sábado, 31 de janeiro de 2026

Fim da prova de baliza vai facilitar obtenção da CNH

POR FERNANDO CALMON

Parece existir uma “competição” entre o Governo Federal e os estaduais para facilitar ao máximo a renovação ou obtenção da Carteira Nacional de Habilitação (CNH). A intenção é, obviamente, afastar burocracias, mas deve-se considerar antes de mais nada possíveis consequências para segurança do trânsito. Parece claro e aceitável que 20 horas obrigatórias de aulas teóricas pode ser um exagero. No entanto, o que importa é o rigor dos exames, tanto da parte teórica quanto prática.

Como bem lembrou Paulo Guimarães, CEO do Observatório Nacional de Segurança Viária, “no Japão não há obrigação de um curso teórico, mas é preciso acertar 90% das questões. Aqui, apenas dois terços (66%)”. Nem precisa comparar o índice de acidentes fatais do Brasil com o do Japão. Então, existe claramente um viés demagógico que estima em 20 milhões os motoristas e motociclistas sem habilitação no País. Não se explicou como se chegou a esse número, pois a frota real circulante é bem menor que frota registrada. Há, assim, evidente exagero.

Um ponto positivo foi a renovação automática da CNH para quem não cometeu infração de trânsito nos 12 meses anteriores ao fim da validade do documento, estabelecida em 9 de janeiro último. Motoristas com mais de 70 anos não se enquadram nesta norma, o que está correto.

Nove Departamentos Estaduais de Trânsito responderam com o fim da prova de baliza para estacionar em vagas paralelas ao veículo. De fato, isso facilitará obter a CNH, todavia há grande potencial de aumentar os congestionamentos com as dificuldades naturais de muitos iniciantes. São Paulo, onde há a maior frota do País, já aderiu.

Outra facilidade que apenas reflete as vendas em ascensão constante: exames práticos poderão ser feitos com automóveis de câmbio manual ou automático. Essa é uma realidade e sua adoção nada a ver com o estigma de bom ou mau motorista. Respeitar normas e evitar multas deve estar na consciência e responsabilidade de todos. Em congestionamentos, principalmente, eliminar o pedal de embreagem diminui estresse e cansaço.

Chinesa Jetour lança simultaneamente três modelos

Fundada em 2018, integrante do Grupo Chery (aqui em colaboração com Grupo CAOA), a Jetour tem vida independente e começa com três SUVs médios importados: o quase crossover S06 e dois SUVs de linhas tradicionais, T1 e T2, sem tração 4×4 (que virá adiante). Todos são híbridos plugáveis, categoria que cresce muito na China. Já há decisão de construir fábrica no Brasil, a partir de kits desmontados, com provável definição do local em abril próximo. Três outros modelos chegam ainda em 2026. Motores flex serão desenvolvidos aqui. Primeiras avaliações dinâmicas foram no autódromo Velocitta, em Mogi Mirim (SP).

S06 apresenta linhas marcantes, porém dentro da “escola” chinesa. Diferencia-se pelo uso de vidros laminados nas portas dianteiras e, na versão de topo, uma enorme tela multimídia de 15,6 pol. Rodas de 20 pol., pacote ADAS (nível 2) com câmera de 540º. Garante bom espaço interno pelo entre-eixos de 2.720 mm. Ponto fraco é o porta-malas de apenas 416 L. Motor a gasolina,135 cv e 20,4 kgf·m e um elétrico, 204 cv e 31,6 kgf·m. Potência combinada: 315 cv. Embora demonstre segurança em asfalto, há limitações evidentes no uso fora de estrada pela bateria no assoalho que diminui o vão livre do solo. Preços entre R$ 199.990 e R$ 229.990.

Tanto o T1 quanto o T2 (primeiro mais discreto que o segundo) podem agradar mais a quem gosta ou precisa usá-los longe do asfalto. Entre os pormenores interessantes, a capa retangular do estepe externo, de uso temporário (não ideal para fora de estrada), no centro da tampa do bom porta-malas de 574 L. Contudo, há a mesma restrição da bateria no assoalho. Entre-eixos passa para 2.800 mm.

O T2 apresenta um visual condizente com o de um SUV raiz, apesar de não contar ainda com a segurança da tração integral. O motor a gasolina é o mesmo nos três modelos, mas no topo de linha há dois elétricos: 102 cv e 17,3 kgf·m atua em conjunto com o motor a gasolina e outro de 122 cv e 22,4 kgf·m opera, por meio de engrenagens, com o câmbio DHT de três marchas. Estas especificações fogem do convencional e, se houver algum problema, vai doer no bolso, como já acontece com os concorrentes diretos.

Capacidade de imersão de 70 cm e inclui sensor de alagamento. Destaque fica para a aceleração de 0 a 100 km/h em 7,5 s. Porém, o alcance no modo elétrico diminui 13 km para 75 km. Graças ao tanque de 70 litros e à bateria toda carregada é possível rodar até 1.100 km. T1, mais leve, 1.200 km de alcance.

Preços: T2, R$ 289.990 a 299.900; T1, R$ 249.900 a R$ 264.900.

BMW espera bons resultados em 2026

Depois de um balanço positivo em 2025 com crescimento nas vendas de nacionais e importados de 4% sobre 2024, a presidente do Grupo BMW (inclui a Mini), Maru Escobedo, manteve otimismo para este ano. “Cerca de um terço dos modelos premium comercializados no Brasil no ano passado veio das duas marcas do nosso grupo. Para este ano teremos ainda no primeiro trimestre o BMW Série 1 M 135 xDrive”, adiantou. Especificações europeias indicam que o hot hatch com motor 2-litros turbo entrega 304 cv e 40,7 kgf·m. Lançamento esperado para fevereiro.

Escobedo destacou que 60% das vendas da BMW, em 2025, quando completou três décadas de atuação no mercado brasileiro, tiveram origem na fábrica de Araquari (SC), com índice de conteúdo local de 40%. Foram 13,3 mil unidades. A executiva mexicana destacou a flexibilidade da unidade catarinense e até produzir modelos elétricos, mas nenhuma decisão foi tomada.

O acordo comercial Mercosul-União Europeia não impedirá a continuidade da produção brasileira, que poderá se beneficiar também de componentes importados que, em longo prazo, terão imposto de importação zerado. “Vamos avaliar os cenários possíveis, mas pretendemos expandir a operação no Brasil ”, afirmou.

Geely inaugura concessionária de referência

Continua cada vez mais acirrada a concorrência chinesa no Brasil. E a estratégia é seguir as melhores práticas de marketing, a exemplo da Geely, que acaba de inaugurar sua primeira concessionária de referência (flagship) em São Paulo (SP). Faz parte do Grupo Itavema e além de um salão de vendas diferenciado, vai procurar atender conceitos emocionais dos interessados.

A marca confirmou que pretende aumentar a sua rede nacional para 40 concessionárias e lançar o SUV híbrido plugável EX5 EM-i, inicialmente importado. No segundo semestre de 2026, está prevista a montagem deste modelo na fábrica da Renault, em São José dos Pinhais (PR), já de acordo com a regulamentação do programa federal Mover, publicada no último dia 22. A Geely adquiriu 26,4% da filial brasileira da Renault.

No exterior, Renault e Geely são sócias igualitárias da Horse (45% cada), juntamente com a petrolífera Aramco (10%), para desenvolver motores a combustão e híbridos. Ampere é a subsidiária da marca francesa exclusiva para elétricos.

A Geely estabeleceu a meta de produzir 6,5 milhões de unidades por ano até 2030, que a colocaria no quinto lugar no mercado mundial, ao somar todas as 10 marcas em que detém propriedade: Volvo, Polestar, Lotus, Zeekr, Link & Co, Proton, LEVC, Farizon, Geometry e Geely Galaxy. Agora é o sétimo maior grupo mundial com 4,5 milhões de unidades vendidas no ano passado.

Atualmente, há 14 marcas chinesas atuantes no País. É o quinto maior mercado para os chineses, atrás do México, Rússia, Emirados Árabes Unidos e Reino Unido, nesta ordem decrescente, segundo a agência de notícias britânica Reuters.

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Stellantis amplia liderança no e-commerce e cresce 54,6% no Mercado Livre em 2025

Vendas no e-commerce somaram cerca de R$ 200 milhões em 2025, por meio de suas lojas oficiais

A Stellantis reforçou sua liderança no e-commerce automotivo em 2025 ao registrar cerca de R$ 200 milhões em vendas por meio de suas lojas oficiais no Mercado Livre. O resultado representa crescimento de 54,6% em relação a 2024 e confirma a consolidação da estratégia digital da companhia no segmento de pós-vendas.

Atualmente, a operação reúne 324 concessionários, formando a maior estrutura de uma montadora dentro da plataforma. O ambiente conta com lojas oficiais das marcas Fiat, Jeep, Ram, Citroën e Peugeot, com vendas realizadas diretamente pelas concessionárias, replicando o modelo da rede física.

O portfólio inclui peças e acessórios genuínos Mopar, além das linhas bproauto — voltada ao mercado de reposição independente — e Circular Autopeças, especializada em peças recicladas, reutilizadas, reparadas e remanufaturadas, todas com garantia e padrões de qualidade da Stellantis.

Segundo a companhia, o crescimento foi impulsionado principalmente pela eficiência logística e pela expansão da base de clientes. Em 2025, mais de 800 mil produtos foram entregues via e-commerce. No modelo “Full”, as vendas atingiram cerca de R$ 3,5 milhões por mês, com 70% das entregas realizadas no mesmo dia ou no dia útil seguinte.

As lojas oficiais somaram aproximadamente 20 milhões de visitas ao longo do ano e encerraram 2025 com cerca de 383 mil compradores — quase o dobro do volume registrado em 2024.

Entre os itens mais vendidos estão peças, acessórios e lubrificantes Mopar, produtos bproauto, componentes remanufaturados da Circular Autopeças, além de pneus e aditivos. Os acessórios com maior demanda foram tapetes, antenas, para-barros, protetores de cárter, santantônios, calotas e frisos. Já entre as peças, destacaram-se filtros de combustível, óleo e ar-condicionado, velas, acabamentos, juntas, pistões, bielas e pastilhas de freio.

Presente no e-commerce desde o segundo semestre de 2022, a Stellantis planeja ampliar ainda mais sua atuação digital nos próximos meses, com expansão do portfólio e novas soluções para o pós-venda. Em dezembro de 2025, a empresa anunciou o lançamento de 50 novos acessórios da linha bproauto, distribuídos em nove famílias, voltadas a segurança, conectividade, proteção, estética e conforto para veículos multimarcas.

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sexta-feira, 30 de janeiro de 2026

MS supera 3,5 milhões de filtros de óleo automotivo reciclados

O Mato Grosso do Sul já reciclou mais de 3,5 milhões de filtros usados de óleo lubrificante automotivo por meio do Programa Descarte Consciente Abrafiltros. Desde o início da operação no estado, em 2020, foram destinados corretamente 3.535.433 filtros, o equivalente a 1.290 toneladas de resíduos.

Somente em 2025, o programa reciclou 780 mil filtros, totalizando 284,7 toneladas, volume que superou a meta anual estabelecida pela associação, de 272 toneladas.

Criado pela Associação Brasileira das Empresas de Filtros Automotivos, Industriais e para Estações de Tratamento de Água, Efluentes e Reúso (Abrafiltros), o Descarte Consciente é o primeiro sistema de logística reversa pós-consumo implantado no estado.

Segundo o presidente executivo da entidade, João Moura, o desempenho é destaque mesmo diante dos desafios regionais.

“O Mato Grosso do Sul foi o último estado a ingressar no programa e apresenta evolução consistente, apesar das dificuldades logísticas, como grandes distâncias entre as cidades”, afirma.

Atualmente, o sistema conta com 682 pontos de coleta em 71 municípios sul-mato-grossenses.

Programa atende legislações ambientais

No Mato Grosso do Sul, o Descarte Consciente teve início a partir da Resolução SEMAGRO nº 643/2017, seguindo as exigências da legislação ambiental estadual.

O programa também atende normas semelhantes em outros estados, como São Paulo, Paraná e Espírito Santo, que determinam que fabricantes, importadores, distribuidores e comerciantes são responsáveis pela destinação ambientalmente adequada de resíduos pós-consumo.

De acordo com a ABNT NBR 10.004, filtros usados de óleo lubrificante são classificados como Resíduo Perigoso Classe I, por conterem Óleo Lubrificante Usado Contaminado (OLUC) — substância altamente prejudicial ao solo e aos recursos hídricos.

Como funciona a reciclagem dos filtros

O processo de destinação ambiental ocorre da seguinte forma:

  • 75% dos resíduos (elementos filtrantes e vedações) são coprocessados em cimenteiras;
  • 23% do material metálico segue para siderúrgicas;
  • 2% do OLUC é encaminhado para o rerrefino.

De acordo com Marco Antônio Simon, gestor do programa, o rerrefino remove os contaminantes do óleo usado e o transforma novamente em óleo básico, com qualidade equivalente ao produto de origem.

“Além de preservar o meio ambiente, o rerrefino amplia o aproveitamento dos recursos naturais e contribui para o abastecimento do mercado de lubrificantes”, explica.

Dados do SINDIRREFINO apontam que o rerrefino emite 7,1 vezes menos gases de efeito estufa do que a queima do óleo contaminado.

Programa completa 14 anos em 2026

Criado em 2012, o Programa Descarte Consciente Abrafiltros completa 14 anos em julho de 2026. Atualmente, está presente nos estados de São Paulo, Paraná, Espírito Santo e Mato Grosso do Sul.

Ao final de 2025, o programa atingiu a marca de 53,2 milhões de filtros de óleo automotivo reciclados em todo o Brasil, consolidando-se como uma das principais iniciativas de logística reversa do setor automotivo nacional.

Mais informações estão disponíveis em: www.abrafiltros.org.br/descarteconsciente

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Alternador com defeito? Veja como identificar os sinais

Sintomas desse componente podem ser confundidos com problemas na bateria

 

 

Responsável por gerar energia elétrica para alimentar os sistemas do veículo e manter a bateria carregada, o alternador é um componente essencial para o funcionamento do carro. Assim, para auxiliar no seu diagnóstico, a revista O Mecânico traz os principais sinais que indicam problemas no alternador.

O sinal mais comum de defeito é o acendimento da luz da bateria no painel, indicando falha ou carregamento insuficiente. Em alguns modelos, existe a luz “ALT”, que também indica falha no alternador. Porém, nem sempre esses avisos são acionados, sendo necessário observar outros sintomas durante o uso do veículo.

 

 

Outros indícios de problemas no componente são variações na intensidade dos faróis e luzes fracas ou piscando, sinalizando que a corrente elétrica gerada não é suficiente. Além disso, um funcionamento lento de vidros elétricos, teto solar e outros componentes elétricos pode sinalizar baixa eficiência do alternador.

Inspecionar a correia de acessórios também é fundamental para identificar problemas, pois desgaste excessivo ou rompimento afeta diretamente o desempenho do componente. Ruídos anormais no alternador e o descarregamento rápido da bateria, mesmo com o motor ligado, podem indicar falhas na peça.

Por fim, o mecânico deve realizar o teste do sistema de carga para realizar um diagnóstico completo do conjunto, para evitar a substituição desnecessária de componentes.

 

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quinta-feira, 29 de janeiro de 2026

Maru Escobedo é nomeada Presidente e CEO do BMW Group América Latina

O BMW Group anunciou que Maru Escobedo assumirá o cargo de Presidente e CEO do BMW Group América Latina a partir de 1º de março de 2026. Atualmente à frente das operações da marca no Brasil, a executiva substituirá Reiner Braun e passará a supervisionar as atividades da empresa nos 27 países da região.

A executiva ficará baseada na sede regional do BMW Group, na Cidade do México. O anúncio foi feito por Sebastian Mackensen, Diretor da Região das Américas do BMW Group e Presidente e CEO da BMW América do Norte.

Com mais de 20 anos de experiência internacional no segmento premium de mobilidade, Maru iniciou sua trajetória no BMW Group em 1998. Ao longo da carreira, ocupou posições estratégicas na Alemanha, onde atuou em cargos de liderança nas marcas BMW e MINI.

No México, comandou a operação local e consolidou BMW e MINI como líderes do mercado premium. Já no Brasil, foi responsável por um ciclo de crescimento histórico, com recordes de vendas que transformaram o país no maior mercado da BMW na América Latina. Durante sua gestão, a BMW também se firmou como a marca premium mais vendida do mercado brasileiro e avançou em investimentos estratégicos, incluindo a expansão da fábrica de Araquari (SC).

O BMW Group informou que o novo Presidente e CEO da operação brasileira será anunciado em breve. Até a definição do sucessor, Maru Escobedo seguirá liderando as marcas BMW e MINI no país.

Reiner Braun, que deixa o comando regional, construiu uma trajetória global no BMW Group, com passagens por mercados estratégicos da Europa, Oriente Médio, China, América Latina e Canadá. Sob sua liderança, a empresa ampliou a oferta de veículos eletrificados, avançou na transformação digital e manteve a liderança no segmento premium na América Latina pelo oitavo ano consecutivo.

Em 2025, o BMW Group registrou recorde histórico de vendas na região, com destaque para os modelos de alto desempenho da linha BMW M e para os veículos do segmento de luxo, como Série 7, X7 e XM.

Segundo Sebastian Mackensen, a nomeação de Maru Escobedo marca um passo estratégico para o futuro da marca na região, com foco na expansão sustentável e na implementação da nova geração de veículos da BMW, a plataforma NEUE KLASSE.

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Marelli Cofap amplia linha de mangueiras automotivas para Ford, Iveco e VW

A Marelli Cofap Aftermarket ampliou sua linha de mangueiras automotivas com o lançamento de quatro novos códigos destinados a veículos pesados das marcas Ford, Iveco e Volkswagen. As novidades ampliam a cobertura da frota Euro 5 em circulação no Brasil e reforçam a atuação da empresa no mercado de reposição voltado ao segmento comercial.

O portfólio de mangueiras Magneti Marelli conta atualmente com mais de 600 códigos, todos desenvolvidos conforme as especificações técnicas originais de cada aplicação, atendendo sistemas críticos como arrefecimento, alimentação, lubrificação do motor e ar-condicionado.

Entre os lançamentos estão a mangueira MGMM8496VW, aplicada aos caminhões Ford Cargo 1730, 1731, 2425, 2626, 4030 e 4031; a MGMM8582IV, destinada aos Iveco Trakker 360, 440 e 480 Ecoline Euro 5; a MGMM8585IV, compatível com os Iveco Stralis e Trakker equipados com motor Cursor 13 Euro 5; e a MGMM8589MN, aplicada ao Volkswagen Ônibus 17260 Euro 5, ano-modelo 2013.

As mangueiras Magneti Marelli são produzidas em borracha EPDM, material indicado para aplicações que exigem resistência térmica e química. Em determinadas aplicações, os componentes contam com reforço em fibra sintética de aramida, material utilizado em sistemas que demandam maior resistência estrutural. O projeto das peças considera a operação sob pressão positiva e negativa, reduzindo o risco de colapso ou rompimento durante o funcionamento do veículo.

Segundo a empresa, o correto dimensionamento das mangueiras é fundamental para garantir a circulação adequada de fluidos como água, ar, combustível e óleo, preservando o desempenho e a durabilidade dos sistemas do veículo, especialmente em aplicações severas típicas do transporte de carga e passageiros.

As informações completas de aplicação estão disponíveis no catálogo eletrônico da Marelli Cofap Aftermarket, acessível para dispositivos iOS e Android, além do site www.mmcofap.com.br. O atendimento técnico e ao consumidor também pode ser feito pelo telefone 0800 019 1638.

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Veja como funciona a bateria do híbrido Jaecoo 7 SHS

 

O Jaecoo 7 SHS, SUV híbrido plug-in da Omoda & Jaecoo, utiliza um conjunto de baterias de alta tensão desenvolvido para manter estabilidade elétrica, térmica e estrutural em uma ampla faixa de temperatura, que varia de –30 °C a 60 °C. A marca Omoda & Jaecoo que atua de forma conjunta no país, explica de forma técnica como funciona.

O sistema foi projetado para atender mercados com condições climáticas extremas, preservando desempenho, eficiência energética e confiabilidade operacional.

 

 

Em sistemas híbridos plug-in, a variação térmica é um dos principais fatores que afetam o funcionamento da bateria. Em temperaturas muito baixas, a mobilidade dos íons diminui, reduzindo a potência disponível e a capacidade de regeneração. Em ambientes quentes, o desafio está no controle da degradação térmica, no risco de sobreaquecimento e na preservação da segurança química das células.

No Jaecoo 7, a bateria faz parte de um conjunto integrado ao Sistema Super Híbrido (SHS), que combina gerenciamento térmico ativo, controle eletrônico centralizado e estratégia de bloqueio operacional da bateria. Esse bloqueio mantém a bateria dentro de parâmetros ideais de funcionamento, evitando variações abruptas de carga, descarga e temperatura mesmo sob uso intenso ou condições ambientais adversas.

 

 

Segundo a engenharia da marca, a estabilidade térmica é obtida por meio da sinergia entre o sistema de arrefecimento da bateria, a unidade de controle eletrônico (BMS) e o gerenciamento de energia do trem de força. Diferentemente de sistemas híbridos convencionais, que alternam modos de operação de forma mais agressiva quando expostos a frio ou calor extremos, o Jaecoo 7 mantém a bateria em um regime controlado e contínuo, reduzindo oscilações de desempenho.

Nos testes de validação, o conjunto foi submetido a ciclos térmicos prolongados em câmaras climáticas, simulando partidas a frio extremo, longos períodos de carga e descarga sob altas temperaturas, uso contínuo em tráfego urbano e rodoviário, além de cenários de alta demanda de potência. A calibração busca garantir que a entrega de energia permaneça estável, sem perda perceptível de resposta ao acelerador no frio e sem limitação de potência ou consumo excessivo no calor.

 

 

Do ponto de vista estrutural e químico, a bateria também foi projetada para preservar a integridade das células em condições críticas, mantendo padrões de segurança elétrica e térmica compatíveis com exigências globais. A estratégia reduz riscos de degradação acelerada, amplia a durabilidade do sistema e contribui para previsibilidade de desempenho ao longo da vida útil do veículo.

Esse controle térmico e energético impacta diretamente os resultados práticos do sistema híbrido. O SHS permite que o Jaecoo 7 opere com autonomia combinada superior a 1.200 km, mantendo consumo estável em diferentes climas e reduzindo a dependência de recarga externa em viagens longas. A resposta do conjunto permanece linear, independentemente do nível de carga da bateria ou da temperatura ambiente.

 

 

Com esse projeto, a Omoda & Jaecoo posiciona o Jaecoo 7 SHS como um híbrido plug-in desenvolvido para uso global, priorizando robustez térmica, consistência operacional e validação técnica como pilares do sistema de baterias e do conjunto eletrificado.

 

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