terça-feira, 31 de março de 2026

Fremax completa 40 anos

A Fremax completa 40 anos com foco em expansão global, tecnologia e sustentabilidade. Marca da Frasle Mobility, a empresa atua em mais de 65 países e cobre 99% da frota circulante no Brasil, reforçando seu posicionamento premium no mercado de reposição.

Com sede em Joinville, a Fremax acelerou o crescimento após integrar a Frasle Mobility: ampliou o quadro de colaboradores de 400 para 830 pessoas e triplicou o faturamento. A estrutura industrial de 30 mil m² e a tecnologia própria no desenvolvimento de ferramentais garantem agilidade na expansão do portfólio e cobertura de frota nos mercados atendidos.

A marca mantém uma forte vocação exportadora desde o início e já produziu cerca de 100 milhões de discos de freio ao longo de sua trajetória, consolidando escala e confiabilidade. Um dos destaques recentes é a linha Maxcoating, com mais de 1.000 horas de proteção anticorrosiva em testes de salt spray e processo produtivo com menor impacto ambiental.

De olho nas transformações do setor, a Fremax investe em inovação, engenharia e melhoria contínua, acompanhando tendências como eletrificação, digitalização e aumento das exigências ambientais. A estratégia está alinhada à visão da Frasle Mobility de desenvolver soluções de alto valor agregado com foco no futuro da mobilidade.

A agenda ESG também ganha protagonismo. Programas como o RECYCLE MAX, de logística reversa, já representam 14% da matéria-prima utilizada, reforçando o compromisso com redução de impactos ambientais.

Fundada em 1986 como Jofund, a empresa lançou a marca Fremax em 1990 e iniciou a expansão internacional nos anos seguintes, com presença na Argentina, Europa e Estados Unidos. Desde então, construiu uma trajetória baseada em crescimento consistente, inovação e fortalecimento global.

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Nível de óleo subindo em motores diesel: regeneração do DPF pode ser a causa

Processo de regeneração do filtro de partículas pode contaminar o óleo com diesel e comprometer a lubrificação

Proprietários de veículos diesel modernos podem notar o aumento do nível de óleo na vareta, situação que pode estar diretamente ligada ao funcionamento do sistema de emissões. Em motores diesel equipados com filtro de partículas (DPF), o aumento do nível de óleo pode ser consequência direta do processo de regeneração do sistema.

Segundo Cleyton André, consultor técnico da Revista O Mecânico, durante essa fase, a central eletrônica altera a estratégia de injeção. “Durante o processo de regeneração do filtro, a central injeta combustível extra para elevar a temperatura dos gases de escape e queimar a fuligem acumulada”, explica.

O problema ocorre quando parte desse combustível não é completamente queimada. “Em algumas situações, parte desse combustível pode escorrer pelas paredes do cilindro e contaminar o óleo do motor, fazendo o nível subir na vareta”, afirma. A longo prazo, essa condição pode comprometer o funcionamento do motor. “O diesel misturado ao óleo reduz a capacidade de lubrificação”, alerta o especialista, indicando risco de desgaste prematuro dos componentes internos.

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Mistura pobre em motores turbo: diagnóstico exige atenção além dos sensores; Mecânico Responde

Falha comum pode ter múltiplas causas, desde entrada de ar falso até problemas no sistema de combustível

A presença de mistura pobre em motores turbo, como no Chevrolet Tracker, pode gerar diagnósticos equivocados quando baseada apenas em códigos de falha. O problema exige análise completa do sistema. Além disso, a mistura pobre ocorre quando há excesso de ar em relação ao combustível na combustão, condição que pode ser causada por diferentes fatores e exige atenção no diagnóstico.

De acordo com Cleyton André, consultor técnico da Revista O Mecânico, o problema pode ter origem tanto na admissão quanto na alimentação. “Ela pode ser causada por uma entrada falsa de ar ou por uma quantidade menor de combustível sendo dosada na câmara de combustão”, explica.

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Entre as possíveis causas estão falhas na bomba de combustível, com vazão insuficiente, ou entradas de ar indevidas após o sistema de admissão, especialmente em motores sobrealimentados. Um ponto crítico destacado pelo especialista é o erro comum de substituir componentes sem diagnóstico aprofundado. “Nem sempre quando o scanner gera um código relacionado a sensores, ele é o causador daquela falha”, afirma.
Por isso, a recomendação é clara: evitar a chamada “troca de peças por tentativa”. “É importante procurar uma oficina de confiança que faça um diagnóstico preciso, sem trocação de peça à toa”, orienta.

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Menzoil atualiza linha premium e adota tecnologia API SQ para motores modernos

Reposicionamento inclui nova formulação, padronização de portfólio e foco em eficiência energética e veículos híbridos

A Menzoil anunciou a atualização de sua linha premium para 2026, com incorporação da tecnologia API SQ e revisão completa do portfólio. A estratégia acompanha a evolução dos motores modernos, incluindo aplicações híbridas, e amplia o foco em eficiência energética, proteção e durabilidade.

A Menzoil promoveu um reposicionamento estratégico de sua linha premium, alinhado às novas demandas da indústria automotiva. A atualização inclui revisão de catálogo, novos rótulos e adoção da especificação API SQ, voltada a motores de alta eficiência. Com cerca de duas décadas de atuação no mercado brasileiro de lubrificantes, a empresa amplia investimentos em inovação de portfólio, governança técnica e comunicação de produto, acompanhando a evolução dos sistemas de propulsão.

O movimento ocorre em um cenário de transformação do setor automotivo, marcado por motores mais eficientes, redução de emissões e aumento da durabilidade dos componentes. Nesse contexto, a empresa também acompanha a tendência de downsizing, com motores menores, turbinados e submetidos a maiores cargas térmicas.

Atualização do produto líder

O Menzoil 5W30, principal produto da marca, recebeu nova formulação. O lubrificante passa a atender às especificações Dexos1 Gen3 e ILSAC GF-7, com foco em controle de depósitos, proteção contra pré-ignição em baixa rotação (LSPI) e eficiência energética. Segundo a empresa, a atualização contribui para redução de consumo de combustível, menor desgaste de componentes e maior proteção contra oxidação e corrosão em uso urbano severo. “O mercado evoluiu e as exigências técnicas aumentaram significativamente. Nosso objetivo para 2026 é garantir ao consumidor um lubrificante que vá além da proteção do motor, contribuindo também para a redução do custo operacional por meio da eficiência energética”, afirma Adilson Capanema, Diretor Executivo de Vendas da Menzoil.

Foco em novas tecnologias de motorização

A nova linha também passa a indicar compatibilidade com veículos híbridos e motores que utilizam correia dentada banhada a óleo. Esse tipo de aplicação exige lubrificantes com formulação específica para evitar desgaste prematuro e garantir a durabilidade do sistema. A linha Race One Gold foi ampliada com novas viscosidades, como 0W16 e 0W20. Os produtos são 100% sintéticos e utilizam tecnologia THP (Top High Performance), com foco em proteção desde a partida a frio, momento de maior desgaste interno.

Padronização no aftermarket

A atualização inclui ainda reorganização do portfólio de graxas, com destaque para as linhas “Mengrax NLGI2 Power Grease E2”, “Mengrax NLGI2 Ultra Complex CL2” e “Mengrax NLGI2 All Pro MP2”.
A empresa também adotou padronização visual por cores nas embalagens — verde, vermelho e azul — com o objetivo de facilitar a identificação técnica no ponto de venda e agilizar a aplicação por oficinas e frotas.
De acordo com a Menzoil, a iniciativa busca melhorar a eficiência na escolha dos produtos e reforçar a presença da marca no aftermarket. “Nosso objetivo é consolidar a Menzoil como uma referência de confiança para aplicadores, distribuidores e proprietários de veículos. Ao integrar tecnologia de última geração, como a especificação API SQ, com uma comunicação clara e moderna no ponto de venda, entregamos ao mercado mais do que um lubrificante: oferecemos uma solução alinhada à evolução da mobilidade e às exigências dos motores da nova geração”, conclui Adilson Capanema.

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segunda-feira, 30 de março de 2026

Biometano ganha força como alternativa viável na descarbonização do transporte coletivo?

A transição energética no transporte coletivo brasileiro avança com foco em soluções tecnicamente aplicáveis e financeiramente sustentáveis. Em debate promovido pelo Instituto Brasileiro de Estudos Técnicos Avançados, especialistas e operadores avaliaram o papel do biometano como combustível viável para reduzir emissões sem comprometer a operação dos sistemas urbanos.

O encontro, realizado no Habitat Mobilidade da FIEP, reuniu representantes da indústria, gestores públicos e operadores para discutir rotas energéticas alinhadas à realidade das cidades brasileiras — onde custo, infraestrutura e escala ainda são fatores determinantes.

Viabilidade depende de custo, infraestrutura e escala

Na prática, o biometano se posiciona como uma alternativa intermediária entre o diesel e a eletrificação total. Produzido a partir de resíduos orgânicos, o combustível permite reduzir emissões de CO₂ e poluentes locais, além de apresentar potencial de menor custo operacional em comparação ao diesel, dependendo da cadeia de produção e distribuição.

Segundo Fábio Alexandre Siebert, a adoção do biometano exige integração entre mobilidade, saneamento e gestão de resíduos. Já Marcello Lauer destaca que a viabilidade está diretamente ligada a decisões baseadas em dados — fator crítico para evitar investimentos de alto custo com baixo retorno operacional.

Aplicação prática: ônibus a biometano

Durante o evento, a Agrale apresentou um ônibus movido a biometano, tecnologia já em uso experimental no país. Modelos como o MA 11.0 operam com menor nível de ruído e podem reduzir significativamente as emissões quando comparados ao diesel.

Para Edson Ares Sixto Martins, o biometano não deve ser visto como solução única, mas como parte de um mix energético. A vantagem estratégica está na possibilidade de aproveitar resíduos urbanos para geração de combustível, criando um ciclo mais eficiente e sustentável.

Desafios operacionais ainda limitam expansão

Do lado dos operadores, a viabilidade depende de fatores práticos. Sueli Gulin Calabrese ressalta que a transição energética vai além da troca de veículos: exige adaptação de garagens, logística de abastecimento e treinamento técnico.

A experiência recente com ônibus elétricos em Curitiba reforça esse ponto — novas tecnologias demandam investimentos relevantes em infraestrutura e ajustes operacionais, o que tende a tornar o processo gradual.

Onde o biometano se encaixa

No cenário atual, o biometano surge como uma solução viável especialmente para cidades que:

  • já possuem ou podem desenvolver cadeia de produção de resíduos
  • buscam redução de emissões com menor investimento inicial que a eletrificação
  • precisam manter autonomia operacional semelhante ao diesel
  • enfrentam limitações na infraestrutura elétrica

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Cofap amplia linha Safegate com nova aplicação para Nissan Frontier

A Cofap expande seu portfólio de amortecedores Safegate com uma nova aplicação para a tampa de caçamba da Nissan Frontier. Com o lançamento, a linha passa a cobrir praticamente todas as picapes vendidas no Brasil.

Os amortecedores Safegate são instalados entre a caçamba e a tampa e têm a função de controlar a abertura, evitando quedas bruscas. O sistema reduz impactos, melhora a segurança no uso e ajuda a prevenir danos à estrutura.

O componente também contribui para maior durabilidade do conjunto, minimizando o desgaste de dobradiças e outros pontos de fixação.

Os kits são fornecidos com itens de montagem, como parafusos, arruelas, cabos de aço, chave Torx ou Allen e trava química. A composição varia de acordo com a aplicação.

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domingo, 29 de março de 2026

Injeção direta e carbonização: gasolina aditivada não resolve o problema

Característica do sistema favorece acúmulo de resíduos nas válvulas de admissão

Injeção Direta VW up

Motores com injeção direta apresentam vantagens em desempenho, mas também trazem desafios como a carbonização nas válvulas de admissão, problema que não é resolvido com combustível aditivado. A carbonização em motores com injeção direta é uma característica conhecida e está diretamente ligada ao funcionamento do sistema.

Segundo Cleyton André, consultor técnico da Revista O Mecânico, a própria arquitetura do motor explica o fenômeno. “O combustível é injetado diretamente na câmara de combustão, ou seja, não passa pelas válvulas de admissão”, afirma.

Com isso, não há efeito de limpeza nessas válvulas, favorecendo o acúmulo de resíduos ao longo do tempo. No entanto, o nível de carbonização pode variar. “Tem motores que carbonizam mais e outros menos. A linha EA888, da Volkswagen, apresenta esse problema de forma mais acentuada”, destaca.
A recomendação é evitar intervenções desnecessárias e priorizar o diagnóstico. “É possível analisar através do orifício da vela com câmera boroscópica se há necessidade de descarbonização”, orienta. Dessa forma, o mecânico consegue determinar o momento correto de intervenção, evitando custos desnecessários e garantindo a eficiência do serviço.

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