Meu nome é Murilo Barbosa, sou mecanico industrial a 20 anos.
A minha paixão por mecanica vem desde de molequinho, hoje tenho 43 anos e com muita experiencia dessa área maravilhosa, então decedi fazer algo bem bacana... compartilhar tudo que eu sei com vocês.
Dunlop lança pneu SP926 para caminhões – Foto: Divulgação/Dunlop
Pneu é destinado a caminhões e foi desenvolvido especificamente para o Brasil
A Dunlop acaba de anunciar a chegada do SP926, um produto desenvolvido para o mercado brasileiro e que será produzido no Brasil. O novo SP926 possui um reforço de nylon com bom índice de recapabilidade, com sulcos mais largos quem mantém a autolimpeza e uma boa aderência.
Este modelo contêm sulcos 31% mais profundos em comparação ao modelo anterior. De acordo com a Dunlop, adicionalmente, a incorporação de nylon no talão melhoram a durabilidade da carcaça, prolongando a vida útil do pneu.
Vale destcar que o pneus SP926 é produzido com a tecnologia TAIYO (Sun) System, que possibilita a produção de pneus sem emendas nas partes de borracha.
O pneu Dunlop SP926 estará inicialmente disponível na medida 295/80R22.5 em todos os distribuidores do país.
Jurid destaca dicas sobre frenagem segura em dias de chuva – Foto: Divulgação/Jurid
Além de reduzir a velocidade, é prudente aumentar a distância entre o veículo da frente e evitar frear em curvas
A Jurid recomenda alguns cuidados para evitar frenagens de risco em dias de chuva. O gerente geral da Jurid, Luciano Costa, orienta que o condutor reduza a velocidade, evite áreas alagadas, não ultrapasse em curvas, além de manter maior distância do veículo da frente, bem como evitar o uso de farol alto para não ofuscar a visão de quem trafega em sentido contrário. “Na chuva, é preciso frear de forma progressiva para que não ocorra o travamento das rodas em veículos sem ABS”, explica.
Outra situação que precisa ser evitada, segundo Costa, é frear em curva para não correr o risco de o veículo sair da trajetória. “Portanto, o ideal é realizar a frenagem antes da curva”, acrescenta.
“O uso do freio em áreas alagadas, espelhos d´água também é perigoso, pois dependendo da velocidade pode provocar aquaplanagem e o motorista perde o controle do veículo”, explica.
Nas situações que o veículo trafega em área alagada e tem as rodas submersas, é preciso ficar atento com as primeiras freadas, pois pode ocorrer falta de eficiência devido às lonas e às pastilhas estarem molhadas.
As condições do sistema de freio também contam muito para dirigir em segurança na chuva, assim como o estado dos pneus para garantir aderência entre o carro e o solo.
VW Caminhões e Ônibus acelera o desenvolvimento de novos produtos com realidade virtual – Foto: Divulgação/VWCO
Técnologia torna processos de desenvolvimento três vezes mais rápidos e reduz custos de novos projetos em 65%
A evolução das tecnologias segue em ritmo acelerado na Volkswagen Caminhões e Ônibus e a realidade virtual ganhou força para o lançamento de produtos pela montadora, que tem seu centro mundial de engenharia no Brasil.
Utilizada nas análises de manufatura desde 2022, a ferramenta possibilita que os processos de desenvolvimento sejam até três vezes mais rápidos e reduz em 65% os custos dos projetos. Para 2024, a empresa prevê o investimento de R$ 1 milhão em inovação digitais.
Através de um software desenvolvido nos parâmetros VWCO integrado a óculos 3D e joystick, a ferramenta ainda se torna uma poderosa aliada no impulsionamento à sustentabilidade.
KS vai lançar mais de 400 itens para linhas de motor e mecatrônica em 2024 – Foto: Divulgação
Lançamentos são destinados a linha de motor para os segmentos leve, utilitário e pesado
A Motorservice, divisão responsável pela comercialização das marcas Kolbenschmidt (KS), Pierburg e BF no mercado de reposição, anunciou lançamento de mais de 400 novos produtos, entre itens standard e sob medida, que atenderão mais de 363 aplicações, sendo 214 aplicações para a linha motor e 145 para componentes mecatrônicos.
Na linha de motor, os destaques ficam por conta das bronzinas, camisas, pistões e anéis, kits, e válvulas, tanto para os segmentos leve, utilitário e pesado, aplicados nos veículos das montadoras GM, Fiat/Jeep, Volkswagen, Renault, Audi, entre outras. O foco dos lançamentos serão para atender os motores 3 cilindros e utilitários.
Na linha mecatrônica, os lançamentos atenderão mais de 145 aplicações, entre itens como radiadores de óleo, bombas de recirculação de água, bombas de vácuo, sensores, entre outros, com foco no complemento de portfólio nas linhas de bomba de óleo e bomba de água para os segmentos leve e utilitário. Os novos itens atenderão os motores das montadoras DAF, Renault, Jeep, Volkswagen, entre outras.
Para 2024, a empresa planeja também o lançamento de novas linhas de produtos. “Buscamos sempre oferecer ao mercado amplo portfólio de produtos, com padrão rigoroso de qualidade, sempre em sintonia com a evolução tecnológica dos motores, como os atuais 3 cilindros e os novos motores para linha pesada Euro 6, voltados à redução de emissão de poluentes”, destaca o gerente da área de desenvolvimento de novos produtos da Motorservice, Rodrigo Bitencourt.
ASG Motorsport segue com sete caminhões em 2024 – Foto: Rodrigo Ruiz/RR Media
Equipe segue com sete caminhões para buscar os títulos da temporada 2024
A ASG Motorsport terá uma nova formação para a temporada 2024 da Copa Truck. O time segue com sete pilotos, sendo quatro na categoria PRO e três para a categoria Super, unindo experientes e estreantes.
Os mais novos integrantes do time são o paranaense Pedro Perdoncini e o paulista Marcio Giordano, que possuem experiência em categorias monomarcas e vitórias em algumas das pistas que serão utilizadas pela categoria dos caminhões. Roberval Andrade, Jaidson Zini, Raphael Abbate, Luiz Lopes e Bia Figueiredo seguem com os caminhões Mercedes-Benz.
Pedro Perdoncini vai pilotar o caminhão da ASG Motorsport – Foto: Divulgação
Com início no kart e passagem pela Copa HB20, com vitórias e títulos, Pedro Perdoncini chega apostando em uma rápida adaptação aos brutos para começar a pensar em resultados.
“Será uma temporada bem interessante. A mudança de um carro de 156cv pra quase 1200cv me encanta muito. É Impactante. Mas trabalho com máquinas fortes, como tratores e caminhões. Sempre vi as corridas, alguns dos caras da equipe, como o Abbate, são ídolos, e agora estamos formando o mesmo time. É um propósito de Deus para minha vida e estar no meio destas feras”, afirmou o piloto que terá em seu caminhão as marcas da Amafil e Construtora Vaz de Melo.
Marcio Giordano vai disputar a Super Truck – Foto: Divulgação
O paulista Marcio Giordano, 44 anos, tem título na Race Cup e uma boa experiência com os carros Mercedes-Benz da AMG Cup, incluindo a participação na atual temporada.
“Tenho apenas quatro anos de automobilismo, mas com ótimos resultados e título. Vou para uma temporada de novos desafios, acelerando em uma categoria que sempre sonhei”, conta Giordano, que terá a Naskar Consórcio, X Car Multimarcas e Best Brands como parceiras.
Jaidson Zini e Bia Figueiredo querem mais pódios em 2024 – Foto: Rodrigo Ruiz/RR Media
Raphael Abbate vai para segundo ano na ASG Motorsport – Foto: Rodrigo Ruiz/RR Media
Luiz Lopes segue no time da ASG Motorsport – Foto: Rodrigo Ruiz/RR Media
A campanha de 2023, que rendeu 14 vitórias, 41 pódios e o vice-campeonato de pilotos e montadoras mostrou que o time ASG Motorsports estava forte, com Roberval Andrade, Raphael Abbate, Jaidson Zini, Luiz Lopes e Bia Figueiredo. Por isso, esses pilotos foram mantidos para a temporada 2024.
“Acredito que seguiremos muito fortes e com grandes chances de termos mais gente disputando o título. Teremos, novamente, pilotos que já mostraram excelentes resultados e que estão dispostos a chegar mais longe”, conta Roberval Andrade (Consórcio MB, Guerra, Academia PX, Nino Faróis, APVS, Carraro e Ráster).
Roberval Andrade inicia temporada voltado ao título – Foto: Rodrigo Ruiz/RR Media
Hyundai Mobis lança nova palheta limpadora para modelos HB20 e Creta – Foto: Divulgação/ Hyundai Mobis
Novas palhetas dianteiras foram desenvolvidas para a 1ª Geração do HB20 (2012 a 2019).
A Hyundai Mobis apresenta suas novas palhetas limpadoras de para-brisas para a 1ª Geração do HB20 (2012 a 2019), com kit de limpadores que atende as necessidades do motorista e do passageiro. O segundo modelo que está sendo lançado, foi projetado para o Creta.
Palheta desenvolvida para os modelos do Creta – Foto: Divulgação/ Hyundai Mobis
A substituição regular das palhetas danificadas ou com desgaste é de fundamental importância para manter a segurança na direção e no desempenho das diversas condições climáticas, ou mesmo, para limpar o acúmulo de sujeiras ou resíduos.
Para uma condução segura e com a visibilidade clara, é necessário manter as palhetas em perfeitas condições, contribuindo para visão ampla do trânsito, dos obstáculos, das sinalizações e de outros fatores quem envolvem a dirigibilidade.
Qual o destino do óleo lubrificante usado nos caminhões e ônibus? – Foto: Divulgação/Lwart
Estima-se que os veículos pesados consumam, anualmente no Brasil, cerca de 90 milhões de litros de óleo lubrificante
Para que todos esses veículos se mantenham na estrada e em bom funcionamento, a troca do óleo lubrificante dos motores deve ser realizada de forma regular, ação que gera um consumo de cerca de 90 milhões de litros do produto anualmente. O segmento de veículos pesados é um dos maiores geradores de óleo lubrificante usado ou contaminado no Brasil.
De acordo com Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), em 2023, foram coletados mais de 574 milhões de litros de OLUC, em 4.378 municípios de todo o país, provenientes de máquinas e motores, dos mais diversos segmentos, desde os veículos de passeio como carros e motos, até as grandes máquinas do setor agrícola. Porém, estima-se que uma parte considerável ainda seja descartada de maneira incorreta.
“O OLUC é um vilão ambiental que está presente no nosso dia a dia, seja no nosso carro, moto, nos transportes públicos e até no caminhão que leva sua encomenda até você. É um resíduo perigoso que precisa ser descartado de maneira correta, para garantir a saúde das pessoas e do meio ambiente”, destaca o Diretor de Coleta e Logística da Lwart Soluções Ambientais, Rodrigo Maia.
Para onde deve ir o óleo lubrificante após a troca na oficina?
Considerado um resíduo Perigoso Classe I, segundo a NBR-10004, o OLUC é um vilão ambiental altamente poluente e, se destinado incorretamente, gera grandes danos à saúde e ao meio ambiente. Um único litro de OLUC é capaz de contaminar 1 milhão de litros de água, segundo a AMBIOLUC, entidade que representa o setor. Além disso, para cada 10 litros de OLUC queimados são geradas 20 gramas de metais pesados, de acordo com dados da Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb).
A legislação brasileira* determina que todo OLUC deve ser coletado nas fontes geradoras como postos de combustíveis, oficinas, super trocas de óleos e indústrias, e destinado para a reciclagem através do rerrefino, e proíbe taxativamente o uso do resíduo como combustível.
*Resolução Conama n. 362/2005 recepcionada pela Política Nacional de Resíduos Sólidos (Lei n. 12.305/2010) e regulamento (Decreto Federal n. 7.404/2010)
Resoluções da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) n. 19 e 20, ambas de 2009 e Lei do Petróleo (Lei n. 9.478/1997).
Rerrefino é o destino ambientalmente correto. O óleo lubrificante é composto por uma grande parcela de óleo mineral, que recebe aditivos para melhoria do seu desempenho. Este óleo mineral presente na sua composição não se degrada durante o uso nas máquinas e motores. Após sua coleta, o óleo lubrificante usado passa pelo processo chamado de rerrefino, para voltar a ser óleo básico, matéria prima para produção de lubrificantes.
O óleo básico, por sua vez, é destinado aos principais produtores, que o aditivam e o transformam novamente em lubrificante. O óleo então volta ao mercado em forma de produtos industriais, agrícolas, automotivos e elétricos.
Concessionárias, frotistas e consumidores devem verificar qual é o destino do óleo lubrificante
A ANP é a responsável por regular e fiscalizar as atividades de coleta, transporte e rerrefino do óleo lubrificante, além de punir os que descumprem as normas operacionais. Já a competência para fiscalizar aspectos ambientais é compartilhada entre IBAMA e órgãos integrantes do Sistema Nacional do Meio Ambiente (SISNAMA) esferas estadual e municipal.