sábado, 17 de janeiro de 2026

Fenabrave prevê crescimento de vendas de 3% este ano

Foto: Minuto Seguros

POR FERNANDO CALMON

O principal segmento do mercado brasileiro de veículos, o de automóveis e comerciais leves, deve ter mais um ano de crescimento morno em 2026, segundo a Fenabrave. Esta associação reúne todas as concessionárias de automóveis, veículos comerciais, motocicletas, máquinas agrícolas e implementos rodoviários. Ao longo do ano passado sua previsão para automóveis e comerciais leves, segmento que representa 94% do total de vendas, recebeu apenas uma revisão.

Estimativas da Fenabrave costumam ser bem calibradas. No último trimestre de 2025, revisou para baixo o resultado esperado para o ano depois de um vendaval destruir a cobertura da fábrica de motores da Toyota, em Porto Feliz (SP). Sua previsão para veículos leves e pesados foi corrigida para 2,6% e o ano fechou com 2,1% de avanço, uma diferença de apenas 13.000 unidades.

Para 2026, as vendas devem avançar apenas 3%. Significam só mais 80.000 unidades para todos os segmentos, incluindo veículos pesados. O programa Carro Sustentável e uma discreta queda da taxa de juros Selic são insuficientes para mudar o humor dos compradores. Para o Banco Central trazer a inflação perto do centro da meta (3,5%) este ano, exige uma queda moderada dos juros e assim será feito.

Segundo Sergio Zonta, vice-presidente da federação das concessionárias, se o Marco Legal de Garantias for aplicado para valer em 2026, os juros de financiamento do CDC (Crédito Direto ao Consumidor) podem cair e auxiliariam a superar os 2,770 milhões de unidades previstas frente às 2,689 milhões do ano passado. Caso o programa Carro Sustentável passar a incluir modelos híbridos, também ajudaria a vender mais.

A previsão ainda está 30% abaixo do ano recordista de 2012.

Feira nos EUA deslocou o interesse por elétricos

Quando se pensava que a maior feira do mundo dedicada aos eletrônicos de consumo (CES, na sigla em inglês), encerrada sexta-feira passada em Las Vegas (EUA), fosse continuar colocando os veículos elétricos na posição de maior interesse, ou seja nos bancos dianteiros, estes foram passados para o banco de trás. A linguagem figurada foi a manchete da Automotive News (AN), centenária publicação americana especializada em automóveis.

“Robotáxis, robôs operários, sistemas de direção assistida e recursos de I.A. integrados aos veículos dominaram os assuntos relativos aos automóveis na CES deste ano, tirando os veículos elétricos do centro das atenções”, escreveu a AN. O quadro econômico é preocupante. A GM teve uma queda de 43% nas vendas de elétricos no quarto trimestre de 2025 sobre o mesmo período de 2024. O prejuízo financeiro foi US$ 7,6 bilhões (R$ 41 bilhões). Custos adicionais poderão ser registrados em 2026. Um furgão de entregas elétrico, totalmente novo, foi descartado pela baixa demanda e fim de incentivos fiscais.

Na Ford a situação é semelhante. Somente no ano passado, amargou prejuízo de US$ 5 bilhões (R$ 27 bilhões) com veículos elétricos. Na América do Norte, substituirá um furgão deste tipo por modelos híbridos e a gasolina. Também descartou a produção de um furgão elétrico na Europa, mas manterá versões híbridas. Todavia anunciou uma parceria estratégica com a Renault para desenvolver veículos elétricos comerciais e de passageiros.

Prejuízos de curto prazo não significam, nos dois lados do Atlântico Norte, que elétricos estão descartados, mas sim que haverá atrasos. Por outro lado, diferentes tipos de híbridos (semi-híbridos, plenos e plugáveis) tendem a avançar. Elétricos de alcance estendido, com motor-gerador de combustão interna (MCI) para recarga de uma bateria menor e mais barata, tendem a despertar interesse cada vez maior. Esta solução afasta a ansiedade de pesquisar recarregadores em estradas e a perda de tempo em viagens. E também comprar um elétrico para uso urbano e um veículo convencional para sair de férias, em feriados ou a trabalho.

Commander Longitude a preço competitivo

Estratégia da Jeep deu mais fôlego nas vendas para o ano-modelo 2026 da versão de entrada Longitude. O preço do SUV médio-grande Commander de sete lugares encolheu R$ 19.000 em resposta à forte estratégia de preço de concorrentes chineses BYD e GWM. Ainda agregou alguns equipamentos importantes como assistência ao motorista (ADAS, em inglês) de nível 2, seis airbags, multimídia com conexão sem fio para Android Auto e Apple CarPlay, faróis full LED, abertura elétrica do porta-malas e quadro de instrumentos 100% digital.

Introduziu também algumas modificações estéticas em especial na grade de sete fendas, para-choque, faróis de neblina, rodas de 18 pol. e na traseira a ligação iluminada das estreitas lanternas. No interior, apenas o banco do motorista tem ajuste elétrico, mas os materiais de acabamento são bons e o amplo espaço no banco traseiro continua (terceiro banco com limitações óbvias). Dimensões (mm): comprimento, 4.764; entre-eixos, 2.794; largura, 1.959; altura, 1.682; vão livre, 211; porta-malas, 233 a 661 L (destaque no segmento).

Sem alterações de motor e câmbio: turbo flex, 176 cv e 27,5 kgf·m (gasolina ou etanol); automático epicíclico, seis marchas. Consumo (km/L): urbano, 6,9 (E)/10 (G); estrada, 8,3 (E)/11,5 (G), padrão Inmetro. Na avaliação do dia a dia, o Commander pode exigir mais atenção do motorista por seu porte, contudo sem reservar surpresas como dificuldade em curvas, estabilidade direcional e potência dos freios, apesar de sua massa em ordem de marcha de consideráveis 1.668 kg.

Silêncio a bordo é um dos pontos altos. Mesmo em pisos irregulares, com buracos ou fora do asfalto, as suspensões independentes funcionam muito bem e passam sensação de robustez.

Preço: R$ 228.79 (no site da marca há promoção “últimas unidades” por R$ 197.990).

Interior é maior destaque do Geely EX5

Modelos chineses têm um estilo bem parecido, independentemente de qualquer marca, e o EX5 elétrico não é exceção. No caso do Geely, um SUV médio-grande, a parte frontal mostra alguma diferenciação. Mas as laterais e principalmente a parte traseira com as lanternas interligadas, além do onipresente defletor de teto, parecem inspiradas no Porsche Cayenne. As rodas de 19 pol. são exclusivas da Max, versão de topo avaliada.

Suas dimensões estão dentro do padrão reinante na categoria (mm): comprimento, 4.615; entre-eixos, 2.750; largura, 1.901; altura, 1.670; vão livre, 173; porta-malas, 461 L (apenas kit de reparo, sem estepe). Motor: 218 cv, 32,6 kgf·m. Tração dianteira. Acelera de 0 a 100 km/h em 7,1 s. Com bateria de 60,2 kW·h o alcance, referência Inmetro, é de 349 km, sem distinguir entre uso urbano e rodoviário, o padrão internacional estranhamente aceito e indicado por todos os fabricantes de elétricos ao redor do mundo.

Maior destaque do EX5 está em seu interior espaçoso. Encostos dos bancos dianteiros podem ser totalmente rebatidos. Há apoio para pernas ajustável para o passageiro. Ocupantes do banco traseiro dispõem de ajuste do encosto até 35°, além de apoio para as pernas. Sob este banco existe uma gaveta de 14 L e, no total, a fabricante informa “um total 33 nichos de armazenamento espalhados pela cabine”. Sob o console central flutuante dispõe de um grande espaço aberto para bolsas ou itens maiores.

Na avaliação dinâmica ficou clara a escolha por uma calibragem de suspensões voltada demais ao conforto de marcha, exigência do mercado chinês. Para as condições de rodagem no Brasil não é o acerto ideal. Até mesmo a direção apresenta maciez excessiva. Dá para o motorista se adaptar, mas com cinco passageiros e bagagem exige mais atenção com lombadas e buracos. No final do mês passado, uma atualização pelo ar (OTA, na sigla em inglês) incluiu Android Auto para a tela multimídia de 15 pol. Ponto de destaque: 13 sistemas de assistência ao motorista (ADAS, em inglês).

Preço: R$ 225.800.

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sexta-feira, 16 de janeiro de 2026

SEG Automotive cria projeto de reaproveitamento de embalagens de madeira com foco em impacto social

Iniciativa em Itupeva, no interior de São Paulo, destina resíduos de paletes para ações de economia circular e parcerias com organizações sociais

A SEG Automotive implantou um projeto de ressignificação de resíduos de embalagens de madeira em sua unidade de Itupeva, no interior de São Paulo, com foco no reaproveitamento de paletes descartados, atendimento à Política Nacional de Resíduos Sólidos e apoio a iniciativas de economia circular e economia solidária.

Em operação desde 2024, o Projeto de Ressignificação dos Resíduos de Embalagens de Madeira busca ampliar o ciclo de vida dos materiais utilizados na operação industrial. A proposta envolve o reúso de paletes, a destinação da madeira para geração de biomassa e a formação de parcerias com instituições sociais, conectando a gestão de resíduos a ações de impacto comunitário.

Desde maio de 2025, mais de uma tonelada de madeira foi destinada para reúso social. Os materiais passaram a ser utilizados em atividades ligadas à economia circular, contribuindo para geração de renda e inclusão social. Além da destinação dos resíduos, a empresa promove palestras sobre segurança e sustentabilidade junto às instituições parceiras.

Uma das parcerias firmadas em 2025 utiliza a madeira em oficinas terapêuticas, nas quais o material é transformado em produtos artesanais. Os itens produzidos serão apresentados na Feira de Economia Solidária de Jundiaí, ampliando a visibilidade do trabalho desenvolvido e as oportunidades de comercialização.

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Gulf amplia linha de lubrificantes para atender frota pesada mais antiga

Gulf Super Duty CI-4 15W-40 é direcionado a veículos comerciais

A Gulf Oil Brasil ampliou seu portfólio de lubrificantes para veículos pesados com a inclusão do Gulf Super Duty CI-4 15W-40 na linha de produtos para veículos comerciais. A estratégia mira atender diferentes perfis da frota pesada brasileira, especialmente motores mais antigos que seguem em operação apesar da evolução das normas de emissões.

A ampliação do portfólio busca oferecer lubrificantes adequados às reais condições de uso desses motores, considerando seu estágio de vida e operação severa, sem a adoção de especificações além do necessário.

Lubrificante mineral para uso severo

O Gulf Super Duty CI-4 15W-40 é um lubrificante mineral desenvolvido para motores diesel pesados que operam sob condições severas, típicas de veículos de gerações anteriores. A formulação foi projetada para garantir proteção contra desgaste e contribuir para a manutenção da eficiência do motor ao longo do tempo.

Motores mais antigos estão sujeitos a cargas variáveis e ciclos intensos de trabalho, o que exige um lubrificante compatível com esse perfil. O produto atende à especificação API CI-4 e é indicado para aplicações que demandam esse nível de desempenho, independentemente do tipo de diesel utilizado.

Tecnologia Protection Plus

O produto conta com a tecnologia Protection Plus, voltada à proteção das partes móveis internas do motor e à redução do desgaste em condições severas de operação. Essa característica contribui para maior estabilidade do desempenho e pode ajudar a reduzir paradas não programadas, fator relevante para frotas em uso contínuo.

Estratégia de crescimento no Brasil

Com o lançamento do Gulf Super Duty CI-4 15W-40, a Gulf Oil Brasil reforça sua estratégia de ampliar a cobertura do portfólio para veículos pesados, acompanhando a diversidade da frota nacional. A empresa atua no Brasil há mais de dois anos, com fábrica própria em Iperó (SP), além de estrutura logística, laboratório e rede de distribuição em expansão.

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quinta-feira, 15 de janeiro de 2026

Veja como diagnosticar os injetores através dos sinais elétricos – Volvo XC60 T5

Fazer uma análise dos valores de tensão e corrente pode ajudar a encontrar falhas

 

 

Para que a quantidade correta de combustível seja injetada na câmara de combustão, os injetores precisam ser acionados com os valores corretos de tensão e corrente elétrica. Dessa forma, a revista O Mecânico mostra como diagnosticar os injetores de combustível do Volvo XC60 através da análise de seus sinais elétricos.

Os dados de referência, incluindo os formatos de onda, são válidos para o SUV da marca sueca quando equipado com o motor 2.0 de quatro cilindros turbo, de código B4204T2. Nessas versões, o propulsor entrega 254 cv e torque de 35,7 kgfm.

Para iniciar o diagnóstico, o primeiro passo é analisar os valores de tensão elétrica do sinal de ativação/controle dos terminais 1 e 2 do injetor de combustível. Os valores de referência foram obtidos com o motor aquecido, em marcha-lenta e com tempo de injeção entre 0,58 e 0,6 ms.

 

 

Por fim, também é útil comparar os valores de corrente elétrica nos terminais 1 ou 2 do injetor, checando se o consumo de energia não está fora dos padrões.

 

 

Mecânico Pro

 

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Lubrificante correto evita falhas graves em motores modernos: entenda

Evolução dos motores reduziu tolerâncias mecânicas e tornou a escolha do óleo decisiva para durabilidade, consumo e funcionamento de sistemas críticos

O uso do lubrificante incorreto está entre as principais causas de falhas prematuras em motores atuais. Com projetos mais eficientes, folgas menores e temperaturas mais elevadas, a escolha do óleo deixou de ser apenas uma questão de marca ou preço e passou a ser um fator técnico essencial para a confiabilidade do conjunto mecânico. Neste link, a Revista O Mecânico traz o óleo de motor corretor para diversos veículos, inclusive, para a linha GM que tem correia de sincronismo banhada em óleo.

Durante muitos anos, problemas de lubrificação estavam associados principalmente a falhas mecânicas, como defeitos na bomba de óleo, contaminação por combustível ou erros na troca do lubrificante e dos filtros. Naquele cenário, os motores apresentavam maior tolerância às variações de produto, permitindo até certa intercambiabilidade entre óleos de diferentes marcas e especificações.

Responsável por garantir a lubrificação dos componentes internos do motor, a escolha do óleo lubrificante é fundamental para a saúde do motor.

Todavia, esse contexto mudou com a introdução de motores mais modernos, de maior desempenho e menor tolerância mecânica. Soluções como downsizing, sobrealimentação, temperaturas de trabalho mais altas, correias de distribuição lubrificadas, como no Chevrolet Onix, Ford Ka e Peugeot 208 com motor Puretech, e transmissões do tipo CVT elevaram o nível de exigência sobre o lubrificante utilizado. Nesse novo cenário, o óleo correto deixou de ser um detalhe e passou a ser parte fundamental do projeto do motor.

Atualmente, pequenas variações nas propriedades físico-químicas do lubrificante podem comprometer o funcionamento de componentes sensíveis. Ainda assim, parte dos usuários e até profissionais do setor continuam baseando a escolha do óleo apenas no preço ou em informações incorretas, desconsiderando aprovações do fabricante e adotando intervalos de troca arbitrários.

 

O resultado dessas práticas é conhecido: motores com formação excessiva de borra, falhas prematuras, danos em turbocompressores, variadores de fase e correias lubrificadas, além da redução significativa da vida útil do conjunto. Lubrificantes com baixo custo tendem a utilizar pacotes de aditivos mais simples, o que compromete a estabilidade das propriedades ao longo do uso.

troca de óleo

O lubrificante automotivo é composto por uma base oleosa, mineral, sintética ou semissintética, combinada a um pacote de aditivos químicos. Esses aditivos são responsáveis por funções como controle de desgaste, limpeza interna, estabilidade térmica, proteção contra oxidação e manutenção da viscosidade em diferentes condições de operação.

Em motores modernos, a ausência ou deficiência desses aditivos compromete diretamente o desempenho e a durabilidade. Por isso, seguir rigorosamente as especificações e aprovações indicadas pelo fabricante deixou de ser recomendação e passou a ser requisito técnico.

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quarta-feira, 14 de janeiro de 2026

Mercado de autopeças na Europa perdem mais de 100 mil empregos em dois anos

Entidade do setor cobra medidas da União Europeia diante de retração industrial e pressão internacional

Fotos: TMT, Bosch Rexroth e CLEPA/Divulgação

A indústria europeia de autopeças registrou mais de 100 mil cortes de empregos entre 2024 e 2025, segundo dados da CLEPA. A entidade aponta queda na produção, avanço de importações e impactos da eletrificação como fatores centrais do processo e pede resposta coordenada da União Europeia.

Cortes se acumulam no setor

Relatórios da CLEPA indicam cerca de 54 mil demissões anunciadas em 2024 e outras 50 mil previstas para 2025, somando mais de 104 mil postos eliminados no período. A geração de empregos segue limitada, uma vez que apenas 7 mil novas vagas foram anunciadas em 2025, número insuficiente para compensar as perdas.

O secretário-geral da associação, Benjamin Krieger, afirmou que os ajustes ainda não estancaram o movimento de redução de empregos, mesmo com esforços das empresas para adequar capacidade produtiva e custos.

Fatores que pressionam a indústria

A demanda por veículos na Europa permanece abaixo dos níveis anteriores à pandemia, reduzindo o volume de encomendas para fornecedores. Ao mesmo tempo, a concorrência de peças importadas, principalmente da China, com preços mais baixos, pressiona margens e participação de mercado dos fabricantes locais.

A transição para veículos elétricos também altera a estrutura da cadeia. Modelos elétricos utilizam menos componentes mecânicos, o que afeta diretamente empresas focadas em tecnologias ligadas a motores a combustão. Para acompanhar essa mudança, os fornecedores precisam investir em novas soluções, elevando a necessidade de capital em um cenário de custos elevados.

Esse contexto tem levado ao fechamento de unidades e à realocação de produção. Parte da indústria deixou mercados tradicionais como Inglaterra, França e Alemanha e migrou para países com menor custo operacional, como Hungria, Polônia e Romênia.

Projeções e alerta

A CLEPA avalia que, sem políticas industriais e comerciais mais efetivas, o movimento pode se intensificar. Projeções do setor indicam a possibilidade de até 350 mil empregos serem eliminados até 2030, caso a indústria europeia de autopeças não recupere competitividade frente ao cenário global.

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MTE-THOMSON lança mais de 130 aplicações de sensor ABS

Novos códigos reforçam cobertura para veículos de diferentes montadoras e ampliam a oferta de sensores de velocidade da roda no mercado brasileiro

A MTE-THOMSON começou 2026 com a ampliação do portfólio de sensores de velocidade da roda, conhecidos como sensores ABS, ao lançar 37 novos códigos que somam mais de 130 aplicações destinadas ao mercado de reposição. As novidades atendem veículos de diferentes segmentos e fabricantes, ampliando a cobertura da linha.

Com o lançamento, a empresa fortalece sua posição entre as marcas com catálogo mais amplo de sensores ABS disponíveis na reposição automotiva. As novas aplicações contemplam modelos de montadoras como Audi, Chevrolet, Fiat, Ford, Hyundai, Kia, Nissan, Mitsubishi, Toyota e Volkswagen.

A iniciativa reforça a estratégia da MTE-THOMSON de expandir continuamente a oferta de componentes voltados aos sistemas eletrônicos e de segurança, atendendo à demanda crescente por soluções compatíveis com uma frota cada vez mais diversificada.

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