leandro dos Reis: A importância é 100%, se não for por ele, não vendemos um litro de lubrificante. Quem compra não é o dono do carro, quem compra é quem vai fazer a manutenção, ele que vai dizer para o dono do veículo qual marca utilizar. O mecânico hoje é o nosso público alvo, não o dono do veículo. Claro que ele é muito importante, mas o público alvo e parceiro e principal vendedor é o mecânico.

Marcos Luiz Gulin: É na ponta, com os mecânicos que as coisas acontecem. Nós precisamos que essa informação chegue até o mecânico, nós precisamos que ele entenda do nosso produto e acima de tudo que ele confie na gente. Estamos investindo pesado em marketing nos últimos três anos, mas nesse ano vamos investir mais em treinamento voltado tanto para os vendedores, quanto para os mecânicos. Precisamos dessa troca de informações também para saber qual é a demanda do mercado.

O Mecânico: Falando em novos produtos, como a empresa tem trabalhado os últimos lançamentos e quais os planos para os próximos lançamentos?

Edson Leandro dos Reis: Tivemos 16 produtos lançados em 2022, estamos tentando trazer ao mercado a gama mais atualizada, as melhores especificações para os veículos mais atualizados. Estamos buscando viscosidades cada vez mais baixas para esses motores que estão cada vez menores. Temos bastantes novidades para o mercado nos próximos meses.

Marcos Luiz Gulin: Nós temos um portfólio completo e estamos alinhados com as novas tendências do mercado. Seja linha leve, linha pesada, linha industrial, transmissão ou motocicleta estamos buscando cada vez mais deixar o nosso portfólio mais forte.

O Mecânico: Quais os principais benefícios e desafios em administrar uma empresa conjuntamente? E os principais desafios?

Edson Leandro dos Reis: Nós temos dois diretores que se completam. Eu tenho uma pegada mais comercial e administrativa. O Marcos é mais operacional, de fábrica, é um cara que coloca a mão na massa.

Marcos Luiz Gulin: Eu acho que nós temos uma forma de trabalhar que é uma complementaridade de características. Ao mesmo tempo que temos perfis bem diferentes, nós trabalhamos complementando um ao outro. O Edson tem uma visão focada para estratégia, mercado, tendências, política e economia. Já eu sou voltado para a operação da empresa, logística, produção, qualidade e manutenção. Nós nunca fazemos nada sozinho, nós nos consultamos o tempo todo.

Edson Leandro dos Reis: Como pós e contras há um leve engessamento nas tomadas de decisões porque elas precisam ser em conjunto, não mais isoladas. Quando se toma uma decisão sozinho, ela é mais rápida.

Marcos Luiz Gulin: Eu não me interesso pelos defeitos do Edson, eu me interesso pelas qualidades, são com elas que eu aprendo e evoluo. É assim que nós fazemos: somando.

por Daniel Palermo

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Magneti Marelli anuncia novos faróis para o mercado de reposição

Magneti Marelli anuncia novos faróis para o mercado de reposição - Foto: divulgação/Magneti Marelli
Magneti Marelli anuncia novos faróis para o mercado de reposição – Foto: divulgação/Magneti Marelli

 

 

A Magneti Marelli expande seu catálogo de faróis para o mercado de reposição ao anunciar a linha para o modelo Fiat Strada a partir de 2020. Os códigos são IMM0322262 (lado esquerdo) e IMM0321261 (lado direito).

Além dos faróis para a nova Strada, a Magneti Marelli lançou também novos itens para os Fiat Uno Way e Sporting, com os códigos IMM0322272 (lado esquerdo) e IMM0321271 (lado direito), ambos com corretor de carga.  Esses faróis substituem os códigos IMM0322192 e IMM0321191, que não possuíam o corretor de carga, cuja função é permitir a regulagem vertical do farol, manualmente, conforme indicações do manual do proprietário do veículo.

Composta por mais de 250 códigos, a linha de iluminação automotiva da marca atende a diversas aplicações para veículos da linha leve. Em seu portifólio há lâmpadas homologadas pelo Inmetro (Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia).

 

Manutenção dos faróis 

O desempenho dos faróis, e das lanternas, depende de alguns cuidados de manutenção que, se não forem executados, podem comprometer a segurança nas vias públicas e pesar no bolso. Conforme o CTB (Código de Trânsito Brasileiro), circular com faróis desregulados, defeito no sistema de iluminação, sinalização ou com lâmpadas queimadas é considerado infração de trânsito e o motorista pode ser multado e penalizado com pontos na CNH (Carteira Nacional de Habilitação).

A regulagem periódica do alinhamento do facho luminoso é necessária para garantir a incidência adequada de luz no trajeto, proporcionando boa visibilidade e evitando o ofuscamento para os motoristas que transitam no sentido contrário. Faróis desregulados ou com lentes opacas precisam ser regulados ou substituídos em oficinas especializadas. Embora não haja necessidade de regulagem, também é importante dar atenção à manutenção das lanternas.

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Texaco lança novo óleo Havoline 5W-40 API SP

Texaco lança novo óleo Havoline 5W-40 API SP. Foto: Divulgação/Texaco

 

A ICONIC, empresa gestora da marca Texaco no Brasil, lança no mercado brasileiro o óleo de motor Havoline Full Synthetic 5W-40 API SP, lubrificante sintético desenvolvido para motores de quatro tempos com turbocompressor e injeção direta, além de abastecimento flex, a gasolina, etanol ou GNV.

 

Segundo a fabricante, o lubrificante atende a todos os veículos que requerem óleo com viscosidade 5W-40 e é especialmente desenvolvido para atender às demandas brasileiras em crescimento. Segue todas os elevados parâmetros determinados pela especificação API, desenvolvida pelo American Petroleum Institute.e pode ser utilizado em motores onde são recomendados níveis de desempenho API anteriores (SN, SM, SL e SJ). O produto excede as mais atuais e exigentes especificações da indústria automotiva.

 

Ainda de acordo com a Texaco, o óleo proporciona proteção superior contra o desgaste do motor e pré-ignição em baixas velocidades, formação de borras e depósitos, menor espessamento do óleo por oxidação e ampla limpeza dos pistões, além de economia de combustível e longos períodos de troca.

 

“O Havoline Full Synthetic 5W-40 API SP é o mais novo lubrificante da Texaco. Com este lançamento para veículos leves, reforçamos a liderança tecnológica da marca no mercado brasileiro. Ainda apresentamos a melhor relação custo-benefício ao consumidor com um produto que supera as expectativas das principais especificações internacionais”, analisa o diretor de marketing da ICONIC, Paulo Gomes.

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segunda-feira, 27 de março de 2023

Excelite lançará linha de iluminação na Automec 2023

Excelite lançará linha de iluminação na Automec 2023. Foto: site Excelite

 

Fornecedora original de lâmpadas, a marca coreana Excelite apresentará sua linha completa para veículos leves, pesados e motos na Automec 2023. Os visitantes da feira poderão conhecer de perto os lançamentos da nova linha da empresa e tecnologias que a Excelite tem investido em sua produção, com o objetivo de fornecer cada vez mais soluções e inovações para seus clientes.

A Excelite é fornecedora para as marcas Hyundai, Kia e Ssangyong, além da linha General Motors. Recentemente, expandiu sua parceria para a BMW, Chrysler, Daimler, Ford, Honda, Mitsubishi, Porsche, Renault, Rivian, Subaru, Toyota e Volkswagen.

Os produtos Excelite são fabricados pela DH Lighting, fundada em 1994 na Coréia do Sul. Hoje, a marca é reconhecida pela tecnologia em lâmpadas halógenas e é exportada para mais de 40 países, incluindo o Brasil. 

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Novo Hyundai HB20 1.0 TGDI requer manutenção especializada? Veja o Raio X

Raio X - Ed.347 - Foto de abertura

Avaliamos as condições de reparabilidade do Hyundai HB20 Platinum Plus 1.0 TGDI, que traz visual renovado e motor 1.0 turboalimentado de 120 cv com injeção direta

O Hyundai HB20 1.0 TGDI teve seu design renovado para a linha 2023. O exterior traz linhas mais retas, diferente do aspecto mais arredondado do modelo anterior apresentado em 2019.

O Hyundai HB20 hatch tem variantes com motor Kappa 1.0 de aspiração natural e câmbio manual de 5 marchas e com o motor Kappa 1.0 TGDI. Este último possui turbo e injeção direta de combustível e é capaz de gerar 120 cv de potência a 6.000 rpm e 17,5 kgfm de torque a 1.500 rpm. Nas versões TGDI, o câmbio é automático de 6 marchas.

As dimensões do modelo apenas se diferenciam do anterior no comprimento do veículo. O hatch compacto possui 4.015 mm – 75 mm maior do que o antecessor (3.940 mm). Largura (1.720 mm), altura (1.470 mm) e a distância entre-eixos (2.530 mm) mantiveram o valor do antecessor.

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Edson Roberto de Ávila, proprietário da Mingau Automobilística, em Suzano/SP

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A versão Platinum Plus, analisada pela Revista O Mecânico, parte do preço de R$ 117.090, e que pode chegar até R$ 118.690, dependendo da configuração de cor escolhida para o veículo.

Nesta versão, o hatch possui sistemas que auxiliam o condutor por meio de sensores e câmeras instaladas. Eles são responsáveis pela medição de parâmetros para o funcionamento de sistemas como frenagem autônoma (FCA), identificando automóveis e presenças à frente do veículo; assistente de permanência e centralização em faixa (LKA e LFA); assistente de tráfego cruzado traseiro (RCCA), sistema que detecta veículos que se aproximam em ponto cego quando o condutor está com a marcha ré engatada.

Para avaliar as condições de manutenção do Hyundai HB20 Platinum Plus 1.0 TGDI, convidamos o mecânico Edson Roberto de Ávila, o Mingau, proprietário da Mingau Automobilística em Suzano/SP.

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Por baixo do capô do Hyundai HB20 1.0 TGDI

Para analisar com mais detalhes a parte superior do motor, é necessário remover a capa protetora. Um detalhe importe é a manta acústica existente nessa capa (1) para ajudar no controle de ruídos gerados pelo motor. Por se tratar de um veículo com injeção direta de combustível, ele possui bomba de alta pressão (2) e (3) com manta acústica para abafar especificamente seu ruído. “Vai ser um componente de desgaste prematuro, mas isso não é nem por manuseio, mas por questão de utilização”, explica Mingau.

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As bobinas de ignição possuem fácil acesso e não causam qualquer tipo de dificuldade para o mecânico realizar uma inspeção ou intervenção do componente (4). A substituição das velas de ignição é feita a cada 60 mil km. Sobre a utilização do veículo em condições severas, a Hyundai orienta que o período para troca do componente deve ser reduzido, mas não há quantificação dessa redução.

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A tampa para enchimento do óleo de motor (5) e a vareta para verificação do nível de óleo (6) estão próximas às bobinas. O óleo de motor homologado pela fabricante é o Óleo Genuíno Hyundai SAE 5W-30 API SL/ACEA A5 ou superior.

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Porém, a Hyundai indica a preferência de uso para os óleos lubrificantes de viscosidade SAE 0W-30 com classificação API SP/ILSAC GF-6 ou superior. Segundo a fabricante, o fluido com essas características ajuda o motor a consumir menos combustível.

O prazo recomendado para a substituição do óleo de motor é a cada 10 mil km ou 12 meses, o que ocorrer primeiro. Caso o veículo sofra uso severo, os períodos para substituição devem ser reduzidos pela metade. Assim, as trocas devem ocorrer a cada 5 mil km ou 6 meses.

Um componente sensível à lubrificação é o turbocompressor (7). Ele está localizado na parte de trás do motor e o mecânico consegue acessá-lo com facilidade. Ao lado, é possível ver e acessar a sonda lambda pré-catalisador (8).

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O reservatório do liquido de arrefecimento (9) está ao lado direito do veículo e possui boa acessibilidade. O eletroventilador do radiador possui um módulo PWM (10) para pilotagem da velocidade de funcionamento do componente a partir da informação do módulo.

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A Hyundai recomenda fazer a primeira troca do fluido de arrefecimento do motor com 100 mil km ou 60 meses. A partir disso, a substituição deve ocorrer a cada 40 mil km ou 24 meses, o que ocorrer primeiro. O fluido homologado é o Líquido de Arrefecimento Genuíno Hyundai (pronto para uso).

O coxim do motor tem acesso livre e fica localizado do mesmo lado em que é possível visualizar a correia de acessórios (11) e o seu tensionador (12). No caso de alguma intervenção no sistema, há mais espaço de trabalho nos componentes pela parte de baixo (13). A Hyundai orienta em seu manual que seja realizada a inspeção da correia de acessórios, polia tensora, polia-guia e polia do alternador a cada 30 mil km. A substituição é realizada caso seja constatada a necessidade de acordo com o diagnóstico obtido.

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Localizado perto das bobinas de ignição, está o sensor de fase (14). Possui fácil visualização e acessibilidade ao mecânico no momento de uma inspeção.

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O corpo de borboletas (TBI) está bem à frente no cofre do motor (15). Sem complicações para o mecânico.

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As válvulas de serviço das linhas de alta pressão (16) e baixa pressão (17) do sistema de ar-condicionado estão bem localizadas. Apesar da válvula de serviço da linha de baixa pressão estar atrás do motor, o acesso é fácil.

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O turbocompressor possui controle eletrônico (18). Embora o escape fique virado para a parede-corta-fogo, não há problema de acesso ao profissional que estiver trabalhando no veículo.

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Mingau cita sobre grande parte dos conectores estarem aparentes e bem localizados. Ele faz uma observação importante. “Existem conectores que para você desacoplar do componente, possuem travas. Então você tem que puxar a trava e depois apertar o conector, para que ele possa ser removido. Muitos esquecem disso e acabam quebrando o conector”, explica o profissional.

O filtro de ar do motor está ao lado esquerdo do veículo. “Para executar uma avaliação ou até a substituição, é possível observar que não existe parafusos fixados na tampa. São travas elásticas. Você abre a trava, desacopla e tira a tampa”, informa Mingau sobre a abertura da tampa do filtro de ar (19).

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Os períodos para troca do filtro de ar são recomendados pela fabricante a cada 40 mil km ou 48 meses, o que ocorrer primeiro. Caso o perfil de utilização do veículo seja de uso severo, a Hyundai informa em seu manual do proprietário do veículo para que a substituição do elemento filtrante seja realizada com maior frequência, mas sem informar a quilometragem ou tempo necessário.

O reservatório de abastecimento do fluido de freio possui em sua tampa a recomendação entre o DOT3 ou DOT4 (20). Porém, assim como no Hyundai Creta 1.0 TGDI 2023 (analisado anteriormente na edição 342 da Revista O Mecânico), consta no manual do veículo a recomendação apenas do fluido DOT4.

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A Hyundai não determina um período para substituição do fluido de freio, apenas a inspeção a cada 10 mil km ou 12 meses. Porém, a substituição deve ocorrer dependendo do diagnóstico apresentado com o fluido durante a inspeção.

Mingau deu uma dica aos mecânicos para efetuar a troca do fluido de freio. “O reservatório é um composto plástico e a contaminação muitas vezes fica interna, principalmente nas paredes do reservatório. Esse reservatório tem que passar por uma descontaminação. Com ele instalado no local, você não consegue efetuar esse processo. Há a necessidade de removê-lo”, informa.

Componente importante que gerencia toda a frenagem é o ABS (21). Sua visualização não é fácil e o acesso ao módulo do sistema só é possível pela parte de baixo, após levantar o veículo (22).

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Mingau explica que, para fazer a substituição completa do fluido, incluindo o que fica na unidade do ABS, o procedimento é remover o reservatório, efetuar a descontaminação, conectar o equipamento de diagnóstico ao veículo, fazer a solicitação de acionamento dos solenoides internos da unidade hidráulica e utilizar uma bomba elétrica para efetuar a substituição do fluido de freio no sistema.

“Quando feito isso, efetua-se a remoção do fluido velho. Esse fluido novo vai passar pelas entradas e saídas dos solenoides do ABS, efetuando a remoção com eficiência do fluido velho”, comenta o profissional.

Mingau alerta sobre uma das consequências de não se efetuar a remoção do fluido velho do ABS. “Dependendo do tempo que ficar na unidade do ABS, por conta de o sistema não entrar em operação constantemente, esse fluido velho vai começar a corroer os alojamentos. É nessa hora que o condutor vai começar a sentir que o pedal começa a baixar. O problema pode ser a unidade hidráulica do sistema de ABS onde agora existe corrosão, ocasionando uma vazão de fluido”.

Os freios do HB20 são compostos pelo conjunto de pinça de freio, pastilhas e disco ventilado para o eixo dianteiro (23). Na manutenção dos freios, tenha atenção com o sensor do ABS (24). “É interessante desacoplar o sensor por conta dos movimentos”, orienta Mingau. O sensor gera um sinal PWM e qualquer movimento mais brusco na hora de efetuar a manutenção no sistema de frenagem pode danificar o chicote desse componente. Isso causa interferência na comunicação, assim, a unidade de comando do veículo receberá um sinal de defeito do sensor do ABS, que pode estar integro.

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Já os freios para o eixo traseiro são a tambor (25). “O sistema de leitura da velocidade tem o sensor acoplado juntamente com o rolamento”, comenta Mingau sobre o sensor de rotação no eixo traseiro (26).

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A bateria utilizada no HB20 é do tipo AGM, capaz de suportar o sistema stop-start do veículo (27). A bateria possui boa localização. Vale lembrar que, se houver necessidade de uma substituição, deve-se respeitar as especificações de capacidade de 60Ah e CCA de 640A. Caso seja instalada uma bateria inferior, componentes do sistema terão mau funcionamento ou até mesmo serão danificados.

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A caixa de fusíveis e relés está ao lado da bateria (28). Há uma indicação em uma das bordas da caixa de que o sistema possui um fusível de 150A (29). Outra indicação está na parte de dentro da tampa, que possui a pinça para manipulação dos fusíveis e relés existentes. Há um símbolo de livro (30) informando a necessidade de olhar o manual do veículo para obter os dados do circuito.

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Undercar

Por baixo do veículo é possível ver o aftercooler entre as frestas do para-choque dianteiro do HB20 (31). A admissão de ar para o trocador de calor da climatização está logo ao lado esquerdo do veículo (32).

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O compressor da climatização (ar-condicionado) fica localizado no lado direito do veículo (33). O mecânico irá notar que há espaço para efetuar a manutenção no componente.

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O cárter de óleo do motor possui o bujão de dreno virado para a frente do veículo (34). O orifício está logo ao lado do filtro de óleo, que possui substituição preconizada a cada 10 mil km ou 12 meses, o que ocorrer primeiro. Em condições de uso severo do veículo, o período de troca do filtro deve ser reduzido pela metade, acompanhando a mesma recomendação sobre a substituição do óleo.

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O sistema de transmissão do novo HB20 possui câmbio AT6, automático epicicloidal de 6 marchas (35). “É uma transmissão realmente robusta”, comenta o profissional ao ver o câmbio. Sobre os períodos de troca do fluido de câmbio, a Hyundai informa que não há nenhuma previsão em caso de utilização normal do veículo. Mas, caso o perfil de condução seja severo, a fabricante informa que o fluido deve ser substituído a cada 100 mil km, sem indicação de tempo. O fluido recomendado para o câmbio automático é o Óleo Genuíno Hyundai ATF SP-IV.

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Mingau concorda que praticamente todo tipo de utilização urbana de um veículo leve é considerada como uso severo. Então, a recomendação é levar em conta a possibilidade da substituição do fluido de transmissão no período mencionado. O consultor técnico da Revista O Mecânico, Fernando Landulfo, avalia que a troca do fluido de câmbio automático em veículos leves como o HB20 deve ser feita em um período ainda mais reduzido: a cada 40 mil km.

No eixo dianteiro do HB20, há o sistema de suspensão McPherson. O pivô é prensado diretamente na bandeja de suspensão, sem outras fixações (36).

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O sistema de exaustão pode ser visto com grande facilidade por baixo do veículo. É possível acompanhar toda a linha de tubulação e componentes (37). “Existe um defletor de calor onde há o segundo catalisador. Isso serve para que o calor do sistema não invada o habitáculo do veículo e traga uma sensação desagradável aos ocupantes”, comenta o profissional (38).

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Um detalhe importante que é observado por baixo do veículo é uma proteção plástica que possui longa extensão, indo da dianteira até a traseira do veículo (39). “Toda a parte de tubulação, tanto do sistema de frenagem, o próprio sistema de alimentação de combustível como de recirculação de gás, ele passa todo por aqui”, comenta Mingau.

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Na parte traseira está localizado o tanque de combustível (40) e logo à frente é posicionado o filtro de combustível (41). “Aqui nós temos um protetor plástico, então temos que ter prudência no momento de soltar o filtro e não quebrar o suporte”, alerta Mingau para que os mecânicos tenham cuidado no momento de alguma intervenção com o componente.

 

 

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Mingau comenta a localização do reservatório de armazenamento de gases, o filtro cânister (42). “Ele está na parte traseira e um pouco acima do reservatório de combustível. O acesso é bem tranquilo, caso houver a necessidade de efetuar uma manutenção”, opina.

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A suspensão traseira é composta por um eixo de torção com molas helicoidais (43). Os amortecedores traseiros possuem menos complicação para manutenção do que outros veículos. A fixação inferior do amortecedor é no final do próprio eixo de suspensão (44) e a fixação superior pode ser acessada pela caixa de roda, sem a necessidade de abertura do porta-malas do veículo (45).

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Raio X - Ed.347 - Passo44

Raio X - Ed.347 - Passo45

Ao fim, Mingau declarou suas impressões quanto à reparabilidade do Hyundai HB20 analisado. “A questão da reparabilidade é tranquila e isso vai trazer benefícios tanto ao proprietário como também a vocês, profissionais”.

Raio X - Ed.347 - Ficha técnica

texto & fotos Vitor Lima

https://youtu.be/3sx91OLwKdg

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