sábado, 21 de março de 2026

Após quase 30 anos, Código de Trânsito começa a ser atualizado

Por Fernando Calmon

Desde dezembro último as novidades aparecem. Passou a se exigir realização do exame toxicológico de larga janela de detecção para quem deseja obter a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) nas categorias de carros e motos. Antes só se enquadravam motoristas profissionais. Extinguiu-se a eliminatória prova de baliza, embora o candidato precise saber estacionar o carro ao final do exame. Deixar o veículo “morrer” não reprova mais e câmbio automático pode ser usado. Porém, a CNH teria uma observação que o motorista não poderia guiar veículos com câmbio manual.

Nesta quarta-feira, 18 de março, a primeira de quatro audiências públicas (a última em 15 de abril) iniciará a análise de 270 propostas sobre mobilidade e segurança viária que alteram o Código de Trânsito Brasileiro (CTB). Há muitas sugestões como redução de 18 para 16 anos a idade mínima para obtenção da CNH, como ocorre em outros países (não todos). O problema também é jurídico e inclui o Estatuto da Criança e do Adolescente.

Segundo a Agência Câmara de Notícias, representantes de autoescolas e especialistas criticam a precarização do ensino para o trânsito, que com as recentes mudanças “coloca nas ruas condutores inaptos”. Trata-se de tema que merece atenção. Claro, havia exagero na obrigação de um número fixo de aulas em autoescolas que encarecia o processo e desconsiderava as habilidades naturais de cada candidato. Já a demagogia governamental da “CNH para todos” beira a pura irresponsabilidade. Uma premissa esfarrapada de que há 20 milhões que guiam sem documentos baseada em uma frota circulante “oficial” que não existe, pois veículos mais antigos são abandonados sem a devida baixa documental.

Há, todavia, uma proposta que pode dar fim a uma situação atual claramente injusta. O comprador de um carro usado é penalizado com a transferência automática de multas por infrações do proprietário anterior e que ainda não constavam no sistema no momento da venda. O deputado Hugo Maia (PSD-RJ) propõe que a cobrança se vincule ao CPF ou CNPJ do antigo proprietário. Além disso, a existência desses débitos antigos não impediria que o novo dono consiga emitir o Certificado de Registro de Veículo (CRV) ou o licenciamento anual.

Maia também propôs a volta do seguro obrigatório (antigo DPVAT) para amparar as vítimas de trânsito. Tenho uma sugestão: se o proprietário do veículo comprovar que contratou este seguro por conta própria, não teria porque ser obrigado a pagar de novo o sucessor do DPVAT, como acontecia antes.

Changan estreará bateria de estado sólido

Muito se falou da evolução das atuais baterias e vários fabricantes estão empenhados em antecipar as de estado sólido. A Changan havia dado um passo preliminar à frente. O estreante Nevo A06, primeiro modelo com baterias de íons de sódio, da também chinesa CATL, substitui as atuais de íons de lítio, cobalto e níquel. Há duas vantagens: preço e maior estabilidade térmica. Mas com densidade energética menor.

Tecnologia de estado sólido, no entanto, deve realmente mudar o cenário. Previsões indicavam lançamentos a partir de 2030. A Changan surpreendeu ao anunciar para o começo de 2027 o primeiro modelo (não revelado) com este tipo de bateria. Preço é elevado, todavia bem mais segura porque eletrólito sólido elimina vazamentos. Fica muito difícil combater incêndio em baterias convencionais de lítio, mesmo não envolvidas em colisões.

As de estado sólido apresentam maior densidade de energia, carregamento mais rápido e maior vida útil. A Donut Lab, estreante finlandesa fundada em 2024, apresentou uma bateria desse tipo pronta para lançamento. Muitos especialistas afirmam que números, gráficos e configurações de teste daquela empresa não resistem a uma análise básica. Companhias de renome, a exemplo de Toyota, QuantumScape, CATL e Samsung, evidenciam cautela e transparência em relação aos seus cronogramas.

BYD investirá R$ 300 milhões no Rio de Janeiro

Esse passo adiante na estratégia de crescer no Brasil e, no futuro, exportar para a América Latina consolida-se por meio de um novo investimento. A marca chinesa decidiu diversificar, sem se concentrar apenas em Camaçari, na Bahia. O centro de testes e avaliação automobilística será construído na Ilha do Governador, onde se situa o Aeroporto Internacional Antônio Carlos Jobim, também conhecido como Galeão.

Serão investidos R$ 300 milhões em uma área total de 184 mil m². As obras começarão no fim deste ano com previsão de inaugurar em 2028. Stella Li, vice-presidente Executiva Global e CEO da BYD Américas e Europa, mais uma vez veio ao País. Ela destacou que, além de pesquisa e desenvolvimento na capital fluminense, o centro terá condições de testar e preparar a homologação oficial de todos os produtos da marca desde automóveis a comerciais leves. Não adiantou pormenores como suporte aos motores flex que devem estar nos planos, ao lado dos motores a gasolina e elétricos.

Haverá pistas de vários tipos, inclusive sem pavimentação asfáltica e com paralelepípedos. Também piscina de testes de vedação que reproduzem alagamentos (infelizmente tão comuns). Ter instalações desse tipo certamente promoverá antecipação de lançamentos pela adequação mais ágil às várias condições de uso no Brasil.

Trata-se de uma vantagem sobre concorrentes, inclusive chineses, que não param de chegar e ampliam a oferta de modelos como o MG 4X, da arquirrival SAIC, segunda em vendas no país da Ásia Oriental. Já a GAC acaba de confirmar acordo de produção em Catalão (GO), nas mesmas instalações da empresa brasileira HPE que monta picapes (L200 Triton) e SUVs (Eclipse Cross) da Mitsubishi.

Leapmotor C10 EREV: elétrico sem estresse

Elétrico de alcance estendido ou híbrido em série, este classificado pela SAE? Estranho a SAE (Sociedade de Engenheiros da Mobilidade) enquadrar um modelo que só se movimenta por meio de um motor elétrico e o motor a combustão serve apenas para acionar um gerador que carrega a bateria. Aliás, não se trata de novidade porque o BMW i3 REx, lançado aqui em 2014, já se enquadrava como EREV (Veículo Elétrico de Alcance Estendido, na sigla em inglês). O C10 EREV ainda possibilita recarregar a bateria numa tomada. Leapmotor (49%) e Stellantis (51%) são sócias e a fim de atender a legislação brasileira acabaram optando pelo termo ultra-híbrido. Modelos da marca chinesa terão produção nacional.

Dimensões (mm): comprimento, 4.739; entre-eixos, 2.825; largura, 1.900; altura, 1.680. Volumes (L): porta-malas, 435; tanque, 50. Massa: 1.976 kg. Motor elétrico traseiro: 215 cv; 32,6 kgf·m. Motor-gerador dianteiro, 4-cilindros 1,5 L, 88 cv, 12,7 kgf·m. Consumo (km/L, Inmetro): cidade, 12; estrada, 12,9. Alcance (km): motor-gerador, 600 e elétrico, 111. Tração traseira.

Flexibilidade no uso em cidade ou estrada, independentemente de existir onde recarregar, é um trunfo, sem outros concorrentes (por enquanto) e a preço razoável. Um SUV completo: sete airbags (um deles central), teto solar panorâmico, grande tela multimídia de 14,6 pol. e materiais de acabamentos muito bons. Traz algumas complicações porque quase tudo deve ser ajustado pela tela, inclusive comandos do ar-condicionado. Regulagem dos espelhos laterais não estão na porta do motorista e sim nos raios do volante. Espaço interno destaca-se tanto na frente quanto para os três passageiros do banco traseiro (assoalho plano).

Suspensões (multibraço atrás) lidam bem com as quase duas toneladas de massa, porém exigem mais atenção em piso irregular em razão do centro de gravidade alto de todo SUV. Direção bem calibrada e freios dimensionados corretamente, sem alterações sensíveis de perda de eficiência quando exigidos.

Preço: R$ 219.990.

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Range Rover Evoque: como testar a estanqueidade da bomba de alta pressão no motor 2.0 Diesel

Procedimento identifica perda de pressão no rail em motores Ingenium com sintomas de falha na partida

O Range Rover Evoque equipado com motor Ingenium 2.0 Diesel, produzido entre 2015 e 2020, pode apresentar falhas de partida relacionadas à baixa pressão no sistema de injeção. O teste de estanqueidade da bomba de alta pressão é indicado para verificar o funcionamento do componente.

Os sintomas

O motor 2.0 Diesel (código 204DTD) é um quatro cilindros em linha com 180 cv e torque de 430 Nm (43,8 kgfm), associado à transmissão automática de nove marchas e tração integral. Nesse conjunto, a pressão do combustível no rail é fundamental para o funcionamento do sistema.

Sintomas como partida longa ou motor que não entra em funcionamento podem estar ligados à perda de estanqueidade na bomba de alta pressão CP4.1. A falha pode ocorrer por desgaste da válvula interna ou do assento no cabeçote da bomba. Para diagnóstico, é utilizado o equipamento de teste de bicos injetores EPS100, conectado à saída de alta pressão da bomba com o uso de adaptador.

Procedimento

O procedimento começa com a eliminação do ar do sistema. Com o tubo solto e o registro fechado, aciona-se a alavanca do equipamento até retirar o ar. Em seguida, as conexões devem ser fechadas e o registro aberto em 1/4 de volta para iniciar o teste.

Na primeira etapa, a pressão deve ser elevada até 100 bar. Após 30 segundos de estabilização, a leitura aos 60 segundos deve permanecer acima de 90 bar.

Na sequência, o teste é repetido com pressão de 250 bar. Após o mesmo tempo de estabilização, o valor mínimo esperado é de 240 bar.

Na terceira etapa, a pressão deve atingir 400 bar, mantendo valor acima de 390 bar após o período de estabilização.

Se os valores ficarem abaixo do especificado ao final de cada medição, há indicação de falha na bomba de alta pressão. Nesses casos, o componente deve ser substituído ou encaminhado para análise em bancada em um serviço autorizado da Bosch.

O procedimento permite identificar perda de pressão no sistema de injeção. Outros componentes internos da bomba também podem gerar o mesmo sintoma e devem ser considerados na análise do sistema.

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sexta-feira, 20 de março de 2026

DAF CF 310: saiba como testar a estanqueidade da bomba de alta pressão no motor Cummins Euro 6

Procedimento identifica perda de pressão no sistema de injeção e auxilia no diagnóstico de falhas de partida

O DAF CF 310 equipado com motor Cummins ISB 6.7, produzido a partir de 2022, pode apresentar falhas de partida relacionadas à baixa pressão no rail. Nesses casos, o teste de estanqueidade da bomba de alta pressão é indicado para avaliar o funcionamento do componente.

Os sintomas

Sintomas como dificuldade na partida ou motor que não entra em funcionamento podem estar ligados à perda de estanqueidade na bomba de alta pressão CP3. A falha pode ocorrer por desgaste das esferas internas ou do assento na carcaça da bomba, comprometendo a geração e a manutenção da pressão no sistema.

O procedimento

 

Para a verificação, é utilizado o equipamento de teste de bicos injetores EPS100, conectado à saída de alta pressão da bomba em direção ao rail.

O procedimento começa com a conexão do tubo do equipamento à saída de alta pressão da bomba. Com o sistema ainda aberto e o registro fechado, deve-se acionar a alavanca do equipamento até eliminar completamente o ar do circuito. Em seguida, as conexões devem ser vedadas.

Com o sistema pressurizado, o registro deve ser aberto em 1/4 de volta para iniciar o teste. Na primeira etapa, a pressão deve ser elevada até 100 bar. Após 30 segundos, o valor deve permanecer acima de 80 bar.

Na segunda etapa, a pressão deve atingir 200 bar. Após o mesmo período, o valor não pode ser inferior a 180 bar. Já na terceira etapa, o sistema deve ser pressurizado até 400 bar, mantendo leitura acima de 380 bar após 30 segundos.

Caso os valores medidos fiquem abaixo dos limites especificados, há indicação de falha na bomba de alta pressão. Nessa situação, o componente deve ser substituído ou encaminhado para análise em um serviço autorizado da Bosch.

O procedimento permite identificar perda de pressão no sistema de injeção. Outros componentes internos da bomba também podem causar o mesmo sintoma e devem ser considerados durante a análise do conjunto.

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Centro Tecnológico Randon amplia testes acreditados em ensaios veiculares

CTR passa a oferecer testes de freio, estabilidade e ADAS com certificação do Inmetro e reconhecimento internacional

Foto: Alex Battistel

O Centro Tecnológico Randon (CTR) amplia sua atuação no setor automotivo ao conquistar nova acreditação da Coordenação-Geral de Acreditação (Cgcre), ligada ao Inmetro. Com isso, o centro passa a oferecer ensaios acreditados em Desempenho de Freio, Controle de Estabilidade e Sistemas Avançados de Assistência ao Motorista (ADAS).

O processo de certificação envolveu avaliação completa, incluindo análise documental, validação de métodos, auditoria presencial e comprovação de rastreabilidade metrológica.

Com a nova conquista, o CTR se posiciona como o único centro tecnológico independente no Brasil com esse escopo acreditado pelo órgão federal, ampliando sua relevância no desenvolvimento e validação de tecnologias voltadas à segurança veicular.

Outro destaque é o reconhecimento internacional dos ensaios realizados. Por meio do acordo ILAC-MRA, os relatórios emitidos pelo CTR passam a ter validade em diversos países, aumentando a competitividade de empresas que utilizam seus serviços.

O centro já conta com autorização para testes como ancoragem de cintos de segurança, sistemas Isofix, resistência de encostos, ruído de passagem e eficiência energética. Agora, reforça seu papel como um dos principais polos de engenharia e validação do setor automotivo nacional, operando conforme os requisitos da norma ABNT NBR ISO/IEC 17025.

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VW Caminhões e Ônibus lança novos Constellation 25.380 6×2 e 8×2 para transporte rodoviário pesado

Modelos ganham mais torque, transmissão automatizada V-Tronic e foco em operações de até 56 toneladas no segmento de longa distância

A VW Caminhões e Ônibus amplia sua linha com o lançamento dos novos Constellation 25.380 nas configurações 6×2 e 8×2 rígidos. Desenvolvidos em parceria com o BMB Mode Center, os modelos chegam para atender operações rodoviárias de longa distância com foco em soluções sob medida.

Voltados especialmente para aplicações como Romeu e Julieta de até 56 toneladas, os caminhões apostam em desempenho e robustez. O PBT técnico é de 26.600 kg na versão 6×2 e 32.200 kg na 8×2, sendo que o 6×2 já conta com travessa de reboque de série.

Os novos Constellation recebem motorização com aumento de 15% no torque em relação às versões anteriores, garantindo mais força e eficiência operacional. O conjunto é combinado à transmissão automatizada V-Tronic de 12 marchas, que traz recursos voltados à redução de consumo e maior segurança na condução.

A dirigibilidade também evolui com sistema de direção herdado da linha Meteor, oferecendo condução mais precisa, suave e silenciosa. No pacote de segurança, os modelos incluem assistente de partida em rampa (HSA) e controle de tração (ATC), que ajusta automaticamente o torque conforme a aderência.

De série, os caminhões contam com o pacote Prime, que inclui ar-condicionado, trio elétrico, rádio com Bluetooth e conexão via RIO Box, ampliando o conforto e a conectividade a bordo.

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Mopar e Shell ampliam parceria e passam a atender Peugeot e Citroën no Brasil

A Stellantis anunciou a expansão da parceria entre a Mopar e a Shell, que agora passa a incluir as marcas Peugeot e Citroën no Brasil.

Com a mudança, todos os veículos zero-quilômetro das marcas Fiat, Jeep, Ram, Citroën e Peugeot passam a sair de fábrica abastecidos com Mopar Oil by Shell.

Expansão do acordo

A Shell já atua desde 2021 como fornecedora exclusiva de lubrificantes Mopar no pós-venda para Fiat, Jeep e Ram, com presença em mais de 1.000 concessionárias no país. Agora, Citroën e Peugeot também passam a adotar o mesmo padrão, tanto na produção quanto nos serviços de manutenção das redes autorizadas.

Padronização e benefícios

Segundo a Stellantis, a ampliação da parceria unifica os padrões técnicos entre engenharia, manufatura e pós-venda das cinco marcas.

Na prática, o cliente passa a contar com:

  • Lubrificante homologado durante todo o período de garantia
  • Padronização nacional nos serviços de revisão
  • Maior confiabilidade na manutenção
  • Potencial valorização do veículo ao longo do tempo

A iniciativa reforça a estratégia da Stellantis de integrar processos e elevar o nível de qualidade e consistência em toda a sua operação no Brasil.

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quinta-feira, 19 de março de 2026

Eaton amplia portfólio e lança válvulas de motor para Chevrolet Onix e Tracker

Novos componentes para reposição atendem modelos com alta presença na frota e focam em durabilidade e controle de carbonização

A Eaton anuncia a ampliação do portfólio no mercado de reposição com o lançamento de duas válvulas de motor para os modelos Chevrolet Onix e Chevrolet Tracker.

Os novos componentes foram desenvolvidos para atender aplicações atuais da frota, com foco em durabilidade e controle da formação de depósitos no funcionamento do motor. As válvulas são produzidas com processos industriais controlados e seguem padrões adotados pela fabricante no fornecimento para o setor automotivo.

De acordo com a empresa, os itens passam por etapas de desenvolvimento e validação para suportar ciclos de operação em diferentes condições de uso. A proposta é garantir resistência ao desgaste e manter o funcionamento do conjunto mecânico ao longo do tempo.

“Estamos sempre atentos às evoluções do mercado automotivo e às novas aplicações de veículos que chegam às ruas. A ampliação da nossa linha de válvulas reforça o compromisso da Eaton em oferecer soluções confiáveis, com tecnologia e qualidade reconhecidas, também para modelos mais recentes”, afirma Fernando Piton, diretor da Unidade de Negócios de Aftermarket do Grupo Mobility da Eaton na América do Sul.

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