segunda-feira, 12 de janeiro de 2026

Comparativo: Mecânico analisa motores diesel do Toyota SW4 e Haval H9 em raio X técnico

Confronto coloca frente a frente dois SUVs turbodiesel de sete lugares com foco em manutenção, durabilidade e pontos de atenção para oficinas

A Revista O Mecânico fez um Raio X Técnico comparativo entre a Toyota SW4 e o GWM Haval H9, dois SUVs turbodiesel com tração 4×4 e proposta semelhante no mercado brasileiro. A análise é conduzida por um mecânico especialista em motores diesel e retífica pesada, com foco exclusivo no que impacta a rotina das oficinas. O conteúdo completo está disponível no canal da Revista no YouTube.

No vídeo, o motor 2.8 turbodiesel da SW4 é detalhado a partir das atualizações recentes, como a adoção de corrente de comando, sistema com Arla 32, mudanças no conjunto de filtragem de combustível e novos componentes ligados às emissões. O especialista alerta para o filtro secundário de diesel, pouco conhecido por parte das oficinas, que pode causar falhas na bomba de alta pressão se não for substituído no intervalo correto, além de destacar cuidados com chicotes, retorno do radiador e acesso aos componentes.

Já o Haval H9, com motor 2.4 turbodiesel, chama atenção pela facilidade de manutenção, acesso aos bicos injetores, correia dentada externa, ventilador elétrico, proteção térmica dos chicotes e organização do cofre do motor. A análise também inclui suspensão, cardã, proteções inferiores e sistema de freios vistos no elevador, apontando soluções que reduzem tempo de serviço e riscos de erro.

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domingo, 11 de janeiro de 2026

Prejuízo: General Motors registra US$ 6 bilhões em encargos após recuo nos carros elétricos

 

A General Motors (GM) divulgou uma baixa contábil da ordem de US$ 6 bilhões, cerca de R$ 38 bilhões no balanço do último trimestre após uma retração no segmento de carros elétricos. Assim como a Ford, a GM também apostou com força em modelos 100% elétricos para o mercado norteamericano mas a demanda caiu, a marca reduziu o portfólio e agora se adapta ao perfil de veículo que o consumidor deseja. Para reverter perdas, a GM já investiu na produção de carros a combustão e uma nova geração dos motores V8.

Em 2025 a CEO Mary Barra admitiu erros com a aceleração dos investimentos em carros elétricos impulsionados pela administração anterior de Joe Biden. A GM já recuou em projetos de carros elétricos nos Estados Unidos, decidiu fazer um facelift no Bolt que estava fora de linha, reduziu as versões elétricas de Silverado entre outras ações.

Segundo o relatório da GM na imprensa, US$ 6 bilhões, ou R$ 32 bilhões desse montante correspondem a ajustes e cancelamentos de projetos relacionados à eletrificação, diretamente influenciados por um cenário regulatório e político mais desfavorável nos Estados Unidos. Outros R$ 5,9 bilhões estão associados a reestruturações na operação chinesa da companhia.

 

 

Mudanças políticas mudaram cenário

 

Desde 2021, a GM vinha intensificando seus investimentos em veículos elétricos (EVs) como parte de um compromisso ambicioso de eliminar gradualmente os modelos movidos a combustão até 2035. Esse movimento foi impulsionado por políticas ambientais rigorosas e incentivos fiscais adotados durante o governo anterior dos EUA.

No entanto, com a mudança de governo com Donald Trump e a reversão de incentivos como créditos fiscais para compradores de EVs, a demanda nos Estados Unidos desacelerou significativamente a partir de 2025. A retirada de subsídios de até US$ 7 mil para a compra de carros elétricos dados pelo governo federal e a flexibilização das normas de emissões reduziram o apelo comercial dos veículos elétricos, levando as vendas no segmento a caírem de forma acentuada.

 

 

Relatórios de mercado indicam que a GM já havia registrado um prejuízo relacionado aos carros elétricos no trimestre anterior, na casa dos R$ 8,6 bilhões, sinalizando dificuldades desde o fim do impulso regulatório anterior.

Nos Estados Unidos, a montadora também está registrando baixas contábeis em dólar. Em um relatório recente, a GM comunicou uma baixa de US$ 6 bilhões (aproximadamente R$ 32 bi) ligada à revisão de seus planos de produção de EVs, cancelamentos de contratos e ajustes na cadeia de suprimentos — além de outros US$ 1,1 bilhão referentes à reestruturação na China. Por lá, a GM perdeu muito mercado, cancelou projetos e agora usa submarcas como Baojun e Wuling para centrar seu desenvolvimento de modelos híbridos para outros mercados o que deve se refletir no futuro no contexto da companhia.

 

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Motores 1.0 do Gol e Fox consomem óleo em excesso?

Consumo elevado de óleo gera dúvidas entre mecânicos e proprietários de veículos equipados com motor EA211

VW Motor EA211

Relatos de consumo de óleo acima do esperado em motores EA211 são frequentes nas oficinas. No Mecânico Responde, programa da Revista O Mecânico veiculado no YouTube, Ulisses Miguel, Consultor Técnico, explica que é preciso diferenciar o que é aceitável do que indica problema mecânico. “Algumas montadoras admitem consumo elevado, mas o ideal é que fique abaixo de 300 ml a cada mil quilômetros”, afirma.

O consultor alerta que consumos mais altos exigem acompanhamento rigoroso do nível de óleo. “Quando o consumo chega a meio litro por mil quilômetros, o mecânico precisa orientar o cliente, porque o óleo pode acabar antes do intervalo de troca”, explica. Segundo ele, isso compromete a lubrificação e aumenta o risco de danos internos.

Ulisses Miguel reforça que seguir apenas o intervalo de troca indicado no manual não é suficiente. “Se o motor consome óleo, é obrigatório monitorar o nível com frequência. Caso contrário, o cliente pode rodar com o motor praticamente sem lubrificação”, conclui.

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sábado, 10 de janeiro de 2026

Como verificar o nível do fluido de câmbio – Audi Multitronic (CVT-01J)

Transmissão do tipo CVT já equipou alguns sedãs da marca alemã

 

 

Manter o óleo de câmbio no nível adequado é essencial para preservar o conjunto, pois excesso de fluido pode reduzir a eficiência hidráulica e causar vazamentos pelos respiros e retentores, enquanto a falta pode comprometer a lubrificação e gerar aquecimento excessivo. Pensando nisso, a revista O Mecânico mostra como verificar o nível do fluido de transmissão da Audi.

O procedimento e especificação do óleo apresentados são válidos para o câmbio Multitronic da fabricante alemã, de código CVT 01J. Essa transmissão, do tipo continuamente variável, já equipou modelos como A4, A5, A6 e A8.

A especificação do fluido utilizado nesse câmbio é a G 052 180. No caso de abastecimento a seco, são necessários 7,5 litros de óleo de transmissão.

 

Procedimento de verificação do nível do fluido

 

1) Com o motor ligado, alterne as posições de marcha, parando em cada uma delas e permitindo que a transmissão faça o acoplamento.

2) Depois, com o câmbio em “P”, motor em funcionamento e veículo em uma superfície plana, espere a transmissão atingir a temperatura de operação normal de 45 °C a 50 °C.

3) Quando o câmbio atingir a temperatura, mantendo o pedal do freio pressionado, mude todas as posições da alavanca seletora (“P”, “R”, “N”, “D”, “S”) deixando cada posição por aproximadamente dois segundos.

 

 

4) Remova o bujão de verificação de nível (B). Para saber se o nível está correto, o fluído deve escorrer levemente através do orifício do bujão. Se escorrer muito, espere o excesso sair. Caso não saia nada, adicione óleo até começar a fluir levemente.

5) Por fim, instale o bujão de verificação de nível e aperte com 20 Nm.

 

Mecânico Pro

 

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SUVs avançam em participação nas vendas do ano passado

 

POR FERNANDO CALMON

Como plenamente visível nas ruas e estradas, SUVs continuam sendo a categoria de veículo mais atraente entre compradores no Brasil, a exemplo do que acontece há décadas nos EUA, já estabelecida na Europa nos últimos 10 anos e até na China. Estudo que a Bright Consulting acaba de divulgar, indica a subida na preferência dos brasileiros de 28% para 37,3%, entre 2024 e 2025.

O segundo tipo de veículo a conquistar mais adeptos foi o segmento de picapes. Todavia, o crescimento de participação praticamente se estabilizou: 18,7%, em 2024 e 19%, no ano passado. Neste caso específico ainda falta uma pesquisa mais apurada sobre quem utiliza esse tipo de veículo para transporte de carga, simplesmente como uso convencional ou misto. Continuaram as quedas dos hatches, antes dominantes por décadas, de 25,1% para 21,95% e também dos sedãs, de 12% para 9,7%.

Esta “febre” pelos SUVs poderia se explicar pela facilidade de acesso, espaço interno e até visibilidade. Entretanto, com a frota crescente deste tipo de veículo a visibilidade já está razoavelmente comprometida em ruas e estradas. Os compradores, no entanto, aceitam o veículo como ele é, mesmo que gaste um pouco mais de combustível, pneus em geral mais caros ou que a altura maior do centro de gravidade possa dificultar manobras de emergência.

Só uma dúvida ainda paira. Os SUVs já atingiram o ápice ou continuarão a crescer na preferência dos compradores e até que nível? Tudo parece indicar aumento contínuo de participação. Em que patamar vão se estabilizar seria tema interessante para as consultorias e empresas de pesquisas. Fica aqui mais esta sugestão.

China recua sobre produção de carros autônomos

Um acidente grave que resultou na morte de três estudantes universitárias, em março de 2025, levou os reguladores chineses a desincentivar o programa de automóveis autônomos apenas em dezembro último. O carro, um sedã elétrico Xiaomi SU7, apresenta linhas claramente “inspiradas” no Porsche Taycan. O SU7 vem com sistema próprio de automação de Nível 2,5 e se chocou contra um obstáculo de interdição parcial de pista em uma rodovia. Na realidade, outros acidentes semelhantes já haviam ocorrido, mas os censores chineses impediram a ampla divulgação.

Xiaomi tem forte presença em telefones celulares no Brasil e na China é considerada uma das campeãs nacionais em tecnologia de ponta. Isso a levou a produzir automóveis e partir para enfrentar a Tesla, que também se envolveu em vários acidentes até agora investigados nos EUA. O Nível 2,5 atual obriga os motoristas a manterem as mãos no volante e estejam prontos para intervir quando alertados do risco de acidente.

Vários acidentes, alguns fatais, ocorreram com os Tesla nos EUA e a empresa enfrenta investigações. Em 2018, um Volvo XC90 autônomo Nível 4 durante teste noturno da Uber envolveu-se em atropelamento fatal de uma ciclista. Antes, em 2016, o motorista de um Tesla morreu ao se chocar contra um caminhão-baú branco não detectado pela câmera do automóvel. Carros autônomos experimentais continuam a ser avaliados em vias públicas nos EUA. Europa e Japão estão bem mais cautelosos.

Pesquisa recente nos EUA indicou 9,1 acidentes por um 1,6 milhão de quilômetros rodados com veículos autônomos e 4,1 acidentes (menos da metade) em veículos dirigidos por motoristas de carne e osso. GM, Uber e antes a Apple desistiram, mas Waymo (Google) continua.

A China também acaba de proibir, a partir de 2027, o uso de maçanetas externas retráteis em carros elétricos. Estes deverão dispor de sistemas mecânicos internos e externos para que as portas possam ser abertas em caso de acidentes. Há risco de pessoas ficarem presas dentro dos veículos, sem que socorristas tenham como abri-las. Pelo menos uma maçaneta interna terá que ser claramente identificada e não meio escondida como em alguns modelos atuais.

A5: preço competitivo e ótimo desempenho

Audi A5 já foi um cupê derivado do sedã A4, este considerado um dos modelos de linhas mais atraentes da história da marca alemã. Agora evoluiu para uma carroceria classificada pela fabricante como Sportback, caracterizada pela tampa do porta-malas e o óculo traseiro em peça única. As portas voltaram a ter molduras nos vidros e há vincos fortes nas laterais e capô. A frente, mais arrojada, destaca a tradicional grade hexagonal e grandes entradas de ar laterais. Até o nome cresceu: Performance S Edition Quattro.

Suas dimensões privilegiam o espaço interno e em vantagem contra concorrentes alemães diretos (BMW 320i e Mercedes Classe C): comprimento, 4.829 mm; entre-eixos, 2.892 mm; largura, 1.860 mm; altura, 1.410 mm; tanque, 56 L. Porta-malas 417 L, sem estepe, apenas kit de reparo. Pneus têm perfil bem baixo, 245/35 R20, que exigem mais atenção com buracos.

Novo motor 2-L turbo de quatro cilindros, um dos pontos altos, entrega bom aumento de potência e torque: 272 cv e 40,8 kgf·m. Forma um conjunto muito bem afinado com câmbio automatizado de duas embreagens, sete marchas e tração 4×4. Respostas ao acelerador, agilidade no trânsito e facilidade nas ultrapassagens em estradas demonstram uma evolução marcante frente à geração anterior, ao longo da avaliação. Aceleração de 0 a 100 km/h em 5,9 s também coloca o Audi em vantagem.

No interior, a generosa distância entre-eixos deixa os passageiros do banco traseiro (salvo obviamente de quem vai na posição central) bem mais à vontade. Bem interessante é o teto solar com controle de luminosidade que dispensa a persiana tradicional, além de formar faixas transversais. Causa estranheza os botões dos faróis na porta do motorista. Seu acompanhante perdeu a tela multimídia com visão exclusiva, substituída por uma tampa. Contudo, ajuda a explicar o preço do carro fixado em base competitiva frente aos concorrentes

Preço: R$ 379.990.

Poucas mudanças, mas Bronco ainda impressiona

Utilitário raiz, como se costuma dizer, por seu estilo de linhas retas. O Ford Bronco continua a se destacar no uso fora de estrada e recebeu retoques na linha 2025 suficientes para justificar o ano-modelo, agora na versão Badlands. Apliques maiores nas caixas de rodas, friso lateral mais largo, pequeno defletor de teto, novo para-choque traseiro e na frente um simulacro de peito-de-aço. Também de série o engate de reboque como deve ser: do tipo desmontável que não danifica para-choques de outros carros, nem atinge as canelas de quem circula sem olhar para o chão como qualquer mortal.

Igualmente agradam seu aspecto geral e dimensões compactas (mm): comprimento, 4.420; entre-eixos, 2.670; largura, 1.888; altura, 1.814; vão livre, 220 mm; capacidade de imersão, 600 mm, porta-malas, 580 L (padrão americano, diferente do internacional VDA). Tanque diminui de 64 para 59 L por razão de emissões evaporativas. Motor sem alterações: 2 L, gasolina, 2-L, turbo, 253 cv, 38,7 kgf·m. Câmbio automático, oito marchas. Aceleração 0 a 100 km/h em 8,3 s demonstra sua boa agilidade. Consumo declarado (padrão Inmetro): 8,4 km/l, cidade e 10,7 km/l, estrada.

À tração 4×4 e ao bloqueio do diferencial traseiro somam-se nada menos de sete modos de condução: Normal, Eco, Esportivo, Escorregadio, Rock Crawl (terrenos rochosos), Off-Road (lama) e Rally (areia). Mesmo com massa total de 1.794 kg o desempenho, em qualquer tipo de terreno, está entre os pontos altos do Bronco. Para isso contribuem as câmeras de visão 360°.

Tanto em estrada quanto em cidade, demonstra agilidade e rápida resposta ao acelerador. Outro ponto de relevo é a capacidade de superar buracos e superfícies irregulares em asfalto ou terra, sem se tornar desconfortável para motorista e ocupantes. Destaque também para a central multimídia de 13,2 pol. com Android Auto e Apple CarPlay, embora o pareamento sem fio tome um pouco mais de tempo.

Preço: R$ 270.000.

Ressalva: da coluna anterior, principais lançamentos no Brasil em 2026 da VW são os novos Taos (já este mês nas concessionárias) e Tiguan (meados do ano), ambos mexicanos, além de facelift do Golf GTI. T-Cross híbrido (segunda geração) só em 2027.

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sexta-feira, 9 de janeiro de 2026

Marelli Cofap lança sete novidades para a linha de pivôs de suspensão

Novos componentes passam a integrar o portfólio da empresa no mercado brasileiro de aftermarket

A Marelli Cofap Aftermarket ampliou sua linha de reposição com o lançamento de sete novos códigos de pivôs de suspensão voltados a veículos das marcas BYD, Caoa Chery, Fiat, Honda e Hyundai. Os novos componentes passam a integrar o portfólio da empresa no mercado brasileiro de aftermarket.

De acordo com a fabricante, os pivôs foram desenvolvidos com base nas mesmas especificações técnicas adotadas pelas montadoras, seguindo processos industriais alinhados aos padrões de peças originais. A proposta é garantir compatibilidade dimensional, funcionamento adequado do conjunto de suspensão e conformidade com os requisitos de segurança exigidos para esse tipo de componente.

A linha de suspensão e direção da Cofap inclui ainda barras de direção, terminais de direção e terminais axiais, formando um conjunto completo de soluções para manutenção desses sistemas. Os terminais axiais, em especial, passam por tratamento térmico específico para elevar a resistência mecânica e ampliar a vida útil, além de receberem pintura com revestimento voltado à proteção contra corrosão.

Com a ampliação do catálogo, a empresa busca atender a uma frota cada vez mais diversificada no mercado brasileiro, acompanhando a chegada de novas marcas e modelos e reforçando a oferta de componentes de reposição para veículos de diferentes segmentos.

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Schaeffler fornecerá inversor duplo para picapes híbridas plug-in na América do Norte

Componente integra funções auxiliares e de tração elétrica, com potência superior a 278 cv

 

 

A Schaeffler anunciou um novo pedido de um fabricante de veículos para o fornecimento de um inversor duplo para o mercado norte-americano. O sistema é capaz de controlar tanto o acionamento elétrico de unidades auxiliares quanto atuar como inversor de tração, alimentando um motor elétrico com potência superior a 278 cv.

O inversor duplo da empresa será aplicado em modelos de picapes híbridas plug-in (PHEV). De acordo com a marca, o componente contribui para o aumento da autonomia em modo totalmente elétrico desse tipo de veículo.

Para atingir essa melhoria em alcance, o inversor duplo usa chips de carbeto de silício que permitem reduzir perdas elétricas e melhorar o desempenho do sistema, aumentando a eficiência energética.

Segundo a Schaeffler, a produção em série do inversor duplo na planta da empresa está prevista para começar no final de 2027.

 

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