terça-feira, 13 de janeiro de 2026

Magneti Marelli amplia cobertura de válvulas termostáticas

São três códigos que atendem aos veículos das montadoras Fiat, Ford, Hyundai, Jeep e Kia

A Magneti Marelli anuncia a ampliação da sua linha de válvulas termostáticas, com o lançamento de 3 novos códigos. Os novos componentes atendem aos veículos das marcas Fiat, Ford, Hyundai, Jeep e Kia.

Peça fundamental do sistema de arrefecimento, a válvula termostática é responsável por manter o motor na temperatura ideal de funcionamento. Quando opera corretamente, evita o superaquecimento, contribui para melhor desempenho, reduz o consumo de combustível e aumenta a durabilidade do motor. Ainda assim, alguns cuidados básicos são importantes no impacto direto de sua vida útil.

De acordo com os técnicos da Marelli Cofap Aftermarket, a principal recomendação é manter a manutenção preventiva em dia. Outro ponto crítico é utilizar sempre o fluido de arrefecimento especificado pelo fabricante. O uso de água mineral no lugar do líquido adequado pode causar corrosão interna e comprometer o funcionamento do sistema.

O termômetro do painel ajuda a identificar possíveis falhas. Se o motor demorar a atingir a temperatura ideal, a válvula pode estar travada aberta. Já o superaquecimento indica possível travamento ou obstrução da peça, impedindo a circulação correta do fluido pelo radiador.

Confira os códigos e suas aplicações:

MMVT467.92K – Ford Ka 1.0 12V (2014 a 2018) e Ford Ka Sedan 1.0 12V (2015 a 2022);

MMVT433.82K – Hyundai H100 2.5 8V (1995 a 2004), Hyundai IX35 2.0 16V (2010 a 2016) e Kia Cerato 1.6 16V (2006 a 2016);

MMVT646.88C – Fiat Toro 2.0 16V Diesel (2016 a 2021), Jeep Compass 2.0 16V Diesel (2017 a 2022) e Jeep Renegade 2.0 16V Diesel (2015 a 2021).

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Falha de ignição persiste mesmo após troca de velas e bobinas? Mecânico Responde

Problema pode estar ligado a injeção, sensores, combustível ou condição mecânica do motor

Falhas de ignição recorrentes, mesmo após a substituição de velas e bobinas, indicam a necessidade de uma análise mais ampla do sistema do motor. Veja a resposta técnica do Mecânico Responde, programa que é divulgado sempre no YouTube da Revista O Mecânico.

Segundo Ulisses Miguel, Consultor Técnico da Revista, o defeito pode estar relacionado a bicos injetores com vazão incorreta, sensores de rotação ou fase fora de sincronismo, falhas no chicote elétrico ou entrada de ar no coletor. “Se houver atraso entre sensor de fase e rotação, a central já reconhece falha de ignição”, explica.

O consultor destaca ainda a influência do combustível adulterado e de problemas mecânicos. “Na maioria dos casos que chegam à oficina, a falha está ligada ao combustível. Em situações mais graves, pode haver baixa compressão em um ou mais cilindros ou até falha no módulo”, afirma.

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segunda-feira, 12 de janeiro de 2026

Corrente de comando: como identificar desgaste e evitar falhas; Mecânico Responde

Ruídos na partida e perda de desempenho indicam desgaste da corrente de comando do motor

Embora tenha maior durabilidade que a correia dentada, a corrente de comando também está sujeita a desgaste ao longo do tempo. No Mecânico Responde, Ulisses Miguel, Consultor Técnico, explica que folgas na corrente afetam diretamente o sincronismo do motor. “Quando o tensionador falha ou a lubrificação é inadequada, surgem ruídos e estalos, principalmente na partida a frio”, afirma.

O consultor destaca que a qualidade e o nível do óleo são fatores decisivos. “A maioria dos tensionadores é acionada por óleo. Se o lubrificante estiver baixo ou degradado, o tensionador não trabalha corretamente”, explica. Isso provoca batidas, perda de potência e funcionamento irregular do motor.

Além do ruído, outros sintomas ajudam no diagnóstico. “O motor pode ficar fraco, demorar para pegar e até acender luz de falha no painel por desencontro entre sensores de fase e rotação”, conclui Ulisses Miguel.

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Veja como analisar os sinais elétricos de partida – Mitsubishi Pajero 3.5 V6

Problemas na hora de ligar o motor podem estar relacionados com os sinais elétricos

 

 

Verificar os valores de tensão e corrente elétrica durante a partida do veículo pode auxiliar a encontrar problemas em componentes como motor de arranque ou bateria, por exemplo. Pensando nisso, a revista O Mecânico mostra como analisar os sinais elétricos de partida do Mitsubishi Pajero.

Os valores e formatos de onda apresentados são válidos para o SUV da fabricante japonesa quando equipado com o motor V6 aspirado de 3.5 litros, de código 6G74, que tinha potência máxima de 205 cv com torque máximo de 33,5 kgfm.

Para iniciar o diagnóstico, o primeiro passo consiste em analisar a tensão de chamada da bateria, que deve ficar próxima de 9 V, enquanto a corrente de chamada deve ficar próxima de 450 A. Para a condição de motor aquecido, o tempo normal de partida é de cerca de 1,1 segundo.

 

 

Na segunda análise, o funcionamento do motor será inibido. Nessa condição, a tensão durante o período de retenção deve ficar próxima de 10,9 V, enquanto a corrente de retenção varia entre 121 A e 105 A no pico inferior e no pico superior, respectivamente.

 

 

Mecânico Pro

 

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Confira detalhes sobre a plataforma MEB+ e motor elétrico que serão utilizados no Polo elétrico

A Volkswagen inicia a eletrificação de um de seus modelos mais tradicionais com o ID.Polo, primeiro Polo totalmente elétrico e também o primeiro modelo de produção do grupo a utilizar a plataforma MEB+, evolução da base MEB já aplicada à família ID.

Plataforma MEB+

O ID. Polo estreia a MEB+, nova fase da plataforma modular elétrica da Volkswagen. A principal mudança está na adoção da tração dianteira elétrica, desenvolvida especificamente para veículos compactos. Essa configuração reduz a complexidade do conjunto, o número de componentes e o peso total, além de melhorar o aproveitamento de espaço interno e reduzir custos de produção.

A plataforma apresenta 4.053 mm de comprimento, 1.816 mm de largura e 1.530 mm de altura, com uma distância entre eixos de 2.600 mm. Para efeito de comparação, o Polo equipado com motores a combustão, baseado na plataforma MQB e comercializado em paralelo à versão elétrica, mede 4.074 mm de comprimento, 1.751 mm de largura, 1.451 mm de altura e possui distância entre eixos de 2.552 mm.

A arquitetura MEB+ permite a instalação plana do conjunto de baterias no assoalho, melhora o centro de gravidade além de ter ampliado o entre-eixos, o que resulta em ganho de espaço para os ocupantes e maior capacidade de carga em relação ao Polo com motor a combustão (MQB).

Motorização elétrica

O ID. Polo utiliza o novo motor elétrico Volkswagen APP290, montado no eixo dianteiro, acompanhado pela mais recente geração de eletrônica de potência desenvolvida internamente pela marca.

No lançamento, o modelo será oferecido em três níveis de potência:

  • 85 kW (116 cv)
  • 99 kW (135 cv)
  • 155 kW (211 cv)

A versão esportiva ID. Polo GTI, confirmada para o ano seguinte, contará com 166 kW (226 cv), mantendo a tração dianteira, mas com calibração específica para desempenho, voltada a uma condução mais esportiva.

Baterias e recarga

O ID. Polo adota a nova célula unificada PowerCo, desenvolvida pelo Grupo Volkswagen, com tecnologia cell-to-pack, que elimina módulos intermediários. Essa solução reduz peso e volume, além de aumentar a densidade energética em aproximadamente 10%.

Duas configurações de bateria estarão disponíveis:

37 kWh (líquidos) – tecnologia LFP (fosfato de ferro-lítio), aplicada às versões de 85 kW e 99 kW

  • Recarga rápida em corrente contínua (DC) de até 90 kW

52 kWh (líquidos) – tecnologia NMC (níquel-manganês-cobalto), de série nas versões de 155 kW e no futuro GTI

  • Autonomia de até 450 km
  • Recarga rápida DC de até 130 kW

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Comparativo: Mecânico analisa motores diesel do Toyota SW4 e Haval H9 em raio X técnico

Confronto coloca frente a frente dois SUVs turbodiesel de sete lugares com foco em manutenção, durabilidade e pontos de atenção para oficinas

A Revista O Mecânico fez um Raio X Técnico comparativo entre a Toyota SW4 e o GWM Haval H9, dois SUVs turbodiesel com tração 4×4 e proposta semelhante no mercado brasileiro. A análise é conduzida por um mecânico especialista em motores diesel e retífica pesada, com foco exclusivo no que impacta a rotina das oficinas. O conteúdo completo está disponível no canal da Revista no YouTube.

No vídeo, o motor 2.8 turbodiesel da SW4 é detalhado a partir das atualizações recentes, como a adoção de corrente de comando, sistema com Arla 32, mudanças no conjunto de filtragem de combustível e novos componentes ligados às emissões. O especialista alerta para o filtro secundário de diesel, pouco conhecido por parte das oficinas, que pode causar falhas na bomba de alta pressão se não for substituído no intervalo correto, além de destacar cuidados com chicotes, retorno do radiador e acesso aos componentes.

Já o Haval H9, com motor 2.4 turbodiesel, chama atenção pela facilidade de manutenção, acesso aos bicos injetores, correia dentada externa, ventilador elétrico, proteção térmica dos chicotes e organização do cofre do motor. A análise também inclui suspensão, cardã, proteções inferiores e sistema de freios vistos no elevador, apontando soluções que reduzem tempo de serviço e riscos de erro.

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domingo, 11 de janeiro de 2026

Prejuízo: General Motors registra US$ 6 bilhões em encargos após recuo nos carros elétricos

 

A General Motors (GM) divulgou uma baixa contábil da ordem de US$ 6 bilhões, cerca de R$ 38 bilhões no balanço do último trimestre após uma retração no segmento de carros elétricos. Assim como a Ford, a GM também apostou com força em modelos 100% elétricos para o mercado norteamericano mas a demanda caiu, a marca reduziu o portfólio e agora se adapta ao perfil de veículo que o consumidor deseja. Para reverter perdas, a GM já investiu na produção de carros a combustão e uma nova geração dos motores V8.

Em 2025 a CEO Mary Barra admitiu erros com a aceleração dos investimentos em carros elétricos impulsionados pela administração anterior de Joe Biden. A GM já recuou em projetos de carros elétricos nos Estados Unidos, decidiu fazer um facelift no Bolt que estava fora de linha, reduziu as versões elétricas de Silverado entre outras ações.

Segundo o relatório da GM na imprensa, US$ 6 bilhões, ou R$ 32 bilhões desse montante correspondem a ajustes e cancelamentos de projetos relacionados à eletrificação, diretamente influenciados por um cenário regulatório e político mais desfavorável nos Estados Unidos. Outros R$ 5,9 bilhões estão associados a reestruturações na operação chinesa da companhia.

 

 

Mudanças políticas mudaram cenário

 

Desde 2021, a GM vinha intensificando seus investimentos em veículos elétricos (EVs) como parte de um compromisso ambicioso de eliminar gradualmente os modelos movidos a combustão até 2035. Esse movimento foi impulsionado por políticas ambientais rigorosas e incentivos fiscais adotados durante o governo anterior dos EUA.

No entanto, com a mudança de governo com Donald Trump e a reversão de incentivos como créditos fiscais para compradores de EVs, a demanda nos Estados Unidos desacelerou significativamente a partir de 2025. A retirada de subsídios de até US$ 7 mil para a compra de carros elétricos dados pelo governo federal e a flexibilização das normas de emissões reduziram o apelo comercial dos veículos elétricos, levando as vendas no segmento a caírem de forma acentuada.

 

 

Relatórios de mercado indicam que a GM já havia registrado um prejuízo relacionado aos carros elétricos no trimestre anterior, na casa dos R$ 8,6 bilhões, sinalizando dificuldades desde o fim do impulso regulatório anterior.

Nos Estados Unidos, a montadora também está registrando baixas contábeis em dólar. Em um relatório recente, a GM comunicou uma baixa de US$ 6 bilhões (aproximadamente R$ 32 bi) ligada à revisão de seus planos de produção de EVs, cancelamentos de contratos e ajustes na cadeia de suprimentos — além de outros US$ 1,1 bilhão referentes à reestruturação na China. Por lá, a GM perdeu muito mercado, cancelou projetos e agora usa submarcas como Baojun e Wuling para centrar seu desenvolvimento de modelos híbridos para outros mercados o que deve se refletir no futuro no contexto da companhia.

 

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