domingo, 15 de fevereiro de 2026

BorgWarner firma acordo e entra no mercado de energia para data centers

Contrato com a TurboCell prevê fornecimento de sistema de turbogerador modular para atender demanda impulsionada por IA

A BorgWarner anunciou a assinatura de um Contrato de Fornecimento Master com a TurboCell, subsidiária da Endeavour, para fornecer um sistema de turbogerador modular voltado à geração de energia para data centers. A iniciativa marca a entrada estratégica da companhia em um segmento impulsionado pela expansão da inteligência artificial e de aplicações de microrredes.

Desenvolvido ao longo de três anos em parceria com a TurboCell, o sistema foi projetado para operar como fonte principal ou de reserva, com controles avançados e resposta dinâmica para gerenciar picos e transientes de energia. A solução poderá utilizar diferentes combustíveis, como gás natural, propano, diesel e hidrogênio, e foi concebida para atender a padrões ambientais mais rigorosos, incluindo os da CARB. A BorgWarner estima controlar cerca de 65% do conteúdo do sistema, apoiada em sua base industrial e cadeia global de suprimentos.

“Acreditamos que essa inovação de produto representa de forma poderosa a proatividade da equipe da BorgWarner em identificar e aproveitar oportunidades de crescimento”, afirma Joseph Fadool, presidente e CEO da companhia. “Prevemos que o sistema de turbogerador abrirá caminhos para um crescimento ainda mais lucrativo. Acreditamos que essa solução oferece muitas vantagens em relação às soluções de energia convencionais, incluindo resposta transiente superior e flexibilidade de combustível, além de uma menor pegada de carbono”.

Para Jakob Carnemark, fundador e CEO da Endeavour, a parceria amplia a capacidade de atendimento ao setor de tecnologia. “Nossa parceria com a BorgWarner tem sido incrivelmente gratificante. Desenvolvemos o sistema TurboCell para fornecer a energia dinâmica e sob demanda necessária para acelerar o desenvolvimento da infraestrutura de IA. Com a cadeia de suprimentos global e as comprovadas capacidades técnicas da BorgWarner, esperamos fornecer a próxima geração de energia local necessária para liberar todo o potencial da computação de IA”.

A produção está prevista para começar em 2027, na unidade de Hendersonville, Carolina do Norte, com capacidade inicial instalada de 2 GW. O sistema TurboCell será comercializado exclusivamente pela divisão Edged Infrastructure, da Endeavour.

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Tramontina orienta sobre instalação segura de carregadores para veículos elétricos

Com o avanço da frota de veículos elétricos no Brasil, cresce também a procura por estações de recarga em residências, condomínios e estabelecimentos comerciais. A Tramontina reforça que a instalação deve ser precedida por avaliação técnica realizada por eletricista ou profissional habilitado.

Avaliação técnica é etapa obrigatória

Segundo a empresa, a estação de recarga não pode ser tratada como um ponto elétrico convencional. O profissional responsável deve analisar:

  • Capacidade da rede elétrica
  • Dimensionamento de cabos e disjuntores
  • Dispositivos de proteção
  • Sistema de aterramento
  • Condições do quadro elétrico

As estações podem operar entre 7,4 kW e 22 kW, com correntes de até 32 A, exigindo verificação prévia da infraestrutura para evitar sobrecargas e riscos.

Em redes trifásicas 220 V, por exemplo, pode ser necessário o uso de transformador elevador para 380 V caso o objetivo seja atingir a potência máxima de carregamento.

Planejamento em condomínios e comércios

Em ambientes compartilhados, a Tramontina recomenda planejamento da distribuição de carga entre múltiplos pontos de recarga, além da previsão de expansão futura da infraestrutura elétrica.

Normas técnicas e dispositivos de proteção

A instalação deve seguir a ABNT NBR 17019, que estabelece requisitos para projeto, execução e comissionamento de estações de recarga, em complemento à NBR 5410, voltada às instalações elétricas de baixa tensão.

Entre os itens de segurança, destaca-se o uso de DR Tipo B, capaz de identificar correntes residuais alternadas (AC) e contínuas (DC), prevenindo choques elétricos e falhas por fuga de corrente. Nos modelos da marca, o dispositivo pode vir integrado ao equipamento.

O sistema de proteção também inclui:

  • Monitoramento de aterramento
    Proteção contra sobrecorrente
    Sobretensão e subtensão
    Sobretemperatura

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Fiat Argo 1.3 Firefly: veja sequência de torque do motor

Guia técnico reúne valores de aperto do cabeçote, sub-bloco, distribuição e periféricos do Firefly 1.3

O Fiat Argo 1.3 Firefly, produzido a partir de 2017, utiliza sequência de torque definida pelo fabricante para montagem do cabeçote, bloco, conjunto de distribuição e componentes periféricos.

No procedimento de manutenção, os parafusos do cabeçote seguem quatro etapas de aperto: 15 Nm, 30 Nm, 90° e 90°. Os parafusos do sub-bloco possuem sequência dividida por grupos, com etapas de 12 Nm, 25 Nm, 30 Nm + 40° e 25 Nm, conforme posição dos parafusos.

No sistema de ignição, a bobina utiliza torque de 9 Nm e as velas de ignição 12 Nm. O sistema de escapamento inclui prisioneiros do catalisador ao cabeçote e porcas da abraçadeira da tubulação com 25 Nm, além do coletor de escapamento com 34 Nm. Sensores de rotação, detonação e fase do eixo-comando utilizam torques de 9 Nm, 25 Nm e 8 Nm, respectivamente. O interruptor de pressão do óleo deve ser apertado a 32 Nm e o filtro de óleo a 15 Nm.

No conjunto inferior, a polia da árvore de manivelas utiliza 20 Nm + 150°, as capas de bielas 20 Nm + 40° e o bujão de drenagem do cárter 27 Nm. O sistema de distribuição por corrente inclui guia fixa, tensor e guia móvel com torques entre 9 Nm e 20 Nm. A polia do comando variável VVT utiliza 25 Nm + 40°, e a válvula do comando variável 9 Nm.

O sistema de arrefecimento inclui entrada da bomba d’água com 9 Nm, caixa de saída com 10 Nm e válvula termostática com 9 Nm. No sistema de admissão, o corpo de borboleta utiliza 15 Nm e o jet-cooler 12 Nm.
Entre os periféricos, o tensionador da correia dos acessórios e o compressor do ar-condicionado utilizam 25 Nm, o alternador 50 Nm, a linha de alimentação do alternador 9 Nm, o motor de partida 25 Nm e sua linha de alimentação 10 Nm. A fixação da transmissão ao motor utiliza 80 Nm, com cabo de aterramento da caixa a 15 Nm. O pescador de óleo utiliza 9 Nm e a embreagem 14 Nm.

Os suportes do conjunto motriz incluem coxim do motor do lado da distribuição com 60 Nm + 45° e porcas do suporte rígido com 55 Nm. A sonda lambda utiliza 45 Nm e a tampa de válvulas com separador de óleo integrado 16 Nm.

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sábado, 14 de fevereiro de 2026

Yaris Cross tem no híbrido flex boa vantagem competitiva

POR FERNANDO CALMON

O SUV compacto da Toyota completa a gama de produtos da marca no Brasil e preenche o vácuo deixado pelos hatch e sedã Yaris que saíram de linha sem obter muito sucesso (continua sendo exportado para América do Sul). Yaris Cross sofreu atraso de cerca de quatro meses em razão do quase furacão que praticamente destruiu a fábrica de motores em Porto Feliz (SP). Este desastre natural chegou a afetar a posição de mercado da marca.

Contudo, o novo SUV chega com credenciais para impulsionar a Toyota no segmento de preço mais baixo em que não participava. Um dos seus trunfos são as dimensões (mm), bem próximas ao modelo maior Corolla Cross: comprimento, 4.310; entre-eixos, 2.620; largura, 1.770; altura, 1.665; porta-malas, 400 L (391 L, no híbrido). Apenas 20 mm a menos de entre-eixos sobre o SUV maior. Diferença na largura um pouco maior (55 mm) é sentida apenas com três passageiros no banco traseiro.

Motor flex de aspiração natural tem 110 cv/14,3 kgf·m (G); 122 cv/15,3 (E). No caso do híbrido pleno flex (primeiro SUV compacto no mercado com esta motorização): 91 cv/12,3 kgf·m (G/E); motor elétrico, 80 cv/14,4 kgf·m; potência combinada, 111 cv (torque combinado não pode ser medido). Por estes parâmetros, o híbrido flex deverá apresentar desempenho um pouco menor do que o flex convencional (11 cv a mais). Todavia, a diferença de apenas 1 s de 0 a 100 km/h (na ficha técnica oficial) quase não será sentida.

A maior vantagem surge na economia de combustível declarada (padrão Inmetro), em especial no ciclo urbano: híbrido flex, 30% (G); em estrada, 6,5% (G). Se utilizar etanol, ganho de 33% (urbano) e 4,7% (estrada).

Yaris Cross tem escala de preços mantida, apesar do atraso: R$ 149.990 (táxi e PCD) a R$ 189.990.

Janeiro começou morno em vendas no mercado interno

Segundo balanço da Anfavea, foram comercializados 170,5 mil veículos leves e pesados no primeiro mês do ano ou 0,4% a menos que janeiro de 2025. Resultado representou uma queda pequena, embora janeiro de 2026 tivesse um dia útil a menos sobre o mesmo mês do ano passado. Automóveis cresceram 1,4% e comerciais leves (basicamente picapes) avançaram um pouco mais, 3%. Em um ano de eleições nacionais a comercialização desses dois segmentos (95% do total) é mais difícil de prever, embora a entidade que representa a indústria automobilística pretenda fazer revisões trimestrais.

Média diária de vendas, 8.100 unidades, subiu quase 4% em relação a janeiro de 2025, resultado um pouco acima do que tanto Anfavea (mais 2,6%) quanto Fenabrave (mais 3%) preveem para 2026. Assim, ao longo dos próximos meses deverá haver uma acomodação. Os níveis de estoques subiram de 37 dias em dezembro para 57 dias em janeiro. No entanto, os veículos de fabricação nacional têm apenas 29 dias de estoque, enquanto os importados nada menos que 172 dias.

É fácil explicar esta enorme diferença. Ao cruzar os registros de importações com os emplacamentos a distorção aparece em razão de uma única empresa, a BYD. No ano passado importou milhares de carros elétricos em navios ro-ro de última geração para aproveitar o imposto de importação mais baixo que os 35% em vigor desde janeiro de 1995. Tardiamente o Governo Federal deu-se conta da manobra e ficou por isso mesmo. A benesse, entretanto, já acabou. Todavia seus feitos vão se estender ainda ao longo de 2026.

Apesar dos acordos do Mercosul, a Argentina (13.400 veículos) perdeu pela primeira vez para a China (16.400 unidades) como principal fornecedor externo para o mercado brasileiro, em janeiro último. O vizinho do Sul recebe muito mais carros do Brasil do que envia para cá. No caso da China nenhum carro brasileiro segue para lá, obviamente, mas portas continuam abertas aqui para 14 marcas chinesas. Essa situação de desequilíbrio começa a melhorar este ano, porém com índice de conteúdo local extremamente baixo. GWM saiu na frente, mas a BYD vai mudar o cenário em 2026 (no início com unidades importadas semidesmontadas).

Em janeiro, esta foi a repartição das vendas: gasolina, 3,8%; elétrico, 5,1%; híbrido, 6,7%; híbrido plugável, 5,1%; diesel, 11,7%; flex, 67,7%.

IPVA atrasado soma R$ 36 bilhões, só em São Paulo

Pode parecer estranho, porém apenas no ano passado 664,4 mil motoristas tiveram o IPVA protestado em cartório, após não pagarem no prazo, o que resultou na negativação do CPF. Informação é do IEPTB – Instituto de Estudos de Protesto de Títulos do Brasil. Desde 2012, mais de 4,6 milhões de dívidas deste imposto acabaram protestados apenas em cartórios da cidade de São Paulo.

Além do valor exorbitante, parte dessas pendências já poderia estar solucionada. Cerca de 350.000 dívidas (mais de R$ 1 bilhão) foram quitadas, contudo permanecem registradas nos cartórios da cidade. A explicação vai desde o esquecimento até evitar pagar novas taxas de regularização nada módicas, além da demora de cinco dias úteis.

Outra ameaça envolve a Carteira Nacional de Habilitação (CNH). Três anos atrás o Superior Tribunal de Justiça (STJ) entendeu que a suspensão ou apreensão da CNH pode se adotar como medida coercitiva excepcional a fim de estimular a quitação de dívidas de qualquer natureza, desde que observados critérios rigorosos de proporcionalidade e razoabilidade.

Entretanto, o juiz deve respeitar direitos fundamentais como saúde e segurança financeira. Se o motorista comprovar que a CNH o ajuda no seu sustento, por exemplo, será poupado. Segundo resposta de I.A., a decisão do STJ aplica-se a dívidas cíveis e, com maior frequência, em casos de alto valor em que o devedor esconde patrimônio.

Curiosidades: Contran liberou, uma quinzena atrás, exame prático com carros de câmbio automático (veículos elétricos nem câmbio têm, por exemplo). Prova de baliza também foi dispensada. Automóveis modernos possuem câmeras que facilitam bastante manobras de estacionamento e a tendência é sua adoção aumentar ao caírem de preço. Enquanto isso não acontecer, prepare-se para ver muitos novatos ao volante penarem para estacionar e até ouvir buzinadas nervosas…

Equinox RS: desempenho poderia ser melhor

SUV médio-grande da Chevrolet continua vindo do México e por isenção de imposto de importação oferece preço competitivo para seu porte. Entre os destaques estão a lista de equipamentos de série como teto solar panorâmico, chave presencial, abertura elétrica da tampa do porta-malas, bancos dianteiros com aquecimento e ventilação, sensor de chuva e até banco traseiro aquecido (menos para o ocupante da posição central).

Seu estilo é marcante pela grade do radiador pintada de preto e personalidade própria. Já as lanternas traseiras não são interligadas, como está na moda. O conjunto, entretanto, agrada. Dimensões (mm): comprimento, 4.657; entre-eixos, 2.730 (coincidentemente idêntico ao sedã Omega, de 1992); largura, 1.902 e altura, 1.713. Massa em ordem de marcha: 1.678 kg. Porta-malas, 469 L, perde para alguns concorrentes, mas o assoalho está alinhado ao batente da tampa, o que facilita manuseio da bagagem. Espaço bom para ombros dos três passageiros no banco traseiro, além do assoalho plano.

Quadro de instrumentos tem 11 pol. mas a tela multimídia 11,3 pol. o deixa em desvantagem frente aos concorrentes chineses. Há espelhamento do celular sem fio para Android Auto e Apple CarPlay, em todos os modelos com motor a combustão, mas a GM decidiu utilizar um sistema próprio que vai onerar futuros clientes (de imediato, os elétricos).

Motor 1,5 L turbo, gasolina, entrega 177 cv/28 kgf·m. Consumo padrão Inmetro de 9 e 10,7 km/l, cidade e estrada, está dentro da média dos SUVs deste porte. Tanque de 59 L permite alcance de 531 km (cidade) a 631 km (estrada). Câmbio automático convencional epicíclico de 8 marchas (antes eram seis) e tração 4×4 sob demanda.

Durante a avaliação, chamou atenção o silêncio a bordo. Suspensões (traseira do tipo multibraço) atuam muito bem até em uso leve fora de estrada. Sistema de frenagem autônoma de emergência é algo brusco para as condições comuns aqui nas cidades. Configuração do quadro de instrumentos pouco intuitiva. Motor apresenta boas respostas, todavia não empolga, pois a massa de quase 1.700 kg limita a aceleração: 0 a 100 km, 9,4 s (declarada).

Preço: R$ 291.190.

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Subaru Ascent 2.4: saiba como verificar do nível do fluido da transmissão CVT TR690

Procedimento define temperatura, sequência de operação da alavanca e ponto de nível do fluido CVTF

O Subaru Ascent 2.4, fabricado a partir de 2018, utiliza transmissão CVT TR690 com controle de nível do fluido dependente da temperatura. A verificação deve seguir procedimento específico com monitoramento por scanner e aplicação do fluido homologado pelo fabricante.

No procedimento de manutenção, o nível do fluido da transmissão CVT (CVTF) deve ser verificado com o motor em marcha lenta e temperatura do fluido entre 35 °C e 45 °C. O monitoramento da temperatura deve ser realizado por meio de scanner de diagnóstico. O uso de fluido fora da especificação pode causar falhas no funcionamento da transmissão.

Com o motor em marcha lenta, a alavanca seletora deve ser operada na sequência P > R > N > D e D > N > R > P para circulação do fluido no sistema. Em seguida, com o veículo suspenso e o motor em funcionamento, o bujão de abastecimento deve ser removido. O nível está correto quando o fluido atinge a seção inferior do orifício do bujão.

Caso não haja vazamento de fluido no ponto de verificação, o fluido especificado deve ser adicionado até atingir a seção inferior do orifício do bujão de abastecimento. Após o ajuste, o bujão deve ser reinstalado com junta nova, aplicando torque de 50 Nm.

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sexta-feira, 13 de fevereiro de 2026

Programa da Abrafiltros recicla mais de 30 milhões de filtros de óleo usados em SP

O programa Descarte Consciente Abrafiltros ultrapassou a marca de 32,4 milhões de filtros de óleo lubrificante automotivo reciclados no estado de São Paulo entre 2012 e dezembro de 2025. O volume é mais que o dobro da frota circulante paulista, estimada em 13,6 milhões de veículos, segundo o Sindipeças.

Criado pela Abrafiltros após a publicação da Resolução SMA 024/2010, que incluiu filtros de óleo na lista de produtos obrigatórios para reciclagem no estado, o programa atende à legislação ambiental e reforça a Política Nacional de Resíduos Sólidos (Lei 12.305/2010).

Resultados de 2025

Somente entre janeiro e dezembro de 2025, foram coletados e reciclados 4.172.137 filtros, em 3.379 pontos de coleta, distribuídos por 246 municípios paulistas.

Os filtros usados contêm OLUC (Óleo Lubrificante Usado Contaminado), classificado como resíduo Classe I pela ABNT NBR 10.004. Segundo a AMBIOLUC, a queima irregular do OLUC libera metais pesados; dados da CETESB indicam que a queima de 10 litros pode gerar 20 gramas de metais.

Logística reversa estruturada

A coleta e destinação são realizadas pelo Grupo Supply Service, especializado no tratamento de resíduos oleosos. O recolhimento ocorre diretamente nos geradores (oficinas, postos, concessionárias e centros automotivos) que armazenam os filtros em tambores, big bags ou containers identificados com o selo do programa.

Nenhum resíduo é destinado a aterros:

  • O metal segue para reprocessamento em siderúrgicas
  • O óleo contaminado é encaminhado para rerrefino
  • Demais materiais são destinados ao coprocessamento em cimenteiras

O programa é financiado por 39 empresas associadas, de forma proporcional ao volume comercializado e conforme metas firmadas com órgãos ambientais estaduais.

Expansão para outros estados

Além de São Paulo, o Descarte Consciente Abrafiltros opera no Paraná, Espírito Santo e Mato Grosso do Sul. O Amazonas deve ser o próximo estado a exigir a reciclagem de filtros usados.

De 2012 a dezembro de 2025, o programa já reciclou 53,2 milhões de filtros nos estados onde está implantado, com perspectiva de expansão à medida que novas legislações estaduais forem implementadas.

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Librelato inaugura Box Libreparts em Rio Grande (RS)

A Librelato ampliou sua rede de pós-venda com a inauguração de um Box Libreparts em Rio Grande (RS), no dia 30 de janeiro. A unidade, operada pela Rodokurtz, está localizada na BR-392, próxima ao Porto do Rio Grande e a importantes corredores logísticos do Estado.

O modelo Box tem formato compacto, foco em peças de alta rotatividade e pronta entrega, garantindo agilidade no atendimento a transportadores e frotistas em regiões de grande fluxo de caminhões.

Instalada ao lado de um posto com intenso movimento de veículos pesados e próxima a transportadoras, a unidade inicia as atividades com equipe dedicada e atuação integrada à concessionária Librelato de Pelotas.

Com a nova operação, a empresa chega ao 10º Box Libreparts no país e reforça a estratégia de ampliar a capilaridade e a eficiência no fornecimento de peças originais.

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