segunda-feira, 11 de maio de 2026

Heliar é fornecedora de baterias para o Jeep Renegade MHEV

O novo Jeep Renegade híbrido-leve passa a sair de fábrica equipado com bateria Heliar nas versões Longitude e Sahara. O SUV adota a tecnologia MHEV (Mild Hybrid Electric Vehicle) de 48V da Stellantis, associada ao motor 1.3 turboflex de 176 cv, utilizando um sistema multibateria composto por uma bateria de chumbo-ácido e outra de íon-lítio.

O modelo utiliza a bateria Heliar EFB de 72Ah, desenvolvida para atender às demandas elétricas da nova motorização híbrida-leve. Segundo Adriano Stefanini, diretor de Vendas da Clarios para equipamentos originais no Cone Sul, a bateria de 12V continua exercendo papel fundamental nos veículos híbridos, sendo responsável por alimentar os sistemas convencionais do carro, enquanto a unidade de 48V atua no armazenamento de energia regenerada e no suporte ao motor elétrico.

“A bateria foi desenvolvida especificamente para atender às exigências da nova propulsão híbrida, reforçando a parceria entre Heliar e Stellantis”, destaca o executivo.

O sistema multibateria utiliza conjuntos independentes com funções específicas, no caso da bateria de 72Ah, o número representa a capacidade de armazenamento de energia em amperes-hora.

A bateria Heliar aplicada ao Renegade conta com tecnologia EFB GEN II (Enhanced Flooded Battery), com foco no aumento de capacidade de recarga e durabilidade em aplicações com ciclos intensos de carga e descarga, típicos dos sistemas híbridos leves.

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Desgaste da suspensão pode ser acelerado com má condição das vias

O impacto constante contra irregularidades das vias gera sobrecarga mecânica, reduzindo a vida útil dos componentes e comprometendo o desempenho do sistema

Buracos, lombadas e estradas de terra em más condições estão entre os principais fatores de desgaste prematuro da suspensão. Segundo Leandro Leite, coordenador de Assistência Técnica da Nakata, os impactos constantes causados por vias irregulares sobrecarregam o sistema e reduzem significativamente a vida útil dos componentes.

Os amortecedores estão entre as peças mais afetadas. De acordo com o especialista, o impacto contínuo pode acelerar o desgaste de válvulas e retentores, comprometendo o funcionamento do conjunto. Além do conforto, os amortecedores são fundamentais para manter o contato dos pneus com o solo e garantir a estabilidade do veículo.

Outros componentes da suspensão também sofrem com o uso em vias deterioradas. Buchas e batentes podem deformar ou romper, gerando folgas e ruídos metálicos. Já pivôs, terminais e bieletas tendem a apresentar desgaste precoce ou até empenamento em condições severas.

A Nakata alerta que rodar com a suspensão desgastada compromete diretamente a segurança. O aumento da distância de frenagem e o maior risco de aquaplanagem estão entre as consequências mais graves, já que o pneu pode perder contato com o solo com mais facilidade em pistas molhadas. Além disso, o desgaste irregular dos pneus e danos em outros sistemas elevam os custos de manutenção.

Para minimizar os danos e preservar a suspensão, a recomendação é realizar inspeções preventivas a cada 10 mil quilômetros, observando sinais como vazamentos, ruídos e excesso de balanço da carroceria. Também é importante reduzir a velocidade em vias irregulares, evitar excesso de carga, manter alinhamento e balanceamento em dia e respeitar a calibragem correta dos pneus.

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Grupo BMW chega à 2 milhões de veículos totalmente elétricos produzidos

BMW i5 M60 xDrive é o modelo do marco

O BMW Group alcançou a marca de dois milhões de veículos 100% elétricos produzidos globalmente. O modelo que simboliza o marco é um BMW i5 M60 xDrive na cor Azul Tansanit, fabricado na planta de Dingolfing, na Alemanha, e destinado a um cliente na Espanha.

A unidade de Dingolfing se consolidou como o principal polo de produção de veículos elétricos da BMW. Desde o início da fabricação em série de modelos totalmente elétricos, em 2021 com o BMW iX, a planta já produziu mais de 320 mil veículos BEV. Atualmente, saem das linhas de montagem locais os modelos BMW iX, BMW i5 Sedan, BMW i5 Touring e BMW i7.

Segundo a BMW, quase um em cada seis veículos elétricos produzidos pelo grupo foi fabricado em Dingolfing. Em 2025, os modelos 100% elétricos já representavam mais de 25% da produção total da planta bávara.

A estratégia faz parte do conceito BMW iFACTORY, que permite a produção flexível de veículos com diferentes tipos de motorização na mesma linha de montagem. Hoje, todas as fábricas alemãs do BMW Group já produzem ao menos um modelo elétrico, consolidando a eletromobilidade como parte central da operação global da marca.

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sexta-feira, 8 de maio de 2026

Jurid orienta sobre diferenças entre sapatas de freio com e sem alavanca

A Jurid, fabricante especializada em componentes de freio, destaca as principais diferenças entre sapatas de freio com e sem alavanca e reforça os cuidados necessários durante a instalação e manutenção do sistema.

Segundo a marca, as sapatas com alavanca oferecem mais praticidade ao reparador, já que dispensam a desmontagem e o reaproveitamento da alavanca original do veículo. Isso torna o processo de substituição mais rápido e reduz o risco de falhas na montagem.

Já nas versões sem alavanca, é necessário reutilizar a peça instalada anteriormente no sistema. Nesses casos, a recomendação é inspecionar o estado da alavanca antes da montagem, verificando sinais de desgaste, folgas ou danos que possam comprometer o funcionamento do freio.

“Quando a aplicação utiliza sapata sem alavanca, é importante avaliar as condições desse componente e substituí-lo caso apresente desgaste”, explica Ana Paola Sartori, gerente de operações da Jurid.

Identificação das aplicações

Para facilitar a identificação no balcão e na oficina, a Jurid utiliza a letra “A” no final do código das sapatas com alavanca. Um exemplo é a referência HQJ-511A. Já a versão sem alavanca para a mesma aplicação recebe o código HQJ-511.

Revisão do sistema traseiro

Aplicadas normalmente no eixo traseiro, as sapatas de freio atuam no sistema de frenagem e no freio de estacionamento. Apesar de terem vida útil maior que as pastilhas dianteiras, a fabricante recomenda revisar as sapatas e o tambor traseiro sempre que houver manutenção no sistema de freios.

Durante a inspeção, é necessário verificar o mecanismo de catraca, ajustar folgas e avaliar o estado do tambor. Ruídos e perda de eficiência no freio de estacionamento podem indicar desgaste das sapatas ou problemas no conjunto.

Cuidados na instalação

A Jurid também reforça a importância de evitar contaminação na superfície de atrito das sapatas e de realizar a limpeza correta do tambor antes da montagem. Segundo a fabricante, esses cuidados ajudam a preservar a eficiência da frenagem e a segurança do veículo.

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quinta-feira, 7 de maio de 2026

Cobertura exclusiva na Autopar 2026

Cobertura será atualizada durante os dias de evento

A revista O Mecânico realiza uma cobertura exclusiva da AUTOPAR 2026, um dos maiores e mais importantes eventos do aftermarket automotivo da América Latina. A feira acontece entre os dias 6 e 9 de maio, no Expotrade Convention Center, em Pinhais, na região metropolitana de Curitiba (PR), reunindo as principais novidades, tendências e lançamentos do setor automotivo. Confira as novidades das empresas abaixo:

Castrol


Durante a feira, a Castrol tem o objetivo de permanecer mais próxima do mecânico, mostrar suas novidades e demonstrar os seus produtos. Como lançamento, a empresa levou o seu mais novo lubrificante de motor com viscosidade 0W-30, além do 5W-30 DX com a nova aprovação Dexos 1, e a nova parceria com a linha de Car Care.

De acordo com a Gerente de Trade Marketing, Isabella Cacace, lançamentos pensados no mundo duas rodas estão por vir. “Nós temos alguns lançamentos da linha de moto, além da linha de carros. Estamos investindo bastante na linha de alta cilindrada pra motos. Nós já temos os lançamentos programadas”, conclui.

Dana


A Dana quer reforçar seu posicionamento de proximidade e relacionamento técnico com o mercado de reposição na Autopar 2026, utilizando um estande de 100 m² para demonstrar suas soluções em transmissão e vedação. Como destaque, a empresa apresenta mais de 150 novidades nas linhas Spicer e Albarus, incluindo juntas homocinéticas e semieixos, além da expansão do portfólio Victor Reinz com foco em SUVs premium e na linha Ford Transit EcoBlue.

De acordo com o Gerente de Trade Marketing, Fabio Murta, a estratégia vai além da entrega de componentes físicos. “Estamos levando não apenas produtos novos, mas soluções completas que facilitam o trabalho do profissional do aftermarket. Nosso foco é oferecer suporte através do ecossistema digital Universo Dana e de materiais como o novo Estudo Facilitador de Componentes de Cardan”, conclui.

DRiV

Durante a feira, a DRiV busca aprimorar o relacionamento com o mercado e fortalecer a parceria entre a fábrica e toda a cadeia, desde a distribuição e o varejo até o aplicador final. Como grandes destaques, a empresa trouxe o lançamento de sua linha de palhetas, com 40 itens que cobrem 87% da frota nacional, e a expansão da linha Monroe Axios, com 180 novos componentes que atendem 81% do mercado.

De acordo com o Supervisor de Treinamento, Juliano Caretta, as novidades também englobam programas de fidelidade e suporte técnico, como o Top Varejo e o Monroe Club. “Queremos criar uma rede fortalecida com o nosso apoio, oferecendo treinamento, garantia expressa e suporte direto da fábrica. O técnico transforma suas compras em pontos e troca por brindes, estabelecendo uma parceria sólida para que nossos produtos continuem tendo sucesso no segmento”, conclui.

Phinia


Apostando na força de suas marcas globais, a Phinia marca presença no evento com o intuito de estreitar os laços com seus clientes e sentir o pulso do mercado de reposição. O estande da Delphi destaca novidades importantes, como os novos lançamentos em suspensão e freios com tecnologia ABS, além da introdução de motores de partida e alternadores da linha Delco Remy, reforçando o portfólio técnico da companhia.

Para o Diretor Geral da Phinia, Marcus Mannrich, o impacto visual e a interação com o público são fundamentais para gerar novos negócios. “Estamos muito satisfeitos com o volume de visitantes e o interesse técnico em nossos produtos. Até o final do ano, teremos um marco importante com a instalação de uma nova linha de alternadores exclusiva para o Aftermarket em nossa fábrica, o que nos permitirá atingir novos distribuidores e ampliar nossa participação no mercado nacional”, projeta.

Sintech


Focada em networking e no fortalecimento de parcerias estratégicas, a Sintech utiliza o espaço da feira para apresentar soluções que vão além do fornecimento de componentes, focando em entregar tecnologia aplicada diretamente aos motores. Entre os destaques no estande, a empresa apresenta a expansão de sua consagrada Linha Racing e introduz uma importante novidade em seu portfólio, a nova linha de virabrequins, acompanhada pela exposição de um carro de alta performance de uma nova categoria de competição.

Segundo o Gerente Técnico de Produtos, Davi Filgueiras, o objetivo é oferecer suporte técnico especializado tanto para mecânicos quanto para retificadores. “Mais do que produtos, estamos trazendo soluções reais para o mercado. Já iniciamos a linha de virabrequins com um portfólio consistente e nossa meta é ampliar significativamente essas aplicações até o final do ano, garantindo que o profissional tenha em mãos o que há de mais moderno em componentes de motor”, afirma.

Valvoline


Priorizando a prospecção de novos clientes e a análise das movimentações do mercado, a Valvoline marca presença na feira com foco estratégico em lubrificantes de alta tecnologia e na conscientização sobre manutenção preventiva. A empresa destaca em seu estande o lançamento do óleo 0W-30 específico para a linha Peugeot, além de reforçar o sucesso da família MaxLife, voltada para transmissões automáticas e CVT, que tem ganhado forte adesão especialmente em modelos de montadoras asiáticas.

De acordo com o Gerente Regional de Vendas, Alberto Gallo, a marca também está atenta ao crescimento da frota de luxo no país. “Estamos estudando o lançamento da linha VR Racing, um produto de altíssima performance utilizado na Fórmula 1, para atender à crescente demanda de veículos premium e superesportivos no Brasil. Nossa expectativa é consolidar essas novidades e trazer grandes anúncios para esse segmento até o final do ano”, revela.

Wega

Consolidando sua trajetória de crescimento de dois dígitos, a Wega aproveita a feira para celebrar recordes de faturamento e sua robusta expansão internacional, com novas unidades no México, Panamá e China. A marca, que já lançou 388 itens no último ano, chega ao evento com a meta ambiciosa de apresentar 1.000 novos lançamentos em 2026, reforçando sua liderança em cobertura de mercado para as linhas leve, pesada, agrícola e de duas rodas.

De acordo com o Diretor Comercial, Cristian Netter, o foco da empresa está na solução global e na eficiência logística, mantendo um índice de entrega superior a 99%. “Estamos investindo fortemente no conceito de manutenção completa, com destaque para a nossa linha de kits de filtros, que teve um aumento de 85% em faturamento. Nosso objetivo é facilitar o trabalho do balconista e do aplicador, garantindo que eles tenham acesso rápido às tecnologias de veículos que acabaram de chegar ao mercado”, destaca.

Wellfar

Com a proposta de trazer tecnologia de ponta para o mercado de pesados, a Wellfar desembarca na feira destacando seu pioneirismo na introdução de componentes para novos motores. O grande protagonista do estande é o lançamento dos anéis de pistão com revestimento DLC (Diamond Like Carbon), uma solução que utiliza tecnologia de diamante para reduzir o atrito e elevar a durabilidade em aplicações críticas, como nos motores Cummins, Mercedes-Benz e Scania.

Segundo o Diretor de Vendas para a América do Sul, Daniel Zheng, a agilidade na entrega é o principal pilar da marca no país. “Nossa especialidade é a introdução rápida de peças para os novos modelos que chegam às estradas. Queremos garantir que o frotista e o reparador realizem o conserto sem espera, oferecendo um custo-benefício competitivo e a confiança de quem já fornece para as maiores montadoras do mundo”, afirma.

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Pastilha cerâmica é perigosa na cidade? Mecânico Responde

Diferente das versões de competição, modelos cerâmicos para uso comum não exigem alta temperatura para funcionar

A aplicação de pastilhas cerâmicas em carros de uso urbano ainda gera dúvidas sobre eficiência com o sistema frio. Segundo Cleyton André, consultor técnico da Revista O Mecânico, o comportamento desse material no uso diário é diferente das versões voltadas para a pista. A análise foi informada durante o quadro Mecânico Responde no YouTube.

 

Pastilhas cerâmicas destinadas ao uso comum não dependem de aquecimento elevado para atingir desempenho adequado. “Diferente de algumas pastilhas de competição, as pastilhas de cerâmica desenvolvidas para o uso automotivo comum não dependem de temperaturas muito altas para funcionar bem”, afirma Cleyton André.  O consultor confirma que o coeficiente de atrito é menor em relação às semimetálicas, mas dentro da faixa prevista para veículos de rua. “O coeficiente de atrito é mais baixo que o das semimetálicas, porém para o uso urbano atendem perfeitamente”, explica.

Além da frenagem compatível com a aplicação, há outras características relevantes. “Elas tendem a gerar menos ruído, menos sujeira e apresentam boa durabilidade durante o uso”, conclui. Para oficinas, a escolha deve considerar a especificação do fabricante do veículo, perfil de condução e compatibilidade com discos e sistema de freio.

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Magneti Marelli lança sensores de massa de ar e amplia portfólio de injeção eletrônica no Brasil

Nova linha conta com 44 códigos

A Magneti Marelli, por meio da Marelli Cofap Aftermarket, anuncia a ampliação de sua linha de injeção eletrônica com o lançamento de sensores de massa de ar (MAF).

A nova família chega com 44 códigos, desenvolvidos para veículos nacionais e importados de marcas como Alfa Romeo, Audi, BMW, Chevrolet, Fiat, Ford, Honda, Hyundai, Mercedes-Benz, Nissan, Toyota e Volkswagen, entre outras. A cobertura atende mais de 90% da frota brasileira equipada com esse tipo de tecnologia.

O sensor de massa de ar é responsável por medir o volume de ar que entra no motor, permitindo que a central eletrônica calcule a quantidade ideal de combustível. Esse controle é essencial para melhorar o desempenho, reduzir o consumo e diminuir a emissão de poluentes.

Entre os principais sinais de falha estão marcha lenta irregular, perda de potência, aumento no consumo e luz de injeção acesa no painel. Nesses casos, a recomendação é realizar diagnóstico com um profissional qualificado.

A fabricante destaca que a substituição do componente é a solução mais segura em caso de defeito. Procedimentos de limpeza não são indicados, pois podem danificar os circuitos eletrônicos internos do sensor.

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