segunda-feira, 5 de outubro de 2026

Confira sinais de desgaste do cilindro de embreagem dos veículos

cilindro de embreagem da Controil

Pedal esponjoso, dificuldade para engatar marchas e vazamentos podem indicar falhas no sistema hidráulico e necessitam atenção

O cilindro de embreagem pode dar sinais de desgaste antes de provocar uma pane no veículo. Presente nos modelos equipados com transmissão manual, o componente transforma a força aplicada pelo motorista no pedal em acionamento hidráulico da embreagem.

Quando há alguma falha, o comportamento do pedal e das trocas de marcha pode mudar. Em casos mais graves, o problema pode evoluir até impedir completamente o engate das marchas e deixar o veículo parado. Vagner Marchiniak, consultor de marketing de produto da Controil, conta que o componente tem papel fundamental na dirigibilidade, pois garante trocas de marchas suaves. Por isso, se o motorista perceber alguma problema, ele deve procurar uma oficina de confiança.

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Quais sinais indicam falha no cilindro de embreagem?

Entre os principais sintomas está a dificuldade para engatar as marchas. O motorista também pode perceber alterações no pedal, como sensação esponjosa, perda de resistência durante o acionamento ou afundamento excessivo.

Outro indício é quando o pedal demora para retornar à posição original depois de ser pressionado. Além disso, a presença de fluido de freio na região dos pés do motorista ou sob o veículo, próximo à caixa de câmbio, é sinal que o condutor deve buscar um mecânico de confiança para verificar um possível problema no sistema hidráulico da embreagem.

Falha pode provocar pane durante o trajeto

Continuar utilizando o automóvel com problemas no cilindro de embreagem pode agravar a situação. Conforme o desgaste avança, o sistema pode chegar ao ponto de impedir completamente o engate das marchas. Vagner pontua que ignorar algum desses sinais pode transformar uma situação simples em uma pane severa.

Além da própria embreagem, o uso do veículo nessas condições pode prejudicar o funcionamento de itens como disco, platô e elementos da transmissão. Com isso, um problema inicialmente localizado pode resultar em um reparo mais complexo e de maior custo.

Manutenção ajuda a evitar problemas maiores

A Controil recomenda que qualquer mudança no comportamento do pedal ou nas trocas de marcha seja investigada o quanto antes. Inspeções periódicas também contribuem para identificar possíveis vazamentos e sinais de desgaste antes que evoluam para falhas mais graves.

O tempo de vida útil do cilindro de embreagem varia de acordo com o estilo de condução e as condições de utilização do veículo. Por isso, perceber alterações no pedal, vazamentos ou dificuldades para engatar as marchas permite agir de forma antecipada.

 

 

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Continental lança pneu para SUVs e picapes

Pneu Continental TerrainContact A/T2 visto lateralmente

TerrainContact A/T2 chega com tecnologia TractionPlus+ e estrutura reforçada para uso urbano e fora de estrada

A Continental Pneus lança no mercado brasileiro o TerrainContact A/T2. Trata-se de um novo pneu All Terrain desenvolvido para crossovers, SUVs e picapes. O modelo combina características voltadas ao uso urbano e rodoviário com recursos para enfrentar trechos ocasionais fora de estrada.

A proposta acompanha o avanço desses segmentos no país. Nos últimos dez anos, a participação dos SUVs entre os automóveis emplacados no Brasil passou de 17,9% para 59,3%, segundo dados da Fenabrave. Considerando também as picapes, os dois segmentos representam aproximadamente 65% dos automóveis e comerciais leves emplacados em 2026.

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Equilíbrio entre tração e conforto

Um dos principais recursos do TerrainContact A/T2 é a tecnologia TractionPlus+. O recurso combina ranhuras em zigue-zague e dentes de tração na banda de rodagem. Desse modo, o pneu tem mais bordas de agarre e seu desempenho em terrenos não pavimentados é aprimorado.

Além disso, o desenho da banda contribui para a aderência em pistas molhadas e para a redução do ruído de rodagem. A fabricante destaca ainda o impacto da tecnologia na durabilidade do componente. Além dos aspectos funcionais, o modelo apresenta desenho com ombros de visual off-road, banda de rodagem de aparência mais agressiva e inscrições laterais que reforçam a proposta All Terrain.

Pneu Continental TerrainContact A/T2 visto de frente

Outro ponto está na fabricação do pneu. Em comparação ao CrossContact ATR, o novo modelo recebeu cintas metálicas mais largas, lonas da carcaça mais espessas e um protetor de roda mais robusto. Com essas atualizações, a linha consegue resistir mais a impactos e suportar com facilidade as exigências de trajetos do off-road.

O composto utilizado também foi modificado. Conforme testes da Continental, o TerrainContact A/T2 apresentou melhoria de 17% no desempenho contra desgaste e aumento de 27% na resistência a cortes e lascamentos em relação ao CrossContact ATR.

Serve para um monte de carros

Ainda nesse sentido, o TerrainContact A/T2 chega ao Brasil inicialmente em 12 medidas, com aros de 14 a 18 polegadas. Entre os veículos compatíveis estão Fiat Strada e Toro, Volkswagen Saveiro e T-Cross, Nissan Kicks, Renault Duster e Oroch, Toyota Hilux, Ford Ranger e Bronco, Mitsubishi L200, Chevrolet S10, Honda CR-V, Jeep Renegade, Hyundai Creta e GWM Tank 300.

Pneu Continental TerrainContact A/T2 visto de lado

Aliás, a Continental informou que o pneu é compatível com veículos eletrificados. Inclusive, a família TerrainContact A/T2 deverá ser ampliada ao longo de 2027, com a chegada de novas medidas.

 

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sexta-feira, 2 de outubro de 2026

Actioil lança pasta que detecta contaminação em tanques

Pasta d'água da Actioil

Produto muda de cor ao entrar em contato com água acumulada no fundo de reservatórios de diesel e outros combustíveis

A presença de água no tanque de combustível pode passar despercebida até provocar problemas no sistema de alimentação do motor. A fim de facilitar a identificação da contaminação, a Actioil apresenta a Pasta d’Água Profuel. A novidade foi desenvolvida para detectar visualmente a presença de água acumulada no fundo de tanques de armazenamento.

O produto mira em operações que dependem do armazenamento de combustíveis, como transportadoras, empresas de logística, postos, agronegócio e gestores de frotas. A proposta é permitir uma verificação rápida antes que a contaminação chegue aos veículos.

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Como funciona o produto?

A aplicação da Pasta d’Água Profuel não exige equipamentos adicionais. O procedimento consiste em espalhar uma fina camada do reagente sobre a régua de medição convencional e, em seguida, introduzi-la no tanque.

Quando entra em contato com a água acumulada no fundo do reservatório, a pasta muda de cor imediatamente. Dessa forma, o operador consegue identificar visualmente a presença e a altura da lâmina de água dentro do tanque.

Segundo a Actioil, a ferramenta ajuda a tornar perceptível um problema que normalmente não pode ser observado diretamente. Isso é relevante porque a água pode se acumular na parte inferior do reservatório, onde também podem se formar borras e microrganismos. Além disso, a identificação antecipada permite realizar a drenagem ou tratamento do combustível antes que a contaminação alcance componentes do sistema de alimentação.

Prevenção de problemas no sistema de combustível

O acúmulo de borra nos tanques pode contribuir para falhas em sistemas de injeção, corrosão de componentes e perda de eficiência dos motores. Por isso, o controle das condições do combustível armazenado faz parte da rotina de manutenção preventiva em operações que utilizam grandes volumes.

A Pasta d’Água Profuel é compatível com diesel, biodiesel e outros derivados de petróleo. Entre os principais diferenciais estão a aplicação diretamente na régua de medição, o resultado imediato e a possibilidade de identificar a contaminação sem procedimentos complexos. Por fim, a empresa revela que o produto já está disponível em seu site.

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quinta-feira, 1 de outubro de 2026

KS Kolbenschmidt orienta sobre folga entre válvula e cabeçote

Explicação da KS Kolbenschmidt sobre folga da válvula com a guia do cabeçote

Medida entre a haste da válvula e a guia do cabeçote influencia a lubrificação, a vedação e a durabilidade do motor

A folga entre a haste da válvula e a guia do cabeçote é uma das medidas que exigem atenção durante a manutenção do motor. De acordo com a KS Kolbenschmidt, a especificação correta garante a lubrificação do conjunto, o funcionamento adequado das válvulas e a durabilidade dos componentes.

Apesar de cumprirem funções diferentes, as válvulas de admissão e de escape apresentam características distintas que interferem na definição da folga. A primeira possui disco maior para permitir a entrada de maior volume de ar e combustível na câmara de combustão. Por outro lado, a segunda conduz para fora os gases resultantes da queima.

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Folga varia entre admissão e escape

A KS explica que a haste da válvula de escape é ligeiramente mais fina, entre 0,01 e 0,015 mm, pois trabalha em temperaturas mais elevadas e sofre maior dilatação térmica. Por isso, a folga entre a haste e a guia deve ser um pouco maior do que na válvula de admissão.

Essa diferença evita que a válvula trave na guia quando o motor atingir a temperatura de funcionamento. No entanto, a medida exata depende do projeto de cada motor e deve ser conferida no manual do fabricante.

Para realizar a medição, são necessários instrumentos de precisão. Em primeiro lugar, o diâmetro da haste da válvula deve ser verificado com um micrômetro. Depois, utiliza-se um súbito, instrumento que mede diâmetros internos, ajustado com base na medida obtida anteriormente. Com ele, é possível determinar o diâmetro interno da guia e a folga entre os componentes.

Excesso ou falta de folga traz riscos

Quando a folga está acima do especificado, a válvula pode apresentar movimentação lateral. Dessa forma, existe a possibilidade de comprometimento da vedação e a combustão acelera o desgaste da haste, da guia e da sede da válvula.

Uma folga insuficiente prejudica a lubrificação da haste. Com o aumento da temperatura, a dilatação pode fazer com que a válvula fique presa na guia. Assim, podem haver falhas de funcionamento e até danos ao motor.

Em motores com injeção direta, outro ponto de atenção é o acúmulo de resíduos de carvão na haste da válvula. O material pode dificultar seu movimento e fazer com que a válvula permaneça aberta. Nesse cenário, existe risco de contato com o pistão e pode tanto entortar a válvula quanto causar danos mais graves.

Durante a manutenção do cabeçote, a mola de retorno também deve ser inspecionada. Já que é responsável pelo fechamento da válvula, seu alinhamento pode ser conferido com um esquadro posicionado a 90°. Se estiver torta, a mola pode pressionar a haste contra a guia e acelerar o desgaste.

Inclusive, a empresa pontua que outro cuidado envolve o ângulo de assentamento. Válvulas novas já possuem o ângulo correto de fábrica. Quando for necessária uma correção, o procedimento deve ser realizado na sede da válvula, e não na própria peça.

Segundo a KS Kolbenschmidt, a conferência das medidas e a instalação correta são essenciais para preservar a vedação, o funcionamento e a vida útil do motor. O serviço deve ser realizado com ferramentas adequadas, por profissionais qualificados e seguindo as especificações do fabricante.

 

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quarta-feira, 30 de setembro de 2026

ENFAUTO 2026 abordou inovação e gestão do setor automotivo

Placa do ENFAUTO 2026

Evento em Santa Catarina reuniu 950 participantes e discutiu eletrificação, ADAS, gestão, inteligência artificial e os desafios das oficinas

A sétima edição da ENFAUTO reuniu 950 empresários, gestores, técnicos, fornecedores e especialistas do setor de reparação automotiva em São José (SC). Realizado entre os dias 24 e 26 de setembro, na Arena Opus, o evento contou com 32 empresas expositoras e ocupou uma área de 4 mil m².

Organizada pelo Núcleo Estadual de Automecânicas (NEA) e pela Associação Brasileira de Reparadores Veiculares (ARVEB), a programação teve como foco as transformações pelas quais passam as oficinas, tanto na área técnica quanto na gestão dos negócios.

Ao longo dos três dias, foram realizadas 14 atividades no palco principal, com 22 palestrantes, além de oito a dez apresentações diárias no palco das marcas. O evento também contou com duas arenas técnicas da Bosch. Os espaços ofereceram conteúdos práticos sobre veículos híbridos e elétricos, sistemas ADAS, reparo de radares e câmeras e temas relacionados à linha Diesel Leve.

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Eletrificação e ADAS entram na pauta das oficinas

A chegada de novas tecnologias aos veículos foi um dos pontos centrais da ENFAUTO 2026. Com a expansão dos modelos híbridos e elétricos e a presença cada vez maior de sistemas eletrônicos, as oficinas precisam adaptar procedimentos e ampliar a capacitação dos profissionais.

Entre os conteúdos técnicos apresentados estiveram tecnologias de manutenção de radares e câmeras dos sistemas ADAS e informações voltadas à manutenção de veículos eletrificados. Inclusive, a programação também abordou aplicações para veículos comerciais com motores Diesel.

Participantes do ENFAUTO 2026

Além da parte técnica, o evento discutiu temas ligados à administração das oficinas. Marketing, redução de custos na aquisição de peças, liderança de equipes e sustentabilidade foram pautas de conversas. Ainda nesse sentido, pontos como logística reversa de óleo lubrificante, inteligência artificial, planejamento financeiro e Reforma Tributária fizeram parte da programação.

A proposta é reforçar que a atualização do mecânico não se limita apenas ao conhecimento. Com veículos mais complexos, a gestão da oficina também passa a exigir atenção a processos, produtividade, dados, precificação e treinamento das equipes.

Carro usado para ilustração durante o ENFAUTO 2026

Associativismo ganha espaço entre mecânicos

Durante a abertura, o presidente da Federação das Associações Empresariais de Santa Catarina (FACISC), Elson Otto, destacou o crescimento do setor no estado. Segundo os dados apresentados no evento, Santa Catarina possui mais de 42 mil CNPJs ativos relacionados à atividade de automecânica e mais de 115 mil trabalhadores formais e informais. O segmento teria crescido 33% na última década.

Outro destaque foi a expansão do NEA, que atualmente reúne 493 empresas distribuídas em 30 núcleos em Santa Catarina. Durante a ENFAUTO, foi apresentada oficialmente a Associação Brasileira de Reparadores Veiculares (ARVEB), iniciativa que pretende levar o modelo de associativismo para outros estados.

Peças expostas durante o ENFAUTO 2026

De acordo com Genuíno Simioni, presidente do NEA, o evento também serviu para aproximar empresas e gerar negócios. Segundo ele, algumas empresas expositoras registraram vendas superiores a R$ 150 mil, enquanto outras ultrapassaram R$ 350 mil durante a feira.

O Sebrae-SC também anunciou uma parceria com a ARVEB para oferecer um programa de capacitação e consultoria voltado à gestão das empresas do setor de reparação.

participantes assistindo palestra durante o ENFAUTO 2026

Para encerrar a programação, a ENFAUTO abordou liderança, gestão de carreiras e mudança de mentalidade nos negócios. A organização avalia que a combinação entre capacitação técnica, gestão e associativismo será importante para acompanhar a transformação tecnológica dos cuidados automotivos.

 

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Omoda & Jaecoo reforça capacitação técnica das concessionárias

Competidores do OJ Skills Competition da Omoda & Jaecoo

Marcas promoveram competição nacional que avaliou diagnóstico, análise de falhas e sistemas de alta tensão antes da final mundial na China

A expansão dos veículos eletrificados aumentou a necessidade de profissionais preparados para lidar com novas tecnologias nas oficinas. De olho nisso, a Omoda & Jaecoo realizou a etapa nacional do OJ Skills Competition, uma competição voltada à avaliação e ao desenvolvimento técnico dos profissionais da rede de concessionárias.

As finais brasileiras aconteceram nos dias 23 e 24 de setembro, no Laboratório de Mobilidade Elétrica do Instituto Mauá de Tecnologia, em São Paulo. Ao todo, 86 profissionais se inscreveram na competição, que teve etapas online antes da definição dos dez finalistas presenciais.

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Competição teve provas práticas e foco em alta tensão

A primeira fase foi realizada em 19 de agosto, com uma prova online de múltipla escolha realizada por 62 participantes. Os 20 melhores avançaram para uma segunda avaliação virtual, aplicada em 21 de agosto. Depois dessa etapa, 10 profissionais foram selecionados para as provas presenciais em São Paulo.

Durante o primeiro dia da final, os competidores passaram por avaliações teóricas e práticas relacionadas à rotina de oficina. Entre os desafios estavam procedimentos de diagnóstico, análise de falhas e execução de reparos. Além disso, entrevistas técnicas eram feitas para avaliar os processos utilizados.

Técnicos durante aula da Omoda & Jaecoo

Ao fim dessa etapa, quatro profissionais avançaram para a disputa decisiva. Enquanto eles realizavam uma avaliação prática avançada, os demais participantes participaram de uma imersão técnica sobre diagnóstico de avarias, instrumentos de medição e procedimentos de análise em baterias de alta tensão (HV).

Vencedores representarão o Brasil na China

O primeiro lugar da etapa brasileira ficou com Mizael Carlos Roza Andrade, da Orletti, de Vitória (ES). Já Jhony Fabio da Silva, da Cobel, de Sorocaba (SP), terminou na segunda posição. Os dois vão representar o Brasil na final mundial do OJ Skills Competition. O evento está marcado para novembro, em Wuhu, na China, cidade que abriga a sede global da Omoda & Jaecoo.

Na última edição mundial, o Brasil conquistou o título. Agora, os vencedores da etapa nacional terão a missão de disputar novamente a competição internacional. Aliás, as fabricantes contaram que a área de pós-vendas está contratando 25 novos colaboradores. Inclusive, o centro de distribuição de peças de Cajamar, SP, deverá ter sua estrutura ampliada. Dessa forma, a Omoda & Jaecoo espera reforçar atendimento, suporte técnico, treinamento e distribuição de peças conforme a expansão da rede de concessionárias no país.

Técnicos tendo aula durante o OJ Skills da Omoda & Jaecoo

A iniciativa faz parte da estratégia global de desenvolvimento de talentos da Chery International, que também prepara a expansão das operações no Brasil com as marcas iCAUR, LEPAS e AiMOGA para logo mais.

 

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terça-feira, 29 de setembro de 2026

Controil revela sinais de desgaste do cilindro de roda

cilindro de roda da Controil

Marca conta sinais que devem alertar os motoristas e destaca portfólio que atende diversos modelos da Ford

O cilindro de roda é um importante item que merece atenção na manutenção de veículos equipados com freios a tambor. De olho nisso, a Controil revelou alguns sinais de alerta de desgaste do componente.

Inclusive, a fabricante pontuou que seu portfólio oferece mais de 1.900 aplicações do componente para diversos modelos da Ford, tais como Ka, Ka Sedã, EcoSport e outros.

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Como funciona o cilindro de roda?

O cilindro de roda é um dos componentes responsáveis pelo acionamento dos freios a tambor. Quando o motorista pressiona o pedal, o cilindro mestre pressuriza o fluido de freio, que percorre as tubulações até chegar aos cilindros instalados nas rodas.

A função do componente é transformar essa pressão hidráulica em força mecânica. Assim, as sapatas são pressionadas contra o tambor e é gerado o atrito necessário para reduzir a velocidade ou parar o veículo.

Os cilindros podem ser fabricados em ferro fundido ou alumínio e precisam suportar as condições de funcionamento do sistema de frenagem. Por isso, além da escolha correta da peça, a manutenção preventiva tem papel importante para preservar o funcionamento do conjunto.

Fluido de freio exige atenção

De acordo com a Controil, a falta de troca periódica do fluido de freio e situações que provoquem superaquecimento podem causar danos ao cilindro de roda e reduzir sua eficiência. Entre os sinais que podem indicar a necessidade de inspeção estão vazamentos, desgaste irregular e perda de desempenho durante as frenagens.

Vagner Marchiniak, consultor de marketing de produto da empresa, conta que se o motorista perceber algum desses sinais, ele deve fazer uma inspeção detalhada do componente o mais rápido possível. Para evitar problemas, a análise deve considerar não apenas o cilindro de roda, mas o conjunto do sistema de freio, especialmente quando há indícios de falha ou desgaste. Por fim, a empresa revela que seu catálogo de cilindros de roda pode ser consultado na plataforma Auto Experts.

 

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