terça-feira, 6 de janeiro de 2026

Revisão preventiva do freio evita desgaste excessivo e desplacamento da lona

O desgaste excessivo pode causar o desplacamento da lona da sapata, comprometendo seriamente a eficiência do sistema de freio

Presente no sistema de freio a tambor, geralmente nas rodas traseiras, a sapata de freio possui uma lona de atrito que, ao ser pressionada contra o tambor, gera a força necessária para reduzir a velocidade ou parar o veículo. Esse componente é essencial para a segurança. Segundo Leandro Leite, coordenador de Assistência Técnica da Fras-le, a sapata recebe a força dos cilindros de roda e atua de forma semelhante às pastilhas no freio a disco, o que torna sua manutenção indispensável.

Um dos principais problemas é o desplacamento da lona, quando o material de atrito se solta total ou parcialmente da sapata, reduzindo a eficiência da frenagem. Nesses casos, será notado ruídos e trepidações ao frear. Além disso, o mau funcionamento do freio traseiro pode sobrecarregar o eixo dianteiro e prejudicar todo o sistema.

Para evitar o problema, é fundamental realizar revisões periódicas do sistema de freio, conforme o manual do veículo, e substituir as sapatas ao atingir a espessura mínima. Na troca, devem ser utilizadas peças compatíveis.

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Cofap amplia linha de kits de suspensão para BMW, Fiat e Nissan

A Marelli Cofap Aftermarket anunciou o lançamento de novos códigos de kits e top kits de suspensão, ampliando o portfólio da marca no mercado de reposição. As novidades atendem modelos das marcas BMW, Fiat e Nissan.

Novos códigos e aplicações:

KSC24105S – BMW X1, de 2006 a 2015

TKC03133 – Fiat Fastback, a partir de 2023

TKC29008 e TKC29009 – Nissan Sentra, de 2014 a 2020

O kit de suspensão é composto por coifa protetora da haste do amortecedor e batente. Já o top kit inclui, além desses itens, o coxim e o rolamento (este último presente apenas nos conjuntos dianteiros, já que a suspensão traseira não utiliza rolamento).

Os componentes atuam na proteção do amortecedor, evitando danos à haste, impactos de fim de curso e garantindo a correta fixação do conjunto ao monobloco do veículo. As coifas protegem a haste contra poeira e detritos, enquanto os batentes absorvem impactos: na dianteira, limitam o curso do amortecedor; na traseira, funcionam também como mola auxiliar.

Os coxins fazem parte da fixação superior do amortecedor e os rolamentos permitem o movimento conjunto com o sistema de direção nas suspensões dianteira.

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segunda-feira, 5 de janeiro de 2026

Motor diesel não pega? Problema pode ser nas velas aquecedoras

Componente facilita a partida a frio dos propulsores movidos à óleo combustível

 

 

Em motores diesel equipados com velas aquecedoras, essas peças têm a função de elevar a temperatura da câmara de combustão, facilitando a ignição do combustível, principalmente em partidas a frio. Assim, para auxiliar no seu diagnóstico, a revista O Mecânico exibe os principais indícios de problemas nas velas aquecedoras.

Um dos sinais mais comuns é a dificuldade de partida, especialmente em temperaturas mais baixas. Com as velas aquecedoras sem funcionamento adequado, o combustível não atinge a temperatura ideal para a ignição, fazendo com que o motor demore mais para entrar em funcionamento ou seja necessário executar várias tentativas de partida.

 

 

Outro indício que ocorre com frequência é o funcionamento irregular nos primeiros minutos, logo após o motor entrar em funcionamento. Esse comportamento pode acontecer quando uma ou mais velas aquecedoras deixam de atuar corretamente.

Um excesso de fumaça, geralmente de coloração branca ou acinzentada, também pode indicar problemas nas velas aquecedoras. Isso ocorre porque o combustível injetado não queima de forma adequada em cilindros frios, saindo pelo escapamento.

Por fim, realizar a inspeção e troca das velas aquecedoras é fundamental para evitar desgaste prematuro de outros componentes, como motor de arranque e bateria. Assim, o mecânico deve estar atento principalmente a sinais como dificuldade de partida, funcionamento irregular a frio ou fumaça excessiva.

 

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Spicer alerta para a importância da especificação técnica de lubrificantes em diferenciais

A Spicer reforça o alerta para mecânicos e frotistas sobre a escolha rigorosa do lubrificante para eixos diferenciais. O uso de fluídos fora das especificações do fabricante pode comprometer a estabilidade do veículo, causar o travamento do sistema e elevar drasticamente os custos de manutenção.

Manutenção e Diagnóstico no Pátio

Para garantir a durabilidade de engrenagens hipoides e rolamentos, a Spicer recomenda atenção aos intervalos de troca (uso normal vs. severo) e inspeções visuais constantes. Durante a manutenção preventiva, o mecânico deve estar atento a sinais críticos que exigem a substituição imediata do fluído:

  • Presença de água (aspecto leitoso)
  • Contaminação por limalha metálica
  • Odor de queimado (oxidação térmica)

Dica: O uso de lubrificante correto não apenas reduz o atrito, mas atua como agente de dissipação de calor e amortecedor de impactos internos. Para o mecânico, seguir o manual do fabricante é a única garantia de que o serviço entregue terá a confiabilidade necessária para o transporte de cargas e passageiros.

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domingo, 4 de janeiro de 2026

Troca de óleo em motocicletas: quatro orientações para oficina

Manutenção preventiva contribui para a segurança e o funcionamento do conjunto

troca óleo em moto Motul

O mercado de motocicletas registra crescimento no Brasil e esses veículos exigem revisões periódicas, conforme as orientações do manual do proprietário. A manutenção preventiva contribui para a segurança e o funcionamento do conjunto.

A primeira orientação é procurar um mecânico qualificado. Hiromori Mori afirma: “Muitos optam por fazer a manutenção por conta própria, porém a motocicleta, como todo equipamento mecânico, requer conhecimento e técnica. A aplicação de torques inadequados em alguns componentes pode causar quebras e situações de risco. O descarte incorreto de fluidos ou materiais contaminados causa impactos negativos ao meio ambiente”.

Manutenção preventiva das motos é parte essencial para a segurança nas estradas

Outro ponto é o prazo de verificação das velas de ignição, que deve ocorrer a cada 3 mil quilômetros ou seis meses, o que acontecer primeiro. “Se apresentar falha de ignição, o motor poderá não funcionar, colocando o motociclista em situação de risco”, explica o especialista. Também devem ser verificados os terminais supressivos, observando oxidação, trincas e condição das borrachas de vedação.

A checagem do motor inclui a observação de vazamentos e a troca de óleo e filtros nos intervalos recomendados pela montadora, sempre utilizando o lubrificante especificado para o modelo.

O sistema elétrico também deve ser inspecionado com regularidade, com atenção ao funcionamento das lâmpadas e das luzes de sinalização. A recomendação é realizar essa verificação semanalmente.

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sábado, 3 de janeiro de 2026

Como preservar o sistema de injeção do motor: quatro orientações

Adoção de procedimentos preventivos ajuda a reduzir os efeitos do calor sobre o funcionamento do motor

Injeçao e ignição-ed.348-Foto de abertura

As altas temperaturas aumentam a exigência sobre os sistemas de injeção e arrefecimento do veículo. A adoção de procedimentos preventivos ajuda a reduzir os efeitos do calor sobre o funcionamento do motor.

Segundo Hiromori Mori, consultor de assistência técnica, os veículos atuais contam com recursos de proteção do conjunto motriz, mas ainda exigem atenção do condutor. “Os automóveis modernos possuem várias tecnologias feitas para preservar o funcionamento do motor em diversas situações, como em dias de calor intenso. Entretanto, mesmo com recursos de proteção, é preciso ter atenção quanto a qualquer irregularidade no funcionamento do motor e, em caso de dúvidas, buscar a orientação de um especialista”.

O primeiro ponto é a verificação do sistema de injeção, já que a temperatura ambiente interfere diretamente nos sensores. Componentes responsáveis pela leitura da temperatura do ar admitido influenciam o funcionamento do motor e devem ser avaliados.

A checagem do sistema de arrefecimento é outro item necessário. Devem ser verificados o nível do fluido, a presença de vazamentos e o funcionamento de componentes como válvula termostática, eletroventilador, bomba d’água e sensores de temperatura. Em caso de falhas, é indicado procurar um profissional para diagnóstico e reparo.

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A manutenção geral do veículo deve estar em dia. Elevação da temperatura indicada no painel, acionamento de luzes de advertência e ruídos no motor são sinais que exigem verificação técnica.

Por fim, é recomendado evitar a exposição prolongada ao sol. O aumento da temperatura interna pode afetar componentes e objetos deixados no interior do veículo, como aerossóis e baterias. Sempre que possível, estacionar em local protegido contribui para a preservação do conjunto.

Sobre os sensores de temperatura, Mori explica: “Ambos os componentes têm a responsabilidade de comunicar ao sistema de gerenciamento do motor a temperatura do fluido de arrefecimento, o que resulta na ativação do eletroventilador do radiador e na execução de ajustes na injeção”. Segundo ele, “essas ações são fundamentais para prevenir danos ao motor”.

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sexta-feira, 2 de janeiro de 2026

Como revisar o carro após o período de férias: três orientações

Checagem desses componentes antes de viagens ajuda a evitar falhas no funcionamento do motor

A revisão do sistema de ignição integra a manutenção preventiva do veículo e envolve a verificação de velas, cabos e bobinas. A checagem desses componentes antes de viagens ajuda a evitar falhas no funcionamento do motor.

As velas de ignição devem estar adequadas ao tipo de combustível utilizado. Em veículos flex, o tratamento superficial do componente reduz a corrosão causada por combustível fora da especificação e diminui o risco de danos ao motor e ao cabeçote durante a substituição. Na troca das velas, os cabos também devem ser substituídos, pois cabos danificados podem comprometer as novas velas.

Os cabos de ignição conduzem a corrente elétrica de alta tensão da bobina até as velas. Esse componente interfere no funcionamento do sistema de partida e no consumo de combustível. Quando apresentam danos, podem ocorrer interferências eletromagnéticas ou fuga de corrente, resultando em falhas de ignição, dificuldades na partida, perda de rendimento e impacto no sistema de emissões.

As bobinas de ignição participam do processo de combustão ao distribuir a corrente elétrica para os cabos e velas. O uso de bobinas fora das especificações ou a ausência de substituição quando necessário pode causar funcionamento irregular do motor e aumento do consumo de combustível.

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