sexta-feira, 16 de janeiro de 2026

SEG Automotive cria projeto de reaproveitamento de embalagens de madeira com foco em impacto social

Iniciativa em Itupeva, no interior de São Paulo, destina resíduos de paletes para ações de economia circular e parcerias com organizações sociais

A SEG Automotive implantou um projeto de ressignificação de resíduos de embalagens de madeira em sua unidade de Itupeva, no interior de São Paulo, com foco no reaproveitamento de paletes descartados, atendimento à Política Nacional de Resíduos Sólidos e apoio a iniciativas de economia circular e economia solidária.

Em operação desde 2024, o Projeto de Ressignificação dos Resíduos de Embalagens de Madeira busca ampliar o ciclo de vida dos materiais utilizados na operação industrial. A proposta envolve o reúso de paletes, a destinação da madeira para geração de biomassa e a formação de parcerias com instituições sociais, conectando a gestão de resíduos a ações de impacto comunitário.

Desde maio de 2025, mais de uma tonelada de madeira foi destinada para reúso social. Os materiais passaram a ser utilizados em atividades ligadas à economia circular, contribuindo para geração de renda e inclusão social. Além da destinação dos resíduos, a empresa promove palestras sobre segurança e sustentabilidade junto às instituições parceiras.

Uma das parcerias firmadas em 2025 utiliza a madeira em oficinas terapêuticas, nas quais o material é transformado em produtos artesanais. Os itens produzidos serão apresentados na Feira de Economia Solidária de Jundiaí, ampliando a visibilidade do trabalho desenvolvido e as oportunidades de comercialização.

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Gulf amplia linha de lubrificantes para atender frota pesada mais antiga

Gulf Super Duty CI-4 15W-40 é direcionado a veículos comerciais

A Gulf Oil Brasil ampliou seu portfólio de lubrificantes para veículos pesados com a inclusão do Gulf Super Duty CI-4 15W-40 na linha de produtos para veículos comerciais. A estratégia mira atender diferentes perfis da frota pesada brasileira, especialmente motores mais antigos que seguem em operação apesar da evolução das normas de emissões.

A ampliação do portfólio busca oferecer lubrificantes adequados às reais condições de uso desses motores, considerando seu estágio de vida e operação severa, sem a adoção de especificações além do necessário.

Lubrificante mineral para uso severo

O Gulf Super Duty CI-4 15W-40 é um lubrificante mineral desenvolvido para motores diesel pesados que operam sob condições severas, típicas de veículos de gerações anteriores. A formulação foi projetada para garantir proteção contra desgaste e contribuir para a manutenção da eficiência do motor ao longo do tempo.

Motores mais antigos estão sujeitos a cargas variáveis e ciclos intensos de trabalho, o que exige um lubrificante compatível com esse perfil. O produto atende à especificação API CI-4 e é indicado para aplicações que demandam esse nível de desempenho, independentemente do tipo de diesel utilizado.

Tecnologia Protection Plus

O produto conta com a tecnologia Protection Plus, voltada à proteção das partes móveis internas do motor e à redução do desgaste em condições severas de operação. Essa característica contribui para maior estabilidade do desempenho e pode ajudar a reduzir paradas não programadas, fator relevante para frotas em uso contínuo.

Estratégia de crescimento no Brasil

Com o lançamento do Gulf Super Duty CI-4 15W-40, a Gulf Oil Brasil reforça sua estratégia de ampliar a cobertura do portfólio para veículos pesados, acompanhando a diversidade da frota nacional. A empresa atua no Brasil há mais de dois anos, com fábrica própria em Iperó (SP), além de estrutura logística, laboratório e rede de distribuição em expansão.

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quinta-feira, 15 de janeiro de 2026

Veja como diagnosticar os injetores através dos sinais elétricos – Volvo XC60 T5

Fazer uma análise dos valores de tensão e corrente pode ajudar a encontrar falhas

 

 

Para que a quantidade correta de combustível seja injetada na câmara de combustão, os injetores precisam ser acionados com os valores corretos de tensão e corrente elétrica. Dessa forma, a revista O Mecânico mostra como diagnosticar os injetores de combustível do Volvo XC60 através da análise de seus sinais elétricos.

Os dados de referência, incluindo os formatos de onda, são válidos para o SUV da marca sueca quando equipado com o motor 2.0 de quatro cilindros turbo, de código B4204T2. Nessas versões, o propulsor entrega 254 cv e torque de 35,7 kgfm.

Para iniciar o diagnóstico, o primeiro passo é analisar os valores de tensão elétrica do sinal de ativação/controle dos terminais 1 e 2 do injetor de combustível. Os valores de referência foram obtidos com o motor aquecido, em marcha-lenta e com tempo de injeção entre 0,58 e 0,6 ms.

 

 

Por fim, também é útil comparar os valores de corrente elétrica nos terminais 1 ou 2 do injetor, checando se o consumo de energia não está fora dos padrões.

 

 

Mecânico Pro

 

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Lubrificante correto evita falhas graves em motores modernos: entenda

Evolução dos motores reduziu tolerâncias mecânicas e tornou a escolha do óleo decisiva para durabilidade, consumo e funcionamento de sistemas críticos

O uso do lubrificante incorreto está entre as principais causas de falhas prematuras em motores atuais. Com projetos mais eficientes, folgas menores e temperaturas mais elevadas, a escolha do óleo deixou de ser apenas uma questão de marca ou preço e passou a ser um fator técnico essencial para a confiabilidade do conjunto mecânico. Neste link, a Revista O Mecânico traz o óleo de motor corretor para diversos veículos, inclusive, para a linha GM que tem correia de sincronismo banhada em óleo.

Durante muitos anos, problemas de lubrificação estavam associados principalmente a falhas mecânicas, como defeitos na bomba de óleo, contaminação por combustível ou erros na troca do lubrificante e dos filtros. Naquele cenário, os motores apresentavam maior tolerância às variações de produto, permitindo até certa intercambiabilidade entre óleos de diferentes marcas e especificações.

Responsável por garantir a lubrificação dos componentes internos do motor, a escolha do óleo lubrificante é fundamental para a saúde do motor.

Todavia, esse contexto mudou com a introdução de motores mais modernos, de maior desempenho e menor tolerância mecânica. Soluções como downsizing, sobrealimentação, temperaturas de trabalho mais altas, correias de distribuição lubrificadas, como no Chevrolet Onix, Ford Ka e Peugeot 208 com motor Puretech, e transmissões do tipo CVT elevaram o nível de exigência sobre o lubrificante utilizado. Nesse novo cenário, o óleo correto deixou de ser um detalhe e passou a ser parte fundamental do projeto do motor.

Atualmente, pequenas variações nas propriedades físico-químicas do lubrificante podem comprometer o funcionamento de componentes sensíveis. Ainda assim, parte dos usuários e até profissionais do setor continuam baseando a escolha do óleo apenas no preço ou em informações incorretas, desconsiderando aprovações do fabricante e adotando intervalos de troca arbitrários.

 

O resultado dessas práticas é conhecido: motores com formação excessiva de borra, falhas prematuras, danos em turbocompressores, variadores de fase e correias lubrificadas, além da redução significativa da vida útil do conjunto. Lubrificantes com baixo custo tendem a utilizar pacotes de aditivos mais simples, o que compromete a estabilidade das propriedades ao longo do uso.

troca de óleo

O lubrificante automotivo é composto por uma base oleosa, mineral, sintética ou semissintética, combinada a um pacote de aditivos químicos. Esses aditivos são responsáveis por funções como controle de desgaste, limpeza interna, estabilidade térmica, proteção contra oxidação e manutenção da viscosidade em diferentes condições de operação.

Em motores modernos, a ausência ou deficiência desses aditivos compromete diretamente o desempenho e a durabilidade. Por isso, seguir rigorosamente as especificações e aprovações indicadas pelo fabricante deixou de ser recomendação e passou a ser requisito técnico.

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quarta-feira, 14 de janeiro de 2026

Mercado de autopeças na Europa perdem mais de 100 mil empregos em dois anos

Entidade do setor cobra medidas da União Europeia diante de retração industrial e pressão internacional

Fotos: TMT, Bosch Rexroth e CLEPA/Divulgação

A indústria europeia de autopeças registrou mais de 100 mil cortes de empregos entre 2024 e 2025, segundo dados da CLEPA. A entidade aponta queda na produção, avanço de importações e impactos da eletrificação como fatores centrais do processo e pede resposta coordenada da União Europeia.

Cortes se acumulam no setor

Relatórios da CLEPA indicam cerca de 54 mil demissões anunciadas em 2024 e outras 50 mil previstas para 2025, somando mais de 104 mil postos eliminados no período. A geração de empregos segue limitada, uma vez que apenas 7 mil novas vagas foram anunciadas em 2025, número insuficiente para compensar as perdas.

O secretário-geral da associação, Benjamin Krieger, afirmou que os ajustes ainda não estancaram o movimento de redução de empregos, mesmo com esforços das empresas para adequar capacidade produtiva e custos.

Fatores que pressionam a indústria

A demanda por veículos na Europa permanece abaixo dos níveis anteriores à pandemia, reduzindo o volume de encomendas para fornecedores. Ao mesmo tempo, a concorrência de peças importadas, principalmente da China, com preços mais baixos, pressiona margens e participação de mercado dos fabricantes locais.

A transição para veículos elétricos também altera a estrutura da cadeia. Modelos elétricos utilizam menos componentes mecânicos, o que afeta diretamente empresas focadas em tecnologias ligadas a motores a combustão. Para acompanhar essa mudança, os fornecedores precisam investir em novas soluções, elevando a necessidade de capital em um cenário de custos elevados.

Esse contexto tem levado ao fechamento de unidades e à realocação de produção. Parte da indústria deixou mercados tradicionais como Inglaterra, França e Alemanha e migrou para países com menor custo operacional, como Hungria, Polônia e Romênia.

Projeções e alerta

A CLEPA avalia que, sem políticas industriais e comerciais mais efetivas, o movimento pode se intensificar. Projeções do setor indicam a possibilidade de até 350 mil empregos serem eliminados até 2030, caso a indústria europeia de autopeças não recupere competitividade frente ao cenário global.

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MTE-THOMSON lança mais de 130 aplicações de sensor ABS

Novos códigos reforçam cobertura para veículos de diferentes montadoras e ampliam a oferta de sensores de velocidade da roda no mercado brasileiro

A MTE-THOMSON começou 2026 com a ampliação do portfólio de sensores de velocidade da roda, conhecidos como sensores ABS, ao lançar 37 novos códigos que somam mais de 130 aplicações destinadas ao mercado de reposição. As novidades atendem veículos de diferentes segmentos e fabricantes, ampliando a cobertura da linha.

Com o lançamento, a empresa fortalece sua posição entre as marcas com catálogo mais amplo de sensores ABS disponíveis na reposição automotiva. As novas aplicações contemplam modelos de montadoras como Audi, Chevrolet, Fiat, Ford, Hyundai, Kia, Nissan, Mitsubishi, Toyota e Volkswagen.

A iniciativa reforça a estratégia da MTE-THOMSON de expandir continuamente a oferta de componentes voltados aos sistemas eletrônicos e de segurança, atendendo à demanda crescente por soluções compatíveis com uma frota cada vez mais diversificada.

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Direto da oficina: falha na turbina do Tiguan 2.0 TSI

Rotina na oficina inclui diagnóstico de combustão, manutenção para viagem, gestão de clientes inesperados e intervenção em turbina com vazamento de óleo

Fotos: Diego Cesilio

O programa Direto da Oficina do YouTube da Revista O Mecânico, nesta semana, mostrou o dia a dia da Ravi Motors Car Service, que é gerida por Carlos Eduardo Vieira, conhecido como China. O mecânico experiente apresentou alguns problemas como a manutenção do Volkswagen Tiguan 2.0 TSI, que estava com perda de potência por conta de um vazamento de óleo e falha de atuação da turbina. Veja o vídeo completo.

Problemas do dia a dia

Um dos primeiros casos do dia envolveu um veículo com falha de combustão que chegou sem agendamento. “Esse é um carro que está com falha de combustão. Já verificamos a parte de ignição e agora vamos partir para os injetores”, explicou Vieira.

Além disso, segundo o mecânico, o relacionamento com o cliente influencia a decisão de atendimento para solucionar a falha, pois a gestão do tempo e do espaço da oficina é determinante: “Eu falei para o cliente: ‘posso tentar se o defeito for simples, mas se não for, eu tenho um espaço para deixar o carro guardado na oficina’. Minha oficina é pequena, então não posso ter carro parado sem previsão”.

Em paralelo aos atendimentos emergenciais, a oficina executava serviços de revisão de férias, já que janeiro é período de alta demanda para esse tipo de manutenção, como em um Chevrolet Astra que apresentava vibração em determinadas rotações. Após descartar problemas em homocinéticas e semieixos, a equipe optou pela substituição das tulipas e pela troca da correia dentada.“A gente decidiu substituir as duas tulipas e já fazer um serviço de revisão de férias para o cliente”, disse Vieira. Em outro veículo, o reparo tinha foco também nas viagens de começo de ano e, por isso, chegaram os freios, pneus, troca de óleo, entre outros serviços básicos do dia a dia.

Vieira também destacou que a organização da oficina é parte essencial da eficiência operacional, especialmente em dias de grande demanda. “Usou, limpou; sujou, já limpa; usou, já guarda”, afirmou, ao explicar o método de trabalho e o controle visual dos serviços por dia. Para ele, organização, comunicação clara com o cliente e diagnóstico técnico estruturado são fatores que permitem lidar com imprevistos sem comprometer a qualidade do serviço, mesmo em uma sexta-feira de oficina cheia.

 

Falha na turbina do Tiguan

Entre os serviços mais complexos do dia estava um Volkswagen Tiguan equipado com motor 2.0 TSI EA888, que chegou com perda de potência e falha registrada no sistema. “A turbina não enche, o carro não tem potência. Já verificamos que a turbina está vazando óleo, está babando óleo, então vamos substituir a turbina”, afirmou. Sobre o procedimento, o mecânico ressaltou a importância da desmontagem correta para ganhar acesso e segurança no trabalho: “É não ter preguiça, desmontar realmente. A gente solta o quadro de suspensão, caixa de direção, escapamento, ganha espaço e consegue trabalhar melhor”.

Vale lembrar, amigo mecânico, que a Revista O Mecânico já fez o passo a passo da turbina do T-Cross, Polo e Virtus equipados com motor 1.0 TSI. Para ver o guia prático completo desta matéria,basta clicar neste link.

 

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