sexta-feira, 27 de junho de 2025

Partida a frio: veja o que deve ser verificado no carro do seu cliente

Nos dias mais frios, a baixa temperatura dificulta o bom desempenho do motor, principalmente no momento da ignição. Alguns sistemas são essenciais para ajudar o motor a chegar em sua temperatura ideal de trabalho.

Confira os principais sistemas que ajudam a manter o funcionamento adequado do motor e, pode facilitar a partida nos dias de baixa temperaturas.

1 – Sensor de temperatura do líquido de arrefecimento: o sensor deve estar em boas condições para que indique corretamente a temperatura do motor.

Ele é responsável por acionar diferentes sistemas do motor, principalmente da partida a frio do motor em dias com temperaturas ambientes mais baixas.

Indícios que podem apresentar problemas com o sensor de temperatura são o aumento do consumo de combustíveis, falha no teste de emissões, desempenho irregular do motor, dificuldades no arranque do veículo e o superaquecimento do motor.

Um código de falha envolvendo o sensor de temperatura é o P0118. Ele informa que há alta tensão no circuito do sensor de temperatura. As causas podem ser sensor com defeito, problemas no circuito ou mal funcionamento do módulo de controle.

Para testar se está sendo feita a alimentação no conector do sensor, utilize um multímetro ou uma caneta de prova e verifique o sinal 5V e negativo. Caso estejam integras, conecte o sensor de temperatura e verifique se a tensão é modificada. Conforme a temperatura aumenta, a tensão apresenta números menores.

Ao inspecionar os fios e conectores, verifique se não há sinais de corrosão, fios rompidos ou conectores soltos.

Com um scanner, o mecânico também pode verificar se os dados de temperatura do motor são apresentados e, caso o defeito seja o sensor, faça a substituição do componente.

2 – Sistema com reservatório de combustível: o reservatório de partida a frio deve estar abastecido com gasolina de boa qualidade.

Cheque o reservatório e confira se não há obstrução da passagem de combustível ou vazamentos, além de orientar o proprietário do veículo de mantê-lo limpo e livre de resíduos.

3 – Sistema de aquecimento do combustível: precisa operar corretamente para assegurar o aquecimento adequado do combustível, favorecendo a queima eficiente, facilitando a vaporização do combustível e reduzindo os efeitos da condensação em baixas temperaturas.

4 – Bateria: com o motor frio, o tempo de partida tende a ser maior, esse sintoma se agrava quando as temperaturas externas estão muito baixas. Baterias descarregadas ou com problemas de carga podem afetar não só a partida do veículo, como outros sistemas. Lembre-se de checar as condições da bateria ao realizar as manutenções preventivas.

5 – Velas de ignição: são responsáveis por gerar a centelha elétrica que inicia a queima do combustível. Como esse é um momento crítico para o funcionamento do motor, é indispensável que as velas estejam em bom estado. Velas de ignição desgastadas ou com acúmulo de resíduos dificultam a partida a frio do motor.

Para verificar as condições das velas, retire do veículo e confira se elas estão com as cores cinza, amarelada ou marrom. Isso pode indicar desgaste, além de carbonização.

Outro teste que pode ser realizado é com o uso do multímetro. Verifique os sinais de resistência nos cabos das velas de ignição.

É importante lembrar que, veículos que utilizam velas de ignição comuns só podem usar velas de irídio quando é indicada pela fabricante. Adaptações de velas que não foram desenvolvidas para aquele veículo podem acarretar problemas ao motor.

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quinta-feira, 26 de junho de 2025

Michelin anuncia fechamento da fábrica de Guarulhos

Unidade produz pneus e câmaras para bicicletas e motocicletas e seguirá funcionando até o final do ano

A Michelin que conta com quatro fábricas no país anunciou hoje o encerramento das operações na unidade de Guarulhos na grande São Paulo até o final do ano. A unidade produz, principalmente, câmaras de ar para pneus de motos e bicicletas, pneus industriais e produtos semiacabados. A fábrica emprega 350 dos 8.000 colaboradores da empresa.

De acordo com a marca “a decisão é resultado de uma supercapacidade de produção gerada a partir da entrada expressiva de produtos importados da Ásia, que muitas vezes chegam abaixo do custo de produção local, impactando fortemente o segmento de câmaras de ar para pneus de motos e bicicletas”.

A Michelin afirma que estudou outras soluções antes de decidir pelo fechamento da unidade. “Nesse contexto, infelizmente, nenhuma das opções analisadas se mostrou factível ou sustentável para a continuidade das operações. A decisão de encerrar as atividades foi tomada como último recurso.”

“Quando tomamos decisões difíceis como esta, reafirmamos nosso valor de respeito às pessoas. Nesse momento, gostaria de destacar o incontestável engajamento da equipe de Guarulhos, em todas as suas funções. Esta decisão, de forma alguma, está relacionada ao desempenho desse time. A empresa está extremamente comprometida em realizar uma escuta ativa e oferecer apoio personalizado às equipes internas durante todo o processo. Nós também garantimos o cumprimento de nossos compromissos com todos os nossos clientes nesse momento de transição,” afirma Hervé Le Gavrian, CEO da Michelin América do Sul.

A Michelin seguirá com as operações baseadas nos estados do Amazonas, Bahia, Espírito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e em São Paulo. As fábricas estão em Manaus (AM), Guarulhos (SP), Resende e Campo Grande (RJ).

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Toyota Prius 1.8 2ZRFXE – Como diagnosticar o sinal dos injetores de combustível

Motor à combustão pode fornecer energia para recarregar a bateria

O Toyota Prius é um híbrido do tipo HEV, ou seja, o motor a combustão pode movimentar as rodas e carregar a bateria. Assim, o funcionamento adequado dos injetores de combustível é essencial para o conjunto híbrido, e, pensando nisso, a revista O Mecânico traz o diagnóstico desses componentes.

O motor à combustão que equipa o híbrido da Toyota tem código 2ZRFXE e 1.8 litro de deslocamento, desenvolvendo 99 cv de potência máxima e 14,5 kgfm de torque. Os valores e procedimentos apresentados são válidos para os veículos equipados com esse motor de 2013 a 2015.

Para iniciar o diagnóstico, o primeiro passo é verificar a condição de fios e conectores dos bicos injetores, procurando por quebras e rupturas. Depois, é importante medir a resistência elétrica entre os pinos 1 e 2, que deve ficar próximo de 13 Ω em uma temperatura de 20ºC.

Outro procedimento útil é a análise dos sinais elétricos do componente, verificando a tensão e corrente elétrica de ativação. Assim, basta comparar os valores obtidos com os de referência, mas é importante que o veículo testado esteja aquecido e no modo de testes de emissões.

Mecânico Pro

 

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ZF apresenta novas soluções de assistência a condução

Sistemas permitem maior nível de segurança e automação

A ZF, que possui 30% de participação de mercado de câmeras inteligentes para sistemas de assistência ao condutor (ADAS), ampliou seu portfólio na Europa com mais soluções baseadas em software que podem controlar atuadores do veículo, como freios e direção.

Segundo a empresa, já foram mais de 75 milhões de câmeras ADAS comercializadas no mundo, incluindo seu modelo mais recente, a Smart Camera 6, que possui maior campo de visão e poder de processamento, aceitando atualizações remotas OTA.

As montadoras também podem selecionar individualmente as funções de assistência a condução para cada linha de veículos, como os computadores ProAI, que têm versões básicas de câmeras frontais até versões para gerenciar condução autônoma de nível 3 e superior.

A ZF também apresentou a plataforma ProConnect de conectividade e o sistema Annotate, que permite obtenção de dados para testes de sistemas ADAS de nível 2 a Nível 5. Com esses sistemas, a empresa espera maior crescimento, principalmente após a exigência de frenagem de emergência, manutenção de faixa e controle de velocidade adaptativo em todos os veículos novos vendidos na União Europeia.

 

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Volvo Caminhões apresenta melhorias no sistema de direção VDS

Novo conjunto pode detectar estouros de pneu e ajudar a corrigir a trajetória do veículo

A Volvo Caminhões apresentou atualizações em seu sistema de direção, chamado de VDS (Volvo Dynamic Steering – Direção Dinâmica Volvo). O conjunto agora pode detectar automaticamente um estouro de um pneu dianteiro, mantendo o caminhão na trajetória, visto que uma perda repentina de pressão em pneus pode desestabilizar o veículo.

Além das situações de emergência, o sistema VDS atualizado também pode compensar irregularidades da via, reduzindo vibrações e tornando o comportamento do volante mais linear, reduzindo a fadiga dos motoristas.

De acordo com a Volvo, o novo assistente se soma as outras características do sistema, como redução de até 75% da força necessária para girar o volante em baixas velocidades e aplicação de contra esterço para estabilizar o veículo.

O sistema VDS atualizado já disponível nas linhas Volvo FH, FH Aero, FMX e FM na Europa, e pode ser personalizado com diferentes configurações de resistência e sensibilidade do volante.

 

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quarta-feira, 25 de junho de 2025

Honda vai contratar 350 pessoas para a produção do WR-V

350 vagas estão abertas para as unidades de Itirapina e Sumaré onde são feitos os motores

 

 

A Honda Automóveis anunciou hoje a contratação de 350 funcionários para aumentar a produção de veículos em mais um turno na cidade de Itirapina, interior paulista. A marca deve elevar a produção em 20%. Parte dessa mão de obra será empregada na produção do SUV compacto WR-V cujo lançamento deve ocorrer ainda neste ano.

De acordo com a própria montadora serão 250 vagas para Itirapina na linha de montagem de veículos e a admissão será em julho para que em setembro e outubro os colaboradores passem pela fase de treinamento. Outros 100 funcionários serão contratados para a unidade de motores de Sumaré, região de Campinas.

 

 

Arata Ichinose, Presidente da Honda Automóveis do Brasil, explica: “A complementação do segundo turno de produção representa mais um passo importante dentro do nosso plano de investimento e reforça nossa confiança e compromisso com o Brasil e com os brasileiros, com os empregos que geramos e inovações que agregamos ao mercado”.

 

 

A Honda anunciou o investimento de R$ 4,2 bilhões no Brasil e já mostrou lançamentos como a reestilização do HR-V, mudanças pontuais no City bem como o esperado WR-V. Recentemente em Interlagos a Honda anunciou novidades para a linha do Civic híbrido (importado) e uma versão esportivada do City.

 

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Cilindro de roda pode prejudicar as sapatas de freio, entenda

Vazamento no componente pode ocasionar contaminação das sapatas de freio

Componente do sistema de frenagem a tambor, o cilindro de roda depende do acionamento do pedal de freio para responder. É ele que transforma a pressão hidráulica em força mecânica, pressionando as sapatas de freio de encontro à superfície de atrito do tambor, causando a desaceleração do veículo.

“Apesar de ser fabricado com material resistente, o cilindro de roda merece atenção na hora da manutenção, pois pode se desgastar e apresentar vazamentos de fluido. Se isso acontecer, não apenas os cilindros de rodas devem ser substituídos, mas também as sapatas de freio, pois serão contaminadas”, adverte Vagner Marchiniak, Consultor de Marketing de Produto da Controil.

Além do vazamento de fluido, sintomas como pedal esponjoso ou baixo, presença de ferrugem no cilindro devido à oxidação e travamento dos pistões, são indícios de que o cilindro de roda pode estar comprometido.

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