quinta-feira, 12 de março de 2026

Renault Scénic 2.0 apresenta falha de partida causada por mau contato no sensor de rotação; entenda

Folga no conector do sensor de rotação e PMS impede geração de centelha no sistema de ignição

Um Renault Scénic equipado com motor 2.0 a gasolina, produzido a partir dos anos 2000, apresentou falha de partida mesmo com o motor girando normalmente. A análise identificou ausência de centelha no sistema de ignição causada por mau contato no conector do sensor de rotação e ponto morto superior (PMS).

O veículo chegou para diagnóstico com a reclamação de que o motor girava, mas não entrava em funcionamento. A verificação inicial indicou ausência de centelha no sistema de ignição. Nesse caso, o uso de scanner não apontou códigos de falha registrados.

Durante a inspeção do sistema de ignição, foi identificado mau contato no conector do sensor de rotação e PMS do motor. O problema estava relacionado a uma folga entre os terminais do conector, o que impedia a transmissão correta do sinal para o sistema eletrônico. A análise apontou que a folga pode ocorrer devido às vibrações do conjunto mecânico, já que o sensor está instalado na carcaça do câmbio. Para restabelecer o contato elétrico entre os terminais, foi realizada uma torção de aproximadamente 45° no pino macho do conector do sensor de rotação, utilizando um alicate de bico. Após o reposicionamento no conector fêmea, o contato entre os terminais foi restabelecido e a falha de funcionamento foi eliminada.

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Passo a passo de sincronização da bomba injetora Nissan Frontier 2.8

Usar o motor com a bomba fora de ponto pode ocasionar danos nos componentes internos 

 

artigo por Murilo Marciano Santos   fotos Arquivo Bosch  

No veículo, o bom funcionamento da bomba injetora de combustível é essencial para que o motor funcione adequadamente. Além disso, em motores de ciclo diesel com uma bomba mecânica, seu sincronismo com o virabrequim é um fator fundamental para a correta injeção de combustível. Pensando nisso, a Revista O Mecânico mostra como fazer o sincronismo desse componente na Nissan Frontier. 

O passo a passo apresentado é válido para a picape da fabricante japonesa quando equipada com o motor turbodiesel MWM Sprint 4.07 TCA, de quatro cilindros e 2.8 litros. Esse propulsor desenvolvia 132 cv a 3.600 rpm com torque máximo de 34,7 kgfm a 1.800 rpm. 

 

Sinais de uma bomba injetora fora de sincronismo 

Quando a bomba injetora está fora do sincronismo, o motor pode apresentar dificuldade de partida, principalmente a frio, além de falhas de combustão em marcha lenta, funcionamento irregular e perda de potência sob carga. Também é comum o surgimento de batidas metálicas causadas por detonação e aumento do consumo de combustível. 

Em alguns casos, há um excesso de fumaça no escapamento, que pode ser branca em caso de atraso na injeção e preta quando há avanço excessivo, além da elevação da temperatura do motor. Em situações mais severas, usar o motor com a bomba fora de ponto pode provocar sobrecarga nos componentes internos da peça, desgaste prematuro dos bicos injetores e até danos no conjunto de pistão e biela. 

Passo a passo de sincronismo da bomba injetora 

 1) Com a bomba injetora removida do motor, fixe-a pelo suporte do corpo distribuidor em uma morsa, utilizando uma proteção nos mordentes para evitar danos do corpo da bomba durante a fixação. 

 2) Monte a flange e a engrenagem de fixação. 

 3) Gire manualmente o eixo da bomba no sentido horário (observando pelo lado da engrenagem) até que a marca de início de injeção fique posicionada antes da saída da bomba injetora. (IMAGEM A) 

 4) Remova o parafuso de sangria da bomba. 

 5) Instale o relógio comparador 1 687 233 012 com a ferramenta de ajuste 0 986 612 480. 

 6) Zere o relógio comparador para ter uma medição correta. 

 7) Gire a flange de fixação da bomba no sentido anti-horário (visto pelo lado da engrenagem) até atingir o limite máximo dos furos oblongos. (IMAGEM B) 

 8) Aperte levemente as porcas de fixação da bomba apenas para manter sua posição, permitindo que ainda seja possível realizar ajustes posteriormente. 

 9) Trave o comando de válvulas com o primeiro cilindro (lado do volante) em PMS – Ponto Morto Superior, utilizando a ferramenta específica MWM cód. 9 407 0 690 019 6. (IMAGEM C) 

 10) Confira se a marca de PMS da polia do virabrequim está alinhada com a seta de referência. 

 11) Remova a ferramenta de travamento do comando e, em seguida, gire o virabrequim até a posição de 20 graus APMS (Antes do Ponto Morto Superior), utilizando a graduação existente na polia. 

 12) Instale um novo anel de vedação na flange da bomba injetora para evitar vazamentos de combustível após a montagem. (IMAGEM D) 

 13) Posicione a bomba injetora no motor e aperte as porcas de fixação da flange ao bloco. 

 14) Retorne o virabrequim para a posição exata de PMS e realize a leitura no relógio comparador, conferindo se o valor obtido corresponde ao informado na plaqueta de identificação do motor. (IMAGEM E) 

 15) Efetue o aperto final das porcas de fixação da bomba na flange com o torque especificado pelo fabricante. Durante o aperto, assegure que o valor indicado no relógio comparador não seja alterado. 

 16) Realize a conferência final do sincronismo seguindo o procedimento: 

  • Gire a polia do virabrequim no sentido anti-horário até o relógio parar de se deslocar;
  • Zere o relógio comparador;
  • Gire a polia do virabrequim no sentido horário até alinhar novamente a marca de PMS com a seta e
  • Verifique se o valor encontrado na leitura coincide com o valor da plaqueta do motor. 

 17) Remova o relógio comparador e o dispositivo de fixação, instalando o parafuso de sangria com um torque de 26 Nm. (IMAGEM F) 

 Por fim, executar o procedimento de sincronismo da bomba injetora de maneira correta é fundamental para garantir o desempenho, durabilidade e eficiência do motor diesel. Além disso, o mecânico deve usar peças de qualidade e seguir as demais recomendações especificadas pela montadora ao fazer manutenções no sistema de injeção.  

 

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MTE-THOMSON lança sensores de temperatura para veículos da Volvo e BYD

Componentes passam a atender modelos híbridos e elétricos no mercado de reposição

A MTE-THOMSON anunciou a ampliação do portfólio de sensores de temperatura com aplicações voltadas a veículos híbridos e elétricos no mercado de reposição. Entre os lançamentos está o sensor 4350, destinado ao BYD Song Plus, além do sensor 4307 para modelos híbridos e elétricos da Volvo.

Função do sensor em veículos híbridos

Nos veículos híbridos, o controle térmico envolve diferentes sistemas que operam de forma integrada. Nesse contexto, o sensor de temperatura participa do monitoramento utilizado pelo gerenciamento eletrônico do veículo. Entre as funções associadas ao componente estão o fornecimento de leituras de temperatura utilizadas pelo sistema eletrônico, o apoio ao controle térmico dos sistemas do veículo e a contribuição para parâmetros relacionados ao controle de emissões.

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quarta-feira, 11 de março de 2026

BMW Motorrad atinge marca de 4 milhões de motocicletas produzidas na fábrica de Berlim

Unidade alemã produziu a moto histórica BMW R 1300 GS Adventure e reforça papel central na rede global da BMW Motorrad

 

A BMW Motorrad alcançou um marco histórico em sua produção global de motocicletas. A unidade da marca em Berlim produziu a motocicleta número quatro milhões, uma BMW R 1300 GS Adventure.

A fábrica localizada no distrito de Spandau é considerada o coração da produção mundial de motocicletas da marca alemã. Desde 1969, a planta concentra a fabricação dos modelos da BMW Motorrad e se consolidou como referência em qualidade, inovação e tecnologia de produção.

Atualmente, a unidade conta com mais de 2.600 colaboradores e tem recebido investimentos contínuos em digitalização e processos produtivos avançados.

Segundo Helmut Schramm, diretor de produção da BMW Motorrad, o marco reforça o papel da equipe da fábrica no sucesso global da marca.

“O compromisso, a experiência e a capacidade de inovação da nossa equipe fazem desta planta uma referência na indústria”, afirma o executivo.

Produção começou com apenas 30 motos por dia

A história da unidade começou em 1939, quando a BMW assumiu o controle do local em Berlim para fabricar componentes de motocicletas.

A transferência completa da produção de motos da cidade de Munique para Berlim ocorreu em 1969, transformando a unidade na única fábrica de motocicletas da BMW naquele período.

Na época, cerca de 400 funcionários produziam aproximadamente 30 motocicletas por dia, números que serviram de base para o crescimento da marca no mercado global.

Marcos históricos da produção de motos BMW

A produção da BMW Motorrad cresceu de forma consistente ao longo das décadas. Alguns dos principais marcos da fábrica incluem:

  • 1975: 100 mil motocicletas produzidas
  • 1980: 250 mil unidades
  • 2001: 1 milhão de motos
  • 2011: 2 milhões de unidades
  • 2019: 3 milhões de motocicletas
  • 2026: marca de 4 milhões de motos produzidas

Fábrica produz até 900 motocicletas por dia

Nos momentos de maior ritmo de produção, a planta de Berlim consegue fabricar uma motocicleta a cada 60 segundos, alcançando um volume de até 900 unidades por dia.

Além de abastecer o mercado europeu, a unidade atua como planta líder da rede global da BMW Motorrad, que inclui fábricas próprias em países como:

  • Brasil
  • Tailândia

A marca também mantém produção por contrato em mercados como:

  • China
  • Índia

Berlim segue como centro global da BMW Motorrad

Com investimentos constantes em tecnologia, digitalização e modernização da produção, a fábrica de Berlim continua sendo a espinha dorsal da produção global da BMW Motorrad.

Para a empresa, o marco das 4 milhões de motocicletas produzidas reforça o papel da planta como símbolo de inovação, qualidade e evolução da mobilidade sobre duas rodas.

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GWM neutraliza 100% das emissões no transporte de veículos no Brasil

Parceria transportadora permitiu compensar mais de 7,8 mil toneladas de CO₂ geradas na logística da GWM no país

A GWM anunciou a neutralização de 100% das emissões de gases de efeito estufa (GEE) relacionadas ao transporte de seus veículos no Brasil. A iniciativa faz parte da estratégia de sustentabilidade da montadora e envolve sua operação logística realizada em parceria com a Transportes Gabardo.

A certificação foi emitida pela Global Certification System (GCS) e reconhece que todas as emissões geradas durante a etapa logística foram compensadas por meio de projetos ambientais estruturados.

De acordo com o levantamento técnico, foram estimadas 7.817,446 toneladas de CO₂ equivalente (tCO₂e) associadas ao transporte dos veículos da marca no país. Todo esse volume foi compensado por meio de créditos ambientais vinculados a projetos certificados de captura e manutenção de carbono.

Transporte conecta fábrica, porto e concessionárias

Segundo Thiago Potenza, diretor de Planejamento de Vendas, Importação e Logística da GWM Brasil, a iniciativa amplia a estratégia de mobilidade sustentável da empresa.

“Essa certificação evidencia que a preocupação da GWM com a mobilidade sustentável não está apenas na venda de modelos eletrificados, mas também no transporte desses veículos da fábrica de Iracemápolis ou do porto de Vitória até as 130 concessionárias da marca espalhadas pelo Brasil”, afirma o executivo.

A operação logística envolve o deslocamento dos veículos produzidos ou importados pela marca até a rede nacional de concessionárias.

Inventário de carbono e compensação ambiental

O processo de neutralização começa com a elaboração de um inventário técnico de emissões, que considera fatores como:

  • combustão da frota utilizada no transporte
  • consumo energético das operações logísticas
  • emissões indiretas associadas às atividades

Após essa etapa de mensuração, a compensação é realizada por meio da aquisição de créditos de carbono provenientes de projetos ambientais certificados, responsáveis por capturar ou preservar estoques naturais de carbono.

Transportadora brasileira possui certificação carbono negativo

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A compensação foi viabilizada por iniciativas ambientais da Transportes Gabardo, grupo logístico com atuação no transporte de veículos leves, pesados e máquinas agrícolas no Brasil e no Mercosul.

Sediada em Porto Alegre, a empresa se tornou a primeira transportadora do mundo a receber certificação Carbono Negativo, concedida pela Global Certification System.

Na prática, isso significa que a companhia remove da atmosfera mais gases de efeito estufa do que emite. Atualmente, a empresa compensa cerca de 81 mil toneladas de CO₂ por ano, frente a uma emissão aproximada de 57 mil toneladas.

Projetos ambientais sustentam compensação de carbono

Os créditos utilizados na compensação são baseados em três frentes ambientais principais:

  • carbono florestal, com preservação de áreas naturais
  • carbono do solo, ligado à regeneração de ecossistemas
  • manejo agrícola sustentável

Essas iniciativas ajudam a preservar estoques naturais de carbono, ampliar a captura de CO₂ e promover regeneração ambiental, seguindo metodologias auditadas e protocolos internacionais.

Estratégia de descarbonização vai além dos veículos eletrificados

Com a neutralização das emissões logísticas, a GWM reforça sua estratégia de descarbonização da cadeia automotiva, integrando inventário de emissões, mensuração técnica e compensação ambiental.

A certificação divulgada em 2026 refere-se às operações de transporte realizadas no Brasil durante o ano de 2024, evidenciando que a estratégia da marca para mobilidade de baixo carbono envolve não apenas o desenvolvimento de veículos eletrificados, mas também os processos operacionais que sustentam sua atuação no país.

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Cofap amplia aplicação de amortecedor para motos

Peça CR22530M da Cofap agora também atende a TVS Sport 110i, modelo utilizado em serviços de entrega e locação no Brasil

O crescimento acelerado dos serviços de entrega no Brasil tem aumentado a demanda por motocicletas, principalmente nos grandes centros urbanos. O avanço de aplicativos de transporte e delivery ampliou o uso diário desses veículos, que passaram a percorrer longas distâncias e enfrentar diferentes condições de tráfego e pavimentação.

Esse cenário intensifica o desgaste de componentes importantes da motocicleta, como os sistemas de suspensão, e aumenta a necessidade de peças de reposição com maior durabilidade e desempenho.

Cofap amplia aplicação de amortecedor para motos populares

De olho nesse mercado, a Cofap ampliou a aplicação do amortecedor CR22530M. O componente já era utilizado na tradicional Honda CG 125, nas versões Cargo, ES, KS, Titan e Today fabricadas entre 1983 e 1999, e agora passa a atender também a TVS Sport 110i.

O modelo da fabricante indiana é amplamente utilizado em serviços de entrega no país e também integra a frota de locação da Mottu, empresa especializada em aluguel de motocicletas para profissionais de delivery.

O amortecedor possui construção bitubular pressurizada, composta por tubo de pressão interno e reservatório externo, solução que contribui para maior estabilidade, controle e resistência em diferentes condições de uso.

Suspensão é essencial para segurança e desempenho da moto

O amortecedor é um dos componentes mais importantes para a segurança do motociclista. A peça atua diretamente na estabilidade, no controle e no conforto durante a condução.

Entre suas principais funções estão:

  • manter os pneus em contato constante com o solo
  • absorver impactos de irregularidades da via
  • melhorar o desempenho em curvas e frenagens
  • reduzir vibrações transmitidas ao piloto

Manutenção preventiva evita perda de estabilidade

Para garantir o funcionamento adequado da suspensão, é fundamental realizar manutenção preventiva e ficar atento a sinais de desgaste do componente.

Entre os indícios mais comuns de problemas estão:

  • vazamentos de óleo no amortecedor
  • perda de estabilidade da motocicleta
  • excesso de vibração durante a pilotagem

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terça-feira, 10 de março de 2026

Litens amplia programa de capacitação com treinamentos no Brasil

A Litens intensifica sua atuação no mercado de reposição com a ampliação do programa de treinamentos técnicos voltado a mecânicos automotivos. A iniciativa inclui uma nova agenda de capacitações em diferentes regiões do país, com foco em tecnologias de transmissão de potência e sistemas de powertrain.

Os treinamentos abordam conteúdos atualizados sobre sistemas de sincronismo e acionamento de acessórios, além de tecnologias aplicadas a veículos híbridos, combinando apresentações técnicas com demonstrações práticas voltadas às rotinas de manutenção no aftermarket.

Outro destaque do programa são os workshops e visitas técnicas à unidade da empresa em Atibaia. Durante a visita à fábrica, os participantes têm contato direto com os processos produtivos, padrões de qualidade e soluções desenvolvidas pela companhia para o fornecimento OEM e para o mercado de reposição.

Segundo a empresa, o objetivo é ampliar o acesso dos profissionais às informações técnicas mais recentes, contribuindo para a melhoria da eficiência, desempenho e controle de emissões nos sistemas automotivos modernos.

Diante da crescente demanda por capacitação especializada, a Litens já prevê expandir o calendário de treinamentos em 2026, ampliando a presença da marca junto a reparadores em diferentes regiões do Brasil.

Paralelamente, a companhia também avança em sua estratégia de expansão no mercado nacional, fortalecendo parcerias com distribuidores e ampliando o portfólio de polias e tensionadores voltados ao aftermarket.

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