domingo, 30 de novembro de 2025

Mercedes-Benz abre inscrições para Programa de Estágio 2026

As vagas são destinadas para o ABC e interior paulista, DF, MG, RS e PE

A Mercedes-Benz do Brasil abriu as inscrições para o Programa de Estágio 2026, voltado a estudantes que querem iniciar a carreira em uma das principais fabricantes de veículos comerciais do mundo. O prazo vai até 28 de fevereiro de 2026.

As vagas são para a unidade de São Bernardo do Campo (SP) e também para Atibaia (SP), Iracemápolis (SP), Itupeva (SP), Brasília (DF), Juiz de Fora (MG), Porto Alegre (RS) e Recife (PE). Podem participar alunos de cursos como Engenharia, TI, Administração, Comércio Exterior, Marketing, Jornalismo, Contábeis, Direito, Secretariado, entre outros.

O programa oferece uma formação completa, com participação em projetos estratégicos, workshops mensais e visão ampliada das operações da empresa. Após seis meses, o estagiário pode conhecer outras áreas ligadas ao curso ou ao seu interesse. Há ainda um Comitê de Estágio responsável por acompanhar o desenvolvimento dos estudantes.

Os participantes passam por avaliações semestrais e contam com uma trilha de desenvolvimento estruturada pelo RH, incluindo palestras e workshops.

Requisitos

Podem se inscrever alunos de graduação a partir do 3º semestre, ou de cursos tecnólogos a partir do 2º semestre. É necessário inglês em nível pré-intermediário e disponibilidade para estagiar 30 horas semanais, das 8h às 15h ou das 10h às 17h. A duração máxima é de dois anos.

Benefícios

O programa oferece bolsa-auxílio competitiva, transporte (incluindo ônibus fretado), alimentação no local com desconto em folha, assistência médica gratuita, seguro contra acidentes pessoais, além de convênios educacionais, desconto na compra de veículos, acesso ao LinkedIn Learning e trilhas de capacitação.

Como se inscrever

As inscrições devem ser feitas no site oficial da Mercedes-Benz do Brasil, na área Carreira, ou diretamente na plataforma de recrutamento da empresa.

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Sistemas de Lubrificação por cárter seco

Sistema de lubrificação de um motor de combustão interna tem diversas funções sendo todas elas, de vital importância para correto funcionamento do motor 

artigo por Diego Riquero Tournier   fotos Arquivo Bosch 

 

Por um lado nunca devemos esquecer que a primeira das funções do sistema, está relacionada com a refrigeração de pontos críticos do motor, já que o óleo lubrificante atua como um agente líquido (fluido), de transferência térmica, sendo o único elemento em contato direto com peças como Pistões, bielas, cilindros, válvulas, entre outros. 

Desta forma, se comparamos o sistema de arrefecimento do motor, com o sistema de lubrificação, ambos promovem uma gestão térmica dos elementos internos do motor, mas a diferencia radica na forma que atuam cada um deles, por um lado, o sistema de lubrificação forçada realiza um controle térmico a partir do contato direto do fluido (óleo), com as partes aquecidas, quando por outro lado, o sistema de arrefecimento realiza uma gestão térmica de forma indireta, mantendo o fluido de arrefecimento em contato com superfícies metálicas como bloco do motor e cabeçote, preenchendo as galerias internas de fluido, as quais esfriam as mencionadas superfícies, promovendo uma troca térmica de outros componentes moveis e regiões com presença de uma alta temperatura, através do contato com o bloco e cabeçote do motor, previamente “esfriado” pelo fluído de arrefecimento. 

Outra função importantíssima do sistema de lubrificação, está relacionada com a diminuição do atritos das partes internas em movimento (Pistões, bielas, virabrequim, válvulas), assim como, a necessidade de atuar como elemento de “amortecimento hidráulico”, das forças mecânicas resultantes da liberação da energia da combustão e os movimentos entre os componentes do trem alternativo. 

Para cumprir com tudo isso, o sistema de lubrificação deve subministrar em todo momento, o óleo lubrificante na condição de temperatura certa, na pressão e vazão correta, garantindo a manutenção do o efeito hidrodinâmico que determina a vida útil do motor, assim como a premissa de que nunca falte óleo, independentemente da condição de trabalho do motor. 

Dentro deste cenário, vamos encontrar duas formas mediante as quais os fabricantes de motores decidem com relação à aplicação de um sistema de lubrificação forçada; estamos falando de um sistema de Lubrificação por Cárter Úmido ou um sistema de Lubrificação por Cárter Seco. 

 Na figura 1, vemos algumas das caraterísticas e fenômenos que acontecem durante o funcionamento de um motor a combustão interna com sistema de lubrificação por cárter úmido. 

Como parte do processo de combustão e a sua caraterística de incremento expressivo das pressões internas de trabalho, devemos considerar que, o espaço ocupado pelos gases na parte superior do motor (câmara de combustão/cilindro), não apresentam uma condição de Hermeticidade ou estanqueidade total com relação à parte inferior do motor, a qual está basicamente conformada pelo cárter; independentemente da eficiência dos anéis de pistão os quais não conseguem garantir um selado de 100% seja qual for o tipo de motor, sempre existirá um vazamento de gases da combustão para a parte inferior do motor. 

Este primeiro efeito da passagem dos gases da parte superior, para a parte inferior do motor é conhecido com o nome de Blow-By. 

Adicionalmente, é importante lembrar que o próprio movimento alternativo do pistão (curso de PMI – PMS), gera efeitos de compressão de fluidos (gases), tanto na parte superior quanto na parte inferior do motor, resultando em uma resistência interna ao deslocamento do pistão exercida pela pressão interna acumulada no cárter como mostra a figura 1 

Caraterísticas e vantagens do sistema de lubrificação por cárter seco: 

Agora que relatamos algumas das caraterísticas do sistema de lubrificação convencional ou de maior aplicação na indústria automotiva, o sistema de lubrificação forçada por cárter úmido, vamos conhecer detalhes e vantagens do sistema de cárter seco. 

Na figura 2 podemos ver os principais componentes de um sistema de cárter seco. 

Por mais que o sistema seja popularmente conhecido com o nome de “cárter seco”, o cárter do motor (1), continua cumprindo com o papel de contenção do óleo que escorrega e se acumula na parte inferior do motor, só que neste caso, representará um cárter de dimensões muito reduzidas se comparadas com as dimensões de um cárter tradicional, permitindo desta forma, conter um volume bem mais reduzido de óleo. 

Esse óleo contido no cárter de menores dimensões, passará a ser aspirado por uma bomba de óleo externa (2), e depois acumulado em um depósito externo de óleo, geralmente de maior capacidade de fluido lubrificante se comparado com os sistemas convencionais. 

Esta bomba de óleo externa, será acionada por uma correia ou corrente de transmissão (3), tomando movimento mecânico da polia do virabrequim, ou conjuntos de engrenagens desenhados para este fim. 

 Entre as principais vantagens do sistema podemos destacar: 

 

  • Melhor fluxo de lubrificação forçada.

A presença de uma bomba de óleo externa de maior capacidade volumétrica (maior vazão e pressão de trabalho), permite garantir a presença de óleo lubrificante em qualquer situação de funcionamento do motor. 

Existem situações de funcionamento nas quais durante a própria dinâmica do veículo sometido a forças G (freadas bruscas ou mudanças de direção), o óleo acumulado no cárter se desloca internamente entre os extremos e laterais do cárter, provocando momentos de falta de óleo que comprometem a sucção da bomba interna, desencadeando na formação de bolhas de ar ou queda da pressão de óleo por quebra do fluxo no circuito, afetando peças críticas do motor.  

  • Melhor troca térmica

O sistema por cárter seco, possui um depósito externo com um maior volume de óleo, assim como, um radiador de óleo (trocador de calor), elementos que permitem melhorar muito a gestão térmica assim como, a condição de refrigeração dos componentes internos do motor.  

  • Menor resistência interna ao movimento dos componentes do motor

A diferencia do sistema a cárter úmido, no qual existe uma pressão interna no cárter a qual gera uma resistência e perda de energia do motor, no sistema por cárter seco, na parte inferior do motor existe uma depressão (vácuo), gerado pela bomba de óleo externa, promovendo desta forma, uma menor resistência ao deslocamento de componentes internos como pistões, bielas e virabrequim. 

O resultado deste fenômeno, é o incremento da potência, torque e melhoria do consumo de combustível.  

 Componentes do sistema: 

Na figura 3 vemos os componentes de um sistema de lubrificação por cárter seco, e a partir deles, podemos descrever os detalhes de funcionamento. 

O óleo de motor depositado no cárter (1), é recuperado pela bomba de óleo externa (2), a qual por sua vez está composta por 2 etapas de funcionamento com elementos específicos para isso; por um lado existem elementos de sucção (2a), os quais dependendo do tipo e característica da bomba, podem ser mais de um elemento de sucção (no exemplo do esquema são 3), os mesmos têm a função de levar o óleo até o reservatório externo (3), para que depois o elemento de bombeio (2b), da bomba de óleo externa, gere a pressão e vazão suficiente para alimentar o sistema de circulação forçada. 

Saindo do elemento de bombeio (2b), o óleo passa pelo filtro de óleo (4), chegando ao radiador de óleo (5), principal componente para a realização da gestão térmica de óleo lubrificante. 

Em sistemas um pouco mais avançados, se equipa junto com a base do filtro de óleo, uma válvula termostática que controla a passagem de óleo para radiador conforme a fase de funcionamento do motor, permitindo uma maior passagem de óleo para o radiador, quanto maior for a temperatura de funcionamento do motor, regulando desta forma, a gestão térmica. 

Esta gestão térmica do óleo, se complementa também com a presença de sensores de temperatura do óleo. 

Depois de sair do filtro (4), o óleo a pressão segue diretamente para o bloco do motor, entrando através da conexão (6), alimentando diretamente todo o circuito de lubrificação interna do motor com suas respectivas galerias. 

Na prática, apesar de ser um sistema muito mais eficiente, vamos encontrar aplicações de sistemas de lubrificação forçada por cárter seco, apenas em veículos de alta gama e/ou alto desempenho, por tratar-se de sistemas mais custosos na sua fabricação e instalação nos projetos das montadoras; já nas aplicações de competição ou preparações automotivas, são amplamente utilizados. 

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sábado, 29 de novembro de 2025

Scania inaugura novo complexo industrial na China

Nova instalação aumenta capacidade produtiva e introduz nova linha de produtos para o mercado chinês

 

 

A Scania inaugurou seu terceiro hub industrial global, localizado em Rugao, na província de Jiangsu, na China. A instalação faz parte da estratégia da fabricante sueca para aumentar sua presença no mercado chinês de caminhões, além de ampliar sua capacidade de atender outros países da Ásia.

A nova instalação conta com 800 mil metros quadrados de área construída e capacidade para produzir até 50 mil veículos por ano. O investimento total, segundo a Scania, é de 2 bilhões de euros e vai criar cerca de 3.000 novos empregos na região.

 

 

A fábrica foi projetada para operar com modularidade, permitindo escalar produtos, adaptar tecnologias e integrar soluções específicas de cada mercado. Esse sistema também facilita a incorporação de inovações desenvolvidas no mercado chinês aos produtos globais.

No começo serão oferecidas duas linhas de caminhões, a global, com caminhões rígidos e cavalos mecânicos de alto desempenho, e a nova linha Next Era, desenvolvida exclusivamente para o mercado chinês de transporte de longa distância e alto volume.

 

 

De acordo com a Scania, as primeiras entregas de produtos produzidos no complexo de Rugao estão previstas ainda para o final desse ano, enquanto o lançamento da linha Next Era vai acontecer durante o primeiro semestre de 2026.

 

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Em um mercado dinâmico, quem se antecipa define o padrão, diz executivo da Authomix

Victor Motta, Diretor da empresa, falou sobre os 20 anos da companhia, conceitos de qualidade, sobre expansão do portfólio para os próximos anos 

por Felipe Salomão   fotos Authomix/Divulgação 

 A Authomix completou 20 anos de história em 2025 e a Revista O Mecânico conversou com Victor Motta, Diretor da empresa, que falou sobre diversos assuntos desde como foram essas duas décadas para a companhia até a expansão do portfólio.  

“O aftermarket brasileiro vai passar por transformações, passando pela evolução tecnológica da frota à economia circular e novas políticas de reparabilidade. Nossa vantagem como marca própria é a flexibilidade para ajustar rotas rapidamente, desde a origem do fornecimento até a engenharia de aplicação. Vamos ampliar linhas que tenham direta sinergia com a frota em transformação, além de avançar em soluções para motos e pesados. Em um mercado dinâmico, quem se antecipa define o padrão; quem sustenta a consistência, lidera por décadas”, afirmou Motta.  

O Mecânico: A Authomix completa 20 anos em 2025. Quais foram os principais marcos da empresa nesse período? 

Victor Motta: Chegamos aos 20 anos com um marco histórico: em 2025, a Authomix se consolidou como a maior marca própria de autopeças do aftermarket brasileiro. Isso muda o jogo para as marcas próprias no país. Ao longo do caminho, ampliamos portfólio, elevamos o padrão de qualidade com processos de homologação mais robustos, estruturamos uma rede de fornecedores globais e reforçamos nossa distribuição nacional. É motivo de orgulho, e também o ponto de partida para um novo ciclo de crescimento. 

O Mecânico: Como o conceito de “Qualidade Original” orienta a estratégia da Authomix no mercado de reposição automotiva? 

Victor Motta: “Qualidade Original” é o norte da marca. Escutamos profundamente quem decide a compra: revendas, instaladores e o usuário final. E traduzimos esses critérios em especificações técnicas e processos de validação. A percepção de qualidade é determinante na escolha do cliente; por isso, trabalhamos para oferecer desempenho e durabilidade equivalentes ao padrão original, com preço competitivo e alta disponibilidade. Nossa comunicação apenas tornou visível o que já guiava a operação: transparência, consistência técnica e compromisso com resultado na ponta. 

O Mecânico: A empresa atende veículos leves, pesados e motos. Como a Authomix avalia o desempenho de cada segmento ao longo destas duas décadas? 

Victor Motta: O segmento de leves é a base do aftermarket no Brasil e segue relevante pelo tamanho da frota e pelo envelhecimento médio dos veículos. Em pesados, a demanda é constante e menos elástica: o caminhão parado custa caro, então qualidade e pronta entrega pesam muito—foi onde aceleramos em engenharia aplicada e garantia. Em motos, vimos um ciclo de expansão expressivo, impulsionado por mobilidade urbana e entregas; por isso, estamos especialmente animados com o potencial de crescimento da Authomix nesse segmento, com novas linhas e maior capilaridade. 

O Mecânico: O que diferencia as peças homologadas da Authomix em relação a outras marcas disponíveis no aftermarket? 

Victor Motta: Curadoria técnica e responsabilidade pelo resultado. Selecionamos fornecedores com auditoria de processo, PPAP/APQP quando aplicável, rastreabilidade de lotes e testes de performance em laboratório e campo. Homologamos aplicações reais da frota brasileira, validando materiais, dimensionamento e desempenho. E colocamos a nossa assinatura na ponta: garantia expressa, suporte técnico e rede de atendimento nacional. Em resumo, menos promessa e mais entrega. 

O Mecânico: Quais são os principais investimentos da Authomix para os próximos anos no mercado de autopeças e motopeças? 

Victor Motta: Três frentes: 

Portfólio e engenharia: novas famílias de produtos, ampliação de aplicações críticas (leve, pesado e moto) e ciclos de teste mais exigentes para a realidade brasileira. 

Serviço e digital: catálogo técnico aprimorado, dados de aplicação mais precisos, conteúdo de treinamento para mecânicos/instaladores e melhor experiência de compra e pós-venda. 

Operação e qualidade: fortalecimento da base de fornecedores, auditorias recorrentes, logística com maior proximidade regional e estoques mais inteligentes para elevar disponibilidade sem perder eficiência. 

O Mecânico:De que forma a Authomix pretende expandir e diversificar seu portfólio para os próximos  20 anos? 

Victor Motta:  O aftermarket brasileiro vai passar por transformações, passando pela evolução tecnológica da frota à economia circular e novas políticas de reparabilidade. Nossa vantagem como marca própria é a flexibilidade para ajustar rotas rapidamente, desde a origem do fornecimento até a engenharia de aplicação. Vamos ampliar linhas que tenham direta sinergia com a frota em transformação, além de avançar em soluções para motos e pesados. Em um mercado dinâmico, quem se antecipa define o padrão; quem sustenta a consistência, lidera por décadas. 

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sexta-feira, 28 de novembro de 2025

O que causa excesso de temperatura nos freios? Confira como evitar o cheiro de queimado

Frenagens prolongadas em descidas, êmbolo de pinça travado, assentamento inadequado de pastilhas novas e excesso de carga estão entre os fatores que podem causar o aumento de temperatura no sistema de freio

O sistema de freio reúne componentes como pastilhas e discos, que precisam de inspeção periódica. O atrito entre eles gera calor e desgaste, e quando esse calor ultrapassa o limite do material, surge o cheiro de queimado e a eficiência do freio é comprometida. A explicação é de Leandro Leite, coordenador de Assistência Técnica da Fras-le.

Entre as principais causas do superaquecimento estão: pastilhas novas sem assentamento correto, uso prolongado do freio em descidas, excesso de carga, pistões travados ou com retorno insuficiente, discos empenados e pastilhas de baixa qualidade.

Como identificar a origem do cheiro de queimado

Leite explica que, se o odor aparece logo após a instalação de pastilhas novas e desaparece com o uso, é provável que seja apenas o assentamento. Já situações mais graves apresentam sinais claros:

  • Fumaça após frenagens intensas
  • Roda travando ou girando com dificuldade mesmo com o freio solto
  • Ruídos metálicos
  • Desgaste irregular das pastilhas ou aquecimento anormal de apenas uma roda (perceptível ao toque ou com termômetro infravermelho)

 

Diagnóstico correto

Ao suspeitar de superaquecimento, a orientação é inspecionar todo o sistema. Primeiro, fazer uma verificação visual em busca de marcas de calor no disco, fuligem e mudança de cor em pastilhas ou discos. Depois, com a roda suspensa, acionar e soltar o freio para conferir o retorno dos pistões. A roda deve girar livremente, caso contrário, é necessária uma análise detalhada da pinça.

Na sequência, devem ser removidos resíduos, limpos e lubrificados os guias da pinça, verificado o empeno e a espessura dos discos e reinstaladas as pastilhas. Por fim, o veículo deve passar por um teste de rodagem para confirmar a eliminação do problema.

Como evitar o superaquecimento

Segundo Leite, algumas práticas ajudam a prevenir o calor excessivo: usar pastilhas de qualidade, fazer o pré-assentamento correto com frenagens leves e intervalos de resfriamento, manter o sistema limpo, evitar sobrecarga, checar o sistema hidráulico com regularidade e garantir aplicação adequada das pastilhas.

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SPTrans aprova novo ônibus elétrico para a capital paulista

Eletra padron tem capacidade para 82 passageiros

São Paulo, que já possui a maior frota de ônibus elétricos do país e a terceira da América Latina, agora conta com mais um modelo autorizado a operar no sistema municipal. O novo veículo atende especialmente linhas estruturais e de articulação regional, que exigem maior capacidade e desempenho.

O modelo é um ônibus padron de 12,5 metros, com capacidade para 82 passageiros. Ele usa chassi Mercedes, carroceria Caio e é produzido pela Eletra, fabricante brasileira de ônibus elétricos. A empresa também oferece consultoria por meio do Eletra Consult, apoiando desde a escolha da infraestrutura até o pós-venda e o treinamento de equipes.

O e-Bus Eletra Padron recebeu aprovação total da SPTrans em 25 de novembro de 2025 e agora pode ser adquirido pelas viações. Com isso, já está liberado para operação comercial na cidade.

Lançado no mês passado, o modelo incorpora tecnologias mais avançadas que as dos ônibus elétricos já em circulação, como motores elétricos de ímã permanente, controladores mais modernos e novas baterias da WEG. Esse conjunto melhora a autonomia, a eficiência energética e a durabilidade das baterias, além de reduzir o peso total do veículo entre 350 e 400 kg.

A redução de peso permitiu ampliar em cerca de 10 passageiros a capacidade total em relação ao modelo anterior de 12,1 metros, que continua disponível. A autonomia também aumentou: o novo ônibus alcança 255 km, resultado comprovado e homologado em testes da SPTrans.

O veículo cumpre todas as exigências da SPTrans, incluindo piso baixo para acessibilidade, vidros colados com proteção UV, ar-condicionado e entradas USB para os passageiros.

Segundo Milena Romano, presidente da Eletra, a aprovação reforça a relevância do modelo não só para São Paulo, mas para a eletromobilidade no Brasil e na América Latina, já que os padrões técnicos da SPTrans servem de referência para outras cidades e até outros países. Ela afirma que a Eletra segue líder da transição energética na região.

A diretora comercial, Ieda Oliveira, destaca que o conjunto tecnológico garante desempenho mesmo em condições exigentes, como aclives, tráfego intenso e alta demanda de passageiros. Segundo ela, o novo ônibus é robusto e traz uma configuração inédita no mercado.

O modelo aprovado pela SPTrans combina plataforma Mercedes-Benz e carroceria Caio.

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Litens reuniu profissionais do setor automotivo para workshop sobre veículos híbridos

Evento ocorreu na fábrica e destacou o funcionamento do sistema para veículos híbridos e apresentou soluções aplicadas à frota atual

Litens realizou um workshop sobre tecnologia para veículos híbridos em sua fábrica em Atibaia (SP), no dia 12 de novembro. O evento reuniu aplicadores para apresentar o funcionamento dos sistemas usados em veículos híbridos, além das soluções que a empresa já fornece para a frota atual e as novidades que serão lançadas.

A iniciativa faz parte da estratégia da Litens de se aproximar dos profissionais de aplicação e oficinas, promovendo atualização técnica e troca de conhecimento.

Durante o workshop, os participantes conheceram as tecnologias da Litens para híbridos, como sistemas de tensionamento, polias e outros componentes que melhoram desempenho, eficiência energética e reduzem emissões.

Segundo Roney Engholm, gerente de Vendas e Marketing Aftermarket, o mercado de híbridos já é uma realidade e traz oportunidades para o segmento de reposição. Ele destaca que a empresa está preparada para liderar essa transição com soluções já presentes em veículos atuais e novas tecnologias que chegarão ao aftermarket.

O encontro também contou com demonstrações práticas, apresentações técnicas do time de engenharia e um tour pela fábrica, onde os participantes viram de perto a estrutura produtiva.

A Litens pretende ampliar seu calendário de treinamentos e experiências técnicas para o aftermarket.

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