sábado, 4 de abril de 2026

Mitsubishi ASX 2.0 4B11: confira os torques do sistema de freios

SUV equipado com motor 2.0 flex exige atenção aos valores de aperto nas intervenções em freio e suspensão

O Mitsubishi ASX 2.0 com motor 4B11 requer atenção aos procedimentos de manutenção no sistema de freios. A aplicação correta dos torques e a substituição de parafusos e porcas a cada intervenção são medidas recomendadas para garantir fixação adequada dos componentes.

O modelo utiliza motor 2.0 4B11, que entrega 160 cv com gasolina e 170 cv com etanol a 6.000 rpm. O torque máximo é de 20,1 kgfm com gasolina a 4.200 rpm e varia entre 22 kgfm e 23 kgfm com etanol na mesma rotação. O conjunto pode estar associado ao câmbio manual de cinco marchas ou à transmissão automática do tipo CVT com simulação de seis marchas.

Nas intervenções envolvendo freio e suspensão, é fundamental seguir os valores de torque especificados para cada ponto de fixação, evitando aperto excessivo ou insuficiente. A recomendação técnica inclui a substituição de parafusos e porcas sempre que houver desmontagem, prática que contribui para manter a integridade do conjunto e a segurança do sistema. A conferência dos torques conforme especificação do fabricante deve fazer parte do procedimento padrão de manutenção, especialmente em componentes estruturais e de frenagem, onde a correta aplicação da força de aperto impacta diretamente no desempenho e na durabilidade do sistema.

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sexta-feira, 3 de abril de 2026

Curiosidades sobre óleos básicos: o que realmente vem do rerrefino do lubrificante usado

O rerrefino de óleo lubrificante usado ou contaminado (OLUC) é um processo cada vez mais estratégico para a indústria, especialmente diante das metas de descarbonização e da busca por soluções sustentáveis. Ainda assim, o tema segue cercado de dúvidas no setor automotivo e industrial.

De acordo com a Lwart Soluções Ambientais é fundamental separar mitos e verdades sobre o assunto.

Qualidade do óleo rerrefinado

Mito: o óleo básico de rerrefino tem qualidade inferior.
Verdade: tecnologias como o hidrotratamento permitem obter óleos básicos Grupo II com desempenho igual ou superior aos de primeiro refino, com certificações e aprovação de montadoras e formuladores.

Sustentabilidade no processo

Mito: sustentabilidade é apenas um diferencial.
Verdade: o rerrefino é, por natureza, um processo sustentável. Estudos de Avaliação do Ciclo de Vida (ACV) apontam redução significativa da pegada de carbono em comparação ao refino convencional, contribuindo diretamente para metas ambientais.

Tipos de óleos básicos

Mito: todo óleo básico é igual.
Verdade: existem diferentes grupos (I, II e III), definidos pelo nível de pureza e processo produtivo. Com a evolução dos motores e equipamentos, os grupos II e III ganham maior relevância.

Aplicações além dos motores

Mito: o óleo básico é utilizado apenas em motores.
Verdade: além dos lubrificantes automotivos, o insumo é aplicado em máquinas industriais, equipamentos elétricos, disjuntores e até no agronegócio.

Impacto ambiental do descarte

Mito: o destino do óleo usado não interfere no meio ambiente.
Verdade: o descarte incorreto causa impactos ambientais relevantes. No Brasil, a destinação adequada do OLUC é obrigatória e regulamentada pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis, envolvendo toda a cadeia.

Além de reduzir impactos ambientais, o rerrefino também traz benefícios econômicos ao país, ao diminuir a dependência da importação de óleo básico.

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Chevrolet Cobalt 1.4 2014 apresenta falhas após partidas auxiliares incorretas; veja solução

Procedimento inadequado na ligação da chupeta pode danificar o sensor de bateria e comprometer o sistema de carga

Um Chevrolet Cobalt 2014 Flex, equipado com motor 1.4 Econo.Flex, apresentou falhas recorrentes no sistema elétrico mesmo após a substituição do sensor de bateria em diversas ocasiões. A análise apontou erro no procedimento de partida auxiliar como causa do problema.

O modelo vem equipado com motor 1.4L Econo.Flex, que entrega 102 cv com etanol e 97 cv com gasolina a 6.200 rpm, além de torque máximo de 13 kgfm (etanol) e 12,8 kgfm (gasolina) a 3.200 rpm. O veículo deu entrada com histórico de trocas repetidas do sensor de bateria, sem solução definitiva da falha. Durante a verificação, foi constatado que a bateria apresentava qualidade de carga comprometida. Antes da substituição do componente, o proprietário realizou diversas partidas auxiliares com cabos, prática que contribuiu para a reincidência do defeito.

Em veículos equipados com sensor de bateria, o procedimento correto de partida auxiliar exige atenção. A ligação deve ser feita conectando apenas os terminais positivos entre as baterias, enquanto o terminal negativo da bateria descarregada precisa ser conectado à massa do motor. A ligação direta no polo negativo pode provocar sobrecarga no sensor e levar à queima do componente

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quinta-feira, 2 de abril de 2026

Wega Motors lança 244 produtos no segmento de filtros

A Wega Motors incorpora 244 novos produtos ao seu catálogo. No site da empresa, há novidades para as linhas BMW M2, M3 e M4, Chevrolet Silverado, BYD Shark, linha de filtros para máquinas agrícolas e várias aplicações.

Segundo o comunicado da Wega “cada novo item foi desenvolvido com base na evolução da frota circulante, garantindo maior cobertura para veículos nacionais e importados, além de atender às demandas de distribuidores, varejistas e oficinas que precisam de disponibilidade imediata e aplicação precisa”.

A marca irá mostrar seus novos produtos em eventos como Autopar e Automechanika de Buenos Aires que acontece nos próximos dias na capital argentina.

“Alcançar 244 lançamentos em um ano e liderar o volume de novidades no segmento de filtros demonstra nossa capacidade produtiva, nosso planejamento estratégico e, principalmente, nosso compromisso com o mercado. Trabalhamos para que o distribuidor tenha giro, o varejo tenha cobertura e a oficina encontre aplicação com confiança”, afirma Cesar Vieira, Diretor de Vendas da Wega Motors.

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SEG Automotive amplia portfólio com motores de partida e alternadores para três segmentos

Empresa anuncia lançamentos em abril com aplicações para veículos leves, pesados e máquinas fora de estrada

A SEG Automotive anunciou, em abril de 2026, a ampliação de seu portfólio com novos motores de partida e alternadores voltados às linhas leve, pesada e fora de estrada. Os lançamentos atendem modelos de veículos de passeio, comerciais e aplicações agrícolas e industriais. Segundo a empresa, os produtos foram desenvolvidos para ampliar a cobertura da frota circulante no mercado de reposição.

Linha leve

Na linha leve, os novos componentes atendem modelos como Peugeot 3008, Volkswagen Amarok, Renault Sandero, Citroën C3, Audi A1, Audi A3, Volkswagen Jetta e Renault Megane.
Entre os motores de partida, estão o R70-L25 (12V, 1,4 kW), aplicado ao Peugeot 3008 2.0 BlueHDi 2016, o C70-S para Citroën C3 e o RF74-M50 para Audi A3. Nos alternadores, o portfólio inclui o LIX 180A para Volkswagen Amarok, o EL7 150A para Peugeot 2008 e o B3E 110A para Audi A1.

Linha pesada

Para veículos comerciais, a empresa adiciona motores de partida como o HXF109 24V para Mercedes-Benz Actros OM541, o HXF95-L para DAF XF95 e o HXF95L 8,0 kW para Scania R 450.
Na linha de alternadores, os lançamentos incluem o HD8 28V 80A para DAF CF75, o HD10P 24V 150A para Mercedes-Benz Actros e o N1 28V 80A para Volvo FH. Também passa a integrar o portfólio um alternador para DAF XF 2022 com regulador LIN.

Linha fora de estrada

No segmento fora de estrada, os motores de partida contemplam aplicações como o R78-M para motores Perkins, o R74-E25 para Lombardini e o HX95-M para motores Deutz. Entre os alternadores, está o KCB1 90A, aplicado aos equipamentos John Deere.

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Suzuki eVitara 4×4 elétrico revela seus segredos no elevador da Revista O Mecânico

Raio X no YouTube mostra estrutura, bateria Blade, da BYD, e o que muda na manutenção do SUV de R$ 270 mil

O Suzuki eVitara já passou pelo elevador da Revista O Mecânico e revelou como a marca estruturou seu SUV 100% elétrico com proposta 4×4. O modelo chega ao Brasil por cerca de R$ 270 mil, equipado com dois motores elétricos, sendo 174 cv na dianteira e 64 cv na traseira, entregando tração integral AllGrip-e, 184 cv combinados, 31 kgfm de torque e aceleração de 0 a 100 km/h em 7,4 segundos.

Construído sobre plataforma com 50% de aço estrutural, o eVitara traz bateria Blade, que é da BYD, de 61 kWh integrada à base do veículo e protegida por chapas metálicas. A autonomia declarada é de 293 km pelo Inmetro. O sistema permite recarga em corrente contínua de até 150 kW, com carregamento de 10% a 80% em aproximadamente 45 minutos.

No elevador, a análise técnica mostrou suspensão dianteira com bandeja, pivô e bieleta convencionais, traseira multilink independente, freio com regeneração de energia e circuitos separados de arrefecimento para bateria e inversores, com uso de fluido dielétrico. Para Cleyton André, consultor técnico da Revista O Mecânico, a manutenção mecânica não representa barreira para a oficina independente. “A parte de suspensão e freio é tranquila. O que muda é o respeito à alta tensão. Se o mecânico se capacitar e entender o sistema, consegue trabalhar com segurança.” Segundo o especialista, o modelo ajuda a reduzir a resistência aos elétricos.“Não é reclamando que a gente vai parar a indústria. É inevitável. O caminho é estudar e estar preparado quando o carro chegar à oficina”. O Raio X completo do Suzuki eVitara está disponível no canal da Revista O Mecânico no YouTube.

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Tramontina PRO lança conjunto modular plástico para organização profissional de ferramentas

(Divulgação/ Tramontina)

A Tramontina PRO amplia seu portfólio com o lançamento de um novo conjunto modular plástico voltado à organização, transporte e proteção de ferramentas e equipamentos no ambiente profissional.

Desenvolvido para atender setores como manutenção industrial, automotivo, construção civil, elétrica e serviços técnicos especializados, o sistema acompanha a crescente demanda por soluções padronizadas, expansíveis e adaptáveis às diferentes rotinas de trabalho.

O conjunto aposta em um conceito modular, permitindo ao usuário configurar o sistema conforme suas necessidades. Entre os itens disponíveis estão baú organizador, caixas com gavetas ou bandeja removível e organizadores com 10 ou 12 compartimentos, todos compatíveis entre si.

O baú modular conta com rodas e alça ergonômica, para facilitar o transporte seguro de ferramentas e equipamentos no dia a dia.

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