segunda-feira, 4 de maio de 2026

SEG Automotive lança maleta para manutenção de alternadores e motores de partida em parceria com Tramontina PRO

Ferramentas voltadas ao aftermarket chegam em edição limitada a partir deste mês (maio), com distribuição por parceiros autorizados

A SEG Automotive anunciou o lançamento de uma maleta para manutenção de alternadores e motores de partida desenvolvida em parceria com a Tramontina PRO. O produto é direcionado ao mercado de reposição e será comercializado em edição limitada a partir deste mês de maio, por meio da rede de parceiros autorizados da empresa.

Segundo as empresas, a maleta foi estruturada para atender às rotinas de manutenção nas oficinas, reunindo ferramentas destinadas a intervenções em sistemas de carga e partida. O conjunto foi definido com foco em aplicações recorrentes nesse tipo de serviço, incluindo itens para desmontagem, montagem e ajustes.

O kit reúne soquete ponta cruzada nº 1 em aço cromo vanádio com encaixe de 1/2″; soquetes sextavados nas medidas 10, 13, 15, 17, 22 e 24 mm, também com encaixe de 1/2″; soquete ponta Trafix longa T25; chave de fenda ponta chata 6×125 mm; catraca usinada de 10″ com encaixe de 1/2″; e chaves de fenda tipo canhão de 7 mm e 8 mm.

A organização interna da maleta prevê compartimentos específicos para cada ferramenta, com a proposta de facilitar o manuseio e o controle dos itens durante o serviço. De acordo com a SEG Automotive, a iniciativa integra as ações voltadas ao segmento de aftermarket e ao suporte aos profissionais que atuam com manutenção de alternadores e motores de partida.

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BYD pode usar fábrica da Volkswagen na Alemanha: movimento expõe crise industrial europeia

A possibilidade de a BYD utilizar parte de uma fábrica da Volkswagen na Alemanha marca uma mudança importante no equilíbrio da indústria automotiva global. O que antes parecia impensável — uma montadora chinesa produzindo dentro de uma planta alemã — agora entra no radar estratégico das empresas.

Depois do CEO Oliver Blume ter dito que muitas fábricas europeias terem espaço ocioso e que eles poderiam servir para “parceiros chineses” a notícia apurada pela agência Reuters mostra que a Volkswagen pode ser a primeira a usar esse modelo.

A agência diz que a BYD negocia ocupar parte da chamada “Gläserne Manufaktur”, a fábrica transparente da Volkswagen em Dresden. O plano envolveria o uso de uma área do complexo para produção de veículos elétricos, enquanto o restante do espaço seguiria com projetos de inovação em parceria com o governo local e a universidade técnica da região.

Fábrica ociosa abre espaço para chineses

A unidade de Dresden deixou de produzir carros no fim de 2025, quando o último Volkswagen ID.3 saiu da linha. O local passa por uma transição para se tornar um polo tecnológico voltado a áreas como inteligência artificial, robótica e semicondutores.

Mas na prática essa medida foi bem interpretada pelo mercado. Há espaço ocioso, a linha ID não teve a aceitação esperada e o modelo de parceria poderia sim render alguma rentabilidade para a Volkswagen.

Esse movimento reflete um problema maior: excesso de capacidade industrial na Europa. A Volkswagen já admitiu que possui fábricas subutilizadas e avalia alternativas para aproveitar essas estruturas — incluindo parcerias com empresas chinesas.

Na prática, isso abre espaço para que marcas como BYD, que ainda não possuem produção relevante no continente, acelerem sua presença local sem precisar construir fábricas do zero.

Estratégia para driblar tarifas e ganhar escala

O interesse da BYD em produzir na Europa não é novo. A empresa já constrói uma fábrica na Hungria (e fora da Europa na Turquia) e planeja expansão industrial na região como forma de contornar tarifas de importação da União Europeia, que podem ultrapassar 30% no caso de elétricos chineses.

Produzir dentro da Alemanha — berço da indústria automotiva europeia — teria um peso simbólico e estratégico ainda maior. Além de reduzir custos logísticos, a operação poderia acelerar a aceitação da marca entre consumidores europeus.

Pressão chinesa muda o jogo

A possível parceria evidencia a inversão de forças no setor. A BYD superou a própria Volkswagen em vendas na China e se consolidou como uma das maiores fabricantes de veículos eletrificados do mundo. Hoje a Volkswagen tem parcerias com a FAW (são 40 anos de parceria com a estatal) e mais recentemente com a XPeng de onde surgiram os elétricos e EREV Unyx que também tem feito sucesso.

Ao mesmo tempo, a montadora alemã enfrenta queda de lucro, aumento de custos e perda de participação global, especialmente diante da rápida evolução tecnológica das empresas chinesas. Mesmo líder em vendas no segmento de passageiros as vendas de VW na China caíram 8% só em 2025.

Executivos da Volkswagen já indicaram que estão abertos a compartilhar capacidade industrial com parceiros chineses, inclusive como forma de manter competitividade em segmentos onde a marca perdeu espaço.

O caso de Dresden pode ser apenas o primeiro. Outras montadoras chinesas, como MG e a própria Xpeng, também avaliam utilizar estruturas industriais na Europa, o que indica uma nova fase da globalização automotiva. A Ora, do grupo GWM também estuda um modelo de parceria.

Impactos para o mercado global

Se confirmada, a operação pode abrir precedente para maior presença industrial chinesa na Europa, reconfiguração das cadeias de produção e mais pressão sobre fabricantes tradicionais.

Para a Volkswagen, trata-se de uma decisão estratégica: usar ativos ociosos para gerar receita ou proteger seu território industrial histórico.

Já para a BYD, é mais um passo na consolidação como player global — agora dentro do coração da indústria alemã. A BYD vem consolidando seus espaços na Alemanha e mais recentemente na França onde até a marca Denza já foi lançada oficialmente.

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BYD vai contratar mais 1.654 pessoas para abrir terceiro turno na Bahia

A BYD iniciou um novo ciclo de expansão no Brasil com a abertura de 1.654 vagas de emprego para sua unidade em Camaçari (BA). As contratações estão diretamente ligadas à implantação do terceiro turno de produção, etapa que marca o avanço da operação industrial e o aumento da capacidade da fábrica.

O anúncio ocorreu pouco antes da marca anunciar a liderança das vendas no varejo em todo o país. Foram 14,9 mil unidades vendidas em um mês, à frente de players como Volkswagen e Fiat.

Com o novo volume de admissões, o quadro de funcionários diretos ultrapassa os 5.800 trabalhadores, considerando os 4.174 colaboradores já ativos. Desse total atual, cerca de 55% são moradores de Camaçari, indicando a forte absorção de mão de obra local. A expectativa é que, a partir do segundo semestre, a operação da BYD se torne a terceira maior empregadora da Bahia, segundo dados do Guia Industrial 2025 da FIEB.

Além dos empregados diretos, o complexo industrial soma aproximadamente 3.700 trabalhadores terceirizados, envolvidos principalmente nas obras das unidades de soldagem, estamparia e pintura. No total, o polo já mobiliza perto de 10 mil profissionais. Desde dezembro de 2024, o crescimento do contingente de profissionais ligados ao projeto chega a cerca de 1.750%, refletindo a aceleração dos investimentos.

Capacidade produtiva

A implantação do terceiro turno tem como objetivo elevar a eficiência operacional e ampliar o volume de produção da planta. A estratégia acompanha o aumento da demanda por veículos eletrificados no país e a necessidade de nacionalização de etapas industriais. A BYD alcançou em abril a liderança das vendas no varejo com 14,9 mil unidades vendidas, boa parte produzida em Camaçari.

A unidade de Camaçari foi projetada para concentrar diferentes processos produtivos, incluindo estamparia, soldagem, pintura e montagem final. Com isso, a operação caminha para se consolidar como um dos principais polos industriais da marca fora da Ásia.

Dentro desse contexto, a BYD posiciona o complexo baiano como um hub estratégico de mobilidade elétrica nas Américas, com integração entre produção, logística e desenvolvimento de fornecedores locais. Os planos da BYD incluem exportação de veículos para outros países da região.

Impacto na cadeia automotiva

Segundo o Comitê Automotivo da FIEB, o avanço da operação contribui para a reativação da cadeia produtiva automotiva na região, historicamente ligada ao polo industrial de Camaçari. O movimento também impulsiona setores como autopeças, logística e serviços industriais.

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sábado, 2 de maio de 2026

Foton lança caminhões semipesados e apresenta extrapesado elétrico eGalaxus na Agrishow 2026

Novos modelos ampliam atuação no agronegócio e reforçam aposta da Foton em eficiência, robustez e eletrificação

 

A Foton apresenta na Agrishow 2026, em Ribeirão Preto (SP), sua nova linha de caminhões semipesados e o extrapesado elétrico eGalaxus. A participação da marca reforça a estratégia de crescimento no Brasil com foco no transporte de cargas para o agronegócio.

Entre os destaques está o lançamento do Auman D 2632, caminhão semipesado trucado que chega como um dos mais potentes da categoria. O modelo é equipado com motor Cummins F6.7 de 320 cv, torque de 1.200 Nm e transmissão automatizada ZF de nove marchas, além de suspensão pneumática e PBT de 26 toneladas.

Outro lançamento é o Auman D 1830, também voltado ao segmento semipesado, com 282 cv e 1.100 Nm de torque. O modelo combina eficiência operacional, conforto e menor consumo de combustível, sendo indicado para operações no campo e transporte regional.

Como vitrine tecnológica, a marca exibe o eGalaxus, caminhão extrapesado 100% elétrico ainda em avaliação para o mercado brasileiro. O modelo se destaca pelo alto nível de tecnologia, podendo alcançar até 475 cv de potência, 40.000 Nm de torque, baterias de até 600 kWh e autonomia de até 450 km (ciclo WLTP).

No segmento de picapes, a Foton apresenta o conceito Tunland V7 Black Diamond, que antecipa futuras versões e possibilidades de personalização. Já entre os modelos disponíveis no mercado, a marca destaca a Foton Tunland V9 e os caminhões da linha Aumark S, como o Aumark S 315 e o Aumark S 1217, reconhecidos pelo custo-benefício.

Na eletrificação, outro destaque é o eWonder, minitruck elétrico voltado para operações urbanas e aplicações no agronegócio.

Além dos lançamentos, o estande da Foton oferece condições comerciais especiais durante o evento, com foco em produtores rurais, transportadores e empresas do setor.

Segundo Mauricio Santana, diretor nacional de Vendas e Pós-Vendas, a feira é estratégica para apresentar as novidades e reforçar o portfólio da marca no Brasil.

A montadora também segue expandindo sua rede, com meta de superar 100 concessionárias até 2028, além de fortalecer o pós-venda com suporte técnico e ampla disponibilidade de peças por meio do centro de distribuição em Itajaí (SC).

Com os lançamentos, a Foton reforça sua presença no País e amplia a competitividade no segmento de veículos comerciais, especialmente no agronegócio.

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sexta-feira, 1 de maio de 2026

Nissan passa a operar com distribuidores na Argentina após reestruturação industrial

A Nissan anunciou uma mudança em sua operação na Argentina ao adotar um modelo baseado em distribuidores independentes. A decisão ocorre após o encerramento da produção local da picape Frontier e faz parte do plano global de reestruturação da marca.

A fabricação da Frontier na planta de Córdoba foi encerrada há alguns meses, com a última unidade saindo da linha em outubro do ano passado. Produzida no país desde 2018, a picape agora passa a ser importada do México, onde a produção foi concentrada.

Como parte dessa transição, a Nissan firmou um memorando de entendimento com os grupos SIMPA e Tagle, que passam a representar a operação comercial da marca no país. A rede atual conta com 49 concessionárias, que seguirão operando dentro do novo modelo.

A mudança está alinhada ao plano Re:Nissan, estratégia global voltada à otimização de custos e reorganização das operações industriais e comerciais. Apesar do fechamento da fábrica, a empresa afirma que não haverá impacto relevante no portfólio ou no volume de vendas no mercado argentino.

Segundo a marca, a operação comercial continuará normalmente, com manutenção da oferta de produtos, lançamento de novos modelos e continuidade dos serviços de pós-venda, preservando o atendimento aos clientes no país.

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Sinais de desgaste indicam hora de trocar os amortecedores da moto

Instabilidade, vazamentos e perda de desempenho da suspensão comprometem segurança e conforto na pilotagem

Os amortecedores da moto são essenciais para a estabilidade, segurança e conforto na pilotagem. Responsáveis por controlar a oscilação das molas, sustentar o peso do veículo e absorver impactos das irregularidades da via, esses componentes exigem manutenção periódica e atenção aos sinais de desgaste.

De acordo com Leandro Leite, coordenador de Assistência Técnica e Garantia da Nakata, avaliar regularmente o sistema de suspensão é fundamental para garantir a segurança do motociclista e o bom desempenho da moto.

Entre os principais sinais de problema nos amortecedores estão a instabilidade em arrancadas, frenagens e curvas, além da oscilação excessiva ao passar por lombadas ou pisos irregulares. Esses sintomas indicam perda de eficiência da suspensão e podem comprometer o controle do veículo.

Outro alerta importante é o vazamento de óleo e ruídos ao trafegar por irregularidades, o que pode indicar perda de pressão interna ou danos nos componentes. Nessas condições, o amortecedor pode atingir o fim de curso, reduzindo sua capacidade de absorção de impactos.

Ao identificar qualquer um desses sinais, a recomendação é procurar uma oficina especializada para avaliação. Rodar com amortecedores desgastados pode causar sobrecarga em outros itens da suspensão, como molas e pneus, acelerando o desgaste e aumentando os riscos na pilotagem.

Manter os amortecedores em bom estado garante mais estabilidade, conforto e segurança, além de preservar o desempenho geral da moto.

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quinta-feira, 30 de abril de 2026

Troca de óleo do motor: como escolher o lubrificante certo e evitar danos

Guia completo explica tipos de óleo, viscosidade, prazo de troca e cuidados essenciais para aumentar a vida útil do motor

Entender esses fatores é essencial para evitar desgaste prematuro, reduzir consumo de combustível e prolongar a vida útil do motor.

O óleo lubrificante atua diretamente na proteção interna do motor, reduzindo o atrito entre as peças, controlando a temperatura e garantindo melhor desempenho na condução.

Tipos de óleo: mineral, semissintético e sintético

Existem três principais tipos de óleo automotivo disponíveis no mercado:

  • Óleo mineral: menor nível de refino e desempenho mais limitado
  • Óleo semissintético: intermediário, combina base mineral e sintética
  • Óleo sintético: maior pureza, melhor desempenho e maior proteção ao motor

Os lubrificantes também são compostos por aditivos (cerca de 20% da fórmula), responsáveis por melhorar a limpeza interna, reduzir oxidação e proteger componentes.

Viscosidade do óleo: como entender o 5W30, 10W40 e outros

A classificação de viscosidade (como 5W30) indica o comportamento do óleo em diferentes temperaturas:

  • O primeiro número (antes do “W”) representa o desempenho a frio
  • O segundo número indica a viscosidade em alta temperatura

Motores mais modernos exigem óleos menos viscosos, que circulam mais rapidamente, especialmente na partida a frio.

Além disso, é fundamental observar especificações como API (americana) e ACEA (europeia), além da recomendação da montadora no manual do veículo.

Importante: nem sempre o óleo mais moderno ou avançado é o ideal, o correto é seguir exatamente a especificação do fabricante.

Quando trocar o óleo do motor

O intervalo padrão para troca de óleo costuma ser:

  • A cada 10.000 km ou 12 meses, o que ocorrer primeiro
  • Em condições severas — como trânsito intenso, trajetos curtos frequentes e uso urbano pesado — a troca deve ser antecipada.
  • Veículos mais novos podem contar com sistemas inteligentes que monitoram a vida útil do óleo e indicam o momento ideal da substituição.

Usar óleo errado pode causar danos graves

A escolha incorreta do lubrificante pode gerar problemas como:

  • Desgaste prematuro do motor
  • Aumento no consumo de combustível
  • Superaquecimento
  • Perda de potência
  • Formação de borra e entupimento interno

Outro mito comum é o uso de óleo mais grosso em motores com alta quilometragem — prática que não é recomendada e pode comprometer o funcionamento.

Como verificar o nível do óleo corretamente

A medição do nível deve ser feita regularmente, de preferência:

  • Com o motor frio
  • Em superfície plana
  • Após o carro ficar parado por alguns minutos

O processo é simples: utilize a vareta, limpe, reinsira e verifique se o nível está entre as marcações mínimas e máximas.

Evite completar o óleo sem necessidade ou com o motor quente, pois isso pode gerar leitura incorreta e até excesso de lubrificante.

Troca do filtro de óleo é obrigatória

Sempre que realizar a troca do óleo, substitua também o filtro. Ele é responsável por reter impurezas e garantir a eficiência do lubrificante.

Ignorar essa troca pode comprometer todo o sistema e reduzir a proteção do motor.

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