segunda-feira, 2 de fevereiro de 2026

Carros turbinados precisam resfriar antes de desligar o motor? Mecânico Responde

Consultor técnico explica a função do resfriamento da turbina e recomenda procedimento após condução intensa

No quadro Mecânico Responde, Ulisses Miguel esclarece se motores turbo exigem tempo de resfriamento antes do desligamento. Segundo o consultor técnico da Revista O Mecânico, a recomendação é válida em motores mais antigos, nos quais o desligamento imediato poderia degradar o óleo e formar borra no conjunto do turbo. “Chegava a fritar o óleo, formava borra no turbo e danificava o eixo”, disse Miguel.

Mesmo com a tecnologia atual, Miguel ainda recomenda aguardar um ou dois minutos após uso intenso. “É recomendado esperar antes de desligar para manter a integridade do sistema”, concluiu.

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Mercedes-Benz lança protótipo de caminhão para testes de assistentes de segurança

Baseado no eActros 600, modelo foi criado para testar novos sistemas de prevenção de acidentes

 

 

A Mercedes-Benz Caminhões apresentou na Europa o “Safety Truck”, um caminhão-conceito baseado no modelo elétrico eActros 600 e desenvolvido para testar e melhorar os sistemas de assistência à condução e segurança ativa da fabricante alemã.

 

 

Entre as principais tecnologias está a versão Plus do sistema Active Brake Assist 6, que possui capacidade de frenagem autônoma de emergência. A novidade é o monitoramento de diferentes faixas em longas distâncias, aumentando a capacidade de antecipação de riscos em rodovias.

 

 

Outro sistema testado é o conjunto Active Sideguard Assist 2 e Front Guard Assist. O primeiro monitora ambos os lados do caminhão durante manobras e mudanças de faixa, enquanto o segundo auxilia na detecção de pedestres ou ciclistas na parte frontal do veículo para reduzir riscos dos pontos cegos.

 

 

Os sistemas de permanência em faixa e monitoramento do condutor também foram melhorados. O novo sistema Attention Assist 2 ganhou uma câmera infravermelha capaz de analisar o ângulo de visão e indícios de fadiga, como piscadas excessivas, emitindo alertas ao motorista.

 

 

Já o Active Drive Assist 3 permite direção semiautônoma de nível 2, controlando aceleração, frenagem e direção em determinadas condições, com capacidade de correção ativa de trajetória em mudanças de faixa e que pode conduzir o caminhão a uma parada controlada caso o motorista não responda.

Por fim, a Mercedes-Benz Caminhões informou que pretende aproveitar os testes das novas tecnologias para incorporar os sistemas nos caminhões da marca, para aumentar a segurança de todos os usuários das vias.

 

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Veja como analisar o sensor de nível de combustível – Motor Fiat 1.0 Firefly Argo/Mobi/Cronos

Defeitos na medição da quantidade de combustível podem estar relacionados com o componente

 

 

Quando o veículo apresenta uma marcação errada do nível de combustível o problema pode estar no sensor que faz essa medição. Dessa forma, para auxiliar no diagnóstico desse componente, a revista O Mecânico mostra como analisar o sensor de nível de combustível do motor 1.0 Firefly.

Os valores, formatos de onda e diagramas elétricos apresentados são válidos para o motor 1.0 Firefly da Stellantis. Esse propulsor é aspirado, tem três cilindros e equipa diversos veículos do grupo, como Fiat Argo, Citroën C3, Peugeot 208, além de outros. Em sua configuração atual, ele entrega 75 cv de potência máxima com 10,7 kgfm de torque.

Para iniciar o diagnóstico, o primeiro passo é verificar o valor de tensão elétrica do sensor de nível de combustível, que deve ficar próximo de 6V, 3,6V e 1,4V nas condições de tanque vazio, meio tanque e tanque cheio, respectivamente.

 

 

Outra medição útil é verificar o valor da resistência elétrica entre os pinos 2 e 3 do sensor de nível, que deve apresentar os valores de 63 Ohms e 364 Ohms nas condições de tanque cheio e tanque vazio, respectivamente.

 

 

Mecânico Pro

 

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domingo, 1 de fevereiro de 2026

Subaru desenvolve câmbio manual simulado com pedal de embreagem para carros elétricos

2024 Subaru BRZ tS

As transmissões manuais simuladas vêm ganhando espaço entre veículos elétricos e híbridos. Hyundai e Kia abriram caminho com o Ioniq 5 N e o EV6 GT, que oferecem trocas virtuais de oito marchas. O sistema também está confirmado para o Genesis GV60 Magma, enquanto a Honda adotou solução semelhante no novo Prelude.

Agora, a Subaru pode estar dando um passo além. A montadora japonesa trabalha em um sistema que busca reproduzir com ainda mais fidelidade a experiência de um câmbio manual tradicional — incluindo pedal de embreagem.

Patente revela sistema totalmente eletrônico

A Subaru registrou recentemente uma patente no Escritório de Patentes e Marcas dos Estados Unidos (USPTO) que descreve uma transmissão manual totalmente simulada para veículos elétricos. O sistema também pode ser aplicado a híbridos, desde que a tração principal venha do motor elétrico.

De acordo com o documento, o conjunto inclui alavanca de câmbio em padrão H e pedal de embreagem, ambos conectados apenas a sensores, sem qualquer ligação mecânica com o powertrain. As informações captadas são processadas pela central eletrônica do veículo, que ajusta a entrega de torque conforme a “marcha” selecionada, além das entradas de acelerador e embreagem.

O sistema ainda permitiria ao motorista alternar entre o modo totalmente manual ou um modo convencional, no qual não há necessidade de simular trocas de marcha.

Sistema inclui funções de segurança

A patente também prevê recursos inspirados nos carros manuais tradicionais. Um deles é um dispositivo que impede a partida do veículo caso o pedal de embreagem não esteja totalmente pressionado — função semelhante ao interruptor de segurança presente em veículos com câmbio manual real.

Segundo a Subaru, o modo manual seria ativado automaticamente sempre que o veículo fosse ligado, independentemente da configuração anterior. A ideia seria evitar partidas inesperadas caso o motorista esqueça o sistema ativado.

Apesar disso, não existe uma embreagem física entre o motor elétrico e as rodas, o que reduz o risco de movimentação involuntária. Ainda assim, o procedimento reforça a intenção de oferecer uma experiência o mais próxima possível da condução tradicional.

Toyota já testou tecnologia semelhante

A proposta da Subaru não é inédita dentro do grupo Toyota. Há alguns anos, a marca japonesa desenvolveu um protótipo funcional de câmbio manual simulado em um Lexus UX elétrico.

O modelo utilizava pedal de embreagem e alavanca de câmbio sem conexão mecânica, mas com respostas extremamente realistas. O sistema simulava conta-giros, sons de motor e até a sensação de motor “amarrado”, reproduzindo pequenas vibrações quando o veículo operava em uma marcha virtual inadequada.

A simulação era tão convincente que não havia sequer motores de feedback no pedal — apenas sensores eletrônicos.

Considerando que Subaru e Toyota mantêm parceria próxima no desenvolvimento de veículos elétricos, como o Solterra, a existência de um protótipo funcional e de uma patente registrada reforça a possibilidade de a tecnologia chegar à produção em um futuro modelo conjunto, possivelmente com apelo mais esportivo.

Resta saber se haverá demanda suficiente para um sistema que tenta manter viva a experiência do câmbio manual na era dos veículos eletrificados.

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Troca antecipada do fluido do câmbio automático evita prejuízo

Manutenção preventiva pode reduzir custos e preservar a transmissão

A troca do fluido do câmbio automático antes do limite máximo recomendado não é venda de serviço desnecessário. Para Ulisses Miguel, trata-se de uma prática preventiva importante. O tema também faz parte de uma série de respostas de Ulisses Miguel, Consultor Técnico da Revista O Mecânico, no quadro Mecânico Responde, disponível no YouTube.

“Não é empurrar serviço. Pelo contrário, o mecânico está ajudando o cliente a economizar, porque o câmbio pode quebrar se rodar com fluido degradado”, afirma o consultor técnico da Revista O Mecânico.

Segundo ele, a troca geralmente ocorre entre 40 mil e 60 mil km, mas em câmbios CVT o intervalo deve ser menor. “No CVT, recomendo no máximo 40 mil km e sempre com troca completa do fluido”, reforça.

 

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sábado, 31 de janeiro de 2026

Fim da prova de baliza vai facilitar obtenção da CNH

POR FERNANDO CALMON

Parece existir uma “competição” entre o Governo Federal e os estaduais para facilitar ao máximo a renovação ou obtenção da Carteira Nacional de Habilitação (CNH). A intenção é, obviamente, afastar burocracias, mas deve-se considerar antes de mais nada possíveis consequências para segurança do trânsito. Parece claro e aceitável que 20 horas obrigatórias de aulas teóricas pode ser um exagero. No entanto, o que importa é o rigor dos exames, tanto da parte teórica quanto prática.

Como bem lembrou Paulo Guimarães, CEO do Observatório Nacional de Segurança Viária, “no Japão não há obrigação de um curso teórico, mas é preciso acertar 90% das questões. Aqui, apenas dois terços (66%)”. Nem precisa comparar o índice de acidentes fatais do Brasil com o do Japão. Então, existe claramente um viés demagógico que estima em 20 milhões os motoristas e motociclistas sem habilitação no País. Não se explicou como se chegou a esse número, pois a frota real circulante é bem menor que frota registrada. Há, assim, evidente exagero.

Um ponto positivo foi a renovação automática da CNH para quem não cometeu infração de trânsito nos 12 meses anteriores ao fim da validade do documento, estabelecida em 9 de janeiro último. Motoristas com mais de 70 anos não se enquadram nesta norma, o que está correto.

Nove Departamentos Estaduais de Trânsito responderam com o fim da prova de baliza para estacionar em vagas paralelas ao veículo. De fato, isso facilitará obter a CNH, todavia há grande potencial de aumentar os congestionamentos com as dificuldades naturais de muitos iniciantes. São Paulo, onde há a maior frota do País, já aderiu.

Outra facilidade que apenas reflete as vendas em ascensão constante: exames práticos poderão ser feitos com automóveis de câmbio manual ou automático. Essa é uma realidade e sua adoção nada a ver com o estigma de bom ou mau motorista. Respeitar normas e evitar multas deve estar na consciência e responsabilidade de todos. Em congestionamentos, principalmente, eliminar o pedal de embreagem diminui estresse e cansaço.

Chinesa Jetour lança simultaneamente três modelos

Fundada em 2018, integrante do Grupo Chery (aqui em colaboração com Grupo CAOA), a Jetour tem vida independente e começa com três SUVs médios importados: o quase crossover S06 e dois SUVs de linhas tradicionais, T1 e T2, sem tração 4×4 (que virá adiante). Todos são híbridos plugáveis, categoria que cresce muito na China. Já há decisão de construir fábrica no Brasil, a partir de kits desmontados, com provável definição do local em abril próximo. Três outros modelos chegam ainda em 2026. Motores flex serão desenvolvidos aqui. Primeiras avaliações dinâmicas foram no autódromo Velocitta, em Mogi Mirim (SP).

S06 apresenta linhas marcantes, porém dentro da “escola” chinesa. Diferencia-se pelo uso de vidros laminados nas portas dianteiras e, na versão de topo, uma enorme tela multimídia de 15,6 pol. Rodas de 20 pol., pacote ADAS (nível 2) com câmera de 540º. Garante bom espaço interno pelo entre-eixos de 2.720 mm. Ponto fraco é o porta-malas de apenas 416 L. Motor a gasolina,135 cv e 20,4 kgf·m e um elétrico, 204 cv e 31,6 kgf·m. Potência combinada: 315 cv. Embora demonstre segurança em asfalto, há limitações evidentes no uso fora de estrada pela bateria no assoalho que diminui o vão livre do solo. Preços entre R$ 199.990 e R$ 229.990.

Tanto o T1 quanto o T2 (primeiro mais discreto que o segundo) podem agradar mais a quem gosta ou precisa usá-los longe do asfalto. Entre os pormenores interessantes, a capa retangular do estepe externo, de uso temporário (não ideal para fora de estrada), no centro da tampa do bom porta-malas de 574 L. Contudo, há a mesma restrição da bateria no assoalho. Entre-eixos passa para 2.800 mm.

O T2 apresenta um visual condizente com o de um SUV raiz, apesar de não contar ainda com a segurança da tração integral. O motor a gasolina é o mesmo nos três modelos, mas no topo de linha há dois elétricos: 102 cv e 17,3 kgf·m atua em conjunto com o motor a gasolina e outro de 122 cv e 22,4 kgf·m opera, por meio de engrenagens, com o câmbio DHT de três marchas. Estas especificações fogem do convencional e, se houver algum problema, vai doer no bolso, como já acontece com os concorrentes diretos.

Capacidade de imersão de 70 cm e inclui sensor de alagamento. Destaque fica para a aceleração de 0 a 100 km/h em 7,5 s. Porém, o alcance no modo elétrico diminui 13 km para 75 km. Graças ao tanque de 70 litros e à bateria toda carregada é possível rodar até 1.100 km. T1, mais leve, 1.200 km de alcance.

Preços: T2, R$ 289.990 a 299.900; T1, R$ 249.900 a R$ 264.900.

BMW espera bons resultados em 2026

Depois de um balanço positivo em 2025 com crescimento nas vendas de nacionais e importados de 4% sobre 2024, a presidente do Grupo BMW (inclui a Mini), Maru Escobedo, manteve otimismo para este ano. “Cerca de um terço dos modelos premium comercializados no Brasil no ano passado veio das duas marcas do nosso grupo. Para este ano teremos ainda no primeiro trimestre o BMW Série 1 M 135 xDrive”, adiantou. Especificações europeias indicam que o hot hatch com motor 2-litros turbo entrega 304 cv e 40,7 kgf·m. Lançamento esperado para fevereiro.

Escobedo destacou que 60% das vendas da BMW, em 2025, quando completou três décadas de atuação no mercado brasileiro, tiveram origem na fábrica de Araquari (SC), com índice de conteúdo local de 40%. Foram 13,3 mil unidades. A executiva mexicana destacou a flexibilidade da unidade catarinense e até produzir modelos elétricos, mas nenhuma decisão foi tomada.

O acordo comercial Mercosul-União Europeia não impedirá a continuidade da produção brasileira, que poderá se beneficiar também de componentes importados que, em longo prazo, terão imposto de importação zerado. “Vamos avaliar os cenários possíveis, mas pretendemos expandir a operação no Brasil ”, afirmou.

Geely inaugura concessionária de referência

Continua cada vez mais acirrada a concorrência chinesa no Brasil. E a estratégia é seguir as melhores práticas de marketing, a exemplo da Geely, que acaba de inaugurar sua primeira concessionária de referência (flagship) em São Paulo (SP). Faz parte do Grupo Itavema e além de um salão de vendas diferenciado, vai procurar atender conceitos emocionais dos interessados.

A marca confirmou que pretende aumentar a sua rede nacional para 40 concessionárias e lançar o SUV híbrido plugável EX5 EM-i, inicialmente importado. No segundo semestre de 2026, está prevista a montagem deste modelo na fábrica da Renault, em São José dos Pinhais (PR), já de acordo com a regulamentação do programa federal Mover, publicada no último dia 22. A Geely adquiriu 26,4% da filial brasileira da Renault.

No exterior, Renault e Geely são sócias igualitárias da Horse (45% cada), juntamente com a petrolífera Aramco (10%), para desenvolver motores a combustão e híbridos. Ampere é a subsidiária da marca francesa exclusiva para elétricos.

A Geely estabeleceu a meta de produzir 6,5 milhões de unidades por ano até 2030, que a colocaria no quinto lugar no mercado mundial, ao somar todas as 10 marcas em que detém propriedade: Volvo, Polestar, Lotus, Zeekr, Link & Co, Proton, LEVC, Farizon, Geometry e Geely Galaxy. Agora é o sétimo maior grupo mundial com 4,5 milhões de unidades vendidas no ano passado.

Atualmente, há 14 marcas chinesas atuantes no País. É o quinto maior mercado para os chineses, atrás do México, Rússia, Emirados Árabes Unidos e Reino Unido, nesta ordem decrescente, segundo a agência de notícias britânica Reuters.

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Stellantis amplia liderança no e-commerce e cresce 54,6% no Mercado Livre em 2025

Vendas no e-commerce somaram cerca de R$ 200 milhões em 2025, por meio de suas lojas oficiais

A Stellantis reforçou sua liderança no e-commerce automotivo em 2025 ao registrar cerca de R$ 200 milhões em vendas por meio de suas lojas oficiais no Mercado Livre. O resultado representa crescimento de 54,6% em relação a 2024 e confirma a consolidação da estratégia digital da companhia no segmento de pós-vendas.

Atualmente, a operação reúne 324 concessionários, formando a maior estrutura de uma montadora dentro da plataforma. O ambiente conta com lojas oficiais das marcas Fiat, Jeep, Ram, Citroën e Peugeot, com vendas realizadas diretamente pelas concessionárias, replicando o modelo da rede física.

O portfólio inclui peças e acessórios genuínos Mopar, além das linhas bproauto — voltada ao mercado de reposição independente — e Circular Autopeças, especializada em peças recicladas, reutilizadas, reparadas e remanufaturadas, todas com garantia e padrões de qualidade da Stellantis.

Segundo a companhia, o crescimento foi impulsionado principalmente pela eficiência logística e pela expansão da base de clientes. Em 2025, mais de 800 mil produtos foram entregues via e-commerce. No modelo “Full”, as vendas atingiram cerca de R$ 3,5 milhões por mês, com 70% das entregas realizadas no mesmo dia ou no dia útil seguinte.

As lojas oficiais somaram aproximadamente 20 milhões de visitas ao longo do ano e encerraram 2025 com cerca de 383 mil compradores — quase o dobro do volume registrado em 2024.

Entre os itens mais vendidos estão peças, acessórios e lubrificantes Mopar, produtos bproauto, componentes remanufaturados da Circular Autopeças, além de pneus e aditivos. Os acessórios com maior demanda foram tapetes, antenas, para-barros, protetores de cárter, santantônios, calotas e frisos. Já entre as peças, destacaram-se filtros de combustível, óleo e ar-condicionado, velas, acabamentos, juntas, pistões, bielas e pastilhas de freio.

Presente no e-commerce desde o segundo semestre de 2022, a Stellantis planeja ampliar ainda mais sua atuação digital nos próximos meses, com expansão do portfólio e novas soluções para o pós-venda. Em dezembro de 2025, a empresa anunciou o lançamento de 50 novos acessórios da linha bproauto, distribuídos em nove famílias, voltadas a segurança, conectividade, proteção, estética e conforto para veículos multimarcas.

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